Entre a caneca e o pedal: eis o Vale da Cerveja, novo roteiro de cicloturismo em SC

Texto: Felipe Mortara | Fotos: Fernando Angeoletto (Caminhos do Sertão Cicloturismo)
Publicado originalmente na revista Go Outside (edição de junho/2017)| Para acessar a revista em tablets e smartphones -> IOS: http://apple.co/1x8RblL | ANDROID: http://bit.ly/1wU35W8

Próximas saídas: 14 a 16/07 e 17 a 19/11

WhatsApp Image 2017-06-22 at 13.33.51Poderia ser só mais uma subida daquele segundo dia de pedal nas montanhas dos arredores de Blumenau. Mas minha mente e foco ultrapassavam o nível normal de concentração. Não sei bem se pela inclinação aguda que não deixava parar de pedalar ou se pela respiração ofegante entrei num estado de transe. Sutil, mas ao mesmo tempo muito intenso. Quase uma embriaguez por esforço. O que, convenhamos, é um sentimento bastante apropriado e pertinente num lugar conhecido como Vale da Cerveja. No entanto, não havia uma única gota de álcool no meu sangue naquela manhã de outono, com o sol deixando o azul do céu vigoroso e o verde da mata atlântica ainda mais contrastante.

Distante 157 km de Florianópolis, Blumenau sedia desde 1984 a grande festa alemã do Brasil, e a segunda maior Oktoberfest do mundo, perdendo apenas para a original, em Munique. Contudo, foi apenas recentemente que a cidade recebeu o título de Capital Nacional da Cerveja. A área engloba também aos seus vizinhos no Vale do Rio Itajaí, onde famílias descendentes mantiveram vivos os costumes de seus antepassados. Uma espécie de Meca da cerveja artesanal no Brasil. Mas daí o leitor se pergunta: mas o que cerveja e pedal têm a ver? Ao mesmo tempo tudo e nada, depende do olhar.

Entre as dezenas de microcervejarias, 11 se uniram para criar o Vale da Cerveja, associação que procura fomentar o turismo da cevada na região. Em abril, a Caminhos do Sertão, operadora de cicloturismo baseada em Florianópolis desde 2004, elaborou o primeiro roteiro de bike que inclui alguns dos produtores em seu caminho. Ao longo de três dias percorre-se 116 quilômetros, a maior parte deles em estradas de terra que serpenteiam pelas serras entre os municípios de Ilhota, Gaspar, Pomerode e Blumenau, onde ocorrem os dois pernoites. O equilíbrio vem de uma boa dosagem entre trechos de planície às margens do Rio Itajaí-Açu e subidas avantajadas por entre pequenas propriedades rurais e alguns dos 570 quilômetros quadrados do Parque Nacional da Serra do Itajaí, maior área de mata atlântica contínua de Santa Catarina.

O percurso, inaugurado em abril, contempla ciclistas iniciantes e avançados. Um carro de apoio e uma van com oficina móvel, comida e bebida, atém de itens de primeiros socorros acompanham o grupo o tempo todo, assim como dois guias ciclistas, abrindo e fechando o pelotão de até 20 pessoas. Nas subidas mais íngremes e extensas os participantes têm sempre a opção de subir no veículo para se poupar, aproveitando apenas as descidas e o vento no rosto. E aí está a grande sacada do roteiro, oferecer aos iniciantes uma noção do cicloturismo e aos experientes, treinar em condições mais exigentes.

A programação contempla lanches bem servidos pelo caminho, sem deixar de lado, claro, visita e degustação em algumas das melhores cervejarias do vale. Contudo, ao contrário do que propõem alguns passeios ciclísticos em regiões vinícolas mundo afora, por aqui o álcool só é permitido quando o pedal do dia é encerrado. Definitivamente não é um roteiro de degustação de cerveja com a desculpa de pedalar para amenizar a culpa de beber. A ideia é deixar pra lá os problemas da rotina, brindar ao fim do dia com excelentes cervejas e celebrar os quilômetros acumulados.

DIA 1

Nada de moleza

O primeiro dia de pedal pelo Vale da Cerveja pode parecer moleza até a hora do almoço. Após um curto traslado de van da pousada em Blumenau ou direto desde Floripa (a operadora acerta os detalhes com cada cliente), a saída é do pequenino bairro Pedra de Amolar, na cidade de Ilhota. Seguido por um alongamento, uma cuidadosa explicação dos guias apresenta a região e tira dúvidas gerais. Rumo ao oeste, por 30 tranquilos quilômetros todos vão se familiarizando com mountain bikes modernas e bem revisadas. As estradas de terra em ótimo estado margeiam imensos arrozais e casas simples, mas muito bem cuidadas. Os cachorros olham as bicicletas com algum desdém. Passam pequenos bandos de canários-da-terra e quero-queros, além de duas corujas-buraqueiras que espreitam sobre as cercas.

WhatsApp Image 2017-06-22 at 13.33.51 (3)Depois de uma breve ascensão, parada para almoço num bambuzal à beira de um pequeno braço de rio. Uma farta mesa de frios e conservas da região. Basta sair dali para encarar o trecho mais duro do dia, uma ladeira contínua de quase 10 quilômetros, com duas quedas de nível, até atingirmos 280 metros de altitude. Ao longo de 1h15 de subida, alguns dos 12 participantes empurram suas bikes ou embarcam na van. Eu mentiria se dissesse que nos momentos mais agudos não deu vontade de descer da bike e empurrar. Mas com a marcha mais leve, a respiração ofegante e um bocado de persistência foi possível concluir os 620 metros de subida acumulada.

O prêmio foi a descida de cinco quilômetros espremidos em apenas 230 metros verticais bastante íngremes e emocionantes. Para baixo, todo santo ajuda. Assim, depois de 46 quilômetros, chegamos até o bairro de Belchior Alto, em Gaspar. Seguimos direto para a Das Bier, cervejaria que serve 12 rótulos produzidos na casa – destaque para a cerveja do tipo saison, de estilo belga. Dali, uma parada para banho na pousada e jantar na Villa Germânica, na zona do imenso pavilhão de exposições que sedia a Oktoberfest. Não deixe de conhecer a Bier Vila, o melhor bar de cerveja de Blumenau, com 22 cervejas artesanais de barril e outras 400 em garrafas. Uma perdição.

DIA 2

Sempre dá para piorar

WhatsApp Image 2017-06-22 at 13.33.52 (5)Não foi nada fácil levantar, e menos ainda, partir para um workshop sobre a produção da bebida símbolo do passeio. Ainda em Blumenau, uma aula de 1h30 na Escola Superior de Cerveja e Malte. A escola oferece também um curso técnico que forma mestres cervejeiros aptos a trabalhar nas mais de 430 cervejarias artesanais do país – nos Estados Unidos já são 4 mil – ou a abrir seus próprios empreendimentos. Com o conhecimento reforçado, a van nos levou a Pomerode.

A cidade mais germânica do Brasil é delicada, com muitas placas em alemão e ainda exibia decoração de Páscoa, com ovos coloridos pintados à mão decorando algumas árvores. Passamos diante da cervejaria Schornstein, mas apenas contemplamos as pessoas a beber do lado de fora. Foram 10 quilômetros de pedal até a parada para almoço, diante da inusitada casinha do senhor Arno Kretz, de 70 anos, que construiu 36 rodas d’água em meio à mata. Dali por diante, um ganho violento de altitude partindo de 130 até 300 metros em apenas 4 quilômetros. Uma suadeira em meio à mata densa que, por vezes, se abria.

Entre lindas casas construídas no tradicional estilo enxaimel e plantações de palmeira real, para extração de palmito, as bikes avançam. Depois de um longo trecho baixando, com duas surpresas – leia-se ladeiras acima – chegou a vez de descer por completo até os 50 metros de altitude ao nível do Rio Itajaí. Seguimos numa grande reta, ficamos tentados a entrar na Bierland, mas fomos até a Cervejaria Container, em Itoupava, agora sim com visita na fábrica e degustação. O estilão inglês com autênticos toques de rock’n roll na decoração – há uma guitarra do AC/DC e um disco do Led Zeppelin autografados nas paredes – quebra o estilão majoritariamente alemão do Vale das Cervejas. A cerveja Joke foi a melhor pilsen da viagem. Quem tiver pique ainda pode seguir – de van, é claro – até a Cerveja Blumenau, talvez a mais consolidada cervejaria da região e provar a premiada Capivara Little IPA direto da fonte. É tudo isso mesmo.

DIA 3

Mas já acabou?

WhatsApp Image 2017-06-22 at 13.33.52 (2)Bastam uns poucos quilômetros em cima da magrela para ter certeza de que este é o mais bonito dos três dias de pedal. Isso porque o dia começa no bairro de Nova Rússia, porta de entrada para o Parque Nacional da Serra do Itajaí. Depois de 10 quilômetros de descida margeando o Ribeirão Garcia, a umidade da mata atlântica deixa o vento no rosto ainda mais refrescante. Em alguns momentos de floresta mais fechada, uma garganta se forma, revelando imensos despenhadeiros. Numa certa curva me lembrei da Estrada da Morte, na Bolívia, estrada nos arredores de La Paz, por onde se desce de bike de 4.650 metros até 1.200 metros de altitude. Aqui também é preciso atenção, mas o prazer da descida é imbatível.

Entre pequenas pontes e as corredeiras cristalinas do Ribeirão Garcia, vamos entrando na cidade de Blumenau. A parada para lanche foi numa rua tranquila do bairro Progresso, onde o casal de aposentados Otília e Alécio Schimidt se surpreendeu com nossa presença na rua e nos permitiu usar o banheiro de sua casa. Aliviados e alimentados seguimos por mais sete quilômetros com bons trechos de ciclovia até o centro de Blumenau. Em pleno domingo, a Rua XV de Novembro estava fechada para carros, mas cheia de famílias andando de bike.

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.:Cicloturismo:. agenda de outono e inverno!

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Aquecer no pedal de dia, ter um ótimo aconchego de noite – outono e inverno são sem dúvida ótimas estações para o Cicloturismo!

Em nosso cardápio para o período há 5 opções, entre o feriado de Corpus Christi e as férias de julho:

15 a 18/06 -> Vale dos Vinhedos | Todo o charme da Serra Gaúcha desabrochando entre preciosidades líquidas e paisagens de tirar o fôlego! Visitas à vinícolas premiadas, cantinas autênticas e roteiros temáticos

06 a 09/07 -> Cânions e Aparados da Serra | Roteiro pelos mais deslumbrantes desfiladeiros do país, que retorna ao nosso calendário neste ano. Conheça de perto os cânions Itaimbezinho e Fortaleza, além de fantásticas cachoeiras da região

14 a 16/07 -> Vale da Cerveja | No trecho, paisagens naturais e culturais, o Parque Nacional da Serra do Itajaí e muitas cervejarias artesanais, incluindo um mini-curso de degustação na Escola Superior de Cerveja e Malte

15 a 19/07 -> Lagamar | A natureza bruta espalhada por ilhas, canais e o Parque Nacional de Superagüi, com pedaladas em praias desertas e abundantes de paisagens que beiram o surreal

23 a 29/07 -> Vale Europeu | O famoso circuito de cicloturismo brasileiro, com opções de roteiro completo ou parte alta, locação gratuita de bicicletas seminovas e traslados a partir de Floripa ou Navegantes

Veja mais: Calendário 2017

.: Novas saídas internacionais, retorno de roteiros clássicos e muito mais!.:

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Aproveite os feriados de Abril com 5 opções de viagens de bicicleta!

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O início de outono será agitado com muitos feriados e 5 saídas de Cicloturismo em nosso cardápio! Confira a lista, escolha a(s) sua(s) e reserve vaga, inscrições abertas!

Feriado de Páscoa (14 a 16/04) – 2 opções:

Acolhida na ColôniaAcolhida na Colônia (14 a 16/04) – Este roteiro traz o diferencial do vínculo direto com o Agroturismo. Cachoeiras, águas termais e alimentação orgânica nas Encostas da Serra Geral, entre Anitápolis e Santa Rosa de Lima.

Rota das Cervejas

 

Rota das Cervejas (Vale Europeu Parte Baixa) (14 a 16/04) – Saída com ênfase à temática da cerveja artesanal puro malte, já que estamos na região pioneira do segmento em todo o país. Após as pedaladas,  recompensa diária com brindes da mais pura bebida, paixão nacional.

 

Feriado de Tiradentes (17 a 23 e 20 a 23/04): 2 opções

Vale Europeu CompletoVale Europeu Completo (17 a 23/04) – Uma semana percorrendo o Circuito de Cicloturismo mais famoso do Brasil. Pacote completo com traslados a partir dos principais aeroportos da região (Florianópolis e Navegantes).

 

Captura de tela 2017-02-23 às 11.34.37Urubici | Serra Catarinense (20 a 23/04) – Vales, montanhas, cachoeiras e agroturismo nos mais impactantes visuais da Serra Geral. Hospedagem em charmosos chalés e refeições agroecológicas.

 

 

Feriado do Dia do Trabalhador (29/04 a 03/05)

Captura de tela 2017-02-23 às 11.41.52Rota das Baleias – No sul de Santa Catarina, a Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca revela alguns dos mais preciosos recantos do litoral brasileiro. Uma travessia de barco e visuais dos contrafortes do Parque Estadual do Tabuleiro temperam esta cicloaventura com cheiro do mar e seus frutos, apreciados na gastronomia.

 

 

 

 

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Em março, Desafio dos Rochas reúne mais de 1.000 e agita o meio ciclístico em Pomerode, no coração do Vale Europeu

Com cerca de mil participantes confirmados, faltando ainda 9 dias para o fim das inscrições, o tradicional Desafio dos Rochas acontece nos dias 11 e 12 de março em Pomerode (SC), a icônica, simpática e montanhosa cidadezinha que é um dos principais pontos do Vale Europeu catarinense.

Segmentado entre os Circuitos Amador, Pró, Sport e Cicloturismo, o evento garante infraestrutura impecável para o acolhimento dos participantes e suas famílias, sendo assim uma festiva e desafiadora celebração ao prazer de pedalar. Os trajetos descortinam o mosaico de trilhas, caminhos, vales, águas e paisagem cultural da imigração alemã que compõem a região, agregando memórias visuais aos pedalantes enquanto mergulham em grandes doses de endorfina e adrenalina.

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Além de estande próprio montado durante os 2 dias, faremos em parceria com os organizadores a guiada e apoio do Circuito de Cicloturismo, que acontece na manhã do dia 12 e é planejado de maneira a proporcionar experiências de imersão na cultura local. Para este passeio, nossa frota de bicicletas estará disponível para locação – são MTB aro 29″, quadro de alumínio, suspensão dianteira de 100mm com trava, 27 marchas e freios a disco hidráulico, nos tamanhos 15″, 17″ e 19″. O custo é de R$ 99, e as reservas devem ser feitas pelo email pedale@caminhosdosertao.com.br ou fone (48) 3234-7712.

As inscrições para o Desafio dos Rochas encerram-se em 26/02 – não perca tempo, inscreva-se já!

 

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Lagamar: as paradisíacas ilhas, canais e cidades históricas do Paraná estão de volta!

Próximo da divisa com São Paulo, o litoral do Paraná invade a terra na imensa Baía de Paranaguá, conformando um amontoado de ilhas, canais, cidades históricas e um horizonte desenhado com as monumentais montanhas da Serra do Mar. Um Parque Nacional em seus domínios amplifica o tom idílico – dadas suas características tão especiais, a região conhecida como Lagamar é um dos destinos favoritos para a prática do cicloturismo.

O Lagamar: idílico e único

O Lagamar: idílico e único

Já operado em anos anteriores, nosso roteiro neste destino retorna ao calendário neste ano, com alterações que melhoram a logística e o aproveitamento dos destinos – a próxima saída acontece de 01 a 05/03, logo após o Carnaval. A cidade de Curitiba é o ponto de encontro dos participantes, que seguem em traslado ao Pontal do Sul. De lá, embarcamos em nossa lancha de apoio, que vai no acompanhar pelos dias seguintes, transportando viajantes, bikes e bagagens entre as ilhas. O primeiro passeio de bike acontece na Ilha do Mel, bem na boca da Baía, com visitas às suas belas praias, à Fortaleza e ao Farol. Na primeira noite pernoitamos por ali, em charmosa pousada.

Ilha do Mel

Trapiche na Ilha do Mel. Ao fundo, a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, um dos hostspots locais.

Na manhã seguinte, embarcamos em nossa lancha de apoio para um grande passeio. Faremos o traslado marítimo cruzando a Baía de Paranaguá e navegando no emaranhado de canais que compõem parte do Lagamar, entre as Ilhas das Peças e Superagüi, com destino à Ilha do Cardoso. Ali estaremos diante não somente de um grande berçário marinho, onde facilmente avistam-se cardumes de golfinhos, como do maior trecho contínuo de Mata Atlântica do país, nas margens dos canais. Pernoitamos na Ilha do Cardoso.

Canal do Lagamar entre Superagüi e Peças, onde navegaremos: ponto comum de passagem de golfinhos

Canal do Lagamar entre Superagüi e Peças, onde navegaremos: ponto comum de passagem de golfinhos

Após o café na pousada, é hora de iniciar uma grande aventura por praias desertas, começando no povoado de Marujá com rumo sul. Enquanto isso, nossa lancha segue com as bagagens e nos aguarda para a travessia da Barra do Ararapira, saindo do Cardoso e entrando na Ilha do Superagüi, situada no Parque Nacional de mesmo nome. Seguimos por uma extensa praia deserta de areias largas, com um horizonte infinito e toques surreais na paisagem. Com total atenção à tábua de marés: dependendo do horário, esse “asfalto” de areia inunda e fica quase intransponível! Somando os 2 trechos, são 40 km de praias desertas. Altimetria acumulada: zero metros! Nosso pernoite é no povoado de Superagüi, com sorte podemos apreciar uma boa sessão de fandango, expressão de dança e música da cultura caiçara.

Prepare-se para visuais inesquecíveis nas praias desertas do Parque Nacional do Superagüi

Prepare-se para visuais inesquecíveis nas praias desertas do Parque Nacional do Superagüi

Pela manhã embarcamos em nossa lancha para cruzar o canal rumo à Ilha das Peças, que percorremos de bike pela face sul até o povoado. Novamente no barco, despedimo-nos das Ilhas para a viagem no rumo do continente, indo ao fundo da baía de Paranaguá até a pacata Antonina. Dali, percorremos 28km por caminhos de asfalto até o Porto de Cima, já no município de Morretes. É o dia de curtir a pousada mais charmosa do roteiro.

Entre Antonina e Morretes, curtindo ares da floresta tropical

Entre Antonina e Morretes, curtindo ares da floresta tropical

Pra finalizar nosso roteiro, pedalamos por caminhos alternativos entre o Porto de Cima e Morretes. Chegando lá, a pedida é conhecer o barreado, prato típico local. O casario colonial à beira do rio Nhundiaquara é de encher os olhos: aprecie sem moderação!

Rio Nhundiaquara, casario histórico e a imponência da Serra do Mar compõem os quadros em Morretes

Rio Nhundiaquara, casario histórico e a imponência da Serra do Mar compõem os quadros em Morretes

Fechando nosso roteiro com chave de ouro, voltamos à Curitiba com a inigualável travessia de trem pela Serra do Mar, cruzando escarpas monumentais, pontes onde parece impossível e apreciando uma revigorante imersão na mata atlântica. Poucos roteiros podem ser tão multifacetados em suas belezas e atrativos como este!

A viagem de trem pela Serra do Mar é um dos grandes atrativos do roteiro

A viagem de trem pela Serra do Mar é um dos grandes atrativos do roteiro

Saiba mais e inscreva-se já!

Veja também: álbum de fotos do destino (clique na imagem abaixo)

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40 motivos para #viajardebicicleta em 2017: nosso novo calendário com saídas no Brasil e no mundo!

Calendario de viagens cicloturismo 2017 de Caminhos do SertaoNeste ano que passou, recebemos a confiança de centenas de viajantes que nos escolheram para realizar seus sonhos de viagem de bicicleta! Cumprimos um calendário bem recheado, com saídas em todos os meses e opções duplas de roteiros nos principais feriados. Investimos em novos equipamentos para transporte das bicicletas dos clientes, além de uma frota novinha para aluguel nas saídas, oferecendo conforto para os que optam por não despachar suas magrelas nos aviões ou ônibus.

E seguindo nesta consolidação de uma longa trajetória no cicloturismo, priorizando sempre o conforto, a segurança e as atratividades nas operações, lançamos agora o calendário 2017 com 40 saídas para todos os gostos!

Como novidades temos 2 roteiros internacionais no Chile (Deserto do Atacama no final de abril e Região dos Lagos em novembro).

Os cenários singulares e fantásticos do Deserto do Atacama (Chile) passam a compor um de nossos roteiros

Os cenários singulares e fantásticos do Deserto do Atacama (Chile) passam a compor um de nossos roteiros

Um roteiro no estilo Bike & Boat entre a Grécia e a Turquia, no Mar Egeu, também passa a fazer parte do nosso leque de destinos e tem saída marcada para o início de setembro.

Os tons de esmeralda do Mar Egeu estarão na lista dos roteiros Bike & Boat pela Europa

Os tons de esmeralda do Mar Egeu estarão na lista dos roteiros Bike & Boat pela Europa

Retornam ao calendário as saídas Bike & Boat já operadas na Europa (Croácia / Sul da Dalmácia no final de setembro e Espanha / Ilhas Baleares no início de outubro). Neste modelo de roteiro, as hospedagens e refeições acontecem em charmosos barcos, que navegam por águas tranqüilas levando os cicloviajantes aos melhores refúgios do Adriático e Mediterrâneo.

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Navegue e pedale entre os recantos mais idílicos do Mar Adriático na saída pela Croácia / Sul da Dalmácia

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A Ilha Formentera, considerada o Caribe do Mediterrâneo, é um dos pontos visitados na saída para as Ilhas Baleares

No Brasil, retornam ao calendário dois roteiros dos mais desejados pelos amantes de viagens de aventura. Um deles é o Lagamar, uma imersão nos ambientes marinhos pelo Parque Nacional de Superagüi, num complexo de ilhas, canais, restinga e praias desertas, finalizando com visita a cidades históricas e a clássica viagem de trem na Serra do Mar Paranaense. As saídas acontecem em março e julho.

Toda poesia do complexo marítimo do Lagamar pode ser apreciada na saída pelo litoral paranaense

O outro que volta à programação é o roteiro pelos Canyons e Aparados da Serra, com os monumentais abismos em áreas protegidas por Parques que separam Santa Catarina do Rio Grande do Sul. Programe-se para fazer a saída em julho ou dezembro.

Os monumentais abismos dos Canyons no sul do Brasil apreciados a bordo da magrela

Os monumentais abismos dos Canyons no sul do Brasil apreciados a bordo da magrela

Participaremos ainda do Desafio dos Rochas, um dos maiores eventos de MTB do Brasil, operando a modalidade de cicloturismo oferecida aos participantes. Para os participantes do passeio, teremos nossa frota de bikes à disposição para aluguel.

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E seguem com várias opções de datas nossos roteiros já consolidados:

Motivos não faltam para cicloviajar em 2017 – escolha uma (ou muitas!) das nossas 40 saídas e realize seu sonho de viajar de bicicleta!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Nossa Volta à Ilha no olhar de uma cliente iniciante

Em julho, nossa cliente Ana Cristina Sampaio brindou-nos com a confiança de operar a primeira cicloviagem feita por ela – o roteiro escolhido foi a Volta à Ilha, que tem a próxima saída de 13 a 16/10. Sentimo-nos honrados, não somente pela preferência, como pelo ótimo relato que ela publicou da experiência na revista Bicicleta (edição 65, agosto de 2016).

Confira abaixo alguns trechos, e leia a matéria na íntegra na edição impressa:

“Como sou mulher e, a princípio, viajaria sozinha, achei prudente buscar um roteiro com uma operadora de cicloturismo para que pudesse ter o acompanhamento de guias e o transporte de minha bagagem … Foquei, então, em selecionar uma operadora com várias opções de roteiros, datas que coubessem no meu calendário e preços compatíveis. Não deixei de checar as referências no TripAdvisor … O passeio da Volta à Ilha de Florianópolis, de 08 a 11/07, pela Caminhos do Sertão, foi o escolhido por se encaixar perfeitamente no meu calendário de férias”.

“Nem preciso dizer que a expectativa era enorme. Afinal, há anos aguardava uma oportunidade de conhecer os prazeres e os desafios do cicloturismo. Não poderia ter escolhido melhor estréia … Começamos na ciclovia da Lagoa da Conceição, onde recebemos as bikes alugadas. A minha, uma MTB aro 29, deu conta do recado em todos os terrenos“.

“A Ilha estava muito tranqüila, pouco movimento. Passeamos pelos cartões postais de Floripa até chegarmos à Barra da Lagoa, onde o lanche armado para o almoço nos surpreendeu na fartura e qualidade“.

Nem preciso dizer como esta viagem superou nossas expectativas em termos de organização, roteiro, alegria e comilança. Os pedais, em minha opinião, são de nível intermediário, e podem ser feitos sem susto por quem nunca pedalou por 4 dias seguidos. Um toque familiar dos empresários, que nos brindaram com a companhia de suas famílias em alguns trechos do passeio, tornou a viagem mais amigável e integrou o grupo de tal forma que já há quem esteja se encontrando em outros eventos ciclísticos no interior de São Paulo”.

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O Vale Europeu continua lindo, e nós seguimos trabalhando muito por lá!

Em 2016, o Circuito Vale Europeu de Cicloturismo completou 10 anos. Embora integrado por caminhos e paisagens tão belos quanto vários outros destinos de Santa Catarina, o Circuito destaca-se por seu mapeamento, estrutura receptiva e divulgação totalmente voltados pra o crescente público cicloturista brasileiro, que pode ainda recordar sua viagem através do certificado carimbado em vários pontos do roteiro.

No último mes de julho, recebemos 30 clientes no destino – a procura foi tanta que, para manter a qualidade que é marca registrada de nossas operações, dividimos os participantes em 2 grupos para a saída no Circuito completo, com 300 km e duração de uma semana. No segundo grupo houve ainda a possibilidade de fazer apenas a parte alta do Circuito, para os viajantes que não dispunham de um recesso mais alongado.

Ficou de fora desta? Não se preocupe, pois ainda teremos algumas saídas neste ano – a próxima é de 30/10 a 05/11. Sendo um dos nossos destinos mais disputados, fique atento e garanta já a sua vaga!

Se mais delongas, deliciem-se com as fotos das saídas de julho (clique nas imagens para abrir os álbuns)!

Vale Europeu - julho/2016 (grupo 1)

  Vale Europeu - julho 2016 (grupo 2)

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Da Odisseia aos desejados roteiros de Bike&Boat, a costa da Croácia é um paraíso de ilhas e mar azul

Por: Equipe CdS – fotos: Jonatha Jünge

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No épico regresso de Ulisses à Ítaca, consta que o protagonista da Odisseia tenha naufragado no mar que hoje integra a costa croata. Reza o mito que ele foi acolhido por Calipso, que mesmo com seus encantos de ninfa e a promessa de imortalidade não alcançou o desejo de ter o herói em seus braços para toda a vida. Ainda assim, dos 10 anos que levou para voltar pra casa desde a Guerra de Tróia, 7 deles teria passado numa Ilha daquela região.

Para quem não dispõe de tanto tempo, em 7 dias de “bike&boat” é possível visitar um punhado de ilhas do arquipélago que embeleza a costa adriática da Croácia entre Split e Dubrovnik. Ao já famoso turismo náutico ao largo de suas cerca de 1.000 ilhas, as bicicletas somam-se para ampliar os sentidos nos trechos terrestres, numa proposta que tem se espalhado por todo o Mediterrâneo.

Bikes no barco

Os roteiros na Dalmácia, região ao sul e menos populosa da Croácia, tem como apoio escunas de em média 100 pés (33m) com amplo terraço, salão para refeições e cabines privativas, que fazem o combo de hospedagem, restaurante e transporte. Em cada atraque, guias locais conduzem aos caminhos mais interessantes das ilhas rodeadas de mar azul turquesa. O viajante opta entre as bikes de passeio elétricas e convencionais, ou por modernas full suspensions. No mesmo roteiro, os grupos podem ser divididos conforme os perfis do pedalante, que pode andar por caminhos mais fáceis ou trilhas mais radicais.

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De um ou outro modo, todos percorrem atrativos de peso. Como o Palácio Diocleciano, batizado com o nome deste imperador romano. O complexo arquitetônico é um testemunho do sistema tetrárquico, criado por ele próprio. Visando conter revoltas no interior do império e manter sua unidade, fracionou estrategicamente o território e os poderes, distribuídos entre 2 Césares e 2 Augustos, que controlavam a vastidão das províncias orientais e Egito, províncias balcânicas, Itália, norte da Tunísia e costa Líbia, Hispânica, Gália e Britânia. O Palácio, que fica em Split, é abundante em referências egípcias, como as 12 esfinges e as colunas de mármores e granitos vermelho, rosa e cinzento. Embora a data de sua construção não seja precisa, é fato que a partir de 305 d.C. serviu de refúgio a Diocleciano quando abdicou de seu poder.

Centro histórico em Split

Hvar, o refúgio de Ulisses, é hoje conhecida como a Ilha das Lavandas – além dos lavandais, a pedalada passa por vinhedos e jardins de flores nativas. Neste ritmo florido o percurso alcança Jelsa, que tem um sorvete considerado pelos nativos como o melhor da Ilha. Há ainda um tour guiado pela planície de Stari Grad, uma das mais antigas cidades europeias, cuja paisagem cultural marcada pelas oliveiras e parreiras se mantém quase intacta desde os gregos jônicos do século 4 a.C. até hoje.

Hvar

Na ilha de Korčula, um dos locais que reivindicam a naturalidade de Marco Polo (o que faz sentido, já que a região integrou a vasta República Veneziana espalhada pelo Adriático), o barco ancora para um bom mergulho na praia Prigadica. Depois do banho o pedal começa com os dois grupos pedalando juntos, mas logo cada um toma seu rumo. Enquanto o grupo de asfalto passa mais pelas vilas, o de mountain bike conhece os cantos menos povoados de cada Ilha.

Korcula

Uma manhã livre convida a passeios de caiaque no entorno do Parque Nacional da Ilha Mljet, que já caiu no gosto de ilustres como Bill Gates. O pedal com muito sobe-e-desce passa por vilas charmosas e o curioso lago Blastina, conectado ao mar por um canal subterrâneo. Ao final do dia, o presente do capitão: navegação até uma pequena baía isolada na ilha Šipan, com mergulho do alto do convés e relax acompanhado do por-do-sol e um bom vinho local.

Mijet

Mostar Bosnia

Alternativa às Ilhas, há também no roteiro uma incursão continente adentro, cruzando a fronteira bósnia e subindo o rio Neretva rumo a Mostar. A cidade ficou conhecida durante a Guerra da Bósnia, quando a linha de fogo entre os exércitos da Croácia, Bósnia e Sérvia ocupava as ruas  da cidade. Vale também experimentar o rafting no rio Cetina, que em alguns pontos é como um pequeno fiorde (sempre com águas verde esmeralda) em Omiš. Ou perder-se nas vielas de Dubrovnik, que já foi cidade-estado à altura de Gênova e Veneza, e é hoje está entre as 10 cidades medievais muradas mais preservadas do mundo.

Para mais informações e reservar sua cicloviagem de barco & bicicleta, viste nossa página de Roteiros Internacionais.

Croácia Pedal & Mar - Dubrovnik - out/2013

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Pelos 4 cantos da nossa querida Ilha: um inverno ciclo-colorido

Aos viajantes do Brasil e do mundo, fica o recado: Floripa é linda no inverno! Ainda que o mar gelado desencoraje um banho, fora da temporada a recompensa é termos as ruas e principais praias bem mais tranqüilas, ingrediente perfeito para ótimas pedaladas.

Em nossa última saída no destino, de 8 a 11/07, desfrutamos não somente dessas benesses como de dias deliciosamente ensolarados, pintando com multitons as tão desejadas paisagens da Ilha de Santa Catarina, um colorido reforçado pelos 10 pedalantes que vieram de várias partes do país.

Como de praxe, nossa ponto inicial foi a ciclovia que margeia a orla da Lagoa da Conceição, partindo no rumo das belezas do leste da Ilha.

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Na praia da Joaquina, ninguém resistiu à tentação de sentir os pés na areia e, do alto das famosas dunas, todos puderam contemplar a vastidão de mar, dunas, costões e restinga que se avista dali até o morro da Armação.

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Na travessia do Parque Estadual do Rio Vermelho, trechos de trilha temperam a experiência de pedalar na ilha mais famosa do Atlântico Sul.

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A trilha conduz ao terminal lacustre, de onde partem barcos para a Costa da Lagoa e abre-se uma deslumbrante vista da parte norte da Lagoa da Conceição – contemplada de camarote pelos cicloviajantes a partir do trapiche.

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Na parte final do Parque, uma longa estrada cortando a restinga nos deixa de cara com a belíssima praia do Moçambique, a mais extensa da Ilha. Dali fizemos a pé uma trilha curta pelo Costão das Aranhas, chegando no Santinho com um deslumbrante fim de dia.

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No dia seguinte, antes de encararmos o forte morro que parte da praia Brava fomos agraciados com uma cena típica e muito marcante do litoral catarinense: a pesca artesanal de tainhas e anchovas, protagonizada pelos sábios pescadores há séculos, dispondo de poucos recursos e muito conhecimento.

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Depois de contornarmos as praias mais badaladas da orla norte, chegamos à praia do Forte, testemunho dos sistema de proteção dos portugueses contras as investidas espanholas no século XVIII.

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No final do dia, curtimos o visual de Santo Antônio de Lisboa com a baía norte e o centro de Floripa no fundo, degustando ostras fresquíssimas neste que é um dos mais antigo distritos da Ilha.

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De noite, saboreamos tainhas e outras iguarias no Restaurante Samburá. Uma das vantagens de pernoitarmos 2 noites em Santo Antônio é aproveitarmos essas delícias e todo o astral do distrito, que tem cara de cidadezinha do interior.

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divulgação / rest. Samburá

Ficamos numa pousada com uma vista impagável, cenário do nosso alongamento para o pedal do terceiro dia.

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Cruzando toda a face oeste da Ilha, contornamos as baías norte e sul, passando pelo Centro e aproveitando para fazer um lanche bem do lado da ponte Hercílio Luz, famoso cartão postal.

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No simpático distrito do Ribeirão da Ilha, concluímos o terceiro dia: 3/4 de nossa jornada cumprida, cada dia mais lindo que o outro!

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No último dia, a pedida é desbravar o Sul da Ilha, região mais preservada da cidade. Do alto da Ponta da Campana, o visual das praias do Matadeiro e Armação traz o gostinho de quero mais. Floripa é nossa casa e estamos sempre de braços abertos para acompanhá-los em pedais inesquecíveis!

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