Gol retira a taxa extra para bicicletas

2 de março de 2010

Agora  ficou mais fácil pedalar e viajar de avião. A Gol aderiu à política já praticada pela Tam e não cobra mais taxa extra para levar bicicletas. Mais um motivo para trazer sua própria bicicleta nas viagens do Caminhos do Sertão!

A Gol cresceu oferecendo viagens aéreas de baixo custo, porém não era opção viável para cicloviajantes, que  se deparavam com uma taxa de R$100 por trecho para levar a bicicleta. Isso significava até R$ 400 de gasto extra (ida e volta).  Nem mesmo as bicicletas dobráveis eram isentas da taxa, e certa vez entre Rio e Florianópolis paguei mais para levar a bicicleta do que o valor da passagem.

Felizmente a Gol modificou sua política de embarque de bicicletas, entre outros equipamentos esportivos que eram taxados como prancha de surfe, skate, esquis, etc. Curiosamente, tacos de golfe sempre foram isentos da taxa. A mudança ocorreu pela pressão de centenas de ciclistas indignados com a taxa cobrada indevidamente, e provavelmente também pelo fato de a Tam, sua maior concorrente, há anos não cobrar taxa extra de ciclistas.

Em ambas as empresas, para despachar a bicicleta basta entregá-la no balcão de embarque, nem precisa desmontar – confirmei essa informação com a Gol, no 0800-704-0465.  É importante levar uma bomba de ar, pois quando o compartimento de cargas não é pressurizado, é preciso tirar a pressão dos pneus para que não estourem. A Tam tabém exige que se retire os pedais e “alinhe” o guidão, portanto leve também as chaves para tal (normalmente uma Allen 5 para  guidão e chave de boca 15mm para o pedal).

Apesar de sugerirem que esteja embalada, é mais interessante  despachar a magrela montada mesmo. Além de ser mais fácil visualizar danos e eventualmente reclamar (atenção, a Gol diz não se responsabilizar sobre danos em bicicletas transportadas!), isto possibilita usar a bici como meio de transporte e não depender de carona ou táxi para chegar e sair do aeroporto.

Em plena paz, Seu Valdo desencarna fazendo o que mais gostava

2 de março de 2010

O Encontro de figuras raras: Valdo apresenta a Tanajura ao Pereira

Eu o conheci no Encontro de Cicloturismo em Timbó, em 2006. Dentre tantas e tão sonhadoras e tão raras figuras, foi a que mais gostei. Fosse pelo indisfarçável carisma de sua cara de bom velhinho, ou pela coragem de quem largou a batina e saiu se aventurando pelo mundo, Seu Valdo era mesmo um vivente muito interessante.

Apresentou-me um livro, de sua autoria. No prefácio, dados  do tom espartano de uma Expedição de 800 km pelo Chile, que acabara de concluir: “Pedalando e desvendando a Carretera Austral – 30 dias com 500 dólares.”  E foi ali que li uma frase do Valdo que me marcou pra sempre: “Mais do que viagem ou aventura no sentido físico, foi uma experiência vivida em terras estrangeiras, nas terras inóspitas e belas da Patagônia e nos terrenos delicados e sensíveis das relações humanas”.

Essa frase, que eu publiquei numa matéria sobre o Encontro de Cicloturismo, foi “pescada” na net e acabou entrando num material didático da Secretaria de Educação de São Paulo. Infelizmente, não tive a a chance de contar isso pessoalmente ao grande Valdo.

Mas fica a homenagem.  O sábio Valdo decidiu viver seus 60 e poucos anos na estrada, pedalando uma insólita “Tanajura” (como ele mesmo chamava) numa ciranda feliz ao redor do Globo. Já tinha ido longe: o olhar de menino no rosto de longas barbas brancas passou por Peru, Equador, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, El Salvador e Guatemala. Estava no México, a 700 km da fronteira com os Estados Unidos.  Feito passarinho, voava livre em sua Tanajura. Numa noite, entrou na barraca pra dormir, e seu espírito livre quis despir-se até mesmo do corpo. Morreu tranquilamente e em paz, ao que indicam as notícias até agora, já que não houve sinais de violência nem sumiço dos pertences.

Vida eterna ao amigo Valdo, e que suas façanhas e risos sejam sempre lembrados!

Fernando Angeoletto e equipe Caminhos do Sertão

Uma de suas últimas fotos. Clique para ver os álbuns da viagem.

Notícias do Dia mostram Caminhos da Imigração Alemã

1 de março de 2010

Caminhos do Sertão e suas viagens no destino dos  Caminhos da Imigração Alemã foram destaque no jornal Notícias do Dia de 27/02/2010:

Cicloturismo. Antônio Carlos recebe grupo no fim de semana

Aqueles que adoram ter contato com a natureza e observar cada detalhe do local por onde passam têm uma boa opção de lazer: o cicloturismo. As viagens em duas rodas vêm reunindo cada vez mais adeptos ao redor do estado e fazendo com que os roteiros turísticos exploem lugares ainda não visitados. Antônio Carlos será um dos caminhos por onde passará um grupo de visitantes que prefere se exercitar em cima de uma bicicleta a dirigir um carro.

Nos dias 27 e 28 de fevereiro, o grupo organizado pela empresa de cicloturismo Caminhos do Sertão sairá de Angelina, passará por São Pedro de Alcântara e chegará a Antônio Carlos. As localidades de Louro e Guiomar, cercadas por vegetação, cachoeiras e terrenos agrícolas serão os palcos principais dos ciclistas que pedalarão por cerca de 70 quilômetros nos dois dias.

Sem correr. Em média, os grupos compostos por até 20 ciclistas pedalam entre 30 e 40 quilômetros por dia.

“As coloridas plantações à beira do rio dão um ar muito gostoso ao ambiente e ao passeio”, relata o diretor da Caminhos do Sertão, Eduardo Green. Inspirada no roteiro Caminhos da Imigração Alemã, do governo do Estado, a empresa iniciou em 2004 o trabalho nas cidades que foram colonizadas por germânicos. O resultado deu certo e, pela décima vez, o município de Antônio Carlos é incluído no roteiro.

“As coloridas plantações dão um ar mais gostoso ao passeio.”

Eduardo Green, diretor da Caminhos do Sertão

De acordo com o diretor, os grupos são formados por 10 a 20 pessoas que estão em busca de descanso e contato com a natureza. O objetivo é fazer com que as pessoas pedalem, mas queremos que o pedalar não seja apenas pelo exercício de pedalar, mas que tenha uma contextualização, neste caso, a presença alemã que está hoje viva nessas comunidades”, explica. Para Eduardo, o uso da bicicleta, que se desloca a baixa velocidade, permite a apreciação dos locais, com os participantes tendo tempo para olhar para os lados, conversar e tirar fotos.

Estrutura de apoio aos participantes

Um micro-ônibus acompanha os ciclistas-turistas em todo o percurso. O veículo leva as bagagens e a alimentação necessárias para passar o dia. O diretor Eduardo comenta que o fato de as pessoas saberem que o transporte as acompanha traz segurança e as motiva a continuar pedalando. “Muitos dizem que não conseguem pedalar o trajeto todo, mas como sabem que o ônibus vai junto e há um local para descansar e se recuperar no caso de o cansaço bater, eles conseguem chegar até o fim”, afirma.

Cada grupo pedala, em média, de 30 a 40 quilômetros e as viagens podem durar de um a sete dias. Cada parada é motivo para tomar água e conversar com os colegas de grupo ou com os moradores das localidades visitadas. Segundo Eduardo, a maioria dos turistas tem entre 25 e 50 anos.

Ele garante que o interessado não precisa ser atleta para participar, já que  o percurso diário é dividido entre várias paradas e momentos para descanso. “vamos num ritmo tranquilo, o que não se torna cansativo. É um momento de socialização”, afirma. Roupas leves e o uso de capacete são obrigatórios para tornar o passeio mais agradável e seguro para todos.

Mariella Caldas

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reportagem na íntegra

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capa do jornal

Agradecemos ao Bicicleta na Rua pela clipagem, formatação e publicação. Bons pedais!

Rota das Baleias em destaque na Aventura & Ação

19 de janeiro de 2010

A edição deste mês da revista Aventura e Ação, que conta com excelente conteúdo, traz matéria sobre a Rota das Baleias, escrita por Fernando Angeoletto e fotografada por Jonatha Jünge, ambos da equipe Caminhos do Sertão.

É um relato detalhado deste  incrível roteiro de cicloturismo elaborado pelo CdS, que passa pelas melhores praias ao sul de Florianópolis e reserva belas surpresas, como a visita a projetos ambientais,  engenho de farinha, travessias de barco e estradas tranquilas em qualquer época do ano.

Mas é na temporada de baleias-franca (agosto a novembro) que fica ainda mais divertido pedalar à beira-mar, avistando as grandes amigas flutuando no Atlântico. Neste ano, estaremos na Rota das Baleias de 4 a 7 de setembro, ou em qualquer época sob demanda.

Confira a matéria, curta a revista. Ela pode ser encontrada nos grandes centros ou diretamente com a editora

Calendário 2010 de Cicloturismo: opções para o ano todo!

29 de dezembro de 2009

calendário caminhos do sertão

Uma extensa programação de Cicloturismo vai ocupar todo o ano de 2010, com opções para os mais variados interesses nas viagens de bicicleta pelo Sul do Brasil.

Passando por todos os destinos exclusivos da Caminhos do Sertão, os passeios e viagens do calendário terão de 1 a 4 dias de duração. A novidade são as saídas mais curtas, de 1 e 2 dias, com valores acessíveis para atrair todo o público da Grande Florianópolis e região – sem abrir mão da qualidade dos serviços oferecidos pela operadora. Os já conhecidos “Pedalua” (pedais em noites de Lua Cheia), gratuitos e abertos a todos, também prometem agitar a temporada.

Para o público de outras cidades, a divulgação prévia do calendário permite o agendamento antecipado de férias e vôos, facilitando a adesão aos pacotes.

Então não perca tempo: conheça desde já a programação e venha cicloviajar conosco!

Encostas da Serra terão roteiros de Cicloturismo

24 de dezembro de 2009

Caminhos do Sertão, em parceria com a Caipora (Cooperativa para Conservação da Natureza), concluiu em dezembro o trabalho de mapeamento e roteirização para Cicloturismo dos municípios de Santa Rosa de Lima e Anitápolis, nas encostas da Serra Geral.

O projeto, vinculado à Associação de Agroturismo Acolhida na Colônia, teve como foco a criação de alternativas de lazer e o incremento de visitantes nas pousadas associadas. A Acolhida na Colônia existe há 10 anos, e é referência nacional em destinos de turismo rural, tendo recentemente recebido distinções do Ministério do Turismo e um prêmio concedido pela Editora Globo.

O resultado do trabalho, composto por saídas de campo, elaboração de mapas sobre bases cartográficas a partir de dados de GPS e validação dos trajetos com bicicleta, foi a criação de 2 circuitos de cicloturismo em cada município, além de 2 rotas alternativas de conexão entre eles. Rios, cachoeiras, Mata Atlântica, águas termais, cultivos e produtos da agricultura ecológica são alguns dos atrativos dos roteiros, dimensionados para atrair várias faixas de público.

O próximo passo, que deve ocorrer até meados de 2010, será a editoração do produto final, um mapa ilustrado com todas as informações necessárias para o cicloturista desfrutar por completo os roteiros. Este projeto foi financiado com recursos do Ministério do Turismo.

Cicloativismo em Imagens na Aventura & Ação deste mês

2 de dezembro de 2009

Neste mês, a revista tem matéria sobre cicloativismo, com muitas fotos do Jonatha Jünge, da equipe CdS. Confira!

Até no Calor do Verão Urubici é agradável

22 de novembro de 2009

Em Novembro estivemos novamente em Urubici, para uma pedalada de 3 dias. Apesar lá também ter feito calor, com certeza foi mais ameno que o do litoral. Desta vez, no primeiro dia tomamos banho de cachoeira no rio Sete Quedas,  visitamos  o Morro do Campestre no pôr-do-sol e pedalamos sob a luz da lua cheia.

Já no segundo dia fomos ao Cânion Laranjeiras, no Parque Nacional da São Joaquim. O calor intenso e a estrada ruim castigaram e acabamos pedalando pouco. Em compensação a caminhada até a beira do Cânion é inesquecível.

O terceiro dia fechou a aventura com chave de ouro. Subimos de van ao topo do Morro da Igreja, que estava com o visual totalmente aberto. Descemos os 17km devagar, para poder apreciar a paisagem. Não poderíamos deixar de passar pela linda estrada do Invernador e curtir as deliciosas refeições do Sítio Arroio da Serra, feitas com ingredientes orgânicos plantados ali mesmo.

Faça frio ou calor, chuva ou sol, Urubici é sempre uma maravilha!

Veja as fotos da viagem

Por que viajar com o Caminhos do Sertão?

21 de outubro de 2009

Nossas práticas e princípios como operadora de Cicloturismo

PIONEIRISMO E CONHECIMENTO
Somos uma empresa especializada em cicloturismo, atuante há 5 anos, com mais de 40 viagens organizadas e operadas com sucesso

INTEGRAÇÃO
São respeitados os ritmos de todos os participantes, para que possam, desde o iniciante até o mais experiente, desfrutar por igual e integralmente o prazer de Cicloviajar. Parceiros, parentes e amigos que não pedalam podem estar na companhia do grupo durante todo o percurso, no veículo de apoio

SEGURANÇA
Nossos guias operam com GPS e radiocomunicadores entre si e em contato com o veículo de apoio, que acompanha o grupo em 100% dos trechos, com equipamento completo de primeiros socorros e socorro mecânico.

SERVIÇOS E CONFORTO
Nossas viagens tem completa estrutura de apoio, incluindo manutenção das bicicletas durante as pedaladas, lavagem, regulagem e lubrificação ao final de cada dia. Sempre atentos a dar dicas de como aproveitar melhor o equipamento os guias ajudam os participantes a conhecer melhor sua bicicleta, e ter mais prazer na pedalada.

HOSPEDAGENS E ATRATIVOS
Locais de pouso com originalidade, charme e conforto, preferencialmente em áreas rurais; roteiros cuidadosamente elaborados, por critérios de prazer de pedalar e segurança, trazendo sempre muito mais que o óbvio nos destinos visitados

NOSSOS GUIAS
Amam viajar e pedalar, compartilhando esse sentimentos com os grupos guiados e promovendo um clima de companheirismo, diversão e contemplação das belezas dos roteiros, conversando sobre bicicletas e outros assuntos, sem preocupação com rankings ou competições.

COMPROMISSOS
Compreendemos o Turismo de Aventura como uma atividade de desenvolvimento econômico regional, vinculando nosso trabalho a ações já em andamento focados em Turismo de Base Comunitária no interior de SC