<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog Caminhos do Sertão</title>
	<atom:link href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog</link>
	<description>Diário de Viagens e Notícias</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Aug 2010 18:54:35 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Cicloturismo e Acolhida na Colônia, em video</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/08/25/cicloturismo-e-acolhida-na-colonia-em-video/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/08/25/cicloturismo-e-acolhida-na-colonia-em-video/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 18:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[acolhida na colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Circuito de Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Rosa de Lima]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=412</guid>
		<description><![CDATA[A Acolhida na Colônia, que promove o turismo em propriedades rurais de produção agroecológica, está implantando um programa de cicloturismo, em parceira com Caminhos do Sertão.
Para promover as ações, foi produzido um video que mostra a conexão entre as pedaladas e a Acolhida. Confira abaixo

Cicloturismo e Acolhida na Colônia
Para saber mais sobre a Acolhida, veja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.acolhida.com.br" target="_blank">Acolhida na Colônia</a>, que promove o turismo em propriedades rurais de produção agroecológica, está implantando um programa de cicloturismo, em parceira com Caminhos do Sertão.</p>
<p>Para promover as ações, foi produzido um video que mostra a conexão entre as pedaladas e a Acolhida. Confira abaixo<br />
<iframe src="http://player.vimeo.com/video/14247121" width="450" height="253" frameborder="0"></iframe><br />
<a href="http://vimeo.com/14247121">Cicloturismo e Acolhida na Colônia</a></p>
<p>Para saber mais sobre a Acolhida, veja o <a href="http://vimeo.com/5794566" target="_blank">video institucional</a> e o programa de <a href="http://vimeo.com/14245915 ">turismo pedagógico</a>. No programa de cicloturismo,contamos também com a parceria da <a href="http://caipora.org.br/" target="_blank">Caipora </a>e financiamento do Governo Federal através do MDA e MTur.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/08/25/cicloturismo-e-acolhida-na-colonia-em-video/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entre plátanos, taças e convidativos Caminhos: Vale dos Vinhedos</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/06/16/entre-platanos-tacas-e-convidativos-caminhos-vale-dos-vinhedos/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/06/16/entre-platanos-tacas-e-convidativos-caminhos-vale-dos-vinhedos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 19:06:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[novidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=408</guid>
		<description><![CDATA[O &#8220;Tchê&#8221; deu boas vindas ao &#8220;Meu Rei&#8221; nesta última edição do Cicloturismo no Vale dos Vinhedos, realizado no feriado de Corpus Christi. Pela primeira vez, o Nordeste foi maioria na pedalada &#8211; 14 baianos dentre os 22 participantes.
O resultado natural foi o diálogo entre as culturas e, sem dúvidas, um sem-fim de piadas com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O &#8220;Tchê&#8221; deu boas vindas ao &#8220;Meu Rei&#8221; nesta última edição do Cicloturismo no Vale dos Vinhedos, realizado no feriado de Corpus Christi. Pela primeira vez, o Nordeste foi maioria na pedalada &#8211; 14 baianos dentre os 22 participantes.</p>
<p>O resultado natural foi o diálogo entre as culturas e, sem dúvidas, um sem-fim de piadas com protagonistas Pampeiros e Baianos. Os da Bahia esforçaram-se em respeitar os 10 mandamentos do Chimarrão, enquanto os sulistas amarraram as famosas (e multicoloridas) pulseirinhas do Bonfim em seus pulsos, tornozelos e bicicletas.</p>
<p>Sejam nordestinos, sulistas ou pampeiros, o fato é que no trecho são todos Cicloviajantes, compartilhando esse inexplicável (embora totalmente compreensível) prazer de contemplar a vida do alto de um guidão, na velocidade de girar pedal.</p>
<p>A Serra Gaúcha está ali, é bem verdadeira, embora cada jardim impecável, todo charme expresso em recantos centenários, a profusão de taças e surpresas líquidas pareçam peças de um cenário de sonhos.</p>
<p>Sonhos ao alcance de todos: em julho (8  a 11) estaremos novamente no Vale dos Vinhedos, com nossa dedicação de sempre, compartilhando momentos, pedaladas e visuais com um novo grupo. Venha fazer parte dele!</p>
<p>Quer saber mais? <a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157624289373594/" target="_blank">Veja nossos fotos</a> e o post do <a href="http://pedaladadanoite.blog.terra.com.br/2010/06/14/pedalando-no-sul-do-brasil/" target="_blank">Pedalada na Noite</a> (do pessoal que veio da Bahia)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/06/16/entre-platanos-tacas-e-convidativos-caminhos-vale-dos-vinhedos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Olinto, que já deu a volta ao mundo pedalando, fará palestras em SC</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/06/01/olinto-que-ja-deu-a-volta-ao-mundo-pedalando-fara-palestras-em-sc/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/06/01/olinto-que-ja-deu-a-volta-ao-mundo-pedalando-fara-palestras-em-sc/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 13:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[novidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=397</guid>
		<description><![CDATA[
Não somente pelo fato de ter dado a Volta ao Mundo de bicicleta, mas sobretudo por sua simplicidade e bravura, Antonio Olinto merece lugar de destaque na história do Cicloturismo brasileiro. Atualmente, dedica-se a projetos de roteirização em vários destinos brasileiros e latinos, sempre por aí com seu trailer, sua bici, o GPS e ótimas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://farm2.static.flickr.com/1303/4660128744_063356a308_o.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-403" title="Cicloturismo, por Antonio Olinto" src="http://farm2.static.flickr.com/1303/4660128744_063356a308_o.jpg" alt="" width="455 " height="322 " /></a></p>
<p>Não somente pelo fato de ter dado a Volta ao Mundo de bicicleta, mas sobretudo por sua simplicidade e bravura, Antonio Olinto merece lugar de destaque na história do Cicloturismo brasileiro. Atualmente, dedica-se a projetos de roteirização em vários destinos brasileiros e latinos, sempre por aí com seu trailer, sua bici, o GPS e ótimas metodologias para disponibilizar informações aos cicloturistas.</p>
<p>Olinto dará palestras em Joinville, Blumenau e Florianópolis em junho. Caminhos do Sertão, antes de cada palestra, contribuirá com uma apresentação sobre o Cicloturismo no Sul do Brasil e nossos projetos de desenvolvimento territorial em parceria com a Acolhida na Colônia.</p>
<p><a href="http://www.twinsbike.com.br/" target="_blank">Twins Bike</a> (Blumenau), <a href="http://sites.google.com/site/movimentopedalajoinville/" target="_blank">Movimento Pedala Joinville</a> e <a href="http://www.dellabikes.com.br/" target="_blank">Della Bikes</a> (Florianópolis) são nossos parceiros na realização deste evento.</p>
<p>Confiram as agendas:</p>
<div>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>JOINVILLE</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong> 11 de junho &#8211; 6a  feira</strong><br />
<strong>19h</strong></p>
<p style="text-align: left;">Tema: <strong>Caminho da Fé</strong></p>
<p style="text-align: left;">Local:  <strong>Colégio  Elias Moreira</strong><br />
Rua Coronel Francisco Gomes, 1290, Anita Garibaldi<br />
Entrada pela Rua Eugênio Moreira<br />
Inf.: (47) 3431 0900</p>
<p style="text-align: left;">Entrada: 1 kg de alimento não  perecível</p>
</blockquote>
<blockquote><p><strong>BLUMENAU</strong></p>
<p><strong>18 de junho &#8211; 6a feira</strong><br />
<strong>19h</strong></p>
<p>Tema: <strong>7 Passos Andinos</strong>,  uma aventura de bicicleta pelos desertos da Cordilheira</p>
<p>Local: <strong>Twins Bike Shop</strong><br />
Rua Visconde de Mauá, 23, Itoupava Seca<br />
inf.: (47) 3037 1020</p>
<p>Entrada: 1 kg de alimento não  perecível</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>FLORIANÓPOLIS</strong></p>
<p><strong>21 de junho &#8211; 2a feira</strong><br />
<strong>19h</strong></p>
<p>Tema: <strong>Estrada Real</strong></p>
<p>Local: <strong>Della Bikes</strong><br />
Rua Juvêncio Costa, 269 &#8211; esq. com Beira Mar Norte &#8211; Trindade<br />
inf.: (48) 3234 5000</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>Mais Informações em <a href="http://www.olinto.com.br/" target="_blank">WWW.OLINTO.COM.BR</a></strong></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/06/01/olinto-que-ja-deu-a-volta-ao-mundo-pedalando-fara-palestras-em-sc/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aventura e Ação deste mês traz Expedição CdS no Lagamar</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/05/31/aventura-e-acao-deste-mes-traz-expedicao-cds-no-lagamar/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/05/31/aventura-e-acao-deste-mes-traz-expedicao-cds-no-lagamar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 22:59:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura & Ação]]></category>
		<category><![CDATA[clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Guaraqueçaba]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha das Peças Superagui]]></category>
		<category><![CDATA[litoral]]></category>
		<category><![CDATA[matéria]]></category>
		<category><![CDATA[Morretes]]></category>
		<category><![CDATA[reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[trem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=400</guid>
		<description><![CDATA[A edição deste mês da revista Aventura e Ação, que conta com excelente conteúdo, traz matéria sobre a Rota das Baleias, escrita por Fernando Angeoletto e fotografada por Eduardo Green e Jonatha Jünge, todos da equipe Caminhos do Sertão.
É um relato de uma das inúmeras expedições que a Equipe Caminhos do Sertão faz no litoral paranaense e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A edição deste mês da revista Aventura e Ação, que conta com excelente conteúdo, traz <a href="http://www.aventuraeacao.com.br/pagina_int.asp?id_materia=287" target="_blank">matéria sobre a Rota das Baleias</a>, escrita por Fernando Angeoletto e fotografada por Eduardo Green e Jonatha Jünge, todos da equipe Caminhos do Sertão.</p>
<p>É um relato de uma das inúmeras expedições que a Equipe Caminhos do Sertão faz no litoral paranaense e  região do Lagamar, que possibilitam elaborar roteiros para todos os gostos e níveis de dificuldade.</p>
<p>A  região possui diversas áreas de proteção ambiental, cachoeiras, cidades históricas e muita cultura caiçara. Além disso, os trechos de bicicleta são intercalados com viagens de barco e trem. <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/destinos/lagamar/">Oferecemos roteiros</a> de 2 a 10 dias, para grupos a partir de duas pessoas, em qualquer época do ano.</p>
<p>Confira a matéria, curta a revista. Ela pode ser encontrada nos grandes centros ou <a href="http://www.aventuraeacao.com.br/contatos.asp">diretamente com a editora</a></p>
<p><img src="http://www.aventuraeacao.com.br/news/imagens/BOLETIM-GERAL157(1).gif" alt="" width="500" height="472" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/05/31/aventura-e-acao-deste-mes-traz-expedicao-cds-no-lagamar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Venha pedalar conosco e pague com cartão de crédito</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/05/12/venha-pedalar-pague-com-cartao-de-credito/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/05/12/venha-pedalar-pague-com-cartao-de-credito/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 May 2010 00:16:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[American]]></category>
		<category><![CDATA[American Express]]></category>
		<category><![CDATA[Aura]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Banrisul]]></category>
		<category><![CDATA[Boleto Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Diners]]></category>
		<category><![CDATA[Hipercard]]></category>
		<category><![CDATA[Itau]]></category>
		<category><![CDATA[Master]]></category>
		<category><![CDATA[MasterCard]]></category>
		<category><![CDATA[pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[PagSeguro]]></category>
		<category><![CDATA[parcelamento]]></category>
		<category><![CDATA[transferência bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Unibanco]]></category>
		<category><![CDATA[Visa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=390</guid>
		<description><![CDATA[Agora você tem novas facilidades de pagamento ao inscrever-se em nossas viagens: Caminhos do Sertão fechou acordo com a PagSeguro (empresa de pagamento digital do Gupo Uol) e a partir de hoje aceitamos pagamentos com cartão de crédito, boleto e transferência bancária.

Usar o PagSeguro traz algumas vantagens:

Você passa seus dados somente ao PagSeguro, em ambiente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- INICIO CODIGO PAGSEGURO -->Agora você tem novas facilidades de pagamento ao inscrever-se em nossas viagens: Caminhos do Sertão fechou acordo com a PagSeguro (empresa de pagamento digital do Gupo Uol) e a partir de hoje aceitamos pagamentos com cartão de crédito, boleto e transferência bancária.</p>
<p><a href="https://pagseguro.uol.com.br" target="_blank"><img title="Este  site aceita pagamentos com Visa, MasterCard, Diners, American Express,  Hipercard, Aura, Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Unibanco, Banrisul,  saldo em conta PagSeguro e boleto." src="https://p.simg.uol.com.br/out/pagseguro/i/banners/pagamento/todos_estatico_550_100.gif" border="0" alt="Logotipos de meios de pagamento do PagSeguro" /></a></p>
<p>Usar o PagSeguro traz algumas vantagens:</p>
<ul>
<li>Você passa seus dados somente ao PagSeguro, em ambiente criptografado</li>
<li>Acesso a mais formas de pagamento</li>
<li>Parcelamento no cartão de crédito</li>
</ul>
<p>Para pagamentos com cartão de crédito, é possível pagar parcelado em até 3 x sem acréscimo ou até 15X, dependendo da bandeira (aceitamos Visa, Master, Diners, American, Hipercard e Aura).</p>
<p>Através do PagSeguro é possível também pagar com desconto através de Boleto Bancário ou transferência entre contas-correntes dos bancos conveniados (Banco do Brasil, Bradesco, Itau, Unibanco e Banrisul).</p>
<p>Consulte o <a href="https://pagseguro.uol.com.br/para_voce/como_funciona.jhtml" target="_blank">site  do PagSeguro</a> para mais informações sobre o serviço.</p>
<p>Continuamos a aceitar pagamentos através de nossa conta bancária no Banco do Brasil, com desconto significativo sobre os valores via PagSeguro.  É possível pagar parcelado em 1 + 1 (depósito antecipado + saldo no dia da viagem) ou com desconto ainda maior para pagamento à vista (depósito antecipado)</p>
<p>Aproveite e <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/calendario/">agende sua viagem </a>conosco!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/05/12/venha-pedalar-pague-com-cartao-de-credito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Páscoa a pedal em Urubici</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/04/20/pascoa-a-pedal-em-urubici/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/04/20/pascoa-a-pedal-em-urubici/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 19:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[acolhida na colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Arroio da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Avencal]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
		<category><![CDATA[morro da igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Campestre]]></category>
		<category><![CDATA[páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[rio Sete Quedas]]></category>
		<category><![CDATA[Sabor da Roça]]></category>
		<category><![CDATA[Urubici]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=384</guid>
		<description><![CDATA[
De 2 a 4 de Abril, estivemos mais uma vez presentes em Urubici.  Mesmo percorrendo uma distância menor no 1º e 3º dias, vistamos alguns dos pontos mais bonitos e agradáveis de pedalar na região, como Morro de Igreja, a localidade do Invernador e vale do Rio Canoas.

O clima estava relativamente quente para o outono, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4051/4538235465_9307d00db3.jpg" alt="edugreen-10429 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>De 2 a 4 de Abril, estivemos mais uma vez presentes em Urubici.  Mesmo percorrendo uma distância menor no 1º e 3º dias, vistamos alguns dos pontos mais bonitos e agradáveis de pedalar na região, como Morro de Igreja, a localidade do Invernador e vale do Rio Canoas.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4032/4538213827_e6692a9133.jpg" alt="edugreen-10388 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>O clima estava relativamente quente para o outono, graças às aparições do sol em meio às onipresentes nuvens. Colaborou também a fartura do café colonial do Sabor da Serra e  a sempre calorosa acolhida do sítio Arroio da Serra, onde pudemos saborear os primeiros pinhões da temporada, colhidos do chão &#8211; a coleta nas árvores está em defeso para que os pássaros se alimentem e façam a disseminação das plantas.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4052/4539012037_0a63e2dc7e.jpg" alt="Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>Intercalamos as pedaladas com caminhadas para a Cascata do Avencal, Morro do Campestre e Rio Sete Quedas. Afinal, a bicicleta permite uma boa proximidade de contao, mas nada comparável a chegar a pé.</p>
<p>Confira as fotos da viagem:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="375" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623773645873%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623773645873%2F&amp;set_id=72157623773645873&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623773645873%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623773645873%2F&amp;set_id=72157623773645873&amp;jump_to="></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/04/20/pascoa-a-pedal-em-urubici/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cicloturismo presente no 1º Salão Catarinense de Turismo</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/04/15/cicloturismo-presente-no-1%c2%ba-salao-catarinense-de-turismo/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/04/15/cicloturismo-presente-no-1%c2%ba-salao-catarinense-de-turismo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 00:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[acolhida na colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Verde Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Salão Catarinense de Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=379</guid>
		<description><![CDATA[De 22 a 27 de março, ocorreu no Centrosul, em Florianópolis, o 1º Salão Catarinense de Turismo.  Fomos convidados pelo consórcio Citmar, que gerencia o Circuito Costa Verde e Mar de Cicloturismo , a expor bicicletas e material de divulgação no Stand do Circuito.
Também estivemos presentes no Stand da Acolhida na Colônia, que está elaborando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19925.jpg"><img class="size-medium wp-image-380 alignleft" title="edugreen-19925" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19925-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a>De 22 a 27 de março, ocorreu no Centrosul, em Florianópolis, o <a href="http://www.sol.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=category&amp;id=153:salao-do-turismo&amp;layout=blog&amp;Itemid=161" target="_blank">1º Salão Catarinense de Turismo</a>.  Fomos convidados pelo consórcio <a href="http://www.amfri.org.br/conteudo/?item=2965&amp;fa=2907" target="_blank">Citmar</a>, que gerencia o <a href="http://www.costaverdemar.com.br/cicloturismo/" target="_blank">Circuito Costa Verde e Mar de Cicloturismo</a> , a expor bicicletas e material de divulgação no Stand do Circuito.</p>
<p>Também estivemos presentes no Stand da <a href="http://acolhida.com.br/" target="_blank">Acolhida na Colônia</a>, que está elaborando um Circuito de Cicloturismo que integrará suas propriedades de agricultura orgânica. O <a href="http://www.circuitovaleeuropeu.com.br/" target="_blank">Circuito Vale Europeu</a> também esteve presente na feira.</p>
<p>Além dos Stands divididos por regiões catarinenses, o Salão contou  com uma rodada de negócios e palestras, entre elas estudo de caso da  Acolhida na Colônia e  do Circuito Costa Verde e Mar, apresentada pelo  Carlos Beppler da ACBC (Associação de Ciclistas de Camboriú e Balenário  Camboriú)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19933.jpg"><img class="size-large wp-image-381 aligncenter" title="edugreen-19933" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19933-1023x685.jpg" alt="" width="450" height="301" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/04/15/cicloturismo-presente-no-1%c2%ba-salao-catarinense-de-turismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Rota das Baleias é garantia de beleza o ano todo</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/04/08/rota-das-baleias-e-garantia-de-beleza-o-ano-todo/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/04/08/rota-das-baleias-e-garantia-de-beleza-o-ano-todo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 14:23:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Garopaba]]></category>
		<category><![CDATA[Imbituba]]></category>
		<category><![CDATA[Palhoça]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Rota das Baleias]]></category>
		<category><![CDATA[sob medida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=372</guid>
		<description><![CDATA[
As baleias francas visitam o litoral catarinense todo ano enre agosto e novembro, na temporada em que cuidam de seus &#8220;pequenos&#8221; filhotes. A Caminhos do Sertão elaborou um roteiro exclusivo para acompanharmos de bicicleta as ilustres visitantes,  ao longo de um caminho tranquilo e maravilhoso &#8211; e muito romântico.
Assim, mesmo nos meses em que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2798/4521399301_7822e1ac2c.jpg" alt="Rota das Baleias - março/2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>As baleias francas visitam o litoral catarinense todo ano enre agosto e novembro, na temporada em que cuidam de seus &#8220;pequenos&#8221; filhotes. A Caminhos do Sertão elaborou um roteiro exclusivo para acompanharmos de bicicleta as ilustres visitantes,  ao longo de um caminho tranquilo e maravilhoso &#8211; e muito romântico.</p>
<p>Assim, mesmo nos meses em que não é possível a avistação, a diversão é garantida. Em Março, quando os turistas paulista e gaúchos que lotam o litoral ao sul de Floripa já voltaram para suas casas, o casal Regina e Ennio percorreu conosco a Rota, entre Imbituba e Floripa. Fora uma chuva intensa no primeiro dia, o clima foi de verão, perfeito para aproveitar os diversos pedais à beira-mar.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="375" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623731921503%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623731921503%2F&amp;set_id=72157623731921503&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623731921503%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623731921503%2F&amp;set_id=72157623731921503&amp;jump_to="></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/04/08/rota-das-baleias-e-garantia-de-beleza-o-ano-todo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carnaval em Urubici: folia equilibrada sobre duas rodas</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/31/carnaval-em-urubici-folia-equilibrada-sobre-duas-rodas/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/31/carnaval-em-urubici-folia-equilibrada-sobre-duas-rodas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 19:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[sob medida]]></category>
		<category><![CDATA[Urubici]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=371</guid>
		<description><![CDATA[
Carnaval é época de dançar muito samba e tomar cerveja. E morando no Brasil, não dá pra fugir disso, e ninguém quer, certo?
Nada disso. O casal Andrea e Lars, que moram em pleono Rio de Janeiro, nos procuraram querendo um roteiro na aconchegante Urubici, e nem por isso monótona. Passamos pelos principais pontos da cidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4057/4521503405_b90ff0f11d.jpg" alt="Carnaval em Urubici  - Fevereiro de 2010 by Caminhos do Sertão  Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>Carnaval é época de dançar muito samba e tomar cerveja. E morando no Brasil, não dá pra fugir disso, e ninguém quer, certo?</p>
<p>Nada disso. O casal Andrea e Lars, que moram em pleono Rio de Janeiro, nos procuraram querendo um roteiro na aconchegante Urubici, e nem por isso monótona. Passamos pelos principais pontos da cidade, como Morro do Campestre, Rio Sete Quedas e Vacarianos. E fechamos com chave de ouro subindo a pedal o Morro da Igreja. Pena que dessa vez estava tudo branco!</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="375" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623856956730%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623856956730%2F&amp;set_id=72157623856956730&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623856956730%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623856956730%2F&amp;set_id=72157623856956730&amp;jump_to="></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/31/carnaval-em-urubici-folia-equilibrada-sobre-duas-rodas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Do alto das nuvens ao lado dos peixes em 6 dias</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/29/do-alto-das-nuvens-ao-lado-dos-peixes-em-6-dias/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/29/do-alto-das-nuvens-ao-lado-dos-peixes-em-6-dias/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 20:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[6 dias]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[sob medida]]></category>
		<category><![CDATA[travessia]]></category>
		<category><![CDATA[Urubici]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=368</guid>
		<description><![CDATA[
No final de janeiro, operamos mais uma vez a travessia Urubici-Florianópolis, roteiro exclusivo com a qualidade de serviço e experiências que só a Caminhos do Sertão oferece.
Dessa vez, guiamos Amanda e Tim, casal da cidade norte-americana de Portlan, Oregon. Apesar de nunca terem viajado de bicicleta antes, já estavam acostumados a pedalar, e se surpreenderam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-18054.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-369" title="Veja as fotos" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-18054.jpg" alt="" width="500" height="335" /></a></p>
<p>No final de janeiro, operamos mais uma vez a travessia Urubici-Florianópolis, roteiro exclusivo com a qualidade de serviço e experiências que só a Caminhos do Sertão oferece.</p>
<p>Dessa vez, guiamos Amanda e Tim, casal da cidade norte-americana de Portlan, Oregon. Apesar de nunca terem viajado de bicicleta antes, já estavam acostumados a pedalar, e se surpreenderam mesmo foi com a diversidade de paisagens e hospitalidade dos catarinenses, tanto os serranos como os manezinhos.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="375" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623730484263%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623730484263%2F&amp;set_id=72157623730484263&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623730484263%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623730484263%2F&amp;set_id=72157623730484263&amp;jump_to="></embed></object></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">
<div id="photo_notes" class="photo_notes" style="visibility: visible;">
<div id="notes_text_div" style="z-index: 1000; position: relative; margin-top: -5px; width: 220px; display: none; padding-top: 5px;">
<table id="notes_text_table" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td><img class="f-note-yellow-sprite fs-tl" src="http://l.yimg.com/g/images/spaceout.gif" alt="" width="3" height="3" /></td>
<td class="td_note_yeller"></td>
<td><img class="f-note-yellow-sprite fs-tr" src="http://l.yimg.com/g/images/spaceout.gif" alt="" width="3" height="3" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="td_note_yeller"></td>
<td class="td_note_yeller td_note_yeller_container">
<form id="notes_text_form">
<input name="magic_cookie" type="hidden" value="9746e27418a700fc71bf5abad238c856" /><textarea id="notes_text_area" onkeydown="_limit_textarea(this, 300); _ge('photo_notes').check_note_for_prop()" onkeyup="place_notes_text_div(); adjust_textarea_height(this); _limit_textarea(this, 300); _ge('photo_notes').check_note_for_prop()" rows="1"></textarea></form>
</td>
<td class="td_note_yeller"></td>
</tr>
<tr>
<td><img class="f-note-yellow-sprite fs-bl" src="http://l.yimg.com/g/images/spaceout.gif" alt="" width="3" height="3" /></td>
<td class="td_note_yeller"></td>
<td><img class="f-note-yellow-sprite fs-br" src="http://l.yimg.com/g/images/spaceout.gif" alt="" width="3" height="3" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<form id="notes_text_buttons_form">
<input class="Butt" onclick="_ge('photo_notes').save_editing(); this.blur();" type="button" value="Save" />
<input class="CancelButt" onclick="_ge('photo_notes').cancel_editing(); this.blur();" type="button" value="Cancel" />
<input id="delete_note_button" class="DeleteButt" onclick="_ge('photo_notes').delete_note(); this.blur();" type="button" value="Delete!" /></form>
</div>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
var page_note_ratio = 1;
// ]]&gt;</script> <script type="text/javascript"></script></div>
<div id="comm_div" style="z-index: 1002; display: none;">
<table id="comm_table" style="padding: 0px; width: 200px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="3"><img src="http://l.yimg.com/g/images/tc_white_tl.gif" alt="" width="3" height="3" /></td>
<td class="td_white"></td>
<td class="td_white"></td>
<td width="3"><img src="http://l.yimg.com/g/images/tc_white_tr.gif" alt="" width="3" height="3" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="td_white"></td>
<td class="td_white" style="padding: 3px 0px 0px;" width="1" valign="top"><img id="comm_pulser_img" src="http://l.yimg.com/g/images/pulser2.gif" border="0" alt="" width="32" height="15" /></td>
<td id="comm_td" class="td_white" style="padding: 3px; font-size: 12px;">
<div id="comm_progress_bar_div_wrapper" style="border: 1px solid black; margin-top: 10px; display: none;">
<div id="comm_progress_bar_div_inner" style="width: 300px; height: 15px;"></div>
</div>
</td>
<td class="td_white"></td>
</tr>
<tr id="comm_button_tr">
<td class="td_white"></td>
<td class="td_white"></td>
<td class="td_white" style="padding: 3px;">
<form>
<input id="comm_button_ok" class="Butt" style="margin: 5px 5px 0px 0px;" onclick="this.onclick_func();" type="button" value="OK" />
<input id="comm_button_cancel" class="CancelButt" style="margin: 5px 5px 0px 0px;" onclick="this.onclick_func();" type="button" value="Cancel" /></form>
</td>
<td class="td_white"></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://l.yimg.com/g/images/tc_white_bl.gif" alt="" width="3" height="3" /></td>
<td class="td_white"></td>
<td class="td_white"></td>
<td><img src="http://l.yimg.com/g/images/tc_white_br.gif" alt="" width="3" height="3" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div id="rotate_div" style="z-index: 1003; display: none;">
<table id="rotate_table" style="padding: 0px; width: 218px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="3"><img class="f-rotate-sprite fs-tl" src="http://l.yimg.com/g/images/spaceout.gif" alt="" width="3" height="3" /></td>
<td class="td_note_white"></td>
<td width="3"><img class="f-rotate-sprite fs-tr" src="http://l.yimg.com/g/images/spaceout.gif" alt="" width="3" height="3" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="td_note_white"></td>
<td class="td_note_white" style="padding: 0px; height: 155px;"></td>
<td class="td_note_white"></td>
</tr>
<tr>
<td><img class="f-rotate-sprite fs-bl" src="http://l.yimg.com/g/images/spaceout.gif" alt="" width="3" height="3" /></td>
<td class="td_note_white"></td>
<td><img class="f-rotate-sprite fs-br" src="http://l.yimg.com/g/images/spaceout.gif" alt="" width="3" height="3" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div id="shadow_div" style="z-index: 999; display: none;">
<table class="shadow_table" style="padding: 0px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="11"><img class="trans_png" src="http://l.yimg.com/g/images/tc_white_shadow_tl.png" alt="" width="11" height="11" /></td>
<td id="shadow_width_controller"><img class="trans_png" src="http://l.yimg.com/g/images/tc_white_shadow_t.png" alt="" width="100%" height="11" /></td>
<td width="11"><img class="trans_png" src="http://l.yimg.com/g/images/tc_white_shadow_tr.png" alt="" width="11" height="11" /></td>
</tr>
<tr>
<td id="shadow_height_controller" height="30"><img class="trans_png" src="http://l.yimg.com/g/images/tc_white_shadow_l.png" alt="" width="11" height="100%" /></td>
<td></td>
<td><img class="trans_png" src="http://l.yimg.com/g/images/tc_white_shadow_r.png" alt="" width="11" height="100%" /></td>
</tr>
<tr>
<td><img class="trans_png" src="http://l.yimg.com/g/images/tc_white_shadow_bl.png" alt="" width="11" height="11" /></td>
<td><img id="shadow_width_controller2" class="trans_png" src="http://l.yimg.com/g/images/tc_white_shadow_b.png" alt="" width="100%" height="11" /></td>
<td><img class="trans_png" src="http://l.yimg.com/g/images/tc_white_shadow_br.png" alt="" width="11" height="11" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div id="photoImgDiv4521008859" class="photoImgDiv" style="position: relative; width: 502px;"><img class="reflect" src="http://farm5.static.flickr.com/4052/4521008859_c6d8802d8a.jpg" alt="Urubici a Florianópolis - Janeiro de 2010 by you." width="500" height="335" /> <script type="text/javascript">// <![CDATA[
Y.E.onDOMReady(show_notes_initially);
// ]]&gt;</script></div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/29/do-alto-das-nuvens-ao-lado-dos-peixes-em-6-dias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PedaLua neste domingo (28/3)!</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/24/pedalua-neste-domingo/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/24/pedalua-neste-domingo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 18:32:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[novidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=353</guid>
		<description><![CDATA[
No próximo domingo (dia 28 de março) vamos inaugurar nossos PedaLuas de 2010. Como sempre, é um passeio aberto e gratuito por Floripa, em ritmo leve, onde pedalamos até um mirante para presenciar nossa convidada de honra nascer cheia no horizonte.
Sairemos as 16h da praia do Campeche (no final da Av. Pequeno Príncipe, a principal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/IMG_16561.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-362" title="IMG_1656" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/IMG_16561.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>No próximo domingo (dia 28 de março) vamos inaugurar nossos PedaLuas de 2010. Como sempre, é um <strong>passeio aberto e gratuito por Floripa</strong>, em ritmo leve, onde pedalamos até um mirante para presenciar nossa convidada de honra nascer cheia no horizonte.</p>
<p>Sairemos as <strong>16h da praia do Campeche</strong> (no final da Av. Pequeno Príncipe, a principal do bairro). Recomendamos que cheguem um pouco mais cedo, pois as exatas 17h vamos assistir a <strong>Lua nascer do Morro das Pedras.</strong></p>
<p>O itinerário seguirá pelos <strong>caminhos dentro do Parque Municipal da Lagoa do Peri,</strong> até a praia da <strong>Armação</strong>. O retorno esta previsto para as 20h30 no mesmo local da saída.</p>
<p>Por ser um passeio aberto e gratuito não é necessária inscrição e cada um será responsável pela sua própria segurança e manutenção de seu equipamento &#8211; mas podem contar com nossos guias se precisarem de ajuda. Não esqueçam o capacete e iluminação da bici.</p>
<p>Aguardamos todos lá a partir das 15h30!<br />
Para quem ainda não nos conhece é uma oportunidade de conversar sobre nossas viagens &#8211; e para os amigos, uma desculpa para colocar a prosa em dia!</p>
<p><strong>Boas pedaladas,</strong><br />
Jonatha, Eduardo, Fernando e Pereira &#8211; Equipe CdS</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/24/pedalua-neste-domingo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Curtição do cicloturismo + desafio de competição = Audax</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/24/curticao-do-cicloturismo-desafio-de-competicao-audax/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/24/curticao-do-cicloturismo-desafio-de-competicao-audax/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 18:08:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de pedalada]]></category>
		<category><![CDATA[audax]]></category>
		<category><![CDATA[audax 200]]></category>
		<category><![CDATA[Audax Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[FLORIPA]]></category>
		<category><![CDATA[randoneé]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=354</guid>
		<description><![CDATA[


Desde o primeiro Audax de Floripa acompanho a   trajetória randoneé do amigo e sócio Luiz Pereira, que após completar os   200 km da ilha, já fez entre outros o de 300 km em Criciúma e o treino   insano de 400 km de ida e volta até Blumenau, sozinho. Este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="photoImgDiv4460038410">
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2689/4459849211_7d2987c195.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
</div>
<p>Desde o primeiro Audax de Floripa acompanho a   trajetória randoneé do amigo e sócio Luiz Pereira, que após completar os   200 km da ilha, já fez entre outros o de 300 km em Criciúma e o treino   insano de 400 km de ida e volta até Blumenau, sozinho. Este ano  pretende  passar dos 300, 400 e chegar aos 600 km. Apesar de admirar os  feitos,  até então eu não me instigava a desafiar meus limites nesta  modalidade,  não entendia por que testar o corpo pedalando 200 km – e  ainda duvidada  que fosse capaz disso.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4059/4460620700_1ec2630199.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="335" height="500" /></p>
<p>O Audax, desafio surgido na França, tem uma regra simples. O percurso   deve ser completado a uma média de velocidade mínma de 15 km/h. Não há   primeiro ou último colocados, apenas um tempo máximo para completar,  que  no de 200 km é de 13 h 30 m. Para ciclistas profissionais e os que   treinam com frequencia, é um passeio. Para cicloturistas, manter essa   média de velocidade é fácil até os primeiros 50 km, depois vira um   desafio daqueles!</p>
<div id="photoImgDiv4460038894"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2762/4459859991_f1205d6161.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Fui acompanhar o Pereira na reunião pré-Audax, na noite anterior ao   evento, onde foram distribuídos os números, camisetas, planilhas. O   clima era de festa, uma família de centenas de ciclistas. Gostei da   descontração. Entre as palavras da noite, me tocou a história do   Fabiano, que ano anterior participou de tala no pé, logo após 2 meses de   gesso, e completou o Audax. Nessa momento, ouvi o clique. E não era de   um pedal SPD… era eu mesmo, curioso pela brincadeira.</p>
<div id="photoImgDiv4460028630"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4025/4460635972_caa727e004.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Conversei com o Della, incansável organizador da prova, que vendo   minha empolgação abriu uma exceção pro atrasadinho: eis que o desafiante   número 241 largaria dali a poucas horas. Ainda tivemos um jantar de   massas e sorteio de brindes antes de disparar para casa, preparar o   equipamento e ter algumas preciosas horas de sono.</p>
<div id="photoImgDiv4459237737"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4072/4459825405_e479aa0f01.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Seis da manhã , lá estávamos eu, Pereira, Marcelo e Fernando de   Maringá entre outros duzentos e poucos cilistas,  na checagem de   segurança: placa de número, farol dianteiro, pisca traseiro, colete   refletivo, capacete, tudo nos conformes.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4038/4459844935_2d32a958a1.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>Enquanto o sol mostrava seus primeiros raios, aquecíamos as pernas   cruzando a ponte para o continente por cima. Foi uma experiência   incrível, assim como pedalar pelas ruas tranquilas da Floripa-continente   e São José  nas primeiras  horas de domingo.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4043/4459851101_d4565ed59c.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>De volta à ilha, dessa vez pela passarela, a massa se dispersou em   pequenos grupos de ritmo semelhante. Foi marcante passar pela Base   Aérea, caminho mais curto e seguro entre o centro e sul da Ilha,   infelizmente só permitido aos moradores do “condomínio fechado de luxo”   da Aeronáutica durante os dias normais. Espero que esse privilégio  acabe  e em breve a população tenha direito aos caminhos de sua própria   cidade.</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2729/4460635494_cff788600e.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="335" height="500" /></p>
<p>Após repor as energias no primeiro PC, percorremos o querido sul da   ilha, até a Praia dos Açores. O sol que nos acompanhou desde o primeiro   minuto à chegada começou a ficar forte e optei por pedalar mais rápido   antes do  calor intenso do meio-dia, alternando a ponteira com mais  dois  colegas, Fernandes e Danilo.</p>
<div id="photoImgDiv4460032978"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4037/4459851949_d9fc3f7b1a.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Ao chegar na Lagoa da Conceição não resisti ao lindo visual e me   desgarrei para uma foto, a cada parada ou trecho de retorno dezenas de   ciclistas passavam, fazendo festa.</p>
<div id="photoImgDiv4460034908"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4053/4460632484_f7d529fe76.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="335" height="500" /></div>
<p>No segundo PC (alto do morro da Barra da Lagoa) reencontrei o   Pereira, como sempre brincando e de alto astral, e dali pedalamos juntos   até o final. O trecho que se seguiu (do Km 100 ao 150) foi para mim o   mais duro da prova, já sentia as panturrilhas e a cada km a bunda cada   vez mais quadrada…. Felizmente o trecho foi praticamente plano, com   exceção do morro dos Ingleses.</p>
<div id="photoImgDiv4460037882"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4010/4459858493_4722637178.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="335" height="500" /></div>
<p>Parei, tirei o tênis e o capacete, sentei na grama apoiado num   coqueiro e descansei. O PC 3, em Ponta das Canas, parecia ter demorado o   dobro do tempo para chegar – estava realmente cansado. Fui salvo pelo   lanche, que tinha tudo à vontade – pães com geleia, maçã, banana,   laranja e melancia, água e coca-cola. Eu que nunca tomo o “suco de   dinossauro” , no dia me esbaldei e devo ter virado uns 2 litros ao longo   dos PC’s. Só dispensei a club social recheada (com cheirinho de chulé )</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2671/4460638940_26e0600974.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>O tal líquido que mais parece petróleo mostrou que funciona, meu   ânimo aumentou nos 50 km finais e até voltei a fotografar. Num momento   estávamos perto de Jurerê, era só pegar o Canto do Lamin, mas eis que a   seta indicava outro caminho, uma volta gigante pela Vargem Pequena… e   lá fomos nós pedalar mais e mais, e curtindo.</p>
<div id="photoImgDiv4460035280"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2800/4459873855_bc6f01233c.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Em trechos como o da SC-403 de Jurerê (além dos Açores, Santinho e   Ponta das Canas), era muito legal encontrar na ida os ciclistas que já   estavam voltando, e na volta os que ainda estavam indo. Trocas de   incentivo eram a tônica e ajudaram a passar rápido o trecho que restava.</p>
<div id="photoImgDiv4459260321"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4068/4459862379_793301d92e.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Em Santo Antônio, paramos com o Erich para um salgado e água de côco,   antes de curtir o fim de tarde típico de Cacupé: maravilhoso e cheio  de  subidas.  Um encontro rápido com nosso amigo Adilson e logo  estávamos  comemorando a última subida no Saco Grande e a chegada ao  final, já na  boca da noite, após 12h de pedal.</p>
<div id="photoImgDiv4459247519"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4024/4460621264_8767287992.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="335" height="500" /></div>
<p>Ali, um tanto cansados e muito felizes, tivemos mais um lanche,   recebemos a medalha de participação e até uma massagem pra soltar a   musculatura. Enquanto iso, saudamos a chegada d@s últimas participantes,   com a grande amiga Hila, que obviamente curtiu pra caramba.</p>
<div id="photoImgDiv4460024658"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4016/4460615402_aaba24456e.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Estão de parabéns tod@s da equipe de apoio móvel e dos PC’s, polícias   militar e especialmente a organização, por nos proporcionar apoio   inpecável e um circuito perfeito. Se para quem mora na ilha estava   ótimo, fico só imaginando para os que vêm de fora.</p>
<div id="photoImgDiv4460021576"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4035/4459831365_826907ef7a.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Uma sugestão para a organização é que ofereçam junto ao Audax 200 uma   modalidade mais curta de 100 km, sem validade como Brevet, para   incentivar pessoas que pedalam menos a entrar nesse mundo. Tomara que   tenhamos mais e mais participantes nos anos seguintes, conhecendo a ilha   e a si mesmos de uma forma tão especial.</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2790/4459862899_e5a39a8668.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p><strong>Valeu, Audaxios@s!          Dudu (equipe CdS)</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Veja todas as fotos:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623685715776%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623685715776%2F&amp;set_id=72157623685715776&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623685715776%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623685715776%2F&amp;set_id=72157623685715776&amp;jump_to="></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/24/curticao-do-cicloturismo-desafio-de-competicao-audax/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gol retira a taxa extra para bicicletas &#8211; mas ainda exige embalagem</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/02/gol-retira-a-taxa-extra-para-bicicleta-em-seus-voos/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/02/gol-retira-a-taxa-extra-para-bicicleta-em-seus-voos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 21:24:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[despacho]]></category>
		<category><![CDATA[Gol]]></category>
		<category><![CDATA[Tam]]></category>
		<category><![CDATA[taxa]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de bicicleta em voos]]></category>
		<category><![CDATA[voo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=330</guid>
		<description><![CDATA[
Agora  ficou mais fácil pedalar e viajar de avião. A Gol aderiu à política já praticada pela Tam e não cobra mais taxa extra para levar bicicletas. Mais um motivo para trazer sua própria bicicleta nas viagens do  Caminhos do Sertão!
A Gol cresceu oferecendo viagens aéreas de baixo custo, porém não era opção viável [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/edugreen-17946.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-338" title="edugreen-17946" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/edugreen-17946.jpg" alt="" width="450" height="364" /></a></p>
<p>Agora  ficou mais fácil pedalar e viajar de avião. <a href="http://www.voegol.com.br/InformacoesUteis/Bagagem/Paginas/BagagemDespachada.aspx" target="_blank">A Gol aderiu</a> à política já <a href="http://www.tam.com.br/b2c/vgn/v/index.jsp?vgnextoid=69db09f1157f2210VgnVCM1000000b61990aRCRD">praticada pela Tam</a> e não cobra mais taxa extra para levar bicicletas. Mais um motivo para trazer sua própria bicicleta nas viagens do  Caminhos do Sertão!</p>
<p>A Gol cresceu oferecendo viagens aéreas de baixo custo, porém não era opção viável para cicloviajantes, que  se deparavam com uma taxa de R$100 por trecho para levar a bicicleta. Isso significava até R$ 400 de gasto extra (ida e volta).  Nem mesmo as bicicletas dobráveis eram isentas da taxa, e certa vez entre Rio e Florianópolis paguei mais para levar a bicicleta do que o valor da passagem.</p>
<p>Felizmente a Gol modificou sua política de embarque de bicicletas, entre outros equipamentos esportivos que eram taxados como prancha de surfe, skate, esquis, etc. Curiosamente, tacos de <span style="text-decoration: underline;">gol</span>fe sempre foram isentos da taxa. A mudança ocorreu pela pressão de centenas de ciclistas indignados com a taxa cobrada  indevidamente, e provavelmente também pelo fato de a Tam, sua maior concorrente, há anos não cobrar taxa extra de ciclistas.</p>
<p><span style="text-decoration: line-through;">Em ambas as empresas,</span> Na TAM, para despachar a bicicleta basta entregá-la no balcão de embarque, nem precisa desmontar &#8211; confirmei essa informação com a Gol, no 0800-704-0465.  É importante levar uma bomba de ar, pois quando o compartimento de cargas não é pressurizado, é preciso tirar a pressão dos pneus para que não estourem. A Tam tabém exige que se retire os pedais e &#8220;alinhe&#8221; o guidão, portanto leve também as chaves para tal (normalmente uma Allen 5 para  guidão e chave de boca 15mm para o pedal).</p>
<p>Apesar de sugerirem que esteja embalada, é mais interessante  despachar a magrela montada mesmo. Além de ser mais fácil visualizar danos e eventualmente reclamar (atenção, a  Gol diz não se responsabilizar sobre danos em bicicletas  transportadas!), isto possibilita usar a bici como meio de  transporte e não depender de carona ou táxi para chegar e sair do aeroporto.</p>
<p><strong>ATUALIZAÇÃO: No feriado da páscoa, um de nossos clientes, seguindo  estas informações dadas pelo 0800 da Gol, tentou embarcar com a  bicicleta desmontada e foi impedido. Além do prejuízo financeiro por ter  que contratar um serviço de embalagem e o assédio moral por parte dos  funcionários, quase perdeu o voo tanto na ida quanto na volta, devido à  falha de comunicação entre o atendimento telefônico e funcionários do  check-in. Portanto, o ideal é pressio nar a Gol que aceite a bicicleta  montada e enquato isso não acontecer, preferir a concorrência que não  faz essa exigência!</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/02/gol-retira-a-taxa-extra-para-bicicleta-em-seus-voos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em plena paz, Seu Valdo desencarna fazendo o que mais gostava</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/02/em-plena-paz-seu-valdo-desencarna-fazendo-o-que-mais-gostava/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/02/em-plena-paz-seu-valdo-desencarna-fazendo-o-que-mais-gostava/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 20:47:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturista]]></category>
		<category><![CDATA[Joinville]]></category>
		<category><![CDATA[Pedalando pela Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Valdo]]></category>
		<category><![CDATA[volta ao mundo de bicicleta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=331</guid>
		<description><![CDATA[
Eu o conheci no Encontro de Cicloturismo em Timbó, em 2006. Dentre tantas e tão sonhadoras e tão raras figuras, foi a que mais gostei. Fosse pelo indisfarçável carisma de sua cara de bom velhinho, ou pela coragem de quem largou a batina e saiu se aventurando pelo mundo, Seu Valdo era mesmo um vivente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_336" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/valdopereira1.jpg"><img class="size-full wp-image-336" title="valdopereira" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/valdopereira1.jpg" alt="" width="500" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">O Encontro de figuras raras: Valdo apresenta a Tanajura ao Pereira</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Eu o conheci no Encontro de Cicloturismo em Timbó, em 2006. Dentre tantas e tão sonhadoras e tão raras figuras, foi a que mais gostei. Fosse pelo indisfarçável carisma de sua cara de bom velhinho, ou pela coragem de quem largou a batina e saiu se aventurando pelo mundo, Seu Valdo era mesmo um vivente muito interessante.</p>
<p>Apresentou-me um livro, de sua autoria. No prefácio, dados  do tom espartano de uma Expedição de 800 km pelo Chile, que acabara de concluir: “Pedalando e desvendando a Carretera Austral – 30 dias com 500 dólares.”  E foi ali que li uma frase do Valdo que me marcou pra sempre: “Mais do que viagem ou aventura no sentido físico, foi uma experiência vivida em terras estrangeiras, nas terras inóspitas e belas da Patagônia e nos terrenos delicados e sensíveis das relações humanas”.</p>
<p>Essa frase, que eu publiquei numa <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/11/10/cicloviajantes-de-todo-o-brasil-reunem-se-em-timbo/" target="_blank">matéria</a> sobre o Encontro de Cicloturismo, foi &#8220;pescada&#8221; na net e acabou entrando num material didático da Secretaria de Educação de São Paulo. Infelizmente, não tive a a chance de contar isso pessoalmente ao grande Valdo.</p>
<p>Mas fica a homenagem.  O sábio Valdo decidiu <a href="http://valdonabike.com/" target="_blank">viver seus 60 e poucos anos na estrada</a>, pedalando uma insólita &#8220;Tanajura&#8221; (como ele mesmo chamava) numa ciranda feliz ao redor do Globo. Já tinha ido longe: o olhar de menino no rosto de longas barbas brancas passou por Peru, Equador, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, El Salvador e Guatemala. Estava no México, a 700 km da fronteira com os Estados Unidos.  Feito passarinho, voava livre em sua Tanajura. Numa noite, entrou na barraca pra dormir, e seu espírito livre quis despir-se até mesmo do corpo. Morreu tranquilamente e em paz, ao que indicam as notícias até agora, já que não houve sinais de violência nem sumiço dos pertences.</p>
<p>Vida eterna ao amigo Valdo, e que suas façanhas e risos sejam sempre lembrados!</p>
<p>Fernando Angeoletto e equipe Caminhos do Sertão</p>
<div id="attachment_344" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://picasaweb.google.com/valdojv/Mexico03VoltaAoMundo#5434177752974061474"><img class="size-full wp-image-344" title="Valdo Na Bike" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/Valdo-Na-Bike1.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Uma de suas últimas fotos. Clique para ver os álbuns da viagem.</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/02/em-plena-paz-seu-valdo-desencarna-fazendo-o-que-mais-gostava/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Notícias do Dia mostram Caminhos da Imigração Alemã</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/01/noticias-do-dia-mostram-caminhos-da-imigracao-alema/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/01/noticias-do-dia-mostram-caminhos-da-imigracao-alema/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 20:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta na rua]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos da Imigração Alemã]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[clipagem]]></category>
		<category><![CDATA[jornal Notícias do Dia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=325</guid>
		<description><![CDATA[Caminhos do Sertão e suas viagens no destino dos  Caminhos da Imigração Alemã foram destaque no jornal Notícias do Dia de 27/02/2010:
Cicloturismo. Antônio Carlos recebe grupo  no fim de  semana

Aqueles  que adoram ter contato com a natureza e observar cada detalhe do local  por onde passam têm uma boa opção de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caminhos do Sertão e suas viagens no destino dos  Caminhos da Imigração Alemã foram destaque no jornal Notícias do Dia de 27/02/2010:</p>
<h4><strong>Cicloturismo.</strong><strong> </strong>Antônio Carlos recebe grupo  no fim de  semana</h4>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-capa-fig-0.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-327" title="chamada na capa" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-capa-fig-0-300x216.png" alt="" width="300" height="216" /></a></p>
<p>Aqueles  que adoram ter contato com a natureza e observar cada detalhe do local  por onde passam têm uma boa opção de lazer: o cicloturismo. As viagens  em duas rodas vêm reunindo cada vez mais adeptos ao redor do estado e  fazendo com que os roteiros turísticos exploem lugares ainda não  visitados. Antônio Carlos será um dos caminhos por onde passará um grupo  de visitantes que prefere se exercitar em cima de uma bicicleta a  dirigir um carro.</p>
<p>Nos dias 27 e 28 de fevereiro, o grupo  organizado pela empresa de cicloturismo Caminhos do Sertão sairá de  Angelina, passará por São Pedro de Alcântara e chegará a Antônio Carlos.  As localidades de Louro e Guiomar, cercadas por vegetação, cachoeiras e  terrenos agrícolas serão os palcos principais dos ciclistas que  pedalarão por cerca de 70 quilômetros nos dois dias.</p>
<div id="attachment_2242">
<p><a href="http://bicicletanarua.files.wordpress.com/2010/02/nd-biguacu-2010-02-22-p-a3-fig-1.png"><img title="Sem correr. Em média, os grupos  compostos por até 20 ciclistas pedalam entre 30 e 40 quilômetros por  dia." src="http://bicicletanarua.files.wordpress.com/2010/02/nd-biguacu-2010-02-22-p-a3-fig-1.png?w=396&amp;h=300" alt="" width="396" height="300" /></a>Sem  correr. Em média, os grupos compostos por até 20 ciclistas pedalam entre  30 e 40 quilômetros por dia.</p>
</div>
<p>“As  coloridas plantações à beira do rio dão um ar muito gostoso ao ambiente e  ao passeio”, relata o diretor da Caminhos do Sertão, Eduardo Green.  Inspirada no roteiro Caminhos da Imigração Alemã, do governo do Estado, a  empresa iniciou em 2004 o trabalho nas cidades que foram colonizadas  por germânicos. O resultado deu certo e, pela décima vez, o município de  Antônio Carlos é incluído no roteiro.</p>
<blockquote><p>“As  coloridas plantações dão um ar mais gostoso ao passeio.”</p>
<p><strong>Eduardo  Green</strong>, diretor da Caminhos do Sertão</p></blockquote>
<p>De  acordo com o diretor, os grupos são formados por 10 a 20 pessoas que  estão em busca de descanso e contato com a natureza. O objetivo é fazer  com que as pessoas pedalem, mas queremos que o pedalar não seja apenas  pelo exercício de pedalar, mas que tenha uma contextualização, neste  caso, a presença alemã que está hoje viva nessas comunidades”, explica.  Para Eduardo, o uso da bicicleta, que se desloca a baixa velocidade,  permite a apreciação dos locais, com os participantes tendo tempo para  olhar para os lados, conversar e tirar fotos.</p>
<h3>Estrutura  de apoio aos participantes</h3>
<p>Um  micro-ônibus acompanha os ciclistas-turistas em todo o percurso. O  veículo leva as bagagens e a alimentação necessárias para passar o dia. O  diretor Eduardo comenta que o fato de as pessoas saberem que o  transporte as acompanha traz segurança e as motiva a continuar  pedalando. “Muitos dizem que não conseguem pedalar o trajeto todo, mas  como sabem que o ônibus vai junto e há um local para descansar e se  recuperar no caso de o cansaço bater, eles conseguem chegar até o fim”,  afirma.</p>
<p>Cada  grupo pedala, em média, de 30 a 40 quilômetros e as viagens podem durar  de um a sete dias. Cada parada é motivo para tomar água e conversar com  os colegas de grupo ou com os moradores das localidades visitadas.  Segundo Eduardo, a maioria dos turistas tem entre 25 e 50 anos.</p>
<p>Ele  garante que o interessado não precisa ser atleta para participar, já  que  o percurso diário é dividido entre várias paradas e momentos para  descanso. “vamos num ritmo tranquilo, o que não se torna cansativo. É um  momento de socialização”, afirma. Roupas leves e o uso de capacete são  obrigatórios para tornar o passeio mais agradável e seguro para todos.</p>
<p><strong>Mariella  Caldas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_328" class="wp-caption alignleft" style="width: 145px"><strong><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-p-a3.png"><img class="size-medium wp-image-328" title="reportagem na íntegra" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-p-a3-135x300.png" alt="clique para ver em tamanho maior" width="135" height="300" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">reportagem na íntegra</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_326" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><strong><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-capa.png"><img class="size-thumbnail wp-image-326" title="capa do jornal" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-capa-150x150.png" alt="clique para ver em tamanho maior" width="150" height="150" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">capa do jornal</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p>Agradecemos ao <a href="http://bicicletanarua.wordpress.com/2010/02/27/cicloturismo-em-terras-de-imigracao-alema/">Bicicleta  na Rua</a> pela clipagem, formatação e publicação. Bons pedais!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/01/noticias-do-dia-mostram-caminhos-da-imigracao-alema/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Rota das Baleias em destaque na Aventura &amp; Ação</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/01/19/rota-das-baleias-em-destaque-na-aventura-acao/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/01/19/rota-das-baleias-em-destaque-na-aventura-acao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 14:55:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura & Ação]]></category>
		<category><![CDATA[clipping]]></category>
		<category><![CDATA[matéria]]></category>
		<category><![CDATA[Rota das Baleias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=298</guid>
		<description><![CDATA[A edição deste mês da revista Aventura e Ação, que conta com excelente conteúdo, traz matéria sobre a Rota das Baleias, escrita por Fernando Angeoletto e fotografada por Jonatha Jünge, ambos da equipe Caminhos do Sertão.
É um relato detalhado deste  incrível roteiro de cicloturismo elaborado pelo CdS, que passa pelas melhores praias ao sul de Florianópolis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A edição deste mês da revista Aventura e Ação, que conta com excelente conteúdo, traz <a href="http://www.aventuraeacao.com.br/pagina_int.asp?id_materia=268">matéria sobre a Rota das Baleias</a>, escrita por Fernando Angeoletto e fotografada por Jonatha Jünge, ambos da equipe Caminhos do Sertão.</p>
<p>É um relato detalhado deste  incrível roteiro de cicloturismo elaborado pelo CdS, que passa pelas melhores praias ao sul de Florianópolis e reserva belas surpresas, como a visita a projetos ambientais,  engenho de farinha, travessias de barco e estradas tranquilas em qualquer época do ano.</p>
<p>Mas é na temporada de baleias-franca (agosto a novembro) que fica ainda mais divertido pedalar à beira-mar, avistando as grandes amigas flutuando no Atlântico. Neste ano, estaremos na Rota das Baleias <a href="http://caminhosdosertao.com.br/calendario/">de 4 a 7 de setembro</a>, ou em qualquer época <a href="http://caminhosdosertao.com.br/contato.php">sob demanda</a>.</p>
<p>Confira a matéria, curta a revista. Ela pode ser encontrada nos grandes centros ou <a href="http://www.aventuraeacao.com.br/contatos.asp">diretamente com a editora</a></p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/aventura-acao-baleias.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-299" title="aventura acao baleias" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/aventura-acao-baleias.gif" alt="" width="620" height="240" /></a><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/aventura-acao-baleias.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-300" title="aventura acao baleias" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/aventura-acao-baleias.jpg" alt="" width="620" height="851" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/01/19/rota-das-baleias-em-destaque-na-aventura-acao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PedalFsm2010 de passagem pela Ilha</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/01/17/pedalfsm2010-de-passagem-pela-ilha/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/01/17/pedalfsm2010-de-passagem-pela-ilha/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 02:20:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[relato de pedalada]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Forum Social Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=318</guid>
		<description><![CDATA[
Veja no Blog CicloNomade a história dos ciclistas que foram de São Paulo a Porto Alegre pedalando, para participar do Forum Social Mundial, e nos encontraram na passagem por Floripa.

Boas pedaladas!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ciclonomade.net/brasil/2010/01/16/pedalfsm2010-de-passagem-pela-ilha/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4069/4298695113_d16e19c4ed.jpg" alt="" width="500" height="335" /></a></p>
<p>Veja no <a href="http://ciclonomade.net/brasil/2010/01/16/pedalfsm2010-de-passagem-pela-ilha/">Blog CicloNomade</a> a história dos ciclistas que <a href="http://pedalfsm2010.wordpress.com/">foram de São Paulo a Porto Alegre pedalando</a>, para participar do Forum Social Mundial, e nos encontraram na passagem por Floripa.</p>
<p><a href="http://ciclonomade.net/brasil/2010/01/16/pedalfsm2010-de-passagem-pela-ilha/"><img class="alignnone size-full wp-image-321" title="pedalfsm2010" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/pedalfsm2010.jpg" alt="" width="425" height="187" /></a></p>
<p>Boas pedaladas!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/01/17/pedalfsm2010-de-passagem-pela-ilha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Calendário 2010 de Cicloturismo: opções para o ano todo!</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/12/29/calendario-2010-de-cicloturismo-opcoes-para-o-ano-todo/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/12/29/calendario-2010-de-cicloturismo-opcoes-para-o-ano-todo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 18:10:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[calendário]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagens]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=279</guid>
		<description><![CDATA[
Uma extensa programação de Cicloturismo vai ocupar todo o ano de 2010, com opções para os mais variados interesses nas viagens de bicicleta pelo Sul do Brasil.
Passando por todos os destinos exclusivos da Caminhos do Sertão, os passeios e viagens do calendário terão de 1 a 4 dias de duração. A novidade são as saídas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/calendario"><img class="size-full wp-image-285 alignleft" title="veja o calendário" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/calendario.gif" alt="calendário caminhos do sertão" width="132" height="117" /></a></p>
<p><a href="http://caminhosdosertao.com.br/calendario/">Uma extensa programação de Cicloturismo</a> vai ocupar todo o ano de 2010, com opções para os mais variados interesses nas viagens de bicicleta pelo Sul do Brasil.</p>
<p>Passando por todos os destinos exclusivos da Caminhos do Sertão, os passeios e viagens do calendário terão de 1 a 4 dias de duração. A novidade são as saídas mais curtas, de 1 e 2 dias, com valores acessíveis para atrair todo o público da Grande Florianópolis e região – sem abrir mão da qualidade dos serviços oferecidos pela operadora. Os já conhecidos “Pedalua” (pedais em noites de Lua Cheia), gratuitos e abertos a todos, também prometem agitar a temporada.</p>
<p>Para o público de outras cidades, a divulgação prévia do calendário permite o agendamento antecipado de férias e vôos, facilitando a adesão aos pacotes.</p>
<p>Então não perca tempo: <a href="http://caminhosdosertao.com.br/calendario/">conheça desde já a programação</a> e venha cicloviajar conosco!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/12/29/calendario-2010-de-cicloturismo-opcoes-para-o-ano-todo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Encostas da Serra terão roteiros de Cicloturismo</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/12/24/encostas-da-serra-terao-roteiros-de-cicloturismo/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/12/24/encostas-da-serra-terao-roteiros-de-cicloturismo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 15:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[acolhida na colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Anitápolis]]></category>
		<category><![CDATA[caipora]]></category>
		<category><![CDATA[caminhso do sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[circuito]]></category>
		<category><![CDATA[mapeamento]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Rosa de Lima]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=277</guid>
		<description><![CDATA[
Caminhos do Sertão, em parceria com a Caipora (Cooperativa para Conservação da Natureza), concluiu em dezembro o trabalho de mapeamento e roteirização para Cicloturismo dos municípios de Santa Rosa de Lima e Anitápolis, nas encostas da Serra Geral.
O projeto, vinculado à Associação de Agroturismo Acolhida na Colônia, teve como foco a criação de alternativas de lazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/31_jonathajunge_0016_dsc_0312.jpg"><img src="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/31_jonathajunge_0016_dsc_0312.jpg?w=450&amp;h=301" alt="" width="450" height="301" /></a></p>
<p>Caminhos do Sertão, em parceria com a Caipora (Cooperativa para Conservação da Natureza), concluiu em dezembro o trabalho de mapeamento e roteirização para Cicloturismo dos municípios de Santa Rosa de Lima e Anitápolis, nas encostas da Serra Geral.</p>
<p><a href="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/16_edugreen-15910.jpg"><img class="alignleft" src="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/16_edugreen-15910.jpg?w=121&amp;h=150" alt="" width="121" height="150" /></a>O projeto, vinculado à Associação de Agroturismo <a href="http://www.acolhida.com.br/" target="_blank">Acolhida na Colônia</a>, teve como foco a criação de alternativas de lazer e o incremento de visitantes nas pousadas associadas. A Acolhida na Colônia existe há 10 anos, e é referência nacional em destinos de turismo rural, tendo recentemente recebido distinções do Ministério do Turismo e um prêmio concedido pela Editora Globo.</p>
<p><a href="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/04_jonathajunge_0001_dsc_0016.jpg"><img class="alignright" title="04_jonathajunge_0001_DSC_0016" src="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/04_jonathajunge_0001_dsc_0016.jpg?w=100&amp;h=150" alt="" width="100" height="150" /></a>O resultado do trabalho, composto por saídas de campo, elaboração de mapas sobre bases cartográficas a partir de dados de GPS e validação dos trajetos com bicicleta, foi a criação de 2 circuitos de cicloturismo em cada município, além de 2 rotas alternativas de conexão entre eles. Rios, cachoeiras, Mata Atlântica, águas termais, cultivos e produtos da agricultura ecológica são alguns dos atrativos dos roteiros, dimensionados para atrair várias faixas de público.</p>
<p><a href="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/50_jonathajunge_0012_dsc_0407.jpg"><img class="alignleft" title="50_jonathajunge_0012_DSC_0407" src="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/50_jonathajunge_0012_dsc_0407.jpg?w=150&amp;h=100" alt="" width="150" height="100" /></a>O próximo passo, que deve ocorrer até meados de 2010, será a editoração do produto final, um mapa ilustrado com todas as informações necessárias para o cicloturista desfrutar por completo os roteiros. Este projeto foi financiado com recursos do Ministério do Turismo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/12/24/encostas-da-serra-terao-roteiros-de-cicloturismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cicloativismo em Imagens na Aventura &amp; Ação deste mês</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/12/02/cicloativismo-em-imagens-na-aventura-acao-deste-mes/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/12/02/cicloativismo-em-imagens-na-aventura-acao-deste-mes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 02:02:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura & Ação]]></category>
		<category><![CDATA[cicloativismo]]></category>
		<category><![CDATA[clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=303</guid>
		<description><![CDATA[Neste mês, a revista tem matéria sobre cicloativismo, com muitas fotos do Jonatha Jünge, da equipe CdS. Confira!

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste mês, a revista tem matéria sobre cicloativismo, com muitas fotos do Jonatha Jünge, da equipe CdS. Confira!</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/aventura-acao-cicloativismo.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-304" title="aventura acao cicloativismo" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/aventura-acao-cicloativismo.gif" alt="" width="660" height="272" /></a><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/aventura-acao-cicloativismo2.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-305" title="aventura acao cicloativismo2" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/aventura-acao-cicloativismo2.gif" alt="" width="660" height="878" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/12/02/cicloativismo-em-imagens-na-aventura-acao-deste-mes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Até no Calor do Verão Urubici é agradável</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/11/22/ate-no-calor-urubici-e-agradavel/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/11/22/ate-no-calor-urubici-e-agradavel/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 20:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[acolhida na colônia]]></category>
		<category><![CDATA[cachoeira]]></category>
		<category><![CDATA[Cânion Laranjeiras]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
		<category><![CDATA[lua cheia]]></category>
		<category><![CDATA[morro da igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Nacional da São Joaquim]]></category>
		<category><![CDATA[pedalua]]></category>
		<category><![CDATA[serra geral]]></category>
		<category><![CDATA[Urubici]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=288</guid>
		<description><![CDATA[
Em Novembro estivemos novamente em Urubici, para uma pedalada de 3 dias. Apesar lá também ter feito calor, com certeza foi mais ameno que o do litoral. Desta vez, no primeiro dia tomamos banho de cachoeira no rio Sete Quedas,  visitamos  o Morro do Campestre no pôr-do-sol e pedalamos sob a luz da lua cheia.
Já no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2675/4101476070_e71ce2e645.jpg" alt="" width="500" height="335" /></p>
<p>Em Novembro estivemos novamente em Urubici, para uma pedalada de 3 dias. Apesar lá também ter feito calor, com certeza foi mais ameno que o do litoral. Desta vez, no primeiro dia tomamos banho de cachoeira no rio Sete Quedas,  visitamos  o Morro do Campestre no pôr-do-sol e pedalamos sob a luz da lua cheia.</p>
<p>Já no segundo dia fomos ao Cânion Laranjeiras, no Parque Nacional da São Joaquim. O calor intenso e a estrada ruim castigaram e acabamos pedalando pouco. Em compensação a caminhada até a beira do Cânion é inesquecível.</p>
<p>O terceiro dia fechou a aventura com chave de ouro. Subimos de van ao topo do Morro da Igreja, que estava com o visual totalmente aberto. Descemos os 17km devagar, para poder apreciar a paisagem. Não poderíamos deixar de passar pela linda estrada do Invernador e curtir as deliciosas refeições do Sítio Arroio da Serra, feitas com ingredientes orgânicos plantados ali mesmo.</p>
<p>Faça frio ou calor, chuva ou sol, Urubici é sempre uma maravilha!</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622672498653/show/">Veja as fotos da viagem</a><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622672498653%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622672498653%2F&amp;set_id=72157622672498653&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622672498653%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622672498653%2F&amp;set_id=72157622672498653&amp;jump_to="></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/11/22/ate-no-calor-urubici-e-agradavel/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Por que viajar com o Caminhos do Sertão?</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/por-que-viajar-com-o-caminhos-do-sertao/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/por-que-viajar-com-o-caminhos-do-sertao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 21:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=265</guid>
		<description><![CDATA[Nossas práticas e princípios como operadora de Cicloturismo
PIONEIRISMO E CONHECIMENTO
Somos uma empresa especializada em cicloturismo, atuante há 5 anos, com mais de 40 viagens organizadas e operadas com sucesso
INTEGRAÇÃO
São respeitados os ritmos de todos os participantes, para que possam, desde o iniciante até o mais experiente, desfrutar por igual e integralmente o prazer de Cicloviajar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Nossas </em></strong><strong><em>práticas e </em></strong><strong><em>princípios como operadora de Cicloturismo</em></strong></p>
<p><strong>PIONEIRISMO E CONHECIMENTO</strong><br />
Somos uma empresa especializada em cicloturismo, atuante há 5 anos, com mais de 40 viagens organizadas e operadas com sucesso</p>
<p><strong>INTEGRAÇÃO</strong><br />
São respeitados os ritmos de todos os participantes, para que possam, desde o iniciante até o mais experiente, desfrutar por igual e integralmente o prazer de Cicloviajar. Parceiros, parentes e amigos que não pedalam podem estar na companhia do grupo durante todo o percurso, no veículo de apoio</p>
<p><strong>SEGURANÇA</strong><br />
Nossos guias operam com GPS e radiocomunicadores entre si e em contato com o veículo de apoio, que acompanha o grupo em 100% dos trechos, com equipamento completo de primeiros socorros e socorro mecânico.</p>
<p><strong>SERVIÇOS E CONFORTO</strong><br />
Nossas viagens tem completa estrutura de apoio, incluindo manutenção das bicicletas durante as pedaladas, lavagem, regulagem e lubrificação ao final de cada dia. Sempre atentos a dar dicas de como aproveitar melhor o equipamento os guias ajudam os participantes a conhecer melhor sua bicicleta, e ter mais prazer na pedalada.</p>
<p><strong>HOSPEDAGENS E ATRATIVOS</strong><br />
Locais de pouso com originalidade, charme e conforto, preferencialmente em áreas rurais; roteiros cuidadosamente elaborados, por critérios de prazer de pedalar e segurança, trazendo sempre muito mais que o óbvio nos destinos visitados</p>
<p><strong>NOSSOS GUIAS</strong><br />
Amam viajar e pedalar, compartilhando esse sentimentos com os grupos guiados e promovendo um clima de companheirismo, diversão e contemplação das belezas dos roteiros, conversando sobre bicicletas e outros assuntos, sem preocupação com rankings ou competições.</p>
<p><strong>COMPROMISSOS</strong><br />
Compreendemos o Turismo de Aventura como uma atividade de desenvolvimento econômico regional, vinculando nosso trabalho a ações já em andamento focados em Turismo de Base Comunitária no interior de SC</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/por-que-viajar-com-o-caminhos-do-sertao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em vias de Europa, no solo verde-amarelo de SC</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/em-vias-de-europa-no-solo-verde-amarelo-de-sc/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/em-vias-de-europa-no-solo-verde-amarelo-de-sc/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 19:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
		<category><![CDATA[circuito vale europeu]]></category>
		<category><![CDATA[doutor pedrinho]]></category>
		<category><![CDATA[rio dos cedros]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[timbó]]></category>
		<category><![CDATA[vale europeu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=260</guid>
		<description><![CDATA[relato da cicloviagem pelo Vale Europeu (10 a 12/10/2009)

Seu Raulino Duwe é um dos tantos que sentiram rápido o efeito da novidade. Diz que, só neste ano, recebeu por alto &#8220;uns 400 visitantes&#8221; &#8211; só de Cicloturistas!
Ele é caseiro de algumas casas de campo e as usa, com consentimento dos donos, como acomodações para os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>relato da <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/roteiros/saidas/2009_10valeeuropeu/roteiro.html">cicloviagem pelo Vale Europeu (10 a 12/10/2009)</a></em></p>
<div id="photoImgDiv4033447918" style="width: 502px;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2787/4033447918_b22400902b.jpg" alt="" width="500" height="335" /></div>
<p>Seu Raulino Duwe é um dos tantos que sentiram rápido o efeito da novidade. Diz que, só neste ano, recebeu por alto &#8220;uns 400 visitantes&#8221; &#8211; só de Cicloturistas!</p>
<p>Ele é caseiro de algumas casas de campo e as usa, com consentimento dos donos, como acomodações para os distintos turistas do pedal. As casas ficam  sobre as barrancas da barragem do Rio Bonito, com vistosos mirantes para a Lagoa. Pra chegar lá, a partir de uma das bifurcações no Circuito do Vale Europeu,  escolha: 8 quilômetros de sucessivas &#8220;morrebinhas&#8221;, ou 2 km até encontrar o seu Duwe, num ponto aparentemente sem importância da Lagoa. &#8220;A maioria prefere a segunda opção&#8221;, revela-nos o seu Duwe, remando de ré sua bateirinha na última das viagens em que atravessou todo nosso grupo até as casas. Ele é um exemplo vivo da importância para a economia regional que teve o Circuito, uma acertada criação do Clube de Cicloturismo, criado em 2006.</p>
<p>Este foi o final do segundo dia de viagem.  Antes de atravessar a represa, os caminhos-refúgios: não contei mais que 2 carros passando pelo grupo. A essência Sertaneja do Vale Europeu, nos seus recantos mais recônditos, e tão belos. De presente, e que presença!, a fabulosa Cachoeira Véu de Noiva também está neste trecho. Verte forte e ruidosa, é alta e imponente, e só o vapor atirado pelas pedras já era suficiente para nos refrescar naquele meio-dia de Sol brilhante (sim amigos, há Sol em Santa Catarina, há Sol no Vale Europeu, o astro-rei tem de fato feito seus primorosos espetáculos!)</p>
<p>Mas a primeira Cachoeira foi a do Zinco, esta vista de longe, do ponto de partida no primeiro dia. Seguem-se uns caminhos um pouco monótonos pela larga presença da mocultura de Pinus, mas a cena logo muda, principalmente quando acercam-se os rios e as matas fechadas (algumas) que o protegem. Os jardins dos sitiozinhos são atração à parte, modelados geometricamente, alguns com flores que de tão grandes e vermelhas  e lustrosas parecem de mentira (Viviane, uma das cicloviajantes, parou numa das casas e perguntou sobre a florzona, cujas mudas são muito intercambiadas entre os moradores da região). Este dia fechou na Bella Pousada &#8211; onde, vejam só, serviram-nos flores (capuchinhas) na salada, um brinde aos olhos e ao paladar! A Pousada tem sem dúvida o melhor visual de Doutor Pedrinho.</p>
<p>Ok, eu confesso: chuvas rolaram na manhã do último dia, nas altitudes, com o perdão do trocadilho, de Alto Cedros (onde ficam as casas cuidadas pelo Duwe). Frustração completa? Nem pensar! Foi só descer parte da Serra de van que o teto limpou, houve uma breve assembléia e decidiu-se: vamos pedalar ! Caminhos de areia batida, lisinhos, sem lama, ladeira abaixo e acompanhando o curso do Rio dos Cedros, que ronca alto entre as pedras. Depois segue-se a travessia da cidade de Rio dos Cedros, e outro trecho de vias planas e tranqüilas leva a Timbó. Chegamos lá no melhor dos estilos: pedalando, todos juntos! No final o roteiro foi um sucesso, com pedaladas todos os dias, a despeito das ameaças de chuva que acreditamos ter afastado parte dos interessados. Em clima de Oktoberfest, uma torre de Chopp no restaurante Thapyoka (Timbó) foi o encerramento oficial da Cicloviagem de 3 dias pelo Vale Europeu. E aguardem, para breve, a saída para o restante do Circuito (que tem, no total, 7 dias de duração).</p>
<p>Cicloabraços!</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622635618764/" target="_blank">Veja as fotos</a> da viagem<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2F&amp;set_id=72157622635618764&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2F&amp;set_id=72157622635618764&amp;jump_to="></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/em-vias-de-europa-no-solo-verde-amarelo-de-sc/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mas existe Sertão aqui no Sul?</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/mas-existe-sertao-aqui-no-sul/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/mas-existe-sertao-aqui-no-sul/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 18:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[novidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=256</guid>
		<description><![CDATA[
O espírito da coisa: Parque Nacional de São Joaquim (Urubici)
Há o Sertão, um “Desertão” à Oeste perseguido por bandeirantes e outros aventureiros no Brasil de 1700, há o Sertão universo-simbólico e metafísico da obra de Guimarães Rosa, que na pele do personagem Riobaldo dizia que “o Sertão está em toda parte”, o Sertão agreste de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="reflect" src="http://farm3.static.flickr.com/2661/3720944752_b8ebb1007e.jpg" alt="" width="399" height="500" /></p>
<p><em>O espírito da coisa: Parque Nacional de São Joaquim (Urubici)</em></p>
<p>Há o<strong> Sertão, um “Desertão”</strong> à Oeste perseguido por bandeirantes e outros aventureiros no Brasil de 1700, há o Sertão <strong>universo-simbólico e metafísico</strong> da obra de Guimarães Rosa, que na pele do personagem Riobaldo dizia que “o Sertão está em toda parte”, <strong>o Sertão agreste</strong> de paisagem retorcida seca e brava nos confins do Nordeste, o <strong>ConSertão</strong> “passeio musical pelo Brasil” da obra fonográfica que uniu os virtuosos Artur Moreira Lima, Eraldo do Monte, Paulo Moura e Elomar.<br />
Aqui em Floripa a Beira-Mar Norte cresceu e a Beira-Mar Sul está crescendo e já tem tanto engarrafamento e mesmo assim há o Sertão do Córrego Grande, o Sertão do Pantanal,o Sertão do Rio Vermelho, o Sertão do Peri, cantinhos de mundo que sossegam à revelia do tempo corrido. E é só sair um pouco mais da Ilha que teremos o Sertão do Pagará, o Sertão do Sul do Rio, o Sertão do Maruim, o Sertão do Rio Inferninho, o Sertão do Tabuleiro, e enfim uma de série recantos que por estarem mais resguardados, um pouco distantes, no recolhimento do interior, foram batizados com o sugestivo nome de Sertão – <strong>palavra sem análogo em qualquer outra língua.</strong><br />
Eis uma pequena noção de que <strong>o Sertão vai bem além da aridez nordestina</strong>, e é fruto sobretudo desta vastidão maior de terras e cenários que é o Brasil. É nesta amplitude de significados, e sabendo que por trás de cada canto de terra há um Sertão brilhante e puro, palco de Cicloviajar e partilhar paisagens, é que batizamos nossa empresa de Caminhos do Sertão. Também por acreditar na atividade empreendedora do Turismo de Aventura, descentralizando parte dos destinos e assim consolidando um importante vetor de desenvolvimento territorial, para além dos pólos tradicionais.<br />
<strong>Quer compreender ainda mais o Sertão?</strong> Então sim´bora correr trechos no lombo da magrela, girar o pedal e descobrir Caminhos na contramão do óbvio, e obviamente pavimentados de paisagens e surpresas, curtidos pelo barato da serotonina que se espalha pelo corpo num prazer gratuito e completo como voltar a ser criança. Venha cicloviajar conosco !</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/pqviajarcds.html"><img class="alignnone" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/imagens/pq_viajar_cds2.gif" alt="" width="228" height="63" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/mas-existe-sertao-aqui-no-sul/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ainda é tempo de pedalar pelo Vale Europeu !</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/29/ainda-e-tempo-de-pedalar-pelo-vale-europeu/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/29/ainda-e-tempo-de-pedalar-pelo-vale-europeu/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 18:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[novidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=248</guid>
		<description><![CDATA[
Caminhos do Sertão vai antes, pra você ir melhor! Clique na foto acima e veja álbum do nosso último levantamento feito no Vale Europeu, selecionando os melhores trechos para o cicloturismo, priorizando visuais e tranqüilidade.
Quer viajar também? Ainda há vagas, mas não perca tempo!
Os atrativos:

 Cachoeira do Zinco
 Cachoeira Véu de Noiva
 Barragens Rio Bonito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-253" href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/29/ainda-e-tempo-de-pedalar-pelo-vale-europeu/3951516548_e98141087f/"><img class="alignnone size-full wp-image-253" title="3951516548_e98141087f" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/3951516548_e98141087f.jpg" alt="3951516548_e98141087f" width="335" height="500" /></a></p>
<p>Caminhos do Sertão vai antes, pra você ir melhor! Clique na foto acima e veja álbum do nosso último levantamento feito no Vale Europeu, selecionando os melhores trechos para o cicloturismo, priorizando visuais e tranqüilidade.</p>
<p>Quer viajar também? Ainda há vagas, mas não perca tempo!</p>
<p>Os atrativos:</p>
<ul>
<li> <strong>Cachoeira do Zinco</strong></li>
<li><strong> Cachoeira Véu de Noiva</strong></li>
<li><strong> Barragens Rio Bonito e Pinhal</strong></li>
<li><strong> Municípios: Rio dos Cedros, Doutor Pedrinho, Timbó</strong></li>
<li><strong> Casario em estilo enxaimel</strong></li>
<li><strong> Vales, rios, montanhas e redutos de Mata Atlântica</strong></li>
</ul>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/roteiros/saidas/2009_10valeeuropeu/roteiro.html" target="_blank">Veja todos os detalhes na página do pacote.</a></p>
<p>Boa viagem !!!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/29/ainda-e-tempo-de-pedalar-pelo-vale-europeu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mitos e fatos do Dia Sem Carros</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/26/mitos-e-fatos-do-dia-sem-carros/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/26/mitos-e-fatos-do-dia-sem-carros/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 21:41:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[novidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=244</guid>
		<description><![CDATA[
Pausa para foto oficial durante o Pedal Unificado, que lotou as ruas do Centro na noite de 22/09
 No geral, há uma certa hipocrisia no que diz respeito  ao Dia Sem Carros em Florianópolis. Os jornais teimam em dizer que ninguém dá a mínima bola pra ele, dando-lhe um ar de fracasso. Alguns leitores comemoram, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Dia Sem Carro Floripa - Car Free Day" href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/3950038699/in/set-72157622442823752/" target="_blank"><img class="reflect" src="http://farm3.static.flickr.com/2451/3950038699_cffd176598.jpg" alt="Dia Sem Carro Floripa - Car Free Day por Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="212" /></a></p>
<p><em>Pausa para foto oficial durante o Pedal Unificado, que lotou as ruas do Centro na noite de 22/09</em></p>
<p><span class="photo_container pc_m"> </span>No geral, há uma certa hipocrisia no que diz respeito  ao Dia Sem Carros em Florianópolis. Os jornais teimam em dizer que ninguém dá a mínima bola pra ele, dando-lhe um ar de fracasso. Alguns leitores comemoram, dizendo que esta cidade &#8220;cheia de ecologistas&#8221; é uma fachada, um rótulo sem valor, posto que a sensação naquele 22 de Setembro nublado era de que o trânsito na cidade, ironicamente, estava ainda mais caótico. E assim, repetindo o eterno arquétipo de Pilatos, lava-se as mãos de todos.</p>
<p>O que não se discute é a omissão da prefeitura que, ao invés de aproveitar a data para uma séria discussão sobre a mobilidade, promovendo campanhas e apoiando eventos, limita-se a uma mera e inexpressiva distribuição de panfletos. Outro lamentável &#8220;detalhe&#8221;, conforme lembra a diretoria da Viaciclo, é que a imprensa ignorou os releases e não divulgou a programação alternativa realizada na cidade.</p>
<p>A data passaria em branco, não fosse a importante atuação de ONG´s, escolas e outros movimentos organizados. Não se pode ignorar, como os jornais fizeram, eventos como a Pedalada do Campeche, que tem de fato caráter educativo e mobilizou centenas de pessoas. <strong>Ou o Pedal Unificado, que embelezou as ruas do centro com um pelotão grandioso, de pedaleiros dos grupos organizados da cidade</strong>. Tudo pra repensar a inquietante questão do homem e de sua armadura de ferro de 1 tonelada, que tantos danos causam à cidade e seus viventes.</p>
<p>Veja mais: <a href="http://www.youtube.com/viaciclo?gl=BR&amp;hl=pt#play/uploads" target="_blank">Canal da Viaciclo no Youtube</a>, com cobertura da Pedalada do Campeche e clipagem das matérias sobre o Dia Sem Carros</p>
<p><a href="http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI92852-15368-1,00-QUE+FIM+LEVARAM+TODOS+OS+CARROS.html" target="_blank">Excelente reportagem da Revista Época</a>, discutindo as Cidades Sem Carros ao redor do mundo e o que falta para elas acontecerem no Brasil</p>
<p><a href="http://bicicletanarua.wordpress.com/2009/09/08/blumenau-tera-sistema-de-bicicletas-publicas/" target="_blank">Matéria  sobre o novo sistema de aluguel de bicicletas em Blumenau</a>, no blog  Bicicleta na Rua</p>
<p>.: Clique na foto para ver o álbum &#8211; Pedal Unificado Dia Sem Carros 2009</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622442823752/" target="_blank"><img class="reflect" src="http://farm4.static.flickr.com/3495/3950818666_1889078f82.jpg" alt="_ por Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/26/mitos-e-fatos-do-dia-sem-carros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dia sem Carros 2009</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/18/dia-sem-carros-2009/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/18/dia-sem-carros-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 22:54:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[novidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=235</guid>
		<description><![CDATA[
Pergunte pra qualquer um de Floripa qual é o maior problema da cidade atualmente. O trânsito e suas facetas mais perversas possivelmente será a resposta. A Imobilidade Urbana  já não é mais teoria e nem um porvir, é uma realidade cada vez mais agravada por omissão política, que culmina em facilidades aos deslocamento de carros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Fernando/Desktop/IMG_6070.JPG" alt="" /></p>
<div id="attachment_236" class="wp-caption alignnone" style="width: 458px"><a rel="attachment wp-att-236" href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/18/dia-sem-carros-2009/img_6070/"><img class="size-full wp-image-236" title="IMG_6070" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/IMG_6070.JPG" alt="Pedal do Dia Sem Carros em Floripa (2006)" width="448" height="219" /></a><p class="wp-caption-text">Pedal do Dia Sem Carros em Floripa (2006)</p></div>
<p>Pe<img style="float: left;" src="http://www.viaciclo.org.br/portal/images/stories/imagens_portal/adesivo_eu_vou_de_bici_peq.jpg" alt="adesivo_eu_vou_de_bici_peq" width="163" height="175" />rgunte pra qualquer um de Floripa qual é o maior problema da cidade atualmente. O trânsito e suas facetas mais perversas possivelmente será a resposta. A Imobilidade Urbana  já não é mais teoria e nem um porvir, é uma realidade cada vez mais agravada por omissão política, que culmina em facilidades aos deslocamento de carros e obstáculos ao transporte público e ao uso da bicicleta.</p>
<p>Não é apenas um dilema nosso, em qualquer cidade de médio e grande porte no mundo essa questão é uma pedra no sapato de todos que deslocam-se no ambiente urbano. Por isso mesmo, não é de hoje que respostas organizadas a esse problema articulam-se em esferas mundiais, tendo como uma das principais bandeiras o Dia Sem Carros, que convoca os cidadãos de todos os cantos do planeta a deixarem, ao menos neste dia, o carro na garagem.</p>
<p>Em Floripa a data não é mera ilustração, há uma programação em toda a cidade (que, na verdade, estende-se do dia 18 ao dia 25), envolvendo debates, panfletagens, exibição de filmes e pedaladas &#8211; veja a programação completa no <a href="http://www.viaciclo.org.br/portal/dia-sem-carros-2009" target="_blank">site da Viaciclo</a> &#8211; Associação dos Ciclousuários da Grande Florianópolis.</p>
<p><strong>E na noite do dia 22/09 haverá o Pedal Unificado</strong>, envolvendo os vários grupos de pedalada que reúnem-se semanalmente na cidade. <strong>Convidamos todos a comparecerem às 19h na Loja Biketech</strong> (Av. Madre Benvenuta, 1012, próximo ao Shopping Iguatemi, fone 3228-1824). De lá, partiremos para encontrar toda a turma do Pedal Unificado, no trapiche da Beira Mar.</p>
<p>Veja também: programação do Dia Sem Carros em Blumenau (<a href="http://www.abciclovias.com.br/content/view/87/63/" target="_blank">site da ABC Ciclovias</a>) e Joinville (<a href="http://sites.google.com/site/movimentopedalajoinville/" target="_self">site do Pedala Joinville</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/18/dia-sem-carros-2009/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tainha à unha e Bijajica: vida Caiçara na busca às Baleias (cicloturismo Litoral Sul 2009)</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/tainha-a-unha-e-bijajica-vida-caicara-na-busca-as-baleias-cicloturismo-litoral-sul-2009/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/tainha-a-unha-e-bijajica-vida-caicara-na-busca-as-baleias-cicloturismo-litoral-sul-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 21:19:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Baleias]]></category>
		<category><![CDATA[bijajica]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[engenho]]></category>
		<category><![CDATA[Gaia Village]]></category>
		<category><![CDATA[Garopaba]]></category>
		<category><![CDATA[Ibiraquera]]></category>
		<category><![CDATA[Imbituba]]></category>
		<category><![CDATA[Litora]]></category>
		<category><![CDATA[Litoral catarinense]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Ouvidor]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Rosa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=213</guid>
		<description><![CDATA[
por Fernando Angeoletto
Viajar à beira-mar tem seus poréns. Flagrar revoadas de gaivotas, acompanhar os contornos de espumas que as marolas desenham na areia, zanzar livremente sem a maldita pressão de buzinas é o que sempre se espera, e o que realmente há de sobra. Porém, há as barras. Descontinuidades no caminho, encontros de rio e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622308498532/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2439/3902152360_e524f3180d.jpg" alt="" width="450" height="296" /></a></p>
<p><em>por Fernando Angeoletto</em></p>
<p>Viajar à beira-mar tem seus poréns. Flagrar revoadas de gaivotas, acompanhar os contornos de espumas que as marolas desenham na areia, zanzar livremente sem a maldita pressão de buzinas é o que sempre se espera, e o que realmente há de sobra. Porém, há as barras. Descontinuidades no caminho, encontros de rio e mar que impõem a pausa, ou uma travessia improvisada.<br />
<img class="reflect alignright" style="margin: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3500/3901379359_7f5c7ba058.jpg" alt="Temporada das Baleias por você." width="180" height="121" />Já havia comentado o assunto no relato <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/relatos.php?id=28" target="_blank">Mar, lagoas e o barqueiro Buiú</a>, da viagem pelo mesmo roteiro que fizemos em 2007.  A Barra de Ibiraquera é incerta: rompe, à força de temporais mais impiedosos; rompe, à força das máquinas que escavam a areia, num ato pela renovação das águas da Lagoa. Aberta, a Barra é um canal de água salobra com pouco mais de 100 metros de largura, raso demais para um barco de porte médio, fundo demais pra evitar que a travessia carregando uma bicicleta nas costas não seja uma verdadeira encrenca molhada.<br />
Então, a solução adotada agora foi a mesma de 2007: acomodar as bicis na simpática bateira azul-calcinha, manusear o bambu-propulsor, e fazer tantas viagens quanto fossem necessárias para cruzar as 17 bicicletas e seus respectivos 17 condutores.<br />
Tarefa melindrosa, mas nem tão difícil assim. Difícil mesmo foi desencalhar o barco da travessia Ilha-Continente, contra lufadas do vento nordeste impiedoso, no último dia da jornada. Mas isso é assunto para mais além.</p>
<p><strong>Procurando Baleias</strong></p>
<p>Deixamos Itapirubá no início da tarde de sábado. Motivo aparente: ver baleias. Motivo real: tentar ver baleias, enquanto se pedala em grande estilo por caminhos litorâneos e cuidadosamente selecionados, de modo a priorizar a contemplação e o alto astral. Diz o Jonatha, nosso guia e navegador, que avistou um simpático cetáceo lá da praia da Ribanceira, no meio do burburinho de um campeonato de surf. Mas, estando por último, não teve tempo de avisar o grupo. Fora isso, nenhum relato de visualização das gigantes.<br />
Porém, condizente com o verdadeiro espírito “tentaremos ver baleias” desta empreitada, entramos pela Praia do Ouvidor no domingo. Um caminho sem saída, não fosse a originalíssima travessia pelo <a href="http://www.gaia.org.br/" target="_blank">Projeto Gaia Village</a>, disponível para poucos. Quatro quilômetros de pura beleza, atravessando dunas, restinga, um rebanho de bubalinos e áreas de recuperação ambiental.</p>
<p><img class="reflect alignright" style="margin: 10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2658/3902175026_e637bc44b9.jpg" alt="" width="180" height="121" /></p>
<p>O trecho, todo ladrilhado, termina na sede do Gaia Village. Ali fomos recepcionados pelo Donizete, que gentilmente nos fez uma apresentação dos princípios e atividades cotidianas do Projeto. Reserva particular que abarca variados ecossistemas litorâneos, os 900 hectares são preservados e recriados conforme o anseio dos proprietários, baseados no legado de José Lutzenberger, um dos mais ilustres ambientalistas brasileiros (falecido em 2002).</p>
<p><strong>Ciclista caiçara pega tainha à unha</strong></p>
<p><img class="alignright" style="margin: 10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2649/3902178770_68d739a228.jpg" alt="" width="180" height="121" />Da sede do Gaia rumamos à outra Barra, desta vez no canto sul da Ferrugem. Água pelos joelhos, bike nas costas, uma a uma. Numa das travessias uma tainha roçou minha perna; um ímpeto primitivo baixou sobre mim. E então, já que o interesse pela fauna marinha era grande entre os pedalantes, peguei a tainha à unha, para descrédito geral. A brincadeira custou-me uma mergulhada da câmera fotográfica em água salobra, além dos apelidos de Caiçara, Pescador e assemelhados. Para os curiosos: a câmera voltou a funcionar (ao menos por enquanto). Para os preocupados: a pobre tainha foi devolvida ao mar.<br />
Depois da breve passagem pelo centro de Garopaba, seguimos ao Siriú, alongando o caminho com o contorno da Lagoa do Macacu. É um trecho ainda mais tranqüilo que o usual, com visuais privilegiados que as “morrebinhas” curtas e inclinadas proporcionam. Chegando à Pousada do Taxo nossa trupe, não satisfeita em esperar o farto jantar que se anunciava, resolveu celebrar a vida aos petiscos de um “surraxquinho” de lingüiça. Ponto para o Davi, nosso colega chileno, que não só providenciou a matéria-prima como comandou a churrasqueira.</p>
<p><strong>Curiosos (e saborosos) quitutes no Engenho</strong></p>
<p>O Morro do Siriú marca o início do último dia, como o aclive mais forte de toda a viagem. Após vencê-lo, e admirar do alto a vasta planície costeira, rumamos ao interior, nosso Sertão. Parte dos costumes camponeses pudemos provar na calorosa recepção das irmãs Maura, Vilma e Inácia, que mantém um dos poucos engenhos artesanais de mandioca na região. Ambientada no galpão rústico, entre rodas de moagem, prensas e tachos, repletos de bijus quentinhos e fumegantes, a mesa posta era o verdadeiro amálgama das culturas indígena e açoriana.<br />
<img class="reflect alignright" style="margin: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3464/3902191208_fb52543721.jpg" alt="Irmãs e a matriarca por você." width="180" height="121" />Você conhece a bijajica? É a massa da mandioca, misturada à pedaços de amendoim e especiarias, e assada em vapor. Uma perdição. E o nego deitado? É um preparado à base de fubá, envolto em folha de bananeira e assado. Preciosa iguaria. Fora as bolachinhas, bolo de milho e tapiocas que as Irmãs serviram com abundância. O trabalho delas é reconhecido como um importante resgate cultural pela gastronomia, fato que chamou a atenção do <a href="http://www.slowfoodbrasil.com/" target="_blank">Slow Food</a>, movimento ao qual recentemente integraram-se.<br />
Engana-se quem pensou que o Morro do Siriú fosse o maior desafio. Imprevistas, as lufadas de vento Nordeste complicaram o percurso de 8 km na Praia da Pinheira. O açoite das rajadas, evidente na areia fina que corria baixo feito névoa na praia, foi duro. Ao final, um embarque tão duro quanto, para atravessar a Baía Sul de volta à Ilha. Maré vazante, contraposta ao vento forte levantando ondas, e nosso valente barco abarrotado de bicicletas resolve encalhar na areia. Foram necessários muitos braços e disposição, além da inestimável contribuição de dois motoqueiros que passavam por ali, para mover o bólido.<br />
Ao final da travessia encerramos a viagem – o tempo fechou bruscamente, sinal das tormentas que assolaram o Estado justo naquele dia. Das Baleias levamos as lembranças, e o porvir de um dia quando talvez elas resolvam vir ao nosso encontro. Do belíssimo Litoral sul, das experiências ambientais e culturais, de todos os seletos caminhos percorridos e das amizades conquistadas lapidamos jóias em nossas memórias, tesouros de viajantes em nossas vidas.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622308498532/" target="_blank"><img class="reflect alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3054/3902162746_de290f1d43.jpg" alt="Temporada das Baleias por você." width="400" height="268" /></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622308498532/" target="_blank">Veja a galeria de fotos completa!</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/tainha-a-unha-e-bijajica-vida-caicara-na-busca-as-baleias-cicloturismo-litoral-sul-2009/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bike Tech Floripa é reaberta</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/bike-tech-floripa-e-reaberta/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/bike-tech-floripa-e-reaberta/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 19:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[evento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=219</guid>
		<description><![CDATA[
O Erni já é bem conhecido na cidade. Firmando parceria com o Adilson Fernandes (participante de várias viagens Caminhos do Sertão), ambos estruturaram a nova Bike Tech, reaberta ao público na última sexta (04/09). A loja fica bem pertinho do Shopping Iguatemi, na Madre Benvenuta (Santa Mônica). O fone é 3228-1824.
Veja a galeria de fotos!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622307114184/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2574/3899961905_ff40041921.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<p>O Erni já é bem conhecido na cidade. Firmando parceria com o Adilson Fernandes (participante de várias viagens Caminhos do Sertão), ambos estruturaram a nova Bike Tech, reaberta ao público na última sexta (04/09). A loja fica bem pertinho do Shopping Iguatemi, na Madre Benvenuta (Santa Mônica). O fone é 3228-1824.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622307114184/" target="_blank">Veja a galeria de fotos!</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/bike-tech-floripa-e-reaberta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Levando a alma pra passear: 300 km com morrebas no Audax Carvão</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/levando-a-alma-pra-passear-300-km-com-morrebas-no-audax-carvao/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/levando-a-alma-pra-passear-300-km-com-morrebas-no-audax-carvao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 18:28:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de pedalada]]></category>
		<category><![CDATA[audax]]></category>
		<category><![CDATA[audax 300]]></category>
		<category><![CDATA[Audax Carvão]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=216</guid>
		<description><![CDATA[por Luiz Pereira;  grifos livremente selecionados por Fernando Angeoletto
O relato que se segue apresenta o resultado perceptível do que foi pedalar os 300 km que justificaram o treino teste realizado na semana passada, que nesse momento parece tão distante quanto agora são as dores sofridas durante as duas experiências. A difícil tarefa do corpo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 413px"><img src="http://www.caminhosdosertao.com.br/imagens/bici_tio.jpg" alt="" width="403" height="305" /><p class="wp-caption-text">Pereira em sua Pegeout com faróis alimentados por dínamo: em breve mais 400km!</p></div>
<p><em>por Luiz Pereira;  grifos livremente selecionados por Fernando Angeoletto</em></p>
<p>O relato que se segue apresenta o resultado perceptível do que foi pedalar os 300 km que justificaram o treino teste realizado na semana passada, que nesse momento parece tão distante quanto agora são as dores sofridas durante as duas experiências. <strong>A difícil tarefa do corpo de levar a alma pra passear, proporciona-nos sensações prazerosas, que só são sentidas no momento vivido</strong>, virando boas lembranças imediatamente ao término da empreitada, e uma sedução para seguir em busca do outro limite de desafio, que são os 400 km.</p>
<p>Na condição de cicloerrante, com a conhecida aptidão física e tática, <strong>montado num equipamento bastante rudimentar</strong>, não me propunha a percorrer o trecho acompanhando meu amigo e estimulador Della, que chegou entre os quatro primeiros, mas dentro do limite de tempo que é destinado aos que querem enfrentar o desafio, na modalidade e faixa etária do cicloturismo. Enquanto o ilustre completou a prova em doze horas, eu o fiz em dezoito, no mesmo padrão do Audax 200. Daquela vez, pelas condições do terreno, a minha média foi um pouco maior.</p>
<p>Para quem ainda não conhece, o Audax tem como proposta o desafio de vencer as distâncias num tempo determinado, sem a exigência do rigor da prova. No caso do Audax 300 do Carvão, a organização elevou ao máximo o limite. <strong>Dos trezentos quilômetros, duzentos eram de estradas com lombas e serrotas</strong>, que exigiram um esforço adicional às canelas e juntas, uma paciência a mais no momento da experiência. Isso só aumentou o prazer de curtir.</p>
<p>Saímos de Criciuma às 23 horas, percorrendo os primeiros quilômetros com um carro batedor, num bloco bem concentrado, numa velocidade bem excitante. Duas motos policiais acompanhavam o cortejo, interrompendo o trânsito dos automóveis à nossa passagem. Depois disso, quando saímos do ambiente urbano, cada um seguiu no seu ritmo, vencendo as montanhotas e subidinhas, até o primeiro Posto de Controle, na cidade de São Ludgero, a uma distância de uns oitenta quilômetro. Neste trecho, vi algumas pessoas ficando para trás, por pneus furado e problemas mecânicos. Lentamente eu ia encostando em alguns pequenos grupos, que iam ficando para trás, por abandonarem o pelotão de frente, que era composto por atletas e jovens, como o meu amigo Della, que só não chegou antes dos primeiros quatro, porque parou algumas vezes para repousar sentado no Celite, graças ao jantar no rodízio de pizza, onde Ele, o Evando e o Marcelo, companheiros de jornada, deliciaram-se nos vários sabores da gloriosa massa. <strong>Os outros dois, tiveram a brincadeira interrompida, pela mesma perturbação gástrica.</strong></p>
<p>A chegada em Tubarão, às cinco e meia da matina, coroava a etapa noturna, trazendo a luz do Sol, para melhorar a visibilidade da paisagem e da estrada. <strong>Voltamos à cidade de São Ludgero, onde fomos recebidos com uma deliciosa canja de galinha caipira, que além da carne tem as vísceras (coração, fígado) e óvulos, retirados dos ovários de galinhas poedeiras</strong>. As bolotas parecem batatinha, e a gente enche o prato, só percebendo a diferença ao provar. É uma turbina proteica, excelente para proporcionar energia para vencer a etapa mais extenuante.</p>
<p><strong>Subimos a Serra do Rio do Rastro, a uma altitude de 760 metros, num trecho de cinquenta quilômetros praticamente só de subida</strong>. Esta brincadeira começou no início da manhã, durando até meio dia, quando cheguei ao topo do sacrifício. <strong>Quando me disseram que faltava apenas uns seis quilômetros, minha alma já tinha saído do corpo, e a sombra zombava da minha cara</strong>. Parei umas cinco vezes, pra me entupir de gel sei lá pra quê, barrinha de isotônico, banana seca, castanha de caju, uvas passas&#8230; até água eu tomei, neste momento de quase desistir. Doeu até a última prega, quando olhava para o horizonte, e fui ultrapassado por uma das três meninas participantes, e ouvi o &#8216;vamo tio&#8230;.&#8217;. <strong>Na última tentação sentida pelo corpo, de pensar em não chegar, fui alcançado pelo Pedrão, um curitibano de 71 anos, que xingava a mãe de todos os organizadores, e algumas ancestrais mais pregressas</strong>. Ao final, tudo se transformou em alegria, animando o trecho final, que não poderia ser pior do que isso.</p>
<p>Os últimos cem quilômetros são sempre marcados pela perda do ânimo físico, mas o aumento do moral. As dores vão aparecendo, a carne vai ardendo, mas a alegria de ver o trecho diminuindo serve como um elixir, que ajuda a lubrificar as juntas. Ao mesmo tempo, o peso do alforge vai diminuindo, pois o estoque de comida vira suor, que vai ficando pelo caminho. <strong>Foi graças ao poder de transformação da canja com ovo cozido em metano, que a potência do pedalar cresceu. Cada pum exalado equivalia a uma pedalada</strong>. E não foram poucos, durante toda a manhã. O trecho da última tarde foi um pouco mais plano, mas com muitas lombas bastante extensas até a sua totalidade. Para finalizar a brincadeira, o trânsito urbano, a falta de orientação para chegar ao objetivo, e a companhia de apenas dois novos companheiros de empreitada, com quem me juntei nos últimos quilômetros, fizeram o complemento das emoções, que só a endorfina pode proporcionar.</p>
<p><strong>Daqui de Florianópolis fomos juntos seis ciclodementes</strong>. Além do Della e do Evandro, o Jorge, nosso ilustre representante internacional, que sofreu pela derrota da sua seleção pela turma do Dunga, mas chegou bem antes que eu, e o Ronaldo, com quem pedalei praticamente todo trecho, junto o Gilmar, um ilustre camarada de Balneário Camboriu. Em grupo, conseguimos nos manter mais fortes, seja para melhorar a visibilidade, ou para compartilhar conversas e animações.</p>
<p>Apesar do rigor da prova, só tenho a registrar cumprimentos à organização, pela disponibilidade e animação da equipe, o que sempre contribui para o sucesso da empreitada. Vou me preparar para os 400 km, pra ver onde é meu limite nessa brincadeira. <strong>Andar de bicicleta é um prazer que não tem dimensão clara</strong>. Tanto nos anima nos passeios de um simples domingo, junto com a esposa, quanto essas aventuras, que nos tiram do sério, propiciando a alegria de conhecer novas pessoas, lugares e experiências. E isso não tem preço.</p>
<p>Huli Huli</p>
<p>Luiz Pereira</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/levando-a-alma-pra-passear-300-km-com-morrebas-no-audax-carvao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pedal coletivo nas nuvens</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/pedal-coletivo-nas-nuvens/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/pedal-coletivo-nas-nuvens/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 04:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[Campos do Jordão]]></category>
		<category><![CDATA[ciclonomade]]></category>
		<category><![CDATA[clube de cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[encontro nacional de cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=211</guid>
		<description><![CDATA[
O Bairro do Centro nunca viu tanta bicicleta. Apesar do nome pomposo, a típica localidade de interior, composta de uma igreja, um bar e unas duas dúzias de casas, fica perdida entre São Paulo e Minas Gerais, próxima à agitada Campos do Jordão/SP
Nunca houve tantas bicicletas por lá quanto de 5 a 7 de Setembro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="photoImgDiv3904934498" style="width: 502px;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2577/3904934498_a99aceb96e.jpg" alt="" /></div>
<p>O Bairro do Centro nunca viu tanta bicicleta. Apesar do nome pomposo, a típica localidade de interior, composta de uma igreja, um bar e unas duas dúzias de casas, fica perdida entre São Paulo e Minas Gerais, próxima à agitada Campos do Jordão/SP</p>
<p>Nunca houve tantas bicicletas por lá quanto de 5 a 7 de Setembro. Nestes dias aconteceu a 8a. edição do Encontro Nacional de Cicloturismo, evento anual organizado pelo <a href="http://clubedecicloturismo.com.br">Clube de Cicloturismo</a> do Brasil, que no ano passado aconteceu em Camboriú em plena enchente.</p>
<p>Fui ao encontro contar aos colegas cicloviajantes as dores e delícias de viajar um ano usando a Bicicleta, epopéia que completei em junho último e que registrei em meu Blog, o <a href="http://ciclonomade.net/">Ciclonomade</a>. Além da palestra, fui divulgar o trabalho do Caminhos do Sertão, através de exposição de fotos e calendário de viagens, e trocar figurinhas com outros viajantes &#8211; tinha bastante gente experiente por lá.</p>
<p>Deu vontade de ir para o Atacama e Uruguai, depois dos relatos de Jorge, Fábio e Warley. Aprendi (mais) um pouco sobre mecânica com as palestras de regulagem de câmbio e freios, e como tod@s ali fiquei com vontade de percorrer o Costa Verde &amp; Mar, circuito elaborado pelo clube de cicloturismo, localizado em Santa Catarina e no qual teremos viagem dos Caminhos do Sertão no feriado da Consciência Negra (20 a 22 de novembro).</p>
<p>Apesar da previsão do tempo não ser das melhores, mais de uma centena de viajantes compareceram ao encontro (e ao menos 50 ficaram de fora) e foram nas pedaladas, marcadas pelas fortes subidas e descidas, afinal já estávamos no cantinho de Minas.</p>
<p>A palestra foi ótima, apesar de ter sido um parto. Como é difícil resumir a experiência mais que intensa desse último ano em 1 hora de falação! Ainda assim, creio que consegui passar o recado dessa trip: que vale a pena ir atrás do sonho mesmo com um planejamento pouco detalhado e, acima disso, com pouca grana e muita garra.</p>
<p>Revi bons amigos, fiz outros ótimos. O clima no encontro não poderia ter sido melhor, como se pode ver nas imagens das pedaladas &#8211; era tanta conversa que o tempo passou ligeiro. Agora, só em 2010, quem sabe aqui em Santa Catarina de novo!</p>
<p>Ciclo-abraço, ciclo-viajantes!            <img src='http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> udu</p>
<p>Veja o <a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622322359738/">álbum de fotos</a> do encontro<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622322359738%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622322359738%2F&amp;set_id=72157622322359738&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622322359738%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622322359738%2F&amp;set_id=72157622322359738&amp;jump_to="></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/pedal-coletivo-nas-nuvens/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pereira e os 380</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/01/pereira-e-os-380/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/01/pereira-e-os-380/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 13:16:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de pedalada]]></category>
		<category><![CDATA[audax]]></category>
		<category><![CDATA[audax 300]]></category>
		<category><![CDATA[treino]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=206</guid>
		<description><![CDATA[
Relato de Luiz Carlos Pereira (foto) sobre o treino para o Audax 300
Não é fácil sair de casa, numa sexta feira à noite, montado numa bicicleta, para fazer uma pedalada, que tem como proposta tomar o café da manhã seguinte em Blumenau, retornando à casa para o almoço. Supostamente, um trecho com 310 km de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="photoImgDiv3675156417" style="width: 337px;"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3443/3878460326_ace8aba67f.jpg" alt="selecta para midia_0019 por você." width="335" height="500" /></div>
<p><em>Relato de Luiz Carlos Pereira (foto) sobre o treino para o Audax 300</em></p>
<p>Não é fácil sair de casa, numa sexta feira à noite, montado numa bicicleta, para fazer uma pedalada, que tem como proposta tomar o café da manhã seguinte em Blumenau, retornando à casa para o almoço. Supostamente, um trecho com 310 km de duração, ou extensão, para ser mais preciso.</p>
<p>Como eu não preciso de muita coisa para ir e vir, aonde e quando eu decidir que é hora, quando chegava a hora da partida, tanto a Ana, minha esposa, como o Chico, meu melhor amigo, perguntaram se eu estava na plenitude das faculdades mentais, visto que encarar aquele desafio, sozinho, parecia uma coisa um tanto sem sentido.</p>
<p>Mesmo sentindo uma certa saudade, a partir do primeiro minuto de jornada, segui meu caminho pelo único rumo possível, para cumprir a proposta aprovada. Avenida Pequeno Príncipe, no Campeche, seguindo pelas rodovias e avenidas da Ilha, até alcançar a Ponte Colombo Machado Salles, que liga a Ilha ao resto do Brazil varonil. Ali, pelo adiantado da hora, já era previsto uma encrenca, visto que a perspectiva de passar pela passarela, embaixo da ponte era simplesmente inviável. Diante disso, a ausência das viaturas policiais, na cabeceira insular, é sempre uma aposta. Quando presentes, tem sempre aquela conversa chata, que se resume na tentativa dos policiais de evitar a travessia nas pistas de rolamento. Quando lá cheguei, vi a faixa da direita bloqueada por cones, para proteger uma equipe de manutenção da ponte. Huli Huli&#8230;. Passei batido.</p>
<p>Seguindo pelos Estreitos Unidos, Barreiros, Serraria e Biguaçu, curti no trecho a saudade da minha infância e juventude, quando pedalava, com frequência, por pura descontração. Agora, a animação do último boteco aberto, na cidade vizinha, me apresentava à BR 101, escurecida, e seu acostamento com muitos pedriscos e cacos de vidro. Nessas horas, o farol importado, com dínamo e lanterninha traseira, resolvem piscar, com algumas apagadas, que só se resolviam com um tapa no dispositivo. Belo começo, pra quem tinha uma noite inteira pela frente.</p>
<p>A partir do vale do Rio Biguaçu, uma forte neblina passou a me acompanhar, fazendo com que a Lua, de quarto crescente, ficasse encoberta, tornando a viagem mais solitária e nebulosa. Nem a sombra me fazia companhia. Em contrapartida, a camisa, o moleton, o calção e a meia se encharcavam, começando a provocar calos nos pés, pela adaptação à sapatilha nova, e zonas de assaduras, na região de contatos com o celim e virilha. Ai que saudade do hipogloss&#8230;</p>
<p>A passagem pela Policia Rodoviária não foi muito amistosa, mas sem nenhuma obstrução. Apenas aquela vontade de parar, pra recompor o estômago, com uma porção de granola, com um café quentinho. A cada posto de combustível fechado, mostrava que o avançado da hora só aumentaria, até o fim da primeira perna da viagem, que era tomar café na terra do chope. Por isso, a chegada ao Posto do SOS Usuário da BR 101 privatizada, foi comemorado silenciosamente. Entrei, sem dar sinal no alarme, tomei água, café, fiz xixi, lavei o rosto, sem que houvesse aparecido alguém pra perguntar o que eu estava fazendo ali. Eram duas horas e vinte e seis minutos, quando eu entrei. Fiquei ali cerca de uns vinte minutos, o suficiente para consertar o fio do farol, que estava sempre se soltando e apagando.</p>
<p>Segui, animado e calado, só parando no outro ponto de apoio da rodovia, mas nem quis saber que horas eram. Só me importava o fato de faltar apenas uns 60 km para o fim do trecho e a mudança de rodovia, que, naquela hora, não estava muito movimentada. Ao contrário, os poucos veículos que passavam não eram suficientes para gerar qualquer interação. Apenas um facho rápido de luz, e o sumiço na escuridão. Na segunda parada, a porta automática se abre, sinalizando com um som a presença. Com isso, o socorrista de plantão veio me receber, anunciando que havia café fresco na cozinha. Uma breve prosa, para avaliar a viagem durou o tempo necessário para evitar que o corpo esfriasse, seguindo meu destino, tendo como companhia a madrugada e a neblina.</p>
<p>A partir da SC 470, sem ter mais nada para fazer, passei a ler a marcação no asfalto, com a quilometragem: 4  + 200, 4 + 600, 5 + 200, 5 + 400, 5 + 600, 5 + 800, 6, e assim por diante, até chegar a Gaspar, quando a rodovia dá lugar às ruas urbanas, trazendo de volta as luzes e um posto de gasolina, com uma loja de conveniência atendendo aos últimos perdidos na noite. Tomei um isotônico, uma coca cola, um guaraná, acompanhados de um saco de pipoca bilu, que era a única coisa que havia para comer. Segundo o rapaz que me atendeu, faltavam apenas 16 km, para chegar na Beira Rio, a avenida mais famosa de Blumenau.</p>
<p>Depois do lanche, segui meu caminho, passando pela frente de uma fábrica de fios de algodão, quando os funcionários trocavam de turno de trabalho. Dali para adiante, era mais visível a presença de seres humanos na rua, a maioria de bicicleta, indo ou vindo do trabalho. Logo apareceu o Estádio do SESI, anunciando Blumenau, iluminada pelos primeiros raios da manhã. Quando cheguei a um bar, na Rua Quinze de Novembro, o proprietário já estava lendo os jornais, e me informou que faltavam cinco minutos para as seis horas. Sentei, pedi um suco de laranja, um café expresso com leite e uns pães de queijo. Comi uns três, eu acho.</p>
<p>Ao tirar o abrigo corta vento, percebi que o moletom, a camisa de lã e a camiseta de malha de algodão estavam completamente encharcados. Pedi ao dono do bar parte de um jornal, colocando-o entre a camiseta e a camisa de lã, substituido o moletom por uma outra camiseta de malha, de manga comprida, para evitar a hipotermia. O corpo já começava a tremer, pelo frio e umidade. Nada agradável, principalmente por ver que o sol não saía com toda força, ao ponto de secar as roupas. Assim que cheguei, liguei para o Alessandro, que estava me esperando, para cumprirmos o segundo trecho do treino, que era a volta pra casa o mais rápido possível.</p>
<p>A volta, acompanhado, foi muito mais animada e divertida. Apesar do desconforto de andarmos em fila indiana, era possível estabelecer um papo, ao mesmo tempo que procurávamos os melhores trajetos, entre calçadas esburacadas e acostamentos cheios de tranqueiras, olhos de gato, tartarugas e afins, sem contar com os sempre presentes pardais de controle de velocidade, na maioria das vezes desligados, mas que têm um estreitamento de acostamento, nem sempre muito convidativo para as bicicletas. Nenhum trecho de ciclovia, ou coisa parecida. Apenas surpresas e buracos. Mesmo assim, o trecho ia sendo percorrido, com ritmo e raça. Paramos para um novo café, na chegada a Itajai, acompanhado de sanduiche e coca cola.</p>
<p>Até a nova parada, no posto de apoio da BR 101, pouco se conversou, pois raramente o acostamento permitia pedalar emparelhado. Apenas seguíamos adiante, com um pé em cima e outro embaixo. Apenas o tempo seguia, enquanto nós vencíamos a distância. Mais uma parada, para uma água de coco e um caldo de cana, junto ao Posto da Polícia, em São Miguel, fechando o trecho onde nos despedimos, no Estreito, quando o hodômetro do Alessandro marcava a marca de 168 km, por volta de uma e meia da tarde. Dali pra adiante, segui, sozinho, o resto que me tocava, até chegar em casa, no Campeche, às quinze horas e trinta minutos. Completava, assim, um percurso que totalizaria cerca de 380 km, em dezoito horas de pedalada.</p>
<p>Não preciso nem dizer que após o banho, caí na cama, só acordando no domingo, por volta de seis da manhã, quando comecei a analisar os resultados físicos. Mãos dormentes, dois enormes calos, na sola e no dedo mínimo, do pé direito, uma enorme assadura na virilha, outras tantas no traseiro, e uma certa dificuldade de caminhar. Para minha felicidade, quando fui pegar a bicicleta, para acompanhar meu amigo chico até a praia, onde tomamos uma cerveja pra comemorar, percebi que o pneu traseiro estava vazio. Um pequeno fio de aço daqueles que se despreendem dos pneus dos carros, estava ficando no meu, que se manteve cheio pela pressão do peso do corpo. Mais feliz em fiquei, quando consertei o pneu, foi quando percebi que minha bomba não conseguiria enchê-lo, pois recentemente troquei de aro, que deixa o pino bastante enterrado, sem que a bomba consiga abrir o bico. Fico imaginando como eu ficaria sem graça, tendo que empurrar a bici, na rodovia, sem condições de trocar e consertar, caso houvesse um furo na viagem.</p>
<p>Com mais esta brincadeira, creio que esteja pronto para encarar o próximo desafio, de 300 km, em Criciuma, nos dias 5 e 6 de setembro, quando esta proposta de pedalada de repetirá, agora &#8216;oficialmente&#8217;. Pelo menos, consegui testar a distância proposta pelo Audax, completando o percurso no tempo esperado.</p>
<p>Pedindo desculpas pela extensão do relato, quis compartilhar esta experiência com alguns amigos, agradecendo especialmente meu camarada Alessandro, que botou fé na brincadeira e estava em Blumenau na hora certa, para que minha viagem não sofresse uma pausa na continuidade.</p>
<p>Huli Huli</p>
<p>Pereira</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/01/pereira-e-os-380/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Novidades e atrativos na Temporada das Baleias</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/08/21/novidades-e-atrativos-na-temporada-das-baleias/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/08/21/novidades-e-atrativos-na-temporada-das-baleias/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 15:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Baleia Franca]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Garopaba]]></category>
		<category><![CDATA[Imbituba]]></category>
		<category><![CDATA[Litoral catarinense]]></category>
		<category><![CDATA[observação de Baleias]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Rota das Baleias]]></category>
		<category><![CDATA[Siriú]]></category>
		<category><![CDATA[whale watching]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=201</guid>
		<description><![CDATA[Faltando motivos para aderir à Temporada de Baleias (cicloturismo de 3 dias, no feriado de 7 de setembro, pelo litoral sul de SC)?
Então confira:
ATRATIVOS 
- visitas ao Projeto Baleia Franca e ao Museu da Baleia
- pedal por 11 praias, desde Itapirubá (Imbituba) a Floripa
- grandes chances de avistagem de Baleias Francas, que freqüentam esta parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faltando motivos para aderir à Temporada de Baleias (cicloturismo de 3 dias, no feriado de 7 de setembro, pelo litoral sul de SC)?</p>
<p>Então confira:</p>
<p><strong>ATRATIVOS </strong><br />
- visitas ao <a href="http://www.baleiafranca.org.br/oprojeto/oprojeto.htm" target="_blank">Projeto Baleia Franca</a> e ao Museu da Baleia<br />
-<strong> pedal por 11 praias</strong>, desde Itapirubá (Imbituba) a Floripa<br />
- grandes chances de<strong> avistagem de Baleias Francas</strong>, que freqüentam esta parte do litoral de julho a novembro.<br />
- visita monitorada ao <a href="http://www.gaia.org.br/" target="_blank">Projeto Ambiental Gaia Village</a> na Praia do Ouvidor<br />
- <strong>caminho inédito cruzando o Gaia Village</strong>, atravessando a restinga e fechado ao trânsito de carros<br />
- <strong>café tipicamente indígena-açoriano</strong> no Engenho Artesanal das 3 Irmãs (<a href="http://www.flickr.com/photos/cepagro/sets/72157615947883120/" target="_blank">comunidade 3 Barras, Palhoça</a>), incluindo delícias como a Bijajica e outros quitutes<br />
- <strong>travessia de barco</strong> entre a Praia do Sonho (Palhoça) e Caieira da Barra do Sul</p>
<p><strong>PEDALADAS</strong><br />
- leves, média de 40 km/dia, predomínio de trechos planos à beira-mar (exceto no Morro do Siriú)</p>
<p><strong>POUSADAS</strong><br />
- pernoites com jantar e café da manhã na <a href="http://www.rosaecanela.com.br/p2port.htm" target="_blank">Pousada Rosa e Canela</a> (praia do Rosa) e <a href="http://www.pousadadotaxo.com.br/" target="_blank">Pousada do Taxo</a> (praia do Siriú)<br />
(quarto duplo ou triplo)</p>
<p><strong>PACOTE DE SERVIÇOS CAMINHOS DO SERTÃO</strong><br />
- traslados, hospedagens com alimentação, veículo de apoio com acompanhamento integral, guias mecânicos e socorristas, travessia de barco, mapas detalhados da viagem</p>
<p><strong>VALOR PROMOCIONAL PRORROGADO</strong><br />
Foram prorrogadas as inscrições com desconto até 27/08 (quinta)! Restam poucas vagas, garanta a sua!<br />
<a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/roteiros/saidas/2009_09baleias/roteiro.html" target="_self">para mais detalhes veja a página do roteiro</a><br />
<object width="400" height="300" data="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157621643349829%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157621643349829%2F&amp;set_id=72157621643349829&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/08/21/novidades-e-atrativos-na-temporada-das-baleias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Acolhidos em Urubici</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/08/18/194/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/08/18/194/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 23:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Corvo Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Urubici]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=194</guid>
		<description><![CDATA[
por Fernando Angeoletto
Já me foge à memória a contagem de vezes em que estive em Urubici (desde a primeira, há 10 anos atrás, pra pedalar de lá até Floripa com o parceiro Dudu).
Nessas tantas idas ficamos nas mais variadas hospedagens, todas elas de altíssimo astral e aconchego.
Mas nada se compara a ficar, como fizemos nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2670/3812820192_7460f0ff42.jpg" alt="" /></span></span></p>
<p><em>por Fernando Angeoletto</em></p>
<p>Já me foge à memória a contagem de vezes em que estive em Urubici (desde a primeira, há 10 anos atrás, pra pedalar de lá até Floripa com o parceiro Dudu).</p>
<p>Nessas tantas idas ficamos nas mais variadas hospedagens, todas elas de altíssimo astral e aconchego.</p>
<p>Mas nada se compara a ficar, como fizemos nesta última vez, em uma Pousada de família de agricultores. Não foi aleatória a escolha da Pousada Arroio da Serra, vinculada à Associação Acolhida na Colônia. Passa pelo nosso propósito de cada vez mais alinhar as correntes do turismo de aventura aos processos de desenvolvimento regional, sobretudo à iniciativas sustentáveis e socialmente justas.</p>
<p>Ao ampliar o leque de oportunidades de renda, famílias como a do sr. Eraldo e Terezinha Souza, que nos receberam de um modo em que o termo Acolhida faz todo o sentido, estimulam-se a permanecer no campo e cuidar da terra através das práticas agroecológicas. Deste modo, respeitam os ciclos naturais e a harmonia com o ambiente, produzindo alimentos livres de veneno e tendo a oprtunidade de oferecê-los aos próprios hóspedes.</p>
<p>Se isso ainda não for o suficiente para atrair os visitantes, deve-se dizer que as acomodações são confortáveis e aconchegantes, num clima rústico de ambiente rural, mas com tudo zelosamente preparado até para os hóspedes mais exigentes. As refeições em fogão de lenha são feitas ali mesmo, aos olhos do visitante; além de inebriar-se com os aromas, é possível obter preciosas dicas da dona Terezinha sobre o entrevero, típica iguaria serrana à base de pinhão, ou outra de suas fabulosas receitas. E tem mais: o mesmo fogo que cozinha os alimentos aquece o sistema de água dos chuveiros, num projeto eficiente que garante ótimos banhos mesmo no frio de Urubici.</p>
<p>Mas é claro que o nobilíssimo leitor está aqui também para saber sobre o relato da pedalada. Sobre esta, digo que percorremos caminhos nada óbvios pela região, aproveitando a localização da Pousada, que fica a 10 km do Centro na direção de Rio Rufino. De lá, seguimos bordeando o Rio Canoas pela margem direita, até encontrar o asfalto já numa das últimas descidas da Serra do Panelão.</p>
<p>Derivando ao Caminho do Invernador, evitamos boa parte da estrada que liga Urubici ao Corvo Branco, além de passar por trechos extremamente sossegados e ao longo de belas florestas de araucárias. De volta à estrada geral, em plena obra de asfaltamento, alguns trechos com lama foram inevitáveis. No meio do trajeto uma parada estratégica da Família Beckhauser, também pertencente à Acolhida na Colônia, para um farto lanche com produtos coloniais.</p>
<p>A pedalada seguiu com seus animadores oficiais, os colegas Adilson e Marcelo (que conheceram-se nessa viagem, afinando-se de imediato nos repertórios de piadas, que despachavam sem dó perante o pelotão &#8211; alguns atônitos). O ápice da gozação ocorreu quando o Zé, nosso motorista, ofereceu ao Marcelo um &#8220;sorvete -seco&#8221; com bexiguinha (daqueles cones de sorvete com maria-mole cor de rosa, artefatos do arco da velha que só se encontram nos butecos dos confins). Marcelo de pronto aceitou o presente e, tão logo o devorou (e foi rápido mesmo), tratou de encher a bexiguinha e colocá-la de ornamento em sua magrela, arrancando risos das testemunhas.</p>
<p>Mas voltando ao pedal, seguimos firmes com guidões no rumo do Corvo Branco, mesmo com o peso de nuvens que passou a dominar a paisagem. Lá chegando, no paredão rasgado em rocha do alto do Corvo, nada mais que uma densa cortina branca estava disponível aos olhos. O jeito foi apressar-se à guarda as bikes na carreta, montar no microônibus e zarpar de volta à Pousada.</p>
<p>A noite foi daquelas em que melhor se consegue dormir: embalada à muita chuva. De manhã restavam apenas alguns pingos, mas o lamaçau não animou o povo. Saímos para passear de ônibus. O consolo foi ver a majestosa Cascata do Avencal por cima, despejando suas águas em 100 metros de queda.</p>
<p>Retornando à Pousada, a despedida foi o almoço feito pela dona Terezinha e sua família (incluindo uma estupenda massa caseira, feita na hora). Despedida com gosto de &#8220;até logo&#8221;: em novembro estaremos lá, para nossa saída &#8220;Urubici Plus&#8221;, de 4 dias, com direito à travessia do Parque Nacional de São Joaquim. Faltam menos de 3 meses para outra aconchegante experiência de Acolhida e pedaladas pela região serrana (e as bênçãos de São Pedro, se todas as conjunções astrais colaborarem!)</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622013229434/">Veja as fotos da viagem</a><br />
<object width="400" height="300" data="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622013229434%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622013229434%2F&amp;set_id=72157622013229434&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/08/18/194/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cicloturismo no Parque Nacional da Serra do Itajaí</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/07/28/cicloturismo-no-parque-nacional-da-serra-do-itajai/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/07/28/cicloturismo-no-parque-nacional-da-serra-do-itajai/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 21:13:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Faxinal do Bepe]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Nacional da Serra do Itajaí]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=167</guid>
		<description><![CDATA[
No último final de semana cerca de 45 bicicletas estiveram no coração de um dos mais novos parques nacionais do país. O Parque Nacional da Serra do Itajaí (PNSI) engloba os municípios de Blumenau, Apiuna, Botuverá e Guabiruba, com grandes áreas de mata atlântica primária e berço de uma infinidade de nascentes que alimentam o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157621751646661/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3456/3766964792_89bc1aedd5.jpg" alt="" width="450" height="301" /></a></p>
<p>No último final de semana cerca de 45 bicicletas estiveram no coração de um dos mais novos parques nacionais do país. O Parque Nacional da Serra do Itajaí (PNSI) engloba os municípios de Blumenau, Apiuna, Botuverá e Guabiruba, com grandes áreas de mata atlântica primária e berço de uma infinidade de nascentes que alimentam o grande Rio Itajaí.</p>
<p>O Faxinal do Bepe fica no centro do Parque e a estrada que vai de Blumenau até lá é um belíssimo caminho pela mata. Com um perfil altimétrico desafiador, é também um prato cheio para ciclístas e cicloturistas. Ali reside a família Molinari, descendentes do Bepe – o desbravador do local. A criação do PNSI acarretará na desapropriação e indenização da família, mas enquanto o processo engatinha, Seu Ari e família continuam vivendo da agricultura familiar e da agropecuária no local.<br />
Em 2006 estivemos lá com um roteiro organizado por nós e outro famoso desbravador local: Wilberto Boos (membro-fundador da <a href="http://www.abciclovias.com.br/" target="_blank">ABCiclovias </a>e pioneiro em levar ciclístas pelas trilhas e caminhos da região)  &#8211; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/10/19/parque-do-itajai-e-a-transformacao-do-faxinal/" target="_self">leia aqui o relato de 2006 com mais histórias sobre o Faxinal e o Parque</a>.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/altimetria-faxinal-do-bepe.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-184" title="Altimetria" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/altimetria-faxinal-do-bepe.jpg" alt="Altimetria" width="420" height="225" /></a></p>
<p>Desta vez foi também nosso amigo Boos que puxou o primeiro grupo de 20 pedalantes do qual fiz parte (de férias, apenas como fotógrafo e participante <img src='http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . Saimos no sábado as 7:30h do centro de Blumenau e pedalamos (quase todos) os 40km até a casa do Seu Ari e Dona Fortunata, onde um grande almoço nos esperava no rancho da fazenda. O percurso conta com subidas muito fortes e alguns pegaram uma providêncial carona de caminhote com o filho do Seu Ari, que também serviu para aliviar o peso dos que pedalaram morro acima.</p>
<p>No Faxinal pernoitamos no sótão da casa da familia, e passamos bom tempo ouvindo e relembrando histórias com Seu Ari, ao lado do fogão a lenha da Dona Fortunata que já preparava-se para alimentar os outros 20 e tantos ciclistas que chegariam no próximo dia.</p>
<p>A demora no processo de indenização deixa os moradores do local sem saber o que fazer, sem prazos definidos, ficam inseguros em investir e trabalhar a terra. Pelo lado da conservação, o PNSI já possuí um plano de manejo e muitas ações devem ser feitas no futuro, além de efetivar a fiscalização sobre os caçadores, também organizar melhor os visitantes e as formas de turismo no Parque. Diferentes veículos motores que circulam pelo Faxinal e pelas trilhas serão controlados e mesmo proibidos, ficamos aguardando.</p>
<p>O PNSI &#8211; que fica ao lado do primeiro circuito de cicloturismo do Brasil, o Vale Europeu &#8211; poderá continuar sendo um belo destino para se conhecer de bicicleta. Esperamos voltar em breve, para pedalar e caminha pelas trilhas do parque.</p>
<p><em>por Jonatha Jünge</em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157621751646661/" target="_blank">VEJA AS FOTOS.</a></p>
<p>Para saber mais:<br />
<a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/10/19/parque-do-itajai-e-a-transformacao-do-faxinal/">Relato e Fotos da cicloviagem em out/2006 no mesmo local. </a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/07/28/cicloturismo-no-parque-nacional-da-serra-do-itajai/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caminhos do Sertão participa de reportagem nacional em Urubici</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/07/14/caminhos-do-sertao-participa-de-reportagem-nacional-em-urubici/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/07/14/caminhos-do-sertao-participa-de-reportagem-nacional-em-urubici/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 15:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Andre Dib]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura & Ação]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Nacional São Joaquim]]></category>
		<category><![CDATA[produção orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[Urubici]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=161</guid>
		<description><![CDATA[
Em maio, acompanhamos o fotógrafo André Dib, da revista Aventura e Ação, durante uma reportagem sobre Urubici. Fizemos juntos 3 pedaladas pela região, incluindo a Travessia do Parque Nacional de São Joaquim, entre Vacas Gordas e Bom Jardim da Serra, com direito a passagem pelo Cânion Laranjeiras. Os atrativos mais conhecidos também foram contemplados, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157621320253855/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2473/3720940952_c976a7300d.jpg?v=0" alt="" width="450" height="302" /></a></p>
<p>Em maio, acompanhamos o fotógrafo André Dib, da revista Aventura e Ação, durante uma reportagem sobre Urubici. Fizemos juntos 3 pedaladas pela região, incluindo a Travessia do Parque Nacional de São Joaquim, entre Vacas Gordas e Bom Jardim da Serra, com direito a passagem pelo Cânion Laranjeiras. Os atrativos mais conhecidos também foram contemplados, e um pernoite no Sítio Arroio da Serra nos inspirou a oferecer esta pousada ecológica como acolhida em nosso <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/roteiros/saidas/2009_08urubici/roteiro.html">próximo pacote (06 a 08/08).</a><br />
Além das pedaladas, Dib aventurou-se também por um trekking de 3 dias, guiado pelo pioneiro Juan Rivas, uruguaio que um dia veio conhecer a nascente do Rio Canoas e de lá nunca mais saiu. A caminhada, que é também uma travessia do Parque Nacional em outro sentido, bordeou a Serra em visuais impressionantes, finalizando nos altos do Morro da Igreja.<br />
O resultado disto tudo, incluindo outras pautas agregadas &#8211; como a reportagem sobre meio-ambiente, produção orgânica e turismo rural, assinada por mim &#8211; foi uma matéria densamente recheada, de 28 páginas, com novos olhares sobre a cidade que compõe um dos 27 roteiros lançados no último Salão de Turismo nacional. Na foto de capa, o parceiro Jonatha Junge exibe sua bike em pleno Morro da Igreja, com vista pintada à sol de fim de tarde na Pedra Furada, sugerindo uma das atividades com mais expressividade na região.<br />
Em Floripa, <a href="http://www.aventuraeacao.com.br/pagina_int.asp?id_materia=234">a revista</a> pode ser encontrada em bancas da Trindade, Centro e Lagoa. Em São Paulo há vários pontos de venda pela cidade, incluindo bikes shop e lojas de aventura. Compre e divirta-se!</p>
<p><em>por Fernando Angeoletto</em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157621320253855/" target="_blank">Veja o álbum de fotos completo.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/07/14/caminhos-do-sertao-participa-de-reportagem-nacional-em-urubici/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Audax 2009: um grande feito, apesar das trapalhadas da Polícia Rodoviária Estadual</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/06/30/audax-2009-um-grande-feito-apesar-das-trapalhadas-da-pm/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/06/30/audax-2009-um-grande-feito-apesar-das-trapalhadas-da-pm/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 23:16:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[audax]]></category>
		<category><![CDATA[audax 200]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[FLORIPA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=146</guid>
		<description><![CDATA[

&#62; Veja aqui as fotos do Audax Floripa 2009
Nem a chuva fina na madrugada fria, nem a descabida proibição da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) impediram a    realização do Audax Floripa 2009, ocorrido em    Florianópolis no último domingo, 28 de junho. O evento ciclístico, que reuniu    340 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;">
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/collections/72157620633368201/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3561/3675148829_b63cbbdee2.jpg?v=0" alt="a href=" width=" mce_href=" height="268" /><br />
&gt; Veja aqui as fotos do Audax Floripa 2009</a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;">Nem a chuva fina na madrugada fria, nem a descabida proibição da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) impediram a    realização do Audax Floripa 2009, ocorrido em    Florianópolis no último domingo, 28 de junho. O evento ciclístico, que reuniu    340 participantes, ocorre sob licença do Audax Club Parisien, que organiza a    prova e registra os tempos dos participantes de todo o mundo desde 1921.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;"><span> </span>A etapa realizada em Floripa teve um percurso de 200 km, contornando    praticamente toda a Ilha, a partir do Costão do Santinho, e repetindo alguns    trechos para fechar a distância estabelecida. Os 259 participantes que    cumpriram todo o trajeto, até um tempo limite de 13h30m, receberam um “brevet”    que os habilita a participar da etapa seguinte, de 300 km. Esta etapa ocorrerá    em Criciúma, em setembro.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;"><span> </span>A filosofia do Audax prioriza a superação pessoal e a contemplação dos    trajetos, não é uma prova competitiva. Cada participante é autônomo e, pelas    regras da prova, não pode receber auxílios externos (embora a solidariedade    seja freqüente entre os que estão pedalando) e deve submeter-se à legislação    de trânsito vigente. Ademais, todos os inscritos são obrigados a usar    capacete, sinalização de segurança e colete reflexivo, além de serem    assistidos por apólice de seguro de vida.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;"><span> </span>Cerca de 75% dos inscritos no Audax vieram de outras cidades e estados.    Este dado reforça o propósito do evento, o foco no Cicloturismo, o uso da    bicicleta para conhecer e interagir com os lugares. Sob o ângulo privilegiado    de quem pedala, os visitantes puderam apreciar as mais belas paisagens de    Floripa, passando por Canasvieiras, Jurerê, Santo Antonio, Cacupé, Centro,    Ribeirão da Ilha, Armação, Pântano do Sul, Lagoa da Conceição, Praia Mole e    Rio Vermelho.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;">
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;">
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;"><span> </span>Trata-se de um evento de suma importância para Floripa, especialmente    na atual conjuntura, em que a cidade registra a triste marca de estar entre os    piores locais do mundo em questões de mobilidade urbana. Estimular o uso da    bicicleta, transporte ecologicamente correto e que pode ser um grande aliado    para desafogar o trânsito, é um grande mérito do Audax e que deveria ser    levado em consideração por todas as autoridades e agente públicos que querem o    bem da cidade.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;">
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;"><strong>A Polícia    Rodoviária e o desserviço aos 340 cidadãos de bem</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;"><strong> </strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;"><span> </span>No entanto, um fato bastante lamentável causou vergonha a toda    Florianópolis, anfitriã pela primeira vez de um evento da envergadura do    Audax. Embora todos os trâmites legais tenham sido cumpridos pela organização,    que enviou pedido formal de autorização 20 dias antes da realização da prova,    o comando local da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), numa clara demonstração de incompetência e desrespeito, tratou de    proibir o Audax dois dias antes da data marcada.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;"><span> </span>Na véspera, em contato com grande parte dos inscritos (num total de 447    pessoas), os organizadores assumiram o cancelamento da prova, colocando-se à    disposição para devolver a quantia paga na inscrição. Porém, como ninguém se    sentisse “fora de lei” apenas por andar de bicicleta, não houve nenhum pedido    de devolução.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;"><span> </span>Assim, ficou acertado entre os próprios participantes que todos    largariam, embora a prova estivesse oficialmente cancelada. Pouco antes do    horário previsto para o início (6 da manhã), um dos organizadores do Audax, o    sr. Milton Della Giustina, referência em ciclismo competitivo e questões de    mobilidade urbana, recebeu uma ligação do comandante da PRE com o seguinte comunicado: <strong>“o governador do Estado proibiu a    realização deste evento.”</strong> Ao que lhe foi respondido, conforme decisão da    véspera, que a prova estava cancelada, embora não houvesse nenhum dispositivo    legal que impedisse os ciclistas de pedalarem por conta própria na cidade.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%;"><span> </span>Não bastasse o telefonema, os policiais protagonizaram ainda uma    atitude que beirou o ridículo. Viaturas passavam pelos pedalantes no Rio    Vermelho, de megafone em punho, gritando que “aquele evento não estava    autorizado, e os participantes estavam correndo risco de morte”. Um vergonhoso    contrasenso, por 3 motivos:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 83.4pt; line-height: 150%; text-indent: -48pt;"><span>1)<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"> </span></span>Embora a justificativa da proibição tenha sido a “falta de    efetivo”, 4 viaturas da PRE estavam envolvidas    na patética ação descrita acima</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 83.4pt; line-height: 150%; text-indent: -48pt;"><span>2)<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"> </span></span>Com a descabida proibição da PRE, todo o serviço de sinalização do percurso, bem    como a organização dos Postos de Controle, foi seriamente prejudicada, por    temor à represálias; isso sim poderia ter causado problemas à prova, o que    felizmente não foi registrado.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 83.4pt; line-height: 150%; text-indent: -48pt;"><span>3)<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"> </span></span>Quem pedala pelas ruas de Floripa diariamente, independente de    qualquer autorização, está sempre correndo riscos, por estar em vias que    priorizam os automóveis e a velocidade;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; line-height: 150%;">Ao    Sr. Luis Henrique da Silveira, Governador de Santa Catarina, fica registrado o repúdio em nome dos 447 ciclistas    inscritos do Audax, um evento que atraiu turistas, divisas e qualidade de vida    para o estado e que, lamentavelmente, foi tratado como caso de Polícia.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; line-height: 150%;">
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; line-height: 150%;">
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; line-height: 150%;">
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; line-height: 150%;"><em>Autor: Fernando Angeoletto (Caminhos do Sertão)</em></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; line-height: 150%;">
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; line-height: 150%;">
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; line-height: 150%;">
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; line-height: 150%;">Mais informações no site do <a href="http://www.audaxfloripa.com.br/" target="_blank">Audax Floripa</a><br />
<em><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/06/30/audax-2009-um-grande-feito-apesar-das-trapalhadas-da-pm/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caminhos e Vinhos, combinação perfeita no Vale dos Vinhedos</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/06/25/caminhos-e-vinhos-combinacao-perfeita-no-vale-dos-vinhedos/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/06/25/caminhos-e-vinhos-combinacao-perfeita-no-vale-dos-vinhedos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 21:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
		<category><![CDATA[rio grande do sul]]></category>
		<category><![CDATA[vale dos vinhedos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=132</guid>
		<description><![CDATA[
Se preferir, veja o álbum de fotos do evento no flickr.

 

Contornados pelos rubros e amarelos, em miríades de tons das folhas secas de plátanos e videiras, 26 bicicletas com seus felizes cicloviajantes coloriram o outono ameno da Serra Gaúcha no último feriado de Corpus Christi.
 O mote, centrado no Vale dos Vinhedos, a única [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object width="450" height="450" data="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157620417725205%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157620417725205%2F&amp;set_id=72157620417725205&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<strong>Se preferir, veja o <a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157620417725205/" target="_blank">álbum de fotos do evento no flickr.</a></strong></p>
<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning /> <w:ValidateAgainstSchemas /> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> <w:DontGrowAutofit /> </w:Compatibility> <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><!--[if !mso]><span class="mceItemObject"   classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id=ieooui></span><br />
<mce:style><!  st1\:*{behavior:url(#ieooui) } --></p>
<p><!--[endif]--> <!--[if gte mso 10]><br />
<mce:style><!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} --></p>
<p><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Contornados pelos rubros e amarelos, em miríades de tons das folhas secas de plátanos e videiras, 26 bicicletas com seus felizes cicloviajantes coloriram o outono ameno da Serra Gaúcha no último feriado de Corpus Christi.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>O mote, centrado no Vale dos Vinhedos, a única região brasileira que dá aval geográfico aos seus vinhos, entre Garibaldi, Monte Belo do Sul e Bento Gonçalves, nada mais é que um convite irrecusável para aliar paladares e visuais num dos mais atraentes destinos de cicloturismo do país.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Quanto aos trechos de pedal, ressalta-se que, para além das agradáveis paisagens de parreirais, variadas vinícolas e colônias italianas do Vale dos Vinhedos, todos os arredores são bastante pródigos em atrativos. Um exemplo é o Vale do Rio das Antas, por onde pedala-se num caminho ricamente sombreado, tendo ao lado a barranca alta, desafiada por extensos laranjais, e ouvindo-se o Rio murmurar lá embaixo, já um tanto rouco por ter cedido águas a uma enorme hidrelétrica. Os Caminhos de Pedra, assim chamados pela concentração de edificações em pedra, e a Estrada do Sabor, cujo nome dispensa explicações, também abriram alas à passagem do expressivo pelotão cicloturístico.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>Charme de umas, exagero de outras<br />
</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Sobre as vinícolas, os efeitos da globalização massificante, como descritos no documentário Mondovino, em que tradicionais e pequenos produtores batalham pela sobrevida em meio às colossais corporações, são visíveis na região do Vale dos Vinhedos brasileiro. Assim, pode-se estar em meio a estímulos meramente consumistas e um tanto “fakes”, a exemplo da degustação na gigante Miolo; ou ser recebido pelo próprio herdeiro da família, que nos serve sem pressa amostras fartas de todas as suas obras-primas líquidas, num ambiente aconchegante e com charme original, como é a vinícola Don Giovanni. Ao que parece, nossos pedalantes gostaram mais da segunda opção, opinião da qual compartilhamos, e que poderá transformar-se em ajustes nas próximas saídas.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Já em quesito originalidade, destaque para a Osteria Della Colombina, tanto na gastronomia quanto nos cuidados com a preservação histórica do lugar. Fica em porão de pedra e chão batido, na Estrada do Sabor, e certamente seguirá fazendo parte de nossos roteiros.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Pela freqüente procura, somada a uma lista de espera gerada na última saída, <strong>é bem possível que haja outra para o Vale dos Vinhedos, tão logo nos seja possível, quiçá ainda neste ano.</strong> Aos interessados, entrem em contato com a gente – um motivo a mais para o próximo pacote acontecer logo, logo!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/06/25/caminhos-e-vinhos-combinacao-perfeita-no-vale-dos-vinhedos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Audax Floripa 2009, pedal de 200km pela ilha.</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/18/audax-floripa-2009-pedal-de-200km-pela-ilha/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/18/audax-floripa-2009-pedal-de-200km-pela-ilha/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 May 2009 12:25:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=124</guid>
		<description><![CDATA[
Em 28 de junho de 2009, acontecerá em Florianópolis o desafio Audax, com 200km de bicicleta cruzando a ilha de Santa Catarina.
Todas as informações, detalhes do percurso e inscrições no site oficial do evento:
http://audaxfloripa.com.br/
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-125" href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/18/audax-floripa-2009-pedal-de-200km-pela-ilha/flyer_final/"><img class="alignnone size-full wp-image-125" title="audaxfloripa200" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/05/flyer_final.jpg" alt="audaxfloripa200" width="480" height="517" /></a></p>
<p>Em 28 de junho de 2009, acontecerá em Florianópolis o desafio Audax, com 200km de bicicleta cruzando a ilha de Santa Catarina.</p>
<p>Todas as informações, detalhes do percurso e inscrições no site oficial do evento:<br />
<a href="http://audaxfloripa.com.br/" target="_blank">http://audaxfloripa.com.br/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/18/audax-floripa-2009-pedal-de-200km-pela-ilha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ilha e Sertão &#8211; peixinho frito, Museu e figuras ilustres</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/07/ilha-e-sertao-peixinho-frito-museu-e-figuras-ilustres/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/07/ilha-e-sertao-peixinho-frito-museu-e-figuras-ilustres/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 May 2009 14:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[FLORIPA]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=117</guid>
		<description><![CDATA[por Fernando Angeoletto

Se preferir, veja o álbum de fotos do evento no flickr.



A pedido de um seleto grupo de Blumenau repetimos, neste último feriado do Trabalho, a cicloviagem pelo roteiro Ilha e Sertão. E como cada viagem, por mais que seja no mesmo roteiro, tenha suas nuances e peculiaridades, com esta não foi diferente.
 A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>por Fernando Angeoletto</em></p>
<p style="text-align: center;"><object width="450" height="450" data="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157617739117973%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157617739117973%2F&amp;set_id=72157617739117973&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<strong>Se preferir, veja o <a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157617739117973/" target="_blank">álbum de fotos do evento no flickr.</a></strong><em><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157617739117973/" target="_blank"><br />
</a></em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em><br />
</em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">A pedido de um seleto grupo de Blumenau repetimos, neste último feriado do Trabalho, a cicloviagem pelo roteiro Ilha e Sertão. E como cada viagem, por mais que seja no mesmo roteiro, tenha suas nuances e peculiaridades, com esta não foi diferente.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>A primeira novidade foi a parada no rancho do seu Adilson, pai do caro colega Fabinho. Fica lá na Caieira, e haja privilégio: é à beira-mar da Baía Sul, com horizonte de águas e montanhas. Nem é preciso dizer que, em termos de peixes, a abundância é grande. Seu Adilson sabe disso – pesca invariavelmente quase todos os dias, ainda mais agora que pegou férias e não sai mais do rancho! Este simpático manezinho, descendente dos povos mais antigos da região, recebeu-nos com um saboroso “mix”, fritinho na hora: cocoroca, papa-terra, robalo, tainhota – e até baiacu (este me surpreendeu, pensei que somente os mestres japoneses tinha condições de prepará-lo)!</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>No mais autêntico clima caiçara, foi dali mesmo, no rancho do seu Adilson, que embarcamos para cruzar a Baía. Duas baleeiras deram conta de todo o grupo, e suas bikes. O desembarque foi, digamos, um tanto aventuroso – o mar já começava a assumir seus tons de fúria e, como não há trapiche, o trabalho é melindroso e depende da interação de todo o grupo. Missão cumprida, bonança na seqüência, com a insuperável tranqüilidade de pedalar pelos 8 km da praia da Pinheira.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>Zeca do Sertão e o Arante do Pântano</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>A parte “Sertão” do roteiro foi reservada para o dia seguinte. Antes, a tradicional travessia do Parque Municipal da Lagoa do Peri, pelas trilhas da restinga. E almoço no famoso Arante, do Pântano do Sul. É aquele restaurante dos bilhetinhos na parede, cachaça de graça e uma culinária tipicamente açoriana preparada com o maior zelo. Desta vez, conhecemos ele mesmo, o próprio senhor Arante, dono deste que é um dos mais renomados restaurantes de Florianópolis. Tudo começou em 1958, quando o turismo era palavra desconhecida, e a pequena bodega do seu Arante e sua esposa servia a providencial cachacinha para os pescadores que enfrentavam o mar frio. Depois, passaram a servir um peixinho frito com pirão pra um, uma tainha assada para outro, e por aí foi, até tornar-se essa lenda vida da culinária local que é hoje.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Mas, voltando ao Sertão, a maioria de nossos cicloviajantes optou por subir na caminhada, sobretudo no temível e consideralvemente íngreme trecho inicial, de cerca de 1 km. O final da subida anuncia o Zeca e seu alambique, parada obrigatória para dois dedos de prosa e um dedinho de cachaça. A tarde avança, e é preciso seguir, então o papo nem foi assim tão longo como todos gostaria.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>No Museu, um guia ilustre: o senhor Nereu do Vale Pereira</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>De volta à Pousada do Museu, no Ribeirão, houve tempo ainda para apreciar os últimos raios de sol. De noite, o altíssimo astral Marquinho e sua unida família preparou-nos fabuloso jantar. Faço questão de frisar o calor do atendimento e a qualidade dos pratos – um generoso caldo de frutos do mar, ostras gratinadas e ao natural, tainhas gigantes assadas e outras tão nobres iguarias. O Marquinho tem o dom de lidar com as pessoas, todos por ali são amáveis, e é por isso que a Pousada tornou-se para nós um lugar tão cativo.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>E, justiça seja feita (eu não havia falado disso no relato anterior), é preciso contar aos amigos o que há na porção Museu daquela Pousada. O Tour pela história da Ilha de Santa Catarina é conduzido pelo senhor Nereu do Vale Pereira. Doutor em Sociologia, economista e folclorista, contemporâneo e amigo de Franklin Cascaes, o senhor Nereu é uma sumidade em termos da tão rica história local. Sucintamente, explicou-nos alguns fatos mais relevantes da descoberta e colonização da Ilha, a partir do século XVI. Depois, apresentou-se nos o acervo do Museu, abrindo janelas ao passado e ao cotidiano dos antigos moradores do Ribeirão, que é sem dúvida o núcleo habitacional mais antigo de Florianópolis. Destaque para uma caixa de música e um gramofone, em perfeito funcionamento (já havia visto vários, mas nunca funcionando).</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Para finalizar, sem esquecer da menção aos nossos ilustres participantes (Norberto e Lúmen, Mariela e Rafael, Fabinho, Alessandro, Pereira e Ana, Martinha), gostaria de assinalar a presença de duas figuras raras:</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span><strong>- Wilberto Boos</strong> – esse eu já havia mencionado no relato anterior, mas não custa reforçar, é umas das pessoas mais apaixonadas pela Bicicleta e pelas Cicloviagens que eu conheço</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span><strong>- Sr. Eldon Jung</strong> – há pouco mais de 10 anos, esse ilustre senhor, hoje à beira dos 70 anos, redescobriu a bicicleta. De tudo de bom que ela pode nos trazer, ele repeta aos quatro cantos o poder da serotonina. “Pedalar libera serotononina, é o hormônio da felicidade, quem pedala é mais feliz.” Corretíssimo, seu Jung! Mas a ligação com a bici não pára por aí: em sua indústria, em Blumenau, todos os funcionários são estimulados a trocar de transporte, através de um bem elaborado programa para o uso da bicicleta. Além do mais, Eldon Jung é um incansável batalhador pelo uso urbano da bicicleta, e um dos maiores divulgadores e articuladores do Cicloturismo em nível nacional.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Aos queridos leitores, um grande abraço e até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/07/ilha-e-sertao-peixinho-frito-museu-e-figuras-ilustres/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cicloturismo é tema de evento em Florianópolis</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/05/cicloturismo-e-tema-de-evento-em-florianopolis/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/05/cicloturismo-e-tema-de-evento-em-florianopolis/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 20:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[evento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=103</guid>
		<description><![CDATA[
De 10 a 12 de maio no Hotel Canto da Ilha (Ponta das Canas &#8211; Florianópolis)
Inscrições no site do hotel:
http://www.cantodailha.com.br/conteudo/inscreva-se-workshop-cicloturismo
Programação:
1°dia 
07h00min às 08h00min- café da manhã
08h10min às 10h10min- Walter Magalhães &#8211; Clube de Cicloturismo

10h20min às 11h50min- Caminhos do Sertão Cicloturismo

12h00min às 13h00min- almoço
13h10min às 15h10min- Antônio Olinto
15h20min às 16h50min- Circuito Vale Europeu &#8211; Timbó, SC

17h00min [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-104" title="cartaz do evento" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/05/cartaz.jpg" alt="cartaz do evento" width="518" height="365" /></p>
<p>De 10 a 12 de maio no Hotel Canto da Ilha (Ponta das Canas &#8211; Florianópolis)</p>
<p>Inscrições no site do hotel:<br />
<a href="http://www.cantodailha.com.br/conteudo/inscreva-se-workshop-cicloturismo" target="_blank">http://www.cantodailha.com.br/conteudo/inscreva-se-workshop-cicloturismo</a></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>1°dia </strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">07h00min às 08h00min- café da manhã</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">08h10min às 10h10min- Walter Magalhães &#8211; Clube de Cicloturismo<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">10h20min às 11h50min- Caminhos do Sertão Cicloturismo<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">12h00min às 13h00min- almoço</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">13h10min às 15h10min- Antônio Olinto</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">15h20min às 16h50min- Circuito Vale Europeu &#8211; Timbó, SC<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">17h00min às 17h30min- coffee break</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">17h40min às 19h00min- equipe sundown  (psheid)</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">20h00min às 21h00min- jantar</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>2°dia</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">07h00min às 08h00min- café da manhã</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">08h10min às 10h10min- central bikes  (oficinas)</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">10h20min às 11h50min- central bikes  (oficinas)</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">12h00min às 13h00min- almoço</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">13h10min às 15h10min- secretaria de  turismo</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">15h20min às 19h00min- stands de divulgação</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">20h00min às 21h00min- jantar</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>3°  dia </strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">7h30min &#8211; Passeio ciclístico Caminhos  do Sertão<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/05/cicloturismo-e-tema-de-evento-em-florianopolis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exposição Fotográfica em São Pedro de Alcântara</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/04/17/exposicao-fotografica-em-sao-pedro-de-alcantara/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/04/17/exposicao-fotografica-em-sao-pedro-de-alcantara/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 23:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[evento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caminhosdosertao.wordpress.com/?p=86</guid>
		<description><![CDATA[
Durante Sessão Solene da Câmara de vereadores, por ocasião dos 15 anos de emancipação político-administrativa de São Pedro de Alcântara, e também dos festejos oficiais de 180 anos de imigração alemã, inauguramos nossa exposição fotográfica “Caminhos Alemães”, no último dia 16.
 A mostra, de imagens feitas durante as viagens de bicicleta, reúne olhares nas belezas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a href="#slideshow"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3564/3450735467_2c64b60dac.jpg?v=0" alt="" width="450" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Clique na imagem para ver a galeria de fotos!</p></div>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span lang="PT-BR">Durante Sessão Solene da Câmara de vereadores, por ocasião dos 15 anos de emancipação político-administrativa de São Pedro de Alcântara, e também dos festejos oficiais de 180 anos de imigração alemã, inauguramos nossa exposição fotográfica “Caminhos Alemães”, no último dia 16.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span lang="PT-BR"><span> </span>A mostra, de imagens feitas durante as viagens de bicicleta, reúne olhares nas belezas e surpresas, essas que cintilam fundo na retina quando o trajeto é lento, no compasso de pedalar. <span> </span>São fotos de Fernando Angeoletto, Jonatha Jünge e Eduardo Green. Leia, a seguir, o texto de abertura da exposição:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><em><span lang="PT-BR">Há 180 anos, a Colônia de São Pedro de Alcântara foi pioneira ao receber as primeiras levas de imigrantes alemães em Santa Catarina. A partir daqui, essa brava gente que enfrentou todos os desafios tropicais ramificou-se pela região, deixando o legado de sua cultura nos municípios vizinhos, e estendendo seus domínios também a outras pontos do estado. </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><em><span lang="PT-BR"><span> </span>Hoje, o jovem município de São Pedro de Alcântara, ao comemorar os seus<span> </span>15 anos de emancipação, mostra novamente ao Estado a sua vocação pioneira. Ao acolher o circuito de cicloturismo “Caminhos Alemães”, São Pedro abre uma janela ao passado, mirando as rotas por onde espalharam-se seus ancestrais, e outras tantas janelas ao futuro: a demanda pelo Turismo de Aventura, em franca expansão no Brasil e no mundo, certamente encontrará um destino promissor nessas paragens tão acolhedoras e belas, enfeitadas por sua gente e sua cultura, seus engenhos de cachaça e o casario colonial preservado, suas quaresmeiras floridas, cachoeiras, rios e matas.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><em><span lang="PT-BR"><span> </span>O circuito “Caminhos Alemães” é um conceito que prima pelo desenvolvimento regional, num desafio cujo sucesso dependerá das alianças e parcerias entre todos os municípios (São Pedro de Alcântara, São José, Águas Mornas, Antônio Carlos, Angelina e Santo Amaro da Imperatriz), envolvendo comunidades, empresários e gestores públicos. Um exemplo muito próximo é o Circuito Vale Europeu, que congrega 9 municípios na região de Timbó, e já registra alguns milhares de visitantes cicloturistas desde que foi criado (há pouco mais de 2 anos).</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span lang="PT-BR"><em><span> </span>Com essas imagens, apresentamos uma pequena amostra deste imenso potencial, um tesouro inestimável para toda a região e para os turistas que ainda não a descobriram.</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span lang="PT-BR">Caminhos do Sertão Cicloturismo</span></p>
<p><a name="slideshow"></a><br />
<object width="400" height="300"><param name="flashvars" value="offsite=true&#038;lang=en-us&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157616869229219%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157616869229219%2F&#038;set_id=72157616869229219&#038;jump_to="></param><param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70933"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70933" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&#038;lang=en-us&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157616869229219%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157616869229219%2F&#038;set_id=72157616869229219&#038;jump_to=" width="400" height="300"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/04/17/exposicao-fotografica-em-sao-pedro-de-alcantara/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>De bicicleta pelos Caminhos Alemães</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/04/17/de-bicicleta-pelos-caminhos-alemaes/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/04/17/de-bicicleta-pelos-caminhos-alemaes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 23:41:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caminhosdosertao.wordpress.com/?p=82</guid>
		<description><![CDATA[
Ao conjunto de caminhos que espalham-se por todas as direções, tendo como núcleo central a primeira colônia alemã e atual município de São Pedro de Alcântara, atribuímos o conceito, com devido respaldo na História, de Caminhos Alemães. E assim o são, pois, quando enxotados pelo rigor das intempéries e as descumpridas promessas da corte colonial, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><a href="#slideshow"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3611/3446536682_8e31cda01a.jpg?v=0" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Clique na imagem para ver a galeria de fotos!</p></div>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span lang="PT-BR">Ao conjunto de caminhos que espalham-se por todas as direções, tendo como núcleo central a primeira colônia alemã e atual município de São Pedro de Alcântara, atribuímos o conceito, com devido respaldo na História, de Caminhos Alemães. E assim o são, pois, quando enxotados pelo rigor das intempéries e as descumpridas promessas da corte colonial, puseram-se os pioneiros alemães, a partir de 1836, a ocupar esses Caminhos em busca de paragens mais adequadas ao seu intento colonizador. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;line-height:150%;"><span lang="PT-BR">Foi assim que deu-se início a ocupação das terras vizinhas (onde hoje estão Angelina, Águas Mornas, Antonio Carlos, Biguaçu e outras), e também de regiões mais afastadas, a exemplo do Vale do Rio Itajaí-Açú. São Pedro de Alcântara foi fundamental para o assentamento da cultura germânica e toda sua expansão pelo Estado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;line-height:150%;"><span lang="PT-BR">Nesta Páscoa fizemos a cicloviagem inaugural tendo como pano de fundo este tema, girando as pernas sobre as rotas que foram testemunhas e elementos-chave da história. Hoje, percorrê-las é ter contato direto com legado de um povo. E também com incontáveis e sucessivos atrativos, de natureza e de cultura, que por si só já justificam o desafio que ora nos apresenta: lapidar este conceito e moldá-lo no formato de um completo Circuito de Cicloturismo, produzindo e disponibilizando toda a informação que o cicloturista necessita para aventurar-se por conta própria nos trajetos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;line-height:150%;"><span lang="PT-BR">Num grupo coeso e divertido, de 18 pessoas, vindas de São Paulo, Blumenau, Maringá e Floripa, entregamo-nos a desfrutar o sumo histórico e atual dos Caminhos, durante 3 dias. Tão pródigos em miradas e paisagens, em casarios históricos e, porque não, em aclamados engenhos de cachaça (destaque para o seu Pitz e o Zé Folia), tais Caminhos fizeram o deleite dos cicloviajantes, que o percorreram entre Angelina e Betânia, I linha, II Linha e Águas Mornas, Boa Parada, Fojoca e Forquilhinhas, cruzando ainda com umas tantas procissões na sexta-feira Santa (a região é bastante demandada pelo turismo religioso).</span></p>
<h3 class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;line-height:150%;"><span lang="PT-BR"> </span><span lang="PT-BR">Os sons do guia natural</span></h3>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;line-height:150%;"><span lang="PT-BR">O rio Imaruí, que corta São Pedro, foi o guia natural na abertura das primeiras picadas para Lages. Há resquício delas no caminho largo e calçado de pedra, na altura do Salto dos Tropeiros. Nossa Pousada ficava ali, bem perto deste ponto, o que significa uma constante e doce sinfonia de águas na música de ninar. E houve também outras notas: antes do jantar do sábado o Trio Amadeus, com flautas e clarinete, deliciou-nos com um repertório clássico e algumas bases do bom choro brasileiro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;line-height:150%;"><span lang="PT-BR">E por falar em tons e melodias, timbres e acordes, São Pedro tem também o projeto “Educando com Música”. Atende a crianças e jovens de Santa Filomena, comunidade rural a 10 km do centro, que em outras foi épocas o epicentro da atividade comercial. Funciona em área anexa ao Casarão Kretzer, um dos maiores patrimônios arquitetônicos da região, comprado e restaurado em 2006 pelo oncologista Marcelo Collaço Paulo, tornado Cidadão Benemérito em recente título concedido pela Câmara local. No Casarão, durante a pedalada, a Prefeitura deu-nos boas vindas através de Valcir Junior, coordenador de Meio-Ambiente, e Diego Silva, responsável pelos eventos dos 180 anos da Imigração Alemã.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;line-height:150%;"><span lang="PT-BR">Baixando de São Pedro no domingo de Páscoa, rumo ao Litoral, uma pausa no sugestivo bairro Boa Parada para conhecer a casa do seu Gregório. Apenas a casa, pois seu Gregório não estava, mas foi supimpa conferir todo o esmero deste senhor que dizem ter 90 anos, mas disposição de 30. A lenha, muita lenha, empilhada à altura de uma parede e toda organizada, a horta impecável, a casa bem cuidada em estilo enxaimel, <span> </span>onde o velhinho curte caninhas selecionadas em barris de carvalho. Deu vontade de conhecer o seu Gregório. Nessas idas e vindas pelos Caminhos Alemães, espero ainda ter um dedo de prosa e provar um dedinho da cachaça desse simpático e desconhecido senhor. </span></p>
<p><a name="slideshow"></a><br />
<object width="400" height="300"><param name="flashvars" value="offsite=true&#038;lang=en-us&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157616835468058%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157616835468058%2F&#038;set_id=72157616835468058&#038;jump_to="></param><param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70933"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70933" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&#038;lang=en-us&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157616835468058%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157616835468058%2F&#038;set_id=72157616835468058&#038;jump_to=" width="400" height="300"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/04/17/de-bicicleta-pelos-caminhos-alemaes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bicicletadas na Lagoa vão reivindicar Ciclovia</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/03/25/bicicletadas-na-lagoa-vao-reivindicar-ciclovia/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/03/25/bicicletadas-na-lagoa-vao-reivindicar-ciclovia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 19:13:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caminhosdosertao.wordpress.com/?p=75</guid>
		<description><![CDATA[por Fernando Angeoletto

Novos ecos sobre antigas reivindicações voltam a agitar a cena da Lagoa da Conceição. Movimentos comunitários vão às ruas de bicicleta, no próximo dia 4 de abril, para inaugurar uma série de Bicicletadas que pretendem reavivar nas agendas dos gestores públicos a urgente construção da ciclovia na Av. Osni Ortiga. Todos os ciclistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><em>por Fernando Angeoletto</em></p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a href="#slideshow"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3560/3387249939_690aaff6ff.jpg?v=0" alt="" width="450" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Clique na imagem para ver a galeria de fotos de edições anteriores.</p></div>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span>Novos ecos sobre antigas reivindicações voltam a agitar a cena da Lagoa da Conceição. Movimentos comunitários vão às ruas de bicicleta, no <strong>próximo dia 4 de abril,</strong> para inaugurar uma série de <strong>Bicicletadas</strong> que pretendem reavivar nas agendas dos gestores públicos a urgente construção da ciclovia na Av. Osni Ortiga. Todos os ciclistas e cidadãos engajados pela humanização do traçado urbano estão convidados, e o encontro acontece <strong>às 14:30 na sede da AMPOLA </strong>(Associação dos Moradores do Porto da Lagoa, vide mapa). O evento será reproduzido ao longo de todo ano, sempre no primeiro sábado de cada mês. (veja <a href="http://www.google.com/maps/ms?hl=pt-BR&amp;ie=UTF8&amp;view=map&amp;msa=0&amp;msid=113984548166609167069.000465a65650f5cc2f4c9&amp;ll=-27.613809,-48.470907&amp;spn=0.03392,0.055275&amp;t=k&amp;z=14" target="_blank">aqui</a> o mapa do primeiro trajeto)<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span><span> </span>Dona de irresistíveis encantos naturais, a Lagoa parece ainda não ter reconhecido seu potencial e segue à mercê de um urbanismo decadente, cada vez mais voltado ao automóvel, que aprisiona o cidadão numa pseudo-bolha de conforto, lhe rouba grande parte da paisagem e o condena a perder preciosas horas ancorado em intermináveis filas. Perdem os motoristas, perdem ainda mais os ciclistas e caminhantes, sobretudo numa faixa de orla como a Av. Osni Ortiga, onde os olhos de contemplar a Lagoa são obrigatoriamente atentos ao fluxo dos furiosos carros que, por um momento livre dos engarrafamentos, descontam todo o tempo perdido com o pé no fundo do acelerador.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span><span> </span>Em recente reunião na AMPOLA, políticos, líderes comunitários e técnicos do IPUF lembraram que estiveram no mesmo lugar, há 12 anos atrás, discutindo a mesma coisa (necessidade da ciclovia). Não falta projeto, muito menos verba: a gestão anterior de Dário Berger não implementou a obra, apesar de ter havido verba alocada para este fim. Que então se fortaleça o protagonismo de pedestres e ciclistas e a participação popular: é para isso que servem as Bicicletadas, manifestações legítimas de ocupação das ruas por um espaço público mais justo e humano. Os eventos são organizados pela AMPOLA e contam com apoio da <a href="http://www.viaciclo.org.br/portal/index.php" target="_blank">Viaciclo</a> e da <a href="http://www.bicicletada.org/tiki-index.php" target="_blank">Bicicletada</a>.</span></p>
<p><a name="slideshow"></a><br />
<object width="400" height="300"><param name="flashvars" value="offsite=true&#038;lang=en-us&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157616683325728%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157616683325728%2F&#038;set_id=72157616683325728&#038;jump_to="></param><param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70933"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70933" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&#038;lang=en-us&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157616683325728%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157616683325728%2F&#038;set_id=72157616683325728&#038;jump_to=" width="400" height="300"></embed></object></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span><a href="http://www.viaciclo.org.br/portal/lagoa">Veja também informações na página sobre a bicicletada da lagoa no site da viaciclo.</a><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/03/25/bicicletadas-na-lagoa-vao-reivindicar-ciclovia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>São Pedro de Alcântara pedala!</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/03/05/sao-pedro-cidade-amiga-da-bicicleta/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/03/05/sao-pedro-cidade-amiga-da-bicicleta/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 17:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caminhosdosertao.wordpress.com/?p=42</guid>
		<description><![CDATA[
No último domingo, durante a primeira festa do aniversário da imigração alemã em SC, o município de São Pedro de Alcântara lançou o programa “São Pedro Pedala.” Com a circulação de um Ciclo-Táxi e panfletagem, a cidade expôs aos moradores e convidados as metas para 2009, que são a criação de rotas de cicloturismo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;line-height:150%;text-align:center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 312px"><a href="#slideshow"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3037/3330506591_8e69456d98.jpg?v=0" alt="Clique na imagem para ver álbum de fotos completo" width="302" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Clique na imagem para ver álbum de fotos completo</p></div>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;line-height:150%;"><span>No último domingo, durante a primeira festa do aniversário da imigração alemã em SC, o município de São Pedro de Alcântara lançou o programa “São Pedro Pedala.” Com a circulação de um Ciclo-Táxi e panfletagem, a cidade expôs aos moradores e convidados as metas para 2009, que são a criação de rotas de cicloturismo e ações de estímulo ao uso da bicicleta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;line-height:150%;"><span>Neste momento em que se comemoram os 180 anos da chegada dos alemães, a prefeitura de São Pedro, além de recuperar as antigas tradições, traz à tona um importante traço cultural contemporâneo do povo germânico: o uso da bicicleta, não só nas cidades como na prática do cicloturismo, uma vez que a Alemanha é mapeada em todo seu território com as rotas para se viajar de bicicleta e tem um público cada vez mais cativo. Dados de 2006 apontam que o cicloturista alemão contribui com a movimentação de 5 bilhões de euros no país. Atualmente, o mesmo público sai em busca de novos cenários para viagens de bicicleta, tendo o Brasil como um dos destinos com grande potencial.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;line-height:150%;"><span>Há cerca de um ano, <span class="il">Judith</span> Weibrecht, jornalista alemã especializada em cicloturismo, esteve em São Pedro para visita e tomada de dados para reportagens. Ela foi assessorada pela equipe Caminhos do Sertão e pelo Sr. Eldon Jung, da ONG ABC Ciclovias (Blumenau). Nesta ocasião foi fortalecida a idéia que culminou no programa “São Pedro Pedala”, hoje colocada em curso por iniciativa das coordenações de Turismo, na pessoa do Sr. Daniel Knabben, e Cultura e de Meio Ambiente de São Pedro, representada por Valcir Kretzer Junior . </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;line-height:150%;"><span>São Pedro de Alcântara, generosa em caminhos de terra, redutos de Mata Atlântica e registros culturais da imigração, e com vários municípios vizinhos a menos de 30 km de distância, tem enorme potencial para atrair praticantes de cicloturismo e, conseqüentemente, fortalecer a economia do município. Muitos de seus habitantes, conforme se pôde avaliar no evento de domingo último, são usuários de bicicleta e podem usá-la ainda mais caso seja ampliada a segurança, sobretudo nos trechos recém-asfaltados da cidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;line-height:150%;text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3397/3331322170_bf081ebe08.jpg?v=0" alt="" width="400" height="375" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:36pt;line-height:150%;"><span>O programa “São Pedro Pedala” tem a operadora Caminhos do Sertão como parceira no desenvolvimento do cicloturismo na região. Há quase 5 anos, em nossa primeira pedalada como operadora, já havia o prenúncio: nosso roteiro número 1 foi justamente na região de São Pedro de Alcântara. Retornar ao município com a missão de alavancar o cicloturismo é, sem dúvida, um honroso compromisso. O programa tem também como parceiros a ONG ABC Ciclovias e a LJ Mobilidade Sustentável, que desenvolve projetos junto a municípios e empresas no sul do Brasil.</span></p>
<p><a name="slideshow"></a><br />
<object width="400" height="300"><param name="flashvars" value="offsite=true&#038;lang=en-us&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157614767423223%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157614767423223%2F&#038;set_id=72157614767423223&#038;jump_to="></param><param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70933"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70933" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&#038;lang=en-us&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157614767423223%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157614767423223%2F&#038;set_id=72157614767423223&#038;jump_to=" width="400" height="300"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/03/05/sao-pedro-cidade-amiga-da-bicicleta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A pequena e infinita Urubici &#8211; Carnaval 2009</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/03/04/a-pequena-e-infinita-urubici-carnaval-2009-2/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/03/04/a-pequena-e-infinita-urubici-carnaval-2009-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 19:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[SC]]></category>
		<category><![CDATA[Urubici]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caminhosdosertao.wordpress.com/?p=34</guid>
		<description><![CDATA[Urubici, nossa querida Urubici, dona de majestosas cachoeiras, respeitosas montanhas, árvores do fruto proibido e araucárias a perder de vista. Urubici das casinhas coloridas, da expressão alegre no rosto do agricultor e dos tantos desenhos gravados nas pedras, das flores contornando os caminhos e dos caminhos que acenam às florestas, ao pedregoso e frio Rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><a href="#slideshow"><img title="Corvo Branco" src="http://farm4.static.flickr.com/3406/3331595126_84fed3b454.jpg?v=0" alt="Clique na imagem para ver o álbum de fotos" width="375" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Clique na imagem para ver o álbum de fotos</p></div>
<p>Urubici, nossa querida Urubici, dona de majestosas cachoeiras, respeitosas montanhas, árvores do fruto proibido e araucárias a perder de vista. Urubici das casinhas coloridas, da expressão alegre no rosto do agricultor e dos tantos desenhos gravados nas pedras, das flores contornando os caminhos e dos caminhos que acenam às florestas, ao pedregoso e frio Rio Canoas que dali se despede para viajar ao Uruguai, às inúmeras pontezinhas que espreitam esse correr de águas certeiro e eterno.<br />
Foi lá onde estivemos, alheios à farra momesca, aproveitando o feriadão do Carnaval para pôr as rodas na estrada e cicloviajar. Estavam conosco as parceiras do grupo feminino Saia na Noite, de São Paulo, experimentando pela primeira vez (com ótimo aproveitamento!) uma viagem de bicicleta. Pedalamos também com a turma do Boos, que religiosamente comparece pelas bandas da Serra em todo, sem exceção, feriado de Carnaval. O blumenauense Wilberto Boos, incansável ativista pela causa do ciclista urbano, apaixonado por pedalar, mecânico de bicicleta e além de tudo cicloturista de carteirinha, há 20 anos organiza a rapaziada de Blumenau (todos os anos) para cumprir o ritual em Urubici. Chegam a dezenas de participantes, de diferentes idades e ritmos, mas todos com o mesmo propósito de celebrar no pedal a deslumbrante região.</p>
<p><strong>As inúmeras caras da Pedra Furada</strong></p>
<p>Encontramos a turma ao meio-dia de domingo, já no topo do Morro da Igreja, oficialmente o mirante mais soberbo da cordilheira – tendo em conta que de toda a Serra Geral, que irrompe seus picos desde o Paraná até os famosos Canyons do Sul, são os 1822 m do Morro da Igreja a maior altitude desta formação descendente de remotíssimos derrames de lava. Pode-se estar lá – neste topo – dezenas de vezes, mas jamais alguma será igual à outra.  Desta vez, a famosa vista da Pedra Furada foi oniricamente enfeitada pelos chumaços de nuvens, enroscadas no sem-fim de picos e pequenos vales vizinhos ao Morro. Fomos honrados com a repetição deste espetáculo no fim da tarde, a convite de Edson Passold. Este cicloamigo blumenauense, apaixonado por fotografia, não poderia escolher melhor lugar para o registro do pôr-do-sol, ato que compartilhamos com grande prazer.</p>
<p><strong>As águas do Rio da infância</strong></p>
<p>Em plena segunda-feira carnavalesca, reunimos o pelotão ciclístico, alegórico e colorido, para o desfile dos Unidos no Corvo Branco. Na Serra com nome de pássaro, nem tão alta quanto o Morro da Igreja, mas igualmente fantástica e misteriosa, o sol a pino revelava todos os desenhos das pedras, todas as curvas em caracol, toda a imponência e audácia do rasgo na rocha que abre caminho à estrada. Descê-la com rumo ao litoral não era a intenção; uns tantos mais empolgados ainda fizeram uma caminhada a um mirante mais alto, enquanto outro grupo (do qual fiz parte) preferiu fazer meia-volta para atirar-se em um demorado banho no Rio Canoas. O uruguaio Juan Rivas, fotógrafo e designer, diz que o Rio Uruguai é uma das melhores lembranças de sua infância. Aquelas águas, dizia seu pai, “nascem e crescem lá no Brasil, nos altos da Serra Catarinense”. Um dia, Juan veio conhecer a origem do rio que marcou seus dias de criança. De lá não saiu mais, construiu sua casa e uma pousada, num ponto do Rio Canoas de onde se avistam monumentais paredões e a entrada para o Campo dos Padres. Ele conta esta história no prefácio do impecável livro fotográfico, de sua autoria, todo dedicado Serra.</p>
<p><strong>Outra cachoeira no currículo</strong></p>
<p>Ainda não era quarta, mas a terça-feira veio cinza, e em seguida chuvosa. Mesmo assim, parte da trupe seguiu sua sina. Desta feita, descemos a Serra do Panelão por caminhos alternativos que levam ao Morro do Campestre. O Canoas, sempre ele, também cruza o caminho, e para cruzá-lo, a brincadeira é equilibrar-se sobre uma das tantas mini-pontes pênseis. E, como sempre há novidade em Urubici, optamos por desbravar a Cachoeira dos Vacarianos, que até então ainda não figurava em nossos currículos. É preciso abandonar a estrada principal e pedalar 4 quilômetros, um tanto estendidos, ao menos psicologicamente, por conta da lama. Então, surge um caminhozinho gramado, depois vem as pedras, e mais pedras, e 2 travessias do rio – para enfim ouvir o estrondo e avistar a colossal queda d’água desabando na rocha.<br />
Por força da chuva, tomamos uma providencial carona no carro de apoio para avistar os últimos atrativos. No topo do Avencal, avistamos a fabulosa Cascata de mesmo nome, jorrando sobre o abismo de 100 metros para tornar-se um dos mais belos cartões postais da região. Por fim, subimos ao Morro da Antena para do Alto fazer a despedida de Urubici, a pequena Urubici, mas tão infinita em suas paisagens, cenários e belezas naturais.<br />
<a name="slideshow"></a><br />
<object width="400" height="300"><param name="flashvars" value="offsite=true&#038;lang=en-us&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157614772088575%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157614772088575%2F&#038;set_id=72157614772088575&#038;jump_to="></param><param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70933"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70933" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&#038;lang=en-us&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157614772088575%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157614772088575%2F&#038;set_id=72157614772088575&#038;jump_to=" width="400" height="300"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/03/04/a-pequena-e-infinita-urubici-carnaval-2009-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Inaugurando 2009: Cicloviagem Floripa Ilha &amp; Sertão</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/02/12/inaugurando-2009-cicloviagem-floripa-ilha-sertao-2/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/02/12/inaugurando-2009-cicloviagem-floripa-ilha-sertao-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 20:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caminhosdosertao.wordpress.com/?p=54</guid>
		<description><![CDATA[
Nosso calendário 2009 foi inaugurado no último fim de semana, com 3 dias de pedaladas aqui mesmo, em Floripa, nossa casa.
Seguindo nossa máxima de diversificar roteiros – e estimular o transporte intermodal -, fomos de van ao Maciambu, região dos ancestrais assentamentos guaranis. Dali, percorremos caminhos ao longo do rio de mesmo nome, em cenários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="#slideshow"><img title="Pedal a beira mar na Pinheira" src="http://farm4.static.flickr.com/3312/3328563687_d9f7967e28.jpg?v=0" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Clique na imagem para ver o album completo!</p></div>
<p style="text-align:center;">
<p>Nosso calendário 2009 foi inaugurado no último fim de semana, com 3 dias de pedaladas aqui mesmo, em Floripa, nossa casa.<br />
Seguindo nossa máxima de diversificar roteiros – e estimular o transporte intermodal -, fomos de van ao Maciambu, região dos ancestrais assentamentos guaranis. Dali, percorremos caminhos ao longo do rio de mesmo nome, em cenários ilustrados pelo vicejante Parque Estadual do Tabuleiro.<br />
A pedalada ainda cortou a vasta planície sobre a qual esparrama-se o Parque, para então alcançar a Guarda do Embaú. Ali, à beira do rio da Madre, muita água de côco para aplacar o calor, e descanso para enfrentar o forte vento contra, à beira-mar sobre areia dura na Pinheira, que enfrentaríamos a seguir.<br />
No final da praia aguardavam-nos os valentes barquinhos, que atravessaram magrelas e pedalantes sobre a Baía Sul, na etapa aquática de nossa jornada. Eis aí um considerável atrativo da viagem: navegar ao largo da ponta do Papagaio e da Fortaleza de Araçatuba, avistando a Praia de Naufragados, na travessia entre o Continente e a Ilha.<br />
Em terras insulares, pedalamos da Caieira ao Ribeirão da Ilha, até chegar à pousada do Museu, ponto dos 2 pernoites. Ali, além da privilegiada localização (na beira da Baía Sul, tendo o mar e o pico do Cambirela como paisagem), destaque para a fabulosa gastronomia: Polvo à casquinha, escabeche de badejo, espagueti ao molho de côco e camarão e a tradicional carne com banana foram algumas das delícias servidas nos jantares.</p>
<p style="text-align:center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="#slideshow"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3657/3329402064_230596f6ba.jpg?v=0" alt="Travessia continente-ilha" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Travessia continente-ilha</p></div>
<h3><span style="font-weight:bold;">Peri, Sertão e praias: o melhor do Sul da Ilha</span></h3>
<p>A segunda pedalada contemplou as melhores paragens, sem exagero de discurso, do sul da Ilha de Santa Catarina. Pela manhã, mergulhamos nas trilhas do Parque Municipal do Peri, o paraíso de água doce; alcançamos o imponente Costão da “ilha” das Campanhas, na Armação, um mirante sem par; e paramos para almoço no pitoresco Arante, em pleno Pântano do Sul.<br />
De tarde começamos de modo “light”, na beira da praia entre o Pântano e o balneário dos Açores. Mas o “hard” estava por vir: a temível (mas nem tão terrível!) subida do Sertão. Nas alturas, pausa para visitação ao alambique do Zeca, um dos últimos remanescentes, com sua estupenda cachacinha artesanal. E entre grotas e costeletas, sobe-desce e a singular vista da Lagoa do Peri, cumprimos a etapa do Sertão, descendo de volta ao Ribeirão da Ilha, após cruzar a Ilha de Leste à Oeste.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 211px"><a href="#slideshow"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3615/3328572119_e48a4bfa2a.jpg?v=0" alt="Saída da pousada no Ribeirão da ilha" width="201" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Saída da pousada no Ribeirão da ilha</p></div>
<p>No último dia demos as boas vindas à apresentadora Tata, do Patrola. Veio fazer um bloco do programa conosco e, de quebra, experimentar uma pequena – e quase sempre viciante! – dose de cicloturismo. Estejam os caros espectadores atentos pois, em algum sábado de março, estaremos na telinha mostrando um pouco do nosso trabalho. A Tata despediu-se da gente na entrada para a Tapera; dali, seguimos para o Campeche, onde houve parada para visita na casa (de verdade!) de garrafa PET, projetada e construída pelo nosso parceiro Luiz Pereira.<br />
O Canto dos Araçás foi o ponto final da pedalada – mas não da viagem. De lá, embarcamos para a Costa da Lagoa, a tradicional comunidade ribeirinha, apartada da “civilização”. Era dia de Nossa Senhora dos Navegantes, e dezenas de barcos em festa devotavam-lhe uma procissão. Com os olhos enfeitados pelo colorido do cortejo, e almoçando um divino peixinho com camarão na beirada da Lagoa, encerramos mais uma jornada – como sempre, em grande estilo!</p>
<p><a name="slideshow"></a><br />
<object width="400" height="300"><param name="flashvars" value="offsite=true&#038;lang=en-us&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157614808007316%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157614808007316%2F&#038;set_id=72157614808007316&#038;jump_to="></param><param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70933"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=70933" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&#038;lang=en-us&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157614808007316%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157614808007316%2F&#038;set_id=72157614808007316&#038;jump_to=" width="400" height="300"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/02/12/inaugurando-2009-cicloviagem-floripa-ilha-sertao-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vinhos, vales e cachoeiras</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2008/08/26/vinhos-vales-e-cachoeiras/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2008/08/26/vinhos-vales-e-cachoeiras/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 01:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Bento Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos de Pedra]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Valduga]]></category>
		<category><![CDATA[Cave do Amadeu]]></category>
		<category><![CDATA[Don Giovani]]></category>
		<category><![CDATA[Miolo]]></category>
		<category><![CDATA[Rio das Antas]]></category>
		<category><![CDATA[vale dos vinhedos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhedos]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>
		<category><![CDATA[vinícola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=315</guid>
		<description><![CDATA[São 10 da manhã de um atípico domingo de julho último, ponteiros na casa dos 20 e poucos graus, com sol a pino banhando as vielas, “linhas” e outros caminhos na região de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. Antes de retornar ao topo do Vale Aurora, cujo desnível de 300 metros havíamos descido há pouco, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São 10 da manhã de um atípico domingo de julho último, ponteiros na casa dos 20 e poucos graus, com sol a pino banhando as vielas, “linhas” e outros caminhos na região de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. Antes de retornar ao topo do Vale Aurora, cujo desnível de 300 metros havíamos descido há pouco, o pessoal do Olavo Bikers faz pausa pro descanso, enquanto o líder homônimo saca o celular do bolso e faz contato:<br />
- Bom dia amigo, como vão? Vocês são quantos hoje? Cento e trinta? Ah, claro, faltamos nós 9 que estamos aqui pelo Vale dos Vinhedos!<br />
Do outro lado, em São Paulo um membro do grupo faz o balanço de mais um amistoso encontro ciclístico, que reúne a multidão montada todos domingos, para lúdicos passeios pelo sem-fim de roteiros possíveis entre a Fnac e a tradicional padaria que acolhe o grupo no fim de cada jornada.<br />
Durante a semana pelo Vale dos Vinhedos e região de Gramado, os 9 “faltantes” e outros 6 acompanhantes deixaram a saudosa Sampa para aventurarem-se, como fazem regularmente, em algum convidativo roteiro cicloturístico. Na Serra Gaúcha, que, antes de mais nada, é sinônimo de excelência em vinhos brasileiros, conferiram que a lista de visuais vai bem além dos emaranhados de parreiras &#8211; sejam elas à moda antiga, espichando-se sobre traves e caramanchões, ou as modernas “espaldeiras”, de plantas lapidadas, produzindo menos e com mais qualidade.<br />
Há também a presença de mata fechada, como no entusiasmante trecho pelo Vale do Rio das Antas. Partindo de Nova Pádua, mais precisamente do Belvedere Sonda – ponto privilegiado para se observar as encostas escarpadas e o desenho do leito na mata -, despencamos 400 metros, em 5 quilometros, até o Rio. Para cruzá-lo pela primeira vez, uma pitoresca balsa que, apesar do exclusivo propulsor com cabine de Fiat 147 e motor de Santana movido a gás de cozinha, moveu-se mesmo graças a um engenho de cabo-de-aço e alavanca manuseado pelo capitão (e auxiliado pelo seu Olavo!).<br />
Na outra margem o caminho é plano, de chão vermelho e batido, assentado entre árvores e ao longo do rio. E ainda melhor: sem qualquer movimento de automóveis, ou seja, sob medida para sossegadas e clássicas pedaladas. Dez quilometros adiante, a segunda travessia do Rio das Antas, desta vez sobre respeitosa ponte de ferro. A jornada ainda galgou de volta o Vale (com subidas que panturrilhas e coxas jamais esquecem, e surpresas como cruzar com um “tipo” a la Radicci, o caricato personagem italiano do cartunista Iotti, e passar por floridos pessegais), cruzou o distrito de Pinto Bandeira e foi consumada na vinícola Cave de Amadeu, na região dos Vinhos de Montanha.<br />
Pra lei-seca nenhuma atormentar nosso pessoal, as degustações ocorreram sempre no fim dos dias, com retorno tranqüilo no microônibus que os acompanha em 100% dos trajetos. Das menores e mais charmosas, como Cave de Amadeu e Don Giovani, às maiores que produzem com grande aparato tecnológico, como Miolo e Casa Valduga, as vinícolas do caminho são excelentes para incrementar os sentidos e familiarizar-se com o divino elixir de Baco. Nos balcões, é possível degustar algumas obras-primas, como vinhos premiados de castas que vieram da Europa e retornam ao continente concorrendo com pesos-pesados mundiais.<br />
A viagem também passou por circuitos vizinhos ao Vale dos Vinhedos, como a Rota do Sabor e os Caminhos de Pedra. Nestes, destaque para El Cantuccio del Pomodori – a casa dos variados produtos à base de tomate, em que a simpática proprietária explica com detalhes as origens daquela rota apinhada de construções de pedra. Também para o Ateliê de Bez Batti, um gênio das esculturas em pedra (com um acervo geológico bastante interessante, incluindo madeiras petrificadas e rochas contendo bolhas d’água fossilizadas), e para a Casa da Erva Mate, que exibe uma arrojada engenhoca movida à roda d’água para beneficiar os galhos da erva.<br />
Já na região de Gramado, para onde nos deslocamos no quinto dia da viagem, o charme e as inúmeras opções de compras fizeram o deleite dos participantes – e, principalmente, das acompanhantes. A partir de Canela – onde nos hospedamos em hotel com exclusiva vista para o Vale do Quilombo – pedalamos até o Parque do Caracol, com vista para colossal cascata de mesmo nome, e para o Parque da Ferradura, onde bandos de quatis recebem os visitantes qual bichos de estimação.<br />
E, como “tudo que é bom dura pouco”, nossos parceiros do Olavo Bikers retornaram a São Paulo após uma semana de excelentes pedaladas, memoráveis jantares, refinados vinhos e o altíssimo astral que já é característico do grupo. Como sempre, atentos ao futuro, já sonham com o próximo roteiro, e sugestões já tem: que tal pedalar pelos fantásticos Cânions da divisa RS/SC, com seus vertiginosos paredões que chegam a despencar de mais de 800 m de altura? No que depender de nós, do grupo Caminhos do Sertão, será mais uma excelente viagem.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2008/08/26/vinhos-vales-e-cachoeiras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mar, lagoas e o barqueiro Buiú</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/09/23/mar-lagoas-e-o-barqueiro-buiu/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/09/23/mar-lagoas-e-o-barqueiro-buiu/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2007 00:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[avistação de baleias]]></category>
		<category><![CDATA[Baleia Franca]]></category>
		<category><![CDATA[Caieira da Barra do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Garopaba]]></category>
		<category><![CDATA[Guarda do Embaú]]></category>
		<category><![CDATA[Ibiraquera]]></category>
		<category><![CDATA[Imbituba]]></category>
		<category><![CDATA[Itapirubá]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Rota das Baleias]]></category>
		<category><![CDATA[Siriú]]></category>
		<category><![CDATA[Travessia de barco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=307</guid>
		<description><![CDATA[A presença de dezenas de lagoas, espremidas entre a vegetação litorânea e os contrafortes da Serra, é uma característica bem marcante de nosso litoral Sul. Enormes, como a Lagoa do Imaruí, ou modestas, como a Lagoa do Meio na praia do Rosa, elas são um atrativo à parte e compõem a diversidade de cenários e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presença de dezenas de lagoas, espremidas entre a vegetação litorânea e os contrafortes da Serra, é uma característica bem marcante de nosso litoral Sul. Enormes, como a Lagoa do Imaruí, ou modestas, como a Lagoa do Meio na praia do Rosa, elas são um atrativo à parte e compõem a diversidade de cenários e ecossistemas que esparramam-se pela costa catarinense.<br />
Há também a Lagoa do Quintino, unida por estreito canal à Lagoa da Ibiraquera que, por sua vez, comunica-se esporadicamente com o mar através da Barra, um canal naturalmente fechado (sem fluxo de água) na maior parte do ano. Naquele dia, porém, seria diferente. Já no início da pedalada soubemos que a Barra havia sido aberta pela ação humana, pressupondo um inconveniente, embora as informações dessem conta de que a água não passava dos joelhos.<br />
Com tempo fechado e vento pela frente – fato que, de maneira alguma, baixou o moral do grupo! – deixamos a praia de Itapirubá próximo de meio-dia, no dia das Crianças. Na sede do projeto Baleia Franca, ponto da saída, a boa-nova: 11 pares de baleias, mães com seus filhotes, exibiam-se desde o dia anterior nas praias da Vila e da Ribanceira, justamente por onde passaríamos pedalando!<br />
A maré ascendente exigiu destreza. Os rastros dos pneus eram estrias bem sinuosas, descrevendo a constante busca dos cicloviajantes por um pedaço minguado de areia dura, entre a linha das marolas e o banco de areia fofa. Nem todos puderam livrar-se da safadeza de umas ondas mais afoitas, que molhavam, impiedosas, a magrela e as canelas do vivente.</p>
<h3>Evoluções das gigantes</h3>
<p>Ao final da Praia da Vila, um asfaltinho pra relaxar. Parada estratégica no quartel  Corpo de Bombeiros, que de certa forma nos salvaram, cedendo uma mangueira para livrarmos as bicis da cruel ação da areia. Em seguida, visitamos o Museu da Baleia Franca, instalado num prédio onde processava-se o óleo das pobres gigantes; fizemos a tradicional parada no mirante, de onde divisa-se o Porto de Imbituba e o Atlântico a perder de vista; e descemos para a praia da Ribanceira.<br />
Foi só chegar que elas já estavam lá. Duas baleias, com suas lentas e graciosas evoluções, a poucos metros da praia. Só não vimos outras porque a maré cheia foi soberana, e não avalizou a pedalada a beira-mar; o jeito foi seguir por estradinha paralela, ao largo das dunas da Ribanceira.<br />
Esse caminho dava direto na Barra de Ibiraquera. O Renato foi o primeiro a observar um homem que tentava a travessia.<br />
- Está com água pelo pescoço! – informou-nos, baseado na observação.<br />
Ou o atravessador era uma criança, ou a história de que a água não passava dos joelhos era balela! De fato, a segunda versão era a única que procedia. Havia realmente uma parte mais profunda no canal, que ao todo, considerando também as partes mais rasas, passava de 100 metros de largura.</p>
<h3>A bateira azul-calcinha e o barqueiro Buiú</h3>
<p>Desviar do canal custaria mais de 10 km, além de um indesejável trecho pela BR 101. Opção descartada. Imbuídos do espírito de navegantes, decidimos procurar por um barco. Tarefa fácil: ali mesmo, no restaurante onde petiscávamos, arranjaram-nos o flutuante. Uma simpática bateirinha de fibra, de cor azul-calcinha, que não passava dos 3 metros de comprimento.  Essa valente embarcação deu conta das 11 bicicletas e 11 pessoas!<br />
Foram 6 viagens. Destaque para o capitão Souza, condutor na maioria delas. Eu também dei minhas remadas. Na última travessia, quando fui devolver a bateira, duas senhoritas confundiram-me com o barqueiro local:<br />
- Buiú, que bom que você apareceu! Atravessa com a gente? – disseram elas, cada uma empunhando um drink.<br />
Acredito que as doses de vodka com sprite não permitiram que elas entendessem, quando eu disse que havia uma confusão. Então entrei no jogo e fiz o papel do tal Buiú, levando as meninas e o namorado de uma delas até o outro lado. No desembarque, fui recebido com “aquela” tiração de sarro!<br />
Manhã seguinte, após o primoroso café na pousada Rosa &amp; Canela, recomeçamos a jornada. Pausa na idílica Praia do Rosa, com direito à trilha pelo costão sul, pra contemplar o mar do alto das pedras. Seguindo a pedalada costeira, rumo norte, entramos na praia da Ferrugem pela barra – essa, por sorte (ou azar, pela ausência de aventura??), estava fechada.<br />
No meio da tarde chegamos à cachoeira do Siriú. Com bom ritmo e num caminho plano e sossegado, debaixo de sol ameno e sem vento, seguia ligeira a turma dos intrépidos ciclolitorâneos!</p>
<h3>A Lagoa-Coração</h3>
<p>O pedal do último dia começa forte. De cara “escalamos” o morro do Siriú, o maior de todo o trecho. Pode ser que você chegue lá levemente esbaforido, mas ver do alto a Lagoa do Ribeirão, formada pelo rio da Madre com desenho de um coração, vai te dar a sensação de que valeu a pena.<br />
Adiante, para driblar a BR 101, a carta na manga é um caminho alternativo na área rural de Paulo Lopes. Ao longo de arrozais, pequenos morros e uma pedreira, a estrada leva de volta à BR, no ponto onde ela atravessa o rio da Madre; dali, é só cruzar por  baixo da ponte e apontar outra vez ao litoral.<br />
Na Pinheira voltamos a pedalar pela praia. A faixa de areia é bem larga, ao longo dos pouco mais de 6 km da orla em formato de ferradura. No outro extremo, a Ponta do Papagaio; dali, graças ao bom tempo, pudemos atravessar tranqüilos a baía sul em direção à Ilha, ao largo da Fortaleza de Araçatuba e da Ponta de Naufragados, sobre esguias baleeiras.<br />
Desembarcaram, na Caieira da Barra do Sul, após 3 dias de cicloviagem, os caros e caras protagonistas: Sirlei, Cacá, Joana e Patrícia, Souza, André, Renato, Rodrigo e Carocha, e os guias Jonatha e este escriba que vos relata. Ameaçava desabar um temporal, mas a sorte, eterna companheira, impediu que ele nos alcançasse no trecho final até o Ribeirão. Ali, coroamos com risos, abraços e despedidas mais uma viagem de sucesso e boas memórias.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/09/23/mar-lagoas-e-o-barqueiro-buiu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Urubici-cleta: pedal nas alturas</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/04/20/urubici-natureza-entre-aguas-e-montanhas/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/04/20/urubici-natureza-entre-aguas-e-montanhas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2007 21:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[morro da igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Campestre]]></category>
		<category><![CDATA[rio Sete Quedas]]></category>
		<category><![CDATA[Serra do Bitu]]></category>
		<category><![CDATA[Serra do Corvo Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Urubici]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=291</guid>
		<description><![CDATA[
A cidade tem “bici” até no nome. Urubici. Urubici-cleta. Foi nesse reduto das alturas, terra das maiores altitudes do Sul do país, das vistosas araucárias que por sorte ainda não viraram mesa nem porta, dos pomares de maçã e das cachoeiras monumentais, que fizemos a cicloviagem de 3 dias no último feriado.
Antes de mais nada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2557/4272005267_a4be262528.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>A cidade tem “bici” até no nome. Urubici. Urubici-cleta. Foi nesse reduto das alturas, terra das maiores altitudes do Sul do país, das vistosas araucárias que por sorte ainda não viraram mesa nem porta, dos pomares de maçã e das cachoeiras monumentais, que fizemos a cicloviagem de 3 dias no último feriado.<br />
Antes de mais nada, é mister dizer que nosso grupo de 20 pessoas teve, como marcas registradas, agradáveis características. A começar pelo humor transbordante, e nesse quesito é impossível não citar a figura do hilariante pedalante Adilson, autor de piadas memoráveis, algumas brandas e outras simplesmente impublicáveis – teve gente que chegou a chorar de rir em uma das suas cômicas intervenções.<br />
Outra marca foi o encontro de gerações entre os cicloviajantes. Compuseram o grupo três pares de pai e filho: Renato e o Jonatha, um dos guias da pedalada; Jorge e Gustavo, carinhosamente apelidado de Junior, que com apenas 17 anos já descobriu o prazer de aventurar-se em bicicleta; e o veterano Souza, parceiro de muitas pedaladas com o Caminhos do Sertão, que dessa vez trouxe sua filha Cristiane, marinheira de primeira viagem e, pelo simpático recado que deixou em nosso site, mostrou-se bastante satisfeita com a experiência pioneira.</p>
<p>MOLDURA DE PEDRA, EM FORMA DE ELIPSE</p>
<p>Depois de devidamente acomodados  no hotel Andermann, no centro de Urubici, iniciamos o percurso na tarde da sexta-feira santa. Em pouco tempo chegamos ao rio Sete Quedas, cristalino e gelado como todas as águas da região, com leito de seixos arredondados que precisa ser atravessado diversas vezes até que se possa divisar a primeira queda. Os mais corajosos, ou menos friorentos, arriscaram um banho rápido antes que voltássemos ao trajeto.<br />
Na seqüencia, guidões no rumo do Morro do Campestre. Depois de um pedaço de estradão de terra, plano, uma subida forte e pedregosa leva ao alto das curiosas formações rochosas, de onde se obtém um pitoresco panorama da região. Uma das imponentes pedras apresenta um rasgo vertical, na forma de uma elipse, que conforma uma singular moldura para alguns elementos da paisagem, como um rio sinuoso que se esparrama pela planície e uma pequena serra, ao fundo, rasgada por uma das dezenas quedas d´água da região.<br />
No retorno, anoitecemos na estrada, contando com a providencial escolta luminosa da nossa van de apoio. De noite, no hotel, entre uma e outra melodia ao som de violão e pandeiro, intercalaram-se as espirituosas piadas e um show de risos. Depois, o fabuloso jantar preparado pela senhora Janara – e cama.</p>
<p>NO MEIO DAS NUVENS, O TOPO DO SUL DO BRASIL</p>
<p>No sábado, o grupo se dividiu entre os que resolveram encarar, pedalando, a subida do Morro da Igreja, e os que optaram por poupar energia pegando uma carona até lá com a van. Entre o município de Urubici e o topo do Morro, há um desnível de mil metros. Para vencê-lo, “basta” enfrentar uma estrada asfaltada de quase 17 quilômetros, a grande maioria em subida, alguns trechos bastante íngremes. Então, mergulha-se nas nuvens e o ponto final é o cume do Sul do Brasil, com 1822 metros de altitude, sede do controle do tráfego aéreo na Região.<br />
Com tamanha energia potencial, nada melhor do que transformá-la, ladeira abaixo, em energia cinética. A descida é longa, fonte inesgotável de adrenalina, e exige perícia e atenção em algumas curvas bastante traiçoeiras. Quanto mais, como naquele dia, quando a pista está molhada. Na altura da Cascata Véu de Noiva abandonamos o asfalto para mergulhar, via estradão de terra, na Serra do Bitu, um atalho pedregoso porém deslumbrante que conduz de volta ao centro de Urubici. Antes de chegar na cidade passamos pelo famoso cultivo de trutas do professor Hélio, um curioso conjunto de tanques de lona azul apinhados de peixes.<br />
Nessa noite, a sessão de violão e pandeiro foi substituída por um laptop e a mostra de fotos e vídeos da viagem. Motivo, outra vez, para desenfreados momentos de risada – protagonizados, como sempre, pelo Adílson. Ele não perdeu tempo, ao assistir na tela um dos guias contorcendo-se feito Saci enquanto enxugava um dos pés na beira do rio Sete Quedas: “é a dança do Siri Destroncado”, mandou o humorista, com sua típica espontaneidade, arrancando lágrimas de riso de um dos colegas.</p>
<p>CORVO BRANCO E O COLOSSAL RASGO NA MONTANHA</p>
<p>No domingo de Páscoa, último dia da pedalada, tomamos o caminho do Invernador, uma estradinha vicinal, muito simpática, com as margens abundantes de belas araucárias. Visitamos também a gruta de Nossa Senhora  de Lurdes, um impressionante reduto natural marcado por uma queda de finos e cintilantes fios d´água. E então, pouco mais de 30 quilômetros desde que deixamos Urubici, alcançamos a fabulosa serra do Corvo Branco.<br />
Somado à natureza pulsante, o local é marcado pela pungente presença da engenharia humana. Uma colossal fenda na rocha cede espaço à estrada e descortina os mistérios da serra. Atravessando o rasgo, a descida toma o formato de um caracol, com curvas de 180 graus, desconcertantes. Terminada a ladeira, olha-se para trás e o que se vê é uma serra que recorta o céu em formatos variados, beleza bruta, deslumbrante.<br />
Pouco depois do distrito de Aiurê, mais precisamente no engenho Pedro Kühnen, selamos o ponto final da viagem. Enquanto acomodávamos as bicicletas nos carros, para o retorno, boa parte do grupo dedicou-se a provar dos licores artesanais de jabuticaba, limão e hortelã, produzidos ali mesmo. E então, na intenção de evitar o calamitoso trânsito da parte não duplicada da BR-101, seguimos por um sinuoso e despavimentado caminho de interior, via São Bonifácio. No final, não houve economia de tempo com essa opção – mas, em compensação, evitamos os riscos do frenesi da BR em fim de feriado.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157623204711516/">Veja as fotos </a>dessa viagem<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623204711516%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623204711516%2F&amp;set_id=72157623204711516&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623204711516%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623204711516%2F&amp;set_id=72157623204711516&amp;jump_to="></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/04/20/urubici-natureza-entre-aguas-e-montanhas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cicloviajantes de todo o Brasil reunem-se em Timbó</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/11/10/cicloviajantes-de-todo-o-brasil-reunem-se-em-timbo/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/11/10/cicloviajantes-de-todo-o-brasil-reunem-se-em-timbo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2006 21:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[clube de cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[encontro nacional de cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[timbó]]></category>
		<category><![CDATA[vale europeu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=345</guid>
		<description><![CDATA[
Na véspera do último feriado, o projetista Grey Rombach deixou sua  casa, em São Paulo, bem cedo. Teria onze horas de viagem pela frente,  rumo a Santa Catarina. Seu carro não é pequeno, mas mesmo assim não foi  nada fácil acomodar as bagagens da família toda: a mulher, Ana Lucia, e  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2006/11/IMG_69601.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-351" title="IMG_6960" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2006/11/IMG_69601.jpg" alt="" width="450" height="315" /></a></p>
<p>Na véspera do último feriado, o projetista Grey Rombach deixou sua  casa, em São Paulo, bem cedo. Teria onze horas de viagem pela frente,  rumo a Santa Catarina. Seu carro não é pequeno, mas mesmo assim não foi  nada fácil acomodar as bagagens da família toda: a mulher, Ana Lucia, e  as 4 filhas, com idades entre 11 e 20 anos. Para o arsenal ficar  completo, havia ainda 6 bicicletas, uma por passageiro, distribuídas ao  longo do teto e na traseira do automóvel.</p>
<p>Grey faz parte de um  grupo ainda pouco conhecido no Brasil, o dos cicloturistas. Assim como  ele, cerca de 150 pessoas viajaram até a cidade catarinense de Timbó  (SC) para participar do V Encontro Nacional de Cicloturismo, entre 2 e 5  de novembro. Basicamente, o assunto ali era um só: viajar de bicicleta.  Mas a variedade de “tipos”, personalidades e faixa etária de quem  estava ali, demonstrando um envolvimento passional com as pedaladas  turísticas, foi impressionante.</p>
<h3>Equipe Caminhos do Sertão: 5 dias de bici, entre Floripa e Timbó</h3>
<p>Para nós, da equipe Caminhos do  Sertão, o Encontro era novidade. Pela primeira vez participaríamos de  tão seleta confraria. Chegamos a Timbó no clima ideal: pedalando desde  Floripa numa viagem de 5 dias, totalmente autônoma, com tudo que  precisávamos distribuído pelos alforjes.  Cruzamos serras, e até rio sem  ponte. “Chuva e sol, poeira e carvão&#8230; e alegria no coração!” A letra  de Gonzagão não poderia ser mais adequada. Transborda poesia na vida do  viajante.</p>
<p>Pois quem é que não se inspira com as flores na margem  do caminho, qual jardim de conto de fadas? Ou com misteriosas e densas  nuvens, docemente acomodadas sobre montanhas distantes, forradas por  matas igualmente misteriosas e intocadas? “Coisas que, pra ‘mode’ se  ver, o cristão tem que andar a pé&#8230;” De bici também é possível,  Gonzagão, porque a velocidade do cicloturista é baixa, contemplativa,  harmoniosa.</p>
<h3>Figuras raras no Encontro</h3>
<p>No caminho para  Timbó, pensava em que tipo de público iria conhecer no Encontro. Cheguei  a imaginar que seriam somente viajantes gabaritados, que iriam  desdobrar-se em relatar suas epopéias de milhares de km em bicicleta.  Que seriam somente jovens, de pleno vigor físico, relatando suas  travessias de desertos, pântanos, sítios em guerra. Me enganei  redondamente. É claro que esse perfil estava presente, mas nunca  imaginei encontrar algo como a família Rombach, por exemplo.</p>
<p>Ou o  seu Loreste Voltolini, um jovem de 72 anos, morador de Timbó, que já  pedalou 90 km em um só dia. Engana-se quem pensa que o veículo dele é  uma Barra Forte ou similar. “Quando eu conheci a Mountain Bike, há 20  anos, joguei fora as bicicletas sem marcha”, relata, sorrindo. Sua  magrela é uma full suspension, 21 marchas, toda equipada. Só o paralama  traseiro lembra os modelos antigos. “Mas só uso quando chove,  pra não  molhar a bunda”, explica. A gargalhada foi incontrolável.</p>
<h3>Vale Europeu: primeiro roteiro cicloturístico do Brasil</h3>
<p>Seo  Loreste, a família Rombach e no mínimo outra centena de pedaleiros  itinerantes acompanharam, todos os dias, as 4 pedaladas promovidas pelo  Encontro. Com distâncias entre 15 e 30 km, os passeios foram uma  oportunidade para conhecer trechos do recém-criado Circuito Vale Europeu  de Cicloturismo. Trata-se do primeiro roteiro desenvolvido no Brasil  com informações especialmente direcionadas para percorrê-lo de  bicicleta.</p>
<p>Como se vê, já foi o tempo em que os cicloviajantes  eram confundidos com pagadores de promessa, ou com malucos que abandonam  a família e se lançam numa aventura insana por terrenos inóspitos.  Gestores públicos locais, como as prefeituras de Timbó e entorno,  começam a perceber a importância desse tipo de visitante para o  desenvolvimento econômico da região.</p>
<p>O pioneirismo em  desenvolver o Circuito é mérito do Clube de Cicloturismo do Brasil, uma  ONG fundada há cinco anos e que tem reunido boa parte dos viajantes de  bicicleta nacionais, com seus relatos de viagens, trocas de  experiências, projetos de expedições. O mapeamento cicloturístico do  Vale Europeu, de excelente qualidade, foi obra dos fundadores do Clube,  Eliana Garcia e Rodrigo Telles, e do sócio Walter Magalhães. O  financiamento coube ao Consórcio Turístico Regional “Vale das Águas”,  instituição que reúne os 9 municípios atravessados pelo roteiro.  Importante também foi o incentivo e contatos dados pela ABC (Associação  Blumenauense Pró-Ciclovias), incansável promotora do estilo de vida  ciclista, para a criação do roteiro.</p>
<h3>Guia precioso para @s cicloviajantes</h3>
<p>O trajeto, de 300 km, é quase todo por  estradinhas de terra secundárias, tranqüilas, num convite ao deleite e à  contemplação. Duas partes distintas compõem o roteiro: a baixa, com  altitudes médias de 100m e trechos acompanhando o vale dos rios, entre  Timbó e Rodeio; e a alta, com altitudes que beiram os 1000m, em regiões  mais isoladas, onde o caminho por vezes serpenteia a mata fechada,  permitindo um maior contato com as exuberantes fauna e flora locais.</p>
<p>O  desenvolvimento do Circuito Vale Europeu de Cicloturismo foi compilado  em um guia bastante completo. Na edição, também traduzida para espanhol e  inglês, o cicloturista encontra valiosas informações sobre os serviços  oferecidos nas cidades, classificação das dificuldades física e técnica  dos trechos, gráfico altimétrico e planilhas detalhadas. É só montar na  “magrela” e sair pedalando, preparando-se para as surpresas e os  atrativos do caminho – cachoeiras, paisagens bucólicas, traços culturais  dos colonizadores europeus, entre tantos outros. Antonio Kolb, juiz de  prova de balonismo que mora em Pindamonhangaba, não perdeu tempo: tão  logo terminou o Encontro de Cicloturismo, subiu na bike e foi conferir  de perto o Circuito. Deve concluí-lo em uma semana, seguindo as  instruções do guia.</p>
<h3>Pedalando na Ásia e as relaçoes entre yoga &amp; bicicleta</h3>
<p>Mas nem só de passeios e encontros  inusitados foi feito o Encontro. Variadas palestras compuseram a  programação. “De bike pela Ásia” foi uma delas, onde um casal paulista  relata suas experiências na cicloviagem de 10 meses pelo continente.  Para realizar esse sonho, César Pires e Ana Fukui juntaram suas  economias durante vários anos. O registro visual da viagem  transformou-se, pelas mãos do artista plástico César, em delicadas obras  de arte. São aquarelas de encher os olhos, produzidas in loco nos  confins de Vietnã, Laos e China.</p>
<p>Goura Nataraj, professor de  yoga em Curitiba e ciclista inveterado, trouxe ao Encontro inteligentes  analogias entre Yoga&amp;Bicicleta. Como todo yogi, explica Goura, é  alguém consciente de si e do seu habitat, nada mais comum do que  questionar a cultura destrutiva dos automóveis. Não se propõe o  extermínio dos carros, apenas seu uso mais racional. Ele também  classifica o uso da bicicleta como um importante complemento aeróbico  para os asanas, que são as posturas do yoga. O professor ensinou aos  espectadores, na prática, duas técnicas respiratórias (pranayamas)  distintas: uma para acalmar e outra para estimular o corpo e a  percepção.</p>
<h3>Seo  Valdo e os “delicados terrenos das relações humanas”</h3>
<p>Seria impossível descrever todas as personalidades  interessantes do Encontro. Foi árdua a tarefa de selecioná-las, mas  assim o fiz – e o seu Valdo não poderia ficar de fora. Ex-padre, hoje  com 60 anos, percorreu no início do ano um trecho de 800 km em  bicicleta, no Chile. Da experiência resultou um livro, cujo título já é  uma amostra do tom espartano da expedição: “Pedalando e desvendando a  Carretera Austral – 30 dias com 500 dólares”. Reproduzo, abaixo, um  trecho do prefácio que despertou minha atenção.</p>
<p>“Mais do que viagem ou aventura no sentido  físico, foi uma experiência vivida em terras estrangeiras, nas terras  inóspitas e belas da Patagônia e nos terrenos delicados e sensíveis das  relações humanas”.</p>
<p>É sábio o seo Valdo. Realmente, a  relação harmoniosa com os companheiros de viagem por vezes é mais  difícil que as travessias de serra, as intempéries ou outras  dificuldades do caminho. Para conviver e pedalar em grupo, nada mais  necessário do que o exercício da tolerância, a prática do respeito, o  estímulo ao companheirismo e à comunhão. São lições que o cicloturista  aprende em profundidade, e faz questão de absorvê-las também no  dia-a-dia, mesmo quando não está viajando.</p>
<h3>Últimas palavras</h3>
<p>Aos  queridos leitores, confesso: estou ainda em fase de deslumbramento com  tudo o que rolou no Encontro. Reconforta a alma saber que, nesse mundo  tão embrutecido pelos petro-dólares, multiplicam-se as pessoas que o  embelezam com seu modo alternativo de agir, humanizando as relações e o  ambiente no compasso harmonioso do pedal.   Teria muito mais a dizer -   mas vou parando por aqui, afinal de contas, queremos atualizar nosso  site ainda no frescor dos acontecimentos! Aos tantos amigos que fizemos  no Encontro, um fraterno e caloroso abraço. Não temos dúvidas de que em  algum ponto dos infindáveis ciclo-caminhos ainda vamos nos encontrar.</p>
<p>Por Fernando Angeoletto &#8211; Equipe CdS</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/11/10/cicloviajantes-de-todo-o-brasil-reunem-se-em-timbo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>17</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Parque do Itajaí e a transformação do Faxinal</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/10/19/parque-do-itajai-e-a-transformacao-do-faxinal/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/10/19/parque-do-itajai-e-a-transformacao-do-faxinal/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2006 16:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=174</guid>
		<description><![CDATA[
Em 1952, a família Molinari deixou a cidade catarinense de Botuverá para ocupar as terras que acabara de adquirir do governo brasileiro. O caminho entre a cidade e a nova propriedade era – e ainda é – uma trilha de cerca de 20 km rasgando a densa Mata Atlântica. Como se não bastasse o difícil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157621882219346/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3585/3769024914_3295ecfb59.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Em 1952, a família Molinari deixou a cidade catarinense de Botuverá para ocupar as terras que acabara de adquirir do governo brasileiro. O caminho entre a cidade e a nova propriedade era – e ainda é – uma trilha de cerca de 20 km rasgando a densa Mata Atlântica. Como se não bastasse o difícil acesso, a baixa fertilidade daquelas terras foi outra dificuldade encontrada pelos Molinari, imigrantes italianos vindos da região do Tirol.</p>
<p>Como a agricultura  era pouco promissora, Bepe, o patriarca da família, optou pela pecuária, cuja renda possibilitou sustento digno a sua família e a quitação das dívidas com o governo. “Produzimos muita lingüiça para honrar o compromisso. Em dois anos, pagamos os títulos e nos apossamos definitivamente da terra”, conta o seu Ari Molinari, que na época tinha 14 anos. A partir de então, aquele rincão distante ficou para sempre batizado de “Faxinal do Bepe”.</p>
<p>Chegamos ao “Faxinal” – nome dado a terras de vegetação rasteira, pouco férteis – na sexta feira 13, um dia depois do previsto. A chuva da véspera, que não deu trégua, nos forçou a adiar a expedição. Partindo de Blumenau, pedalamos 40 km, mais da metade por estrada de terra íngreme, morro acima. Boa parte do trecho foi na área do Parque Nacional da Serra do Itajaí, que completou dois anos em junho passado.</p>
<h3>NASCENTES E ALTA BIODIVERSIDADE NA MATA ATLÂNTICA</h3>
<p>Duas características, entre tantas, destacam-se como justificativas que culminaram na criação da unidade de conservação. A área de 57 mil hectares onde está o Parque conserva incontáveis mananciais de água pura. Na pedalada, não raro atravessávamos córregos cristalinos, alguns sem ponte, com aquele típico visual “Camel Trophy”. Além das nascentes, o estado de conservação e a biodiversidade da serra do Itajaí configuram-na como uma relevante reserva de floresta. Esse dado levou o Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica a propor ao Ministério do Meio Ambiente a criação de um Parque naquela região, já que esse bioma (Mata Atlântica) está hoje reduzido a 7,84% de sua área original</p>
<p>Mas nem tudo são flores na criação de um Parque Nacional. De uma hora para outra, as famílias que vivem na área de conservação confrontam-se com o problema de ter que abandonar suas terras. No entanto, apesar de viver há 54 anos no Faxinal do Bepe, que fica no coração do Parque, seu Ari Molinari parece não se incomodar muito com a questão. “Se a indenização for boa, deixamos a terra, sem problema”, resigna-se. Sua esposa, dona Fortunata, com quem é casado há 43 anos, também concorda com a retirada. “Vamos morar mais perto da cidade. Não é fácil viver isolado de tudo”, relata.</p>
<p>Depois de pedalar mais de 20 km em subida, um consolo. Logo após o enorme portão de ferro, na entrada do Faxinal do Bepe, a descida é vigorosa, técnica e divertida. Teve gente que, tão logo chegou a casa do seu Ari, subiu de volta a “lomba” para tomar mais um pouco de adrenalina ladeira abaixo! Outros colegas aproveitaram para inaugurar o barril de cerveja artesanal que trazíamos na bagagem – afinal de contas, é tempo de Oktoberfest, e já cumprimos nossa missão pedalística do dia.</p>
<h3>A BARBÁRIE DOS BUGREIROS</h3>
<p>Não posso disfarçar o orgulho. Essa seleta cerveja, elaborada com maltes especiais segundo a lei de pureza alemã, é feita em minha própria casa, no Canto da Lagoa (Florianópolis). Sou apenas um fiel discípulo (e degustador) da arte cervejeira. O trabalho é obra dos colegas que moram comigo, Tiago Pinto e Fernando Torrezan, que dedicam-se, com competência, ao processo alquímico de combinar água pura da floresta, malte de cevada, lúpulo e levedura, produzindo excelentes cervejas.</p>
<p>O produto agradou também o seu Ari Molinari, além dos sedentos cicloviajantes. Entre uma e outra taças, o senhor de forte sotaque italiano trazia suas memórias à tona. Contou que, durante a colonização daquelas terras remotas, os índios eram mortos com requintes de crueldade. Tal barbárie não era novidade para mim – as histórias dos “bugreiros”, como eram conhecidos os assassinos dos índios, são comuns em Santa Catarina. Mas alguns assombrosos detalhes da matança foram revelados pelo seu Ari.</p>
<p>“Era o governo quem contratava os bugreiros”, revela. “Os índios não faziam nada, as mortes eram gratuitas”. E os métodos eram dos mais hediondos. Algumas tocaias eram armadas logo após os grandes festejos indígenas. Nessas ocasiões, a comilança era exagerada, e a indolência dos índios os transformava em alvos fáceis. Munidos de espadas, invadiam as aldeias e distribuíam os golpes mortais sem distinção. Nem as mulheres, crianças e idosos escapavam das lâminas.</p>
<h3>GLUTÕES E O SÓTÃO DA “VOVÓ”</h3>
<p>História vai, história vem, e o estômago ronca – já é hora de provar a culinária sertaneja da dona Fortunata. À luz de velas, porque calhou de faltar energia bem naquele dia, o que foi comemorado por todos (exceto por quem teve que tomar banho frio!). Galinha caipira, porco idem. Polenta com molho, da mais arraigada tradição italiana. Conservas fabulosas: couve-flor, palmito, cenoura e beterraba. Não haveria glutão que botasse defeito. Barrigas repletas, assuntos escassos, indivíduos bocejantes – já é hora de dormir. Pernoitamos no sótão de madeira, como legítimos netos de uma vovó fazendeira.</p>
<p>Pela manhã, a “vovó” Fortunata novamente deu um show. E lá vamos nós, glutões, cumprir a árdua tarefa de devorar bolinhos de chuva, cucas, pães caseiros, mel silvestre. Não estamos em fase de crescimento, mas pedalar exige energia! Seguimos viagem e a lama da estrada, lisa como graxa espalhada no chão, dava um prenúncio do que enfrentaríamos no dia.</p>
<h3>MEIA-VOLTA, VOLVER: LAMA “ENGRAXADA” NO CAMINHO</h3>
<p>Para as bicicletas nem foi tão difícil, mas para a caminhonete simplesmente impossível. Azar para mim, que cumpria escala no carro de apoio justamente naquele dia. Despedi-me dos colegas e fui em direção contrária, fazendo uma volta de 100 km antes de encontrá-los novamente. Só conheci as descidas alucinantes por fotos e pelo relato da rapaziada. Em Apiúna, um dos 9 municípios que tem parte da área inserida no Parque, finalizei minha função de motorista e voltei a pedalar.</p>
<p>Nesse momento estávamos no nível do majestoso rio Itajaí, e boa parte do pedal foi na margem dele. Vez ou outra cruzamos o leito, por pontes de todos os jeitos. Uma delas, curiosa e insólita, era coberta por um telhado de duas águas. Passamos por Ascurra e Indaial, e entramos em Blumenau pela rua Bahia. Depois de 80 km de pedalada (mais 40 no primeiro dia), terminamos a expedição com uma celebração no bar da Eisenbahn. Em clima de Oktober, uma banda de ritmos alemães tradicionais embalava o local</p>
<p>Depois de confraternizarmos, as despedidas. E a maior das aventuras: encarar as BRs 470 e 101 de noite, com chuva, de volta a Floripa (de carro, é claro). Felizmente, nenhum contratempo na jornada. E que as bênçãos jamais abandonem os inveterados cicloviajantes!</p>
<p><em>por Fernando Angeoletto</em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157621882219346/" target="_blank">Veja as Fotos</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/10/19/parque-do-itajai-e-a-transformacao-do-faxinal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mar e Sertão &#8211; Lua Cheia e Baleias na Independência</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/09/15/mar-e-sertao-lua-cheia-e-baleias-na-independencia/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/09/15/mar-e-sertao-lua-cheia-e-baleias-na-independencia/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Sep 2006 00:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira do Zanella]]></category>
		<category><![CDATA[Espraiado]]></category>
		<category><![CDATA[Garopaba]]></category>
		<category><![CDATA[Ibiraquera]]></category>
		<category><![CDATA[Imbituba]]></category>
		<category><![CDATA[Itapirubá]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Rota das Baleias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=310</guid>
		<description><![CDATA[Já passava de meio-dia e meia quando nossa comitiva, a bordo de uma caminhonete e um micro-ônibus, desembarcou na praia de Itapirubá (município de Imbituba). Houve atraso e a vilã, como sempre, foi a BR 101, onde um acidente ocorrido na manhã da Independência implicou em congestionamento que já ultrapassava os 6 km.
Desviando dessa fila, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já passava de meio-dia e meia quando nossa comitiva, a bordo de uma caminhonete e um micro-ônibus, desembarcou na praia de Itapirubá (município de Imbituba). Houve atraso e a vilã, como sempre, foi a BR 101, onde um acidente ocorrido na manhã da Independência implicou em congestionamento que já ultrapassava os 6 km.</p>
<p>Desviando dessa fila, ao menos fomos recompensados pelo visual das dunas do Macacú e da praia de Siriu, percorrendo a estrada de terra alternativa que une Paulo Lopes a Garopaba.</p>
<p>Em Itapirubá, não demorou muito para que elas dessem o ar da graça. Fomos recepcionados por duas baleias, saudando-nos com suas evoluções num ponto relativamente próximo da praia. Que alívio; imagina se elas não aparecem, depois de tamanha propaganda que fizemos? Mas é setembro e nessa época as francas, batizadas assim pela facilidade com que eram mortas para virar óleo, nadam por aqui em busca de águas mais aconchegantes para parir e amamentar. Ainda veríamos outras pelo caminho.</p>
<p>O vento nordeste, gelado e contrário ao nosso rumo, marcou a pedalada logo de início. No ermo de Itapirubá, os cicloviajantes espalhados pela areia da praia compunham colorida paisagem, adornada ainda pelo céu cristalino e o mar mexido. Bravamente desafiando o vento contra, nosso grupo de 20 pedalantes &#8211; dos quais 9 eram mulheres, demonstrando que é fato a preferência feminina pelo cicloturismo &#8211; seguiu até a Vila, de onde abandonamos a praia e atravessamos a cidade por asfalto.</p>
<h3>Baleia com lua cheia: a rima que se confirmou!</h3>
<p>A primeira parada foi no Museu da Baleia Franca, ainda em Imbituba. Instalado em prédio histórico, reformado a partir das ruínas de um antigo centro processador de baleias, o museu conserva curiosos e mórbidos equipamentos da carnificina imposta aos cetáceos, em tempos nem tão distantes assim (a última estação baleeira de SC parou de funcionar em 1973). Fornos de autoclave enormes, ali expostos, derretiam os bichos, reduzindo-os a óleo que queimava em alguma lamparina ou trazia liga à argamassa. Conta-se que a fedentina em derreter as baleias era tamanha que nem os próprios trabalhadores do local suportavam.</p>
<p>Museu visitado, é hora de partir &#8211; o Souza já acionou a sirene da sua magrela, como sempre fez para chamar o grupo ao final de cada parada para descanso. A maré já estava alta e não foi possível pedalar pela praia da Ribanceira. Tocamos por estradinha paralela, com o mar sempre a vista, as baleias vez ou outra,  até Ibiraquera. Contornamos uma parte da lagoa de mesmo nome, com o sol se pondo e desenhando silhuetas no horizonte. Logo que chegamos na praia do Rosa, anoiteceu e a lua se apresentou, em princípio tímida, guardada por nuvens.  Eu não vi, porque fui deixar as bagagens na pousada, mas os outros 19 me contaram que o tal mamífero gigante também apareceu nesse exato momento - baleia com lua cheia, eis que a rima se confirmou !!</p>
<p>Ocupamos 6 quartos da confortável pousada Rosa e Canela. Gabriela, a proprietária, merece créditos pelo excelente atendimento. Instalações impecáveis e um café da manhã estilo colonial &#8211; bela &#8220;sustança&#8221; para encarar o segundo dia de pedaladas! Deixamos o Rosa e apontamos para oeste, no rumo do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.</p>
<h3>Recanto Belo, um refúgio no sertão</h3>
<p>Atravessamos a BR 101 na altura da Penha, bairro de Paulo Lopes. A partir daí, entramos no verdadeiro espírito dos Caminhos do Sertão: estradinhas rurais, pouco movimentadas e com a paisagem do mar de montanhas ao fundo. Esse cenário é ainda mais marcante na altura do Espraiado, um morro onde a mata é mais densa e pujante e o único sinal de civilização é a estrada que percorremos. Ladeira abaixo, passamos pelo CRETA (Centro de Recuperação de Toxicômanos e Alcoolistas) e em seguida chegamos ao Recanto Belo, ponto do segundo pernoite.</p>
<p>O Recanto pertence ao Heinz, um suíço de 77 anos que construiu um refúgio de conto de fadas em pleno sertão de Paulo Lopes. Jardins de aparência imaculada, um lago coalhado de tilápias e uma sala de estar com decoração requintada compõem o ambiente. Nossas acomodações eram duas cabanas a 300 metros da sede, onde dormiu metade do grupo. A outra metade acampou ali perto &#8211; de noite, as rajadas de vento nordeste foram assustadoras!</p>
<p>Pouco depois que chegamos ao Recanto, fomos guiados pelo Sidnei, morador local, numa caminhada pela mata com rumo a uma bela cachoeira. A água estava fria de doer os ossos, o que não impediu alguns de nossos cicloviajantes de tomar um bom banho. Logo voltamos à trilha para o percurso de volta, que ainda demoraria quase uma hora. O sol já ia sumindo, e ninguém estava disposto a enfrentar a mata de noite.</p>
<p>A carioca Vitória, esposa de Heinz, auxiliada pela empregada Rosa, preparou-nos farto jantar. Destaque para as tilápias fritas, criadas ali mesmo na propriedade. Antes de dormir, divertimo-nos assistindo as fotos dos dois dias de pedaladas, a beira da fogueira, onde mais tilápias estalavam para nos servir de petisco.</p>
<h3>Travessia cancelada</h3>
<p>Na manhã seguinte, o vento nordeste, que já durava três dias, parecia ter acalmado. Essa condição era um pré-requisito para que pudéssemos atravessar a baía Sul com segurança, de barco, entre a praia do Sonho (continente) e a Caieira (Ilha de Santa Catarina, Floripa). Ocorre que, no decorrer da manhã, o vento forte passou novamente a predominar. Ao ligar para o capitão do barco, recebi a frustrante notícia de que a travessia havia sido cancelada em virtude do mau tempo, confirmando o que já havia previsto na noite anterior.</p>
<p>Ficamos surpresos; pessoalmente, eu havia feito essa travessia pelo menos uma dezena de vezes, e nunca houve problema. A solução foi adotar uma rota alternativa, que evitasse a BR 101 e nos conduzisse a Ilha da melhor maneira possível. Desviamos pelo Maciambu, próximo ao Morro dos Cavalos, onde há uma aldeia guarani ancestral que hoje é seriamente ameaçada pela rodovia.</p>
<p>Passamos pela Enseada do Brito, o maior distrito de Palhoça, marcada pela arquitetura açoriana e os incontáveis cultivos de ostras e mariscos. Na localidade de Sul do Rio, aponte pênsil sobre o rio Cubatão (maior manancial da grande Florianópolis) me causou vertigem ? afinal, enquanto os colegas a atravessaram pedalando, eu passei dirigindo a caminhonete de apoio (com reboque), e sempre dá uma ligeira impressão de que aquele troço vai desabar!</p>
<p>Depois da providencial pausa para almoço &#8211; tão farto que queríamos levar as marmitas <img src='http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> , entramos em ambiente urbano. Ponte do Imaruim, em Palhoça; centro histórico e avenida beira-mar, em São José; via Expressa e passarela da ponte Pedro Ivo, em Floripa. Fim da viagem, estávamos prestes a chegar no Largo da Alfândega e comemorar a agradável viagem, ansiedade e cansaço já eram grandes.</p>
<p>Nos últimos 200 metros um cicloviajante vai ao chão. Na passarela entre o Centrosul e o Direto do Campo, um degrau absolutamente inútil no meio da rampa foi o vilão da queda do Phil, um colega que nos acompanha desde a primeira viagem dos Caminhos do Sertão. Camarada Phil, aproveitamos para te enviar todas as boas vibrações, desejando que a recuperação seja breve e que volte logo a cicloviajar conosco! E à Prefeitura de Florianópolis, fica o toque de consertar tal passarela urgentemente!</p>
<p>Finalizando, um pequeno agradecimento a todos nossos cicloviajantes dessa última viagem:</p>
<ul>
<li>Nara, que viajou pela terceira vez conosco, sempre encantada com todas as novidades dos Caminhos;</li>
<li>Mário, que se aposentou justamente na semana da viagem, e agora promete uma nova vida de pedaladas pela frente (agradeço o apelido de Poeta que me deste, valeu!);</li>
<li>Souza, transbordando juventude aos 57 anos, sempre nos fazendo rir com suas piadas e a escandalosa sirene de sua magrela;</li>
<li> às colegas Viviane e Gisele, que vieram de Curitiba especialmente para pedalar conosco e que pelo astral constante, demonstraram ter gostado da idéia ;</li>
<li> às irmãs Tati (que veio de São Paulo) e Ju (que, como o Phil, é pioneira dos Caminhos do Sertão), sempre passando com um sorriso;</li>
<li> Carine, que começou a pedalar há um mês, e já se declarou viciada. Com um vício desse, você vai longe, amiga ? basta trocar o band-aid pelo sofá-cama!;</li>
<li> Claudia, que veio de Curitiba e jamais havia andado tanto de bicicleta, mas surpreendeu a todos mandando muito bem até o final;</li>
<li>Renato, grande entusiasta e apoiador dos Caminhos do Sertão, que parece menino fazendo evoluções com sua Trek;</li>
<li>Adilson, sarrista de primeira, sempre brincalhão e bem-humorado;</li>
<li>Alê, surfista-pedalante, vira e mexe divertindo a turma com seu jeitão hilário;</li>
<li>Flavia, com seu indefectível sorriso no canto da boa (né Fla?), e autora do pão que já virou atrativo em nossas viagens (cuja receita é guardada a sete chaves);</li>
<li>Fernando, com sua bici de rodas enormes e estoque de delícias integrais, e que descobrimos já ter pedalado conosco nas Bicicletadas</li>
<li> Silvana, sempre guerreira, a vontade com seu ritmo e também amiga antiga dos Caminhos do Sertão;</li>
<li> aos guias Dudu, Jou e Pereira, sócios de agora, amigos de sempre.</li>
</ul>
<p>Forte cicloabraço a tod@s, e até a próxima, em outubro!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/09/15/mar-e-sertao-lua-cheia-e-baleias-na-independencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
