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	<title>Caminhos do Sertão Cicloturismo &#187; Caminhos da Imigração Alemã</title>
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		<title>Sete anos desbravando os Sertões do Sul</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 02:19:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Águas Mornas]]></category>
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		<category><![CDATA[Antônio Carlos]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 10 de junho de 2004, iniciou-se uma pedalada de três dias nas estradinhas de terra entre Águas Mornas e São João Batista, Santa Catarina. Se a viagem foi boa? Bem, estamos no caminho até hoje, e seguindo em &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/06/10/sete-anos-desbravando-os-sertoes-do-sul/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2983.jpg"><img title="129_2983" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2983.jpg" alt="" width="640" height="435" /></a>No dia 10 de junho de 2004, iniciou-se uma pedalada de três dias nas estradinhas de terra entre Águas Mornas e São João Batista, Santa Catarina. Se a viagem foi boa? Bem, estamos no caminho até hoje, e seguindo em frente&#8230;.</p>
<p>Agradecemos a tod@s que nos acompanham desde então, seja sonhando ao ler os relatos de viagem e  ver as fotos, seja vivenciando as dores e delícias que só uma cicloviagem pode proporcionar!</p>
<p>A viagem inaugural começou com trovoadoas e terminou com um lindo pôr do sol&#8230; como recordar é viver, veja abaixo o relato daquela primeira epopéia sertanista:<a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2838.jpg"><strong><br />
</strong> </a></p>
<p><strong>Está Chovendo? Sem problema!</strong> -A obstinação pela viagem marcou nosso grupo logo de início. Também, pudera: às 8 da manhã, horário marcado para a saída, relâmpagos cortavam o céu e uma saraivada de trovões anunciava a tempestade que não demorou a desabar.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2838.jpg"><img title="128_2838" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2838.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2838.jpg"></a>Hesitamos um pouco, porém, com o desejo em comum de cicloviajar, resolvemos apostar na bonança e tocamos de carro em direção à Águas Mornas, com a chuva implacável durante todo o trajeto.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2849.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-669" title="128_2849" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2849.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>Quando chegamos à cachoeira do seu Quirino, a tormenta já estava bem mais calminha. O teto ainda era cinza, mas ao menos a chuva tinha dado trégua. Nosso aquecimento para a pedalada foi um trekking leve pelas pedras do rio dos Bugres, que desliza sobre um leito cor de caramelo. O objetivo da caminhada era chegar a um ponto onde se avista a volumosa queda d´água, despencando imponente num salto de cerca de 40 metros de altura.</p>
<p><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2893.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-671" title="128_2893" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2893.jpg" alt="" width="640" height="439" /></a>Traços da imigração alemã</strong> &#8211; Devidamente aquecidos, botamos as magrelas pra trabalhar. Mas quem trabalhou de verdade foram as pernas dos nossos valentes cicloviajantes, pedalando morro acima em direção aos vilarejos alemães de Loeffelschedt, Primeira Linha e Segunda Linha. À medida que a BR 282 ficava para trás, o caminho de terra conduzia a locais onde o tempo parece ter estacionado.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_30121.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-684" title="130_3012" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_30121.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>Tão próximas de Florianópolis, as vilas nem de longe lembram a cidade grande. Sucedem-se casas de gente simples, ornadas por jardins multicoloridos e pés carregados de bergamotas ao alcance de qualquer mortal. Fumaça, somente dos fogões de lenha. Agito, apenas das águas de rios cristalinos que nunca deixam de nos acompanhar estrada afora.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2957.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-673" title="129_2957" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2957.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>Ainda era dia quando chegamos ao bairro Santa Filomena, já em São Pedro de Alcântara. O ritmo da equipe foi invejável, considerando o longo trecho em subida do trajeto de 40 km iniciado quase ao meio dia. Na pousada Santa Bárbara, nossas narinas eram agraciadas pelo cheiro do maravilhoso jantar preparado pela proprietária, dona Mônica, enquanto tirávamos a lama das bikes para deixá-las supimpas para a próxima jornada.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2973.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-674" title="129_2973" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2973.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>A recompensa pelo cansaço, além da farta comida, foi o pouso na centenária casa de arquitetura alemã, com todos os aposentos à disposição da galera do pedal. Além de confortável, a pousada encanta pela relevância histórica. Seu quintal abriga a capela de Santa Bárbara, um marco religioso dos pioneiros de São Pedro de Alcântara, famosa por ser a primeira colônia alemã em Santa Catarina.</p>
<p><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2983.jpg"></a><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3129.jpg"></a>Por caminhos do século XVIII </strong>- No segundo dia da viagem, botamos as magrelas numa curiosa descida toda calçada de pedras. São vestígios do Caminho das Tropas, aberto no final da década de 1780 para ligar a capital Desterro aos campos de Lages, cruzando a inóspita serra. A abertura da picada, um feito certamente épico para aqueles tempos, é atribuída ao alferes Antônio José da Costa, descendente de açorianos nascido em Desterro.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2981.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-687" title="129_2981" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2981.jpg" alt="" width="360" height="480" /></a>O autor da empreitada, acompanhado de 12 homens armados, 12 escravos e sete cargueiros empenhados em abrir a trilha pelo vale do Rio Maruim, registrou a aventura no relato <em>Derrota de viagem que fiz ao Sertão de Terra Firme desta Ilha de Santa Catarina</em>. Para quem acha que a viagem do alferes Costa deu errado, vale esclarecer que o termo derrota também tem o sentido de percurso, direção, e sua etimologia remonta ao sentido de &#8220;caminho desbravado&#8221;.<br />
<img title="128_2898" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2898.jpg" alt="" width="640" height="480" />Benditos sejam os que desbravaram os caminhos. As rotas que abriram para escoar riquezas, substituídas por outras mais modernas e pavimentadas, hoje nos conduzem a bordo de nossas bravas magrelas por cenários de beleza deslumbrante. Sempre pedalando, passamos por Antonio Carlos, também uma ex-colônia alemã, celeiro de hortaliças da grande Florianópolis. Sucessivas lavouras de alface, agrião, couve-flor e repolho, dentre outras, pontuam a região rural da pacata cidade. Mas ela nem sempre foi assim, tão calma.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2908.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-672" title="129_2908" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2908.jpg" alt="" width="360" height="480" /></a>Em tempos de Segunda Guerra Mundial, quando a ditadura Vargas se opôs ao Eixo (do qual fazia parte a Alemanha), um xenofobismo radical invadiu as colônias alemãs no Brasil. Em Antonio Carlos, houve uma devassa em casas, igrejas e cemitérios, numa tentativa de destruição de tudo que evocasse a cultura germânica.</p>
<p><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_3056.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-678" title="130_3056" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_3056.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>Albergue rural, rali e ponte de ferro</strong> &#8211; Chegamos à Fazenda de Dentro, bairro rural de Biguaçu, antes da chuva torrencial que começou a cair no fim da tarde de sexta feira. Dormimos com o barulho dos pingos sobre o telhado, num albergue construído através de iniciativa pioneira de estabelecer uma hospedagem para peregrinos naquela região. Este fica num sítio onde se cultiva boa parte dos alimentos consumidos no jantar e café da manhã, ambos com a fartura típica das propriedades rurais.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_3087.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-679" title="130_3087" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_3087.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>No sábado, último dia da pedalada, fomos presenteados com um céu de azul intenso, sem qualquer sinal de nuvens. Começamos o trecho por trilha, a partir do sítio, enfrentando lama até o alto do morro das Cobras. No topo, a recompensa: um visual esplêndido da Ilha. Tocamos as bikes em direção a Canelinha, passando por arrozais que pintam a paisagem com um amarelo-limão reluzente.</p>
<p><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3123.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-683" title="131_3123" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3123.jpg" alt="" width="360" height="480" /></a>Meia volta, volver</strong>: nossa simpática estradinha de terra foi interditada para a realização de um rali. O jeito foi pegar uma carona com o carro de apoio, somente no trecho pedalado a mais, e refazer a rota. Acabamos passando pela cidade de Tijucas, que recebeu os cicloviajantes com sua estilosa ponte de ferro atravessando o rio de mesmo nome.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3129.jpg"><img title="131_3129" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3129.jpg" alt="" width="360" height="480" /></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3129.jpg"></a></strong>A partir dali, o imprevisto nos obrigou a pedalar pela SC 411. Sem problemas, já que a rodovia é razoavelmente calma e tem um bom acostamento.Na altura de Canelinha, voltamos ao caminho de terra, margeando o rio Tijucas. Enquanto o sol se escondia, os morros eram tingidos de cor-de-rosa, o que aumentava a emoção ao final do percurso.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3164.jpg"><img title="131_3164" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3164.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>Chegamos junto com a noite na cachoeira do Fernandes, em São João Batista, com os odômetros registrando 160 km de viagem, e as memórias preenchidas por visuais, histórias e descobertas que os caminhos sempre nos proporcionam.</p>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #ff4b33; -webkit-text-decorations-in-effect: underline; line-height: 24px;"><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_3001.jpg"><img title="130_3001" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_3001.jpg" alt="" width="350" height="480" /></a></span></div>
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		<title>Notícias do Dia mostram Caminhos da Imigração Alemã</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 20:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta na rua]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos da Imigração Alemã]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[clipagem]]></category>
		<category><![CDATA[jornal Notícias do Dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Caminhos do Sertão e suas viagens no destino dos  Caminhos da Imigração Alemã foram destaque no jornal Notícias do Dia de 27/02/2010: Cicloturismo. Antônio Carlos recebe grupo no fim de semana Aqueles que adoram ter contato com a natureza e &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/01/noticias-do-dia-mostram-caminhos-da-imigracao-alema/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caminhos do Sertão e suas viagens no destino dos  Caminhos da Imigração Alemã foram destaque no jornal Notícias do Dia de 27/02/2010:</p>
<h4><strong>Cicloturismo.</strong><strong> </strong>Antônio Carlos recebe grupo  no fim de  semana</h4>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-capa-fig-0.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-327" title="chamada na capa" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-capa-fig-0-300x216.png" alt="" width="300" height="216" /></a></p>
<p>Aqueles  que adoram ter contato com a natureza e observar cada detalhe do local  por onde passam têm uma boa opção de lazer: o cicloturismo. As viagens  em duas rodas vêm reunindo cada vez mais adeptos ao redor do estado e  fazendo com que os roteiros turísticos exploem lugares ainda não  visitados. Antônio Carlos será um dos caminhos por onde passará um grupo  de visitantes que prefere se exercitar em cima de uma bicicleta a  dirigir um carro.</p>
<p>Nos dias 27 e 28 de fevereiro, o grupo  organizado pela empresa de cicloturismo Caminhos do Sertão sairá de  Angelina, passará por São Pedro de Alcântara e chegará a Antônio Carlos.  As localidades de Louro e Guiomar, cercadas por vegetação, cachoeiras e  terrenos agrícolas serão os palcos principais dos ciclistas que  pedalarão por cerca de 70 quilômetros nos dois dias.</p>
<div id="attachment_2242">
<p><a href="http://bicicletanarua.files.wordpress.com/2010/02/nd-biguacu-2010-02-22-p-a3-fig-1.png"><img title="Sem correr. Em média, os grupos  compostos por até 20 ciclistas pedalam entre 30 e 40 quilômetros por  dia." src="http://bicicletanarua.files.wordpress.com/2010/02/nd-biguacu-2010-02-22-p-a3-fig-1.png?w=396&amp;h=300" alt="" width="396" height="300" /></a>Sem  correr. Em média, os grupos compostos por até 20 ciclistas pedalam entre  30 e 40 quilômetros por dia.</p>
</div>
<p>“As  coloridas plantações à beira do rio dão um ar muito gostoso ao ambiente e  ao passeio”, relata o diretor da Caminhos do Sertão, Eduardo Green.  Inspirada no roteiro Caminhos da Imigração Alemã, do governo do Estado, a  empresa iniciou em 2004 o trabalho nas cidades que foram colonizadas  por germânicos. O resultado deu certo e, pela décima vez, o município de  Antônio Carlos é incluído no roteiro.</p>
<blockquote><p>“As  coloridas plantações dão um ar mais gostoso ao passeio.”</p>
<p><strong>Eduardo  Green</strong>, diretor da Caminhos do Sertão</p></blockquote>
<p>De  acordo com o diretor, os grupos são formados por 10 a 20 pessoas que  estão em busca de descanso e contato com a natureza. O objetivo é fazer  com que as pessoas pedalem, mas queremos que o pedalar não seja apenas  pelo exercício de pedalar, mas que tenha uma contextualização, neste  caso, a presença alemã que está hoje viva nessas comunidades”, explica.  Para Eduardo, o uso da bicicleta, que se desloca a baixa velocidade,  permite a apreciação dos locais, com os participantes tendo tempo para  olhar para os lados, conversar e tirar fotos.</p>
<h3>Estrutura  de apoio aos participantes</h3>
<p>Um  micro-ônibus acompanha os ciclistas-turistas em todo o percurso. O  veículo leva as bagagens e a alimentação necessárias para passar o dia. O  diretor Eduardo comenta que o fato de as pessoas saberem que o  transporte as acompanha traz segurança e as motiva a continuar  pedalando. “Muitos dizem que não conseguem pedalar o trajeto todo, mas  como sabem que o ônibus vai junto e há um local para descansar e se  recuperar no caso de o cansaço bater, eles conseguem chegar até o fim”,  afirma.</p>
<p>Cada  grupo pedala, em média, de 30 a 40 quilômetros e as viagens podem durar  de um a sete dias. Cada parada é motivo para tomar água e conversar com  os colegas de grupo ou com os moradores das localidades visitadas.  Segundo Eduardo, a maioria dos turistas tem entre 25 e 50 anos.</p>
<p>Ele  garante que o interessado não precisa ser atleta para participar, já  que  o percurso diário é dividido entre várias paradas e momentos para  descanso. “vamos num ritmo tranquilo, o que não se torna cansativo. É um  momento de socialização”, afirma. Roupas leves e o uso de capacete são  obrigatórios para tornar o passeio mais agradável e seguro para todos.</p>
<p><strong>Mariella  Caldas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_328" class="wp-caption alignleft" style="width: 145px"><strong><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-p-a3.png"><img class="size-medium wp-image-328" title="reportagem na íntegra" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-p-a3-135x300.png" alt="clique para ver em tamanho maior" width="135" height="300" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">reportagem na íntegra</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_326" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><strong><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-capa.png"><img class="size-thumbnail wp-image-326" title="capa do jornal" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-capa-150x150.png" alt="clique para ver em tamanho maior" width="150" height="150" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">capa do jornal</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p>Agradecemos ao <a href="http://bicicletanarua.wordpress.com/2010/02/27/cicloturismo-em-terras-de-imigracao-alema/">Bicicleta  na Rua</a> pela clipagem, formatação e publicação. Bons pedais!</p>
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