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	<title>Caminhos do Sertão Cicloturismo &#187; Caminhos do Sertão</title>
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		<title>Caminhos do Sertão filia-se à ABETA</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 23:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oferecer cicloviagens de qualidade, com segurança, novidades e conforto sempre balizaram o trabalho da Caminhos do Sertão Cicloturismo. Como consequencia natural desse processo, durante nossa participação no Salão Nacional do Turismo, formalizamos nossa filiação à ABETA (Associação Brasileira das Empresas &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/07/21/caminhos-do-sertao-filia-se-a-abeta/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Família Carvalho Teixeira, em Bento Gonçalves/RS" src="http://farm7.static.flickr.com/6138/5960982515_b823bcd579_z.jpg" alt="" width="640" height="428" />Oferecer cicloviagens de qualidade, com segurança, novidades e conforto sempre balizaram o trabalho da Caminhos do Sertão Cicloturismo.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Logomarca-ABETA-nova.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-740" title="Logomarca ABETA nova" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Logomarca-ABETA-nova-300x68.jpg" alt="" width="300" height="68" /></a>Como consequencia natural desse processo, durante nossa participação no Salão Nacional do Turismo, formalizamos nossa filiação à <a href="http://www.abeta.com.br/">ABETA (Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura)</a>. Dentre as principais ações da ABETA estão a Capacitação e Certificação de nossas atividades, através do programa Aventura Segura. em breve teremos a avaliação de nosso Sistema de Gestão da Segurança.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/logo-Aventura-Segura-ABETA.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-741" title="logo Aventura Segura ABETA" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/logo-Aventura-Segura-ABETA-300x226.jpg" alt="" width="300" height="226" /></a>Com o apoio da ABETA, esperamos também ter acesso a um público mais amplo, tanto de brasileiros como também estrangeiros à procura de cicloturismo no Brasil. Para  tanto, participaremos do Abeta Summit, encontro de negócios com operadoras nacionais e internacionais, que passarão a oferecer nossas viagens para seus clientes.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Cânions, Chimarrão, Cicloturismo" src="http://farm7.static.flickr.com/6022/5962053001_17dcb81280_z.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>Agradecemos ao pessoal da ABETA pela atenção prestada na fase de filiação e torcemos para que seja um relacionamento duradouro em prol da ativiade de  cicloturismo no Brasil!</p>
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		<title>Sete anos desbravando os Sertões do Sul</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 02:19:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 10 de junho de 2004, iniciou-se uma pedalada de três dias nas estradinhas de terra entre Águas Mornas e São João Batista, Santa Catarina. Se a viagem foi boa? Bem, estamos no caminho até hoje, e seguindo em &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/06/10/sete-anos-desbravando-os-sertoes-do-sul/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2983.jpg"><img title="129_2983" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2983.jpg" alt="" width="640" height="435" /></a>No dia 10 de junho de 2004, iniciou-se uma pedalada de três dias nas estradinhas de terra entre Águas Mornas e São João Batista, Santa Catarina. Se a viagem foi boa? Bem, estamos no caminho até hoje, e seguindo em frente&#8230;.</p>
<p>Agradecemos a tod@s que nos acompanham desde então, seja sonhando ao ler os relatos de viagem e  ver as fotos, seja vivenciando as dores e delícias que só uma cicloviagem pode proporcionar!</p>
<p>A viagem inaugural começou com trovoadoas e terminou com um lindo pôr do sol&#8230; como recordar é viver, veja abaixo o relato daquela primeira epopéia sertanista:<a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2838.jpg"><strong><br />
</strong> </a></p>
<p><strong>Está Chovendo? Sem problema!</strong> -A obstinação pela viagem marcou nosso grupo logo de início. Também, pudera: às 8 da manhã, horário marcado para a saída, relâmpagos cortavam o céu e uma saraivada de trovões anunciava a tempestade que não demorou a desabar.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2838.jpg"><img title="128_2838" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2838.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2838.jpg"></a>Hesitamos um pouco, porém, com o desejo em comum de cicloviajar, resolvemos apostar na bonança e tocamos de carro em direção à Águas Mornas, com a chuva implacável durante todo o trajeto.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2849.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-669" title="128_2849" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2849.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>Quando chegamos à cachoeira do seu Quirino, a tormenta já estava bem mais calminha. O teto ainda era cinza, mas ao menos a chuva tinha dado trégua. Nosso aquecimento para a pedalada foi um trekking leve pelas pedras do rio dos Bugres, que desliza sobre um leito cor de caramelo. O objetivo da caminhada era chegar a um ponto onde se avista a volumosa queda d´água, despencando imponente num salto de cerca de 40 metros de altura.</p>
<p><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2893.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-671" title="128_2893" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2893.jpg" alt="" width="640" height="439" /></a>Traços da imigração alemã</strong> &#8211; Devidamente aquecidos, botamos as magrelas pra trabalhar. Mas quem trabalhou de verdade foram as pernas dos nossos valentes cicloviajantes, pedalando morro acima em direção aos vilarejos alemães de Loeffelschedt, Primeira Linha e Segunda Linha. À medida que a BR 282 ficava para trás, o caminho de terra conduzia a locais onde o tempo parece ter estacionado.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_30121.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-684" title="130_3012" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_30121.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>Tão próximas de Florianópolis, as vilas nem de longe lembram a cidade grande. Sucedem-se casas de gente simples, ornadas por jardins multicoloridos e pés carregados de bergamotas ao alcance de qualquer mortal. Fumaça, somente dos fogões de lenha. Agito, apenas das águas de rios cristalinos que nunca deixam de nos acompanhar estrada afora.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2957.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-673" title="129_2957" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2957.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>Ainda era dia quando chegamos ao bairro Santa Filomena, já em São Pedro de Alcântara. O ritmo da equipe foi invejável, considerando o longo trecho em subida do trajeto de 40 km iniciado quase ao meio dia. Na pousada Santa Bárbara, nossas narinas eram agraciadas pelo cheiro do maravilhoso jantar preparado pela proprietária, dona Mônica, enquanto tirávamos a lama das bikes para deixá-las supimpas para a próxima jornada.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2973.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-674" title="129_2973" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2973.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>A recompensa pelo cansaço, além da farta comida, foi o pouso na centenária casa de arquitetura alemã, com todos os aposentos à disposição da galera do pedal. Além de confortável, a pousada encanta pela relevância histórica. Seu quintal abriga a capela de Santa Bárbara, um marco religioso dos pioneiros de São Pedro de Alcântara, famosa por ser a primeira colônia alemã em Santa Catarina.</p>
<p><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2983.jpg"></a><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3129.jpg"></a>Por caminhos do século XVIII </strong>- No segundo dia da viagem, botamos as magrelas numa curiosa descida toda calçada de pedras. São vestígios do Caminho das Tropas, aberto no final da década de 1780 para ligar a capital Desterro aos campos de Lages, cruzando a inóspita serra. A abertura da picada, um feito certamente épico para aqueles tempos, é atribuída ao alferes Antônio José da Costa, descendente de açorianos nascido em Desterro.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2981.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-687" title="129_2981" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2981.jpg" alt="" width="360" height="480" /></a>O autor da empreitada, acompanhado de 12 homens armados, 12 escravos e sete cargueiros empenhados em abrir a trilha pelo vale do Rio Maruim, registrou a aventura no relato <em>Derrota de viagem que fiz ao Sertão de Terra Firme desta Ilha de Santa Catarina</em>. Para quem acha que a viagem do alferes Costa deu errado, vale esclarecer que o termo derrota também tem o sentido de percurso, direção, e sua etimologia remonta ao sentido de &#8220;caminho desbravado&#8221;.<br />
<img title="128_2898" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/128_2898.jpg" alt="" width="640" height="480" />Benditos sejam os que desbravaram os caminhos. As rotas que abriram para escoar riquezas, substituídas por outras mais modernas e pavimentadas, hoje nos conduzem a bordo de nossas bravas magrelas por cenários de beleza deslumbrante. Sempre pedalando, passamos por Antonio Carlos, também uma ex-colônia alemã, celeiro de hortaliças da grande Florianópolis. Sucessivas lavouras de alface, agrião, couve-flor e repolho, dentre outras, pontuam a região rural da pacata cidade. Mas ela nem sempre foi assim, tão calma.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2908.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-672" title="129_2908" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/129_2908.jpg" alt="" width="360" height="480" /></a>Em tempos de Segunda Guerra Mundial, quando a ditadura Vargas se opôs ao Eixo (do qual fazia parte a Alemanha), um xenofobismo radical invadiu as colônias alemãs no Brasil. Em Antonio Carlos, houve uma devassa em casas, igrejas e cemitérios, numa tentativa de destruição de tudo que evocasse a cultura germânica.</p>
<p><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_3056.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-678" title="130_3056" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_3056.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>Albergue rural, rali e ponte de ferro</strong> &#8211; Chegamos à Fazenda de Dentro, bairro rural de Biguaçu, antes da chuva torrencial que começou a cair no fim da tarde de sexta feira. Dormimos com o barulho dos pingos sobre o telhado, num albergue construído através de iniciativa pioneira de estabelecer uma hospedagem para peregrinos naquela região. Este fica num sítio onde se cultiva boa parte dos alimentos consumidos no jantar e café da manhã, ambos com a fartura típica das propriedades rurais.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_3087.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-679" title="130_3087" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_3087.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>No sábado, último dia da pedalada, fomos presenteados com um céu de azul intenso, sem qualquer sinal de nuvens. Começamos o trecho por trilha, a partir do sítio, enfrentando lama até o alto do morro das Cobras. No topo, a recompensa: um visual esplêndido da Ilha. Tocamos as bikes em direção a Canelinha, passando por arrozais que pintam a paisagem com um amarelo-limão reluzente.</p>
<p><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3123.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-683" title="131_3123" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3123.jpg" alt="" width="360" height="480" /></a>Meia volta, volver</strong>: nossa simpática estradinha de terra foi interditada para a realização de um rali. O jeito foi pegar uma carona com o carro de apoio, somente no trecho pedalado a mais, e refazer a rota. Acabamos passando pela cidade de Tijucas, que recebeu os cicloviajantes com sua estilosa ponte de ferro atravessando o rio de mesmo nome.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3129.jpg"><img title="131_3129" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3129.jpg" alt="" width="360" height="480" /></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3129.jpg"></a></strong>A partir dali, o imprevisto nos obrigou a pedalar pela SC 411. Sem problemas, já que a rodovia é razoavelmente calma e tem um bom acostamento.Na altura de Canelinha, voltamos ao caminho de terra, margeando o rio Tijucas. Enquanto o sol se escondia, os morros eram tingidos de cor-de-rosa, o que aumentava a emoção ao final do percurso.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3164.jpg"><img title="131_3164" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/131_3164.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a>Chegamos junto com a noite na cachoeira do Fernandes, em São João Batista, com os odômetros registrando 160 km de viagem, e as memórias preenchidas por visuais, histórias e descobertas que os caminhos sempre nos proporcionam.</p>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #ff4b33; -webkit-text-decorations-in-effect: underline; line-height: 24px;"><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_3001.jpg"><img title="130_3001" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2004/06/130_3001.jpg" alt="" width="350" height="480" /></a></span></div>
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		<title>pedalada de mapeamento na Serra Geral Catarinense</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 19:19:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Semana passada subimos a serra na companhia do Guilherme Cavallari, que publica guias de trilhas pela sua editora Kalapalo.  A missão foi mapear um dos trechos do Guia de Trilhas da Serra Geral, que o Guilherme está elaborando, e apelidou &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/05/25/pedalada-de-mapeamento-na-serra-geral-catarinense/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter" title="Dia perfeito em Imbuia-SC" src="http://farm4.static.flickr.com/3479/5758649880_fc83754973_z.jpg" alt="" width="640" height="480" />Semana passada subimos a serra na companhia do Guilherme Cavallari, que publica guias de trilhas pela sua editora <a href="http://www.kalapalo.com.br/">Kalapalo</a>.  A missão foi mapear um dos trechos do <a href="http://clubedaaventurakalapalo.blogspot.com/2011/05/segundo-anel-do-guia-de-trilhas-serra.html">Guia de Trilhas da Serra Geral</a>, que o Guilherme está elaborando, e apelidou de BluGrama, por conectar Blumenau a Gramado por estradas de terra.</p>
<p><img title="em Maracujá" src="http://farm3.static.flickr.com/2390/5758074877_c0acfa334a_z.jpg" alt="" width="640" height="480" />Justamente o tipo de caminhos que nós Sertanistas curtimos! E por ser na região em que mais organizamos nossas viagens, demos uma força pra traçar o roteiro. Na hora de mapear o caminho, Dudu o acompanhou, dando dicas de atrativos da região e também conhecendo um pouco mais da região. Além disso, foi o momento de testar nosso novo GPS, Um <a href="http://www.garmin.com/products/oregon550">Garmin Oregon 550</a>, que fez fotos desse post.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Serra Furada - Grão Pará" src="http://farm3.static.flickr.com/2090/5758059157_a32de61740_z.jpg" alt="" width="640" height="480" />O primeiro trecho, entre Urubici e Santa Rosa de Lima, em breve fará parte do <a href="http://acolhida.com.br/cicloturismo">Circuito de Cicloturismo Acolhida na Colônia</a>. Mapeamos uma nova conexão entre Aiurê e Santa Rosa, pela Boa Vista. Lindo de morrer&#8230; de tanto subir! Por sorte, no meio da subida havia a Pousada da Nida, associada à Acolhida na Colônia, que nos propiciou conforto em meio à chuva insistente.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Igreja renovada em Santa Catarina, Santa Rosa de Lima" src="http://farm4.static.flickr.com/3176/5758611250_95071bb80f_z.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>De Santa Rosa a Anitápolis, tínhamos a estrada geral, beirando o rio Braço do Norte e om subidas gentis. Para quê, se poderíamos aumentar o percurso em 8 km, mas passar pela deserta e linda estrada do Rio do Meio, e ainda subir um morro de 400m no final? Ficamos com a segunda opção, com certeza!</p>
<p><img title="serra" src="http://farm3.static.flickr.com/2143/5758624004_eabccf83c6_z.jpg" alt="" width="640" height="480" />No próximo trecho, para Alfredo Wagner,  passamos por Maracuja e Caetés, comunidades bem isoladas, com natureza quase intocada, só interompida pelas plantações de pinus que chegam sorrateiramente. O rio Caetés forma uma grota profunda e pedalar no seu vale é lindo!</p>
<p><img class="aligncenter" title="Curtindo o visual da Serra" src="http://farm4.static.flickr.com/3028/5758095227_62f873f9a3_z.jpg" alt="" width="640" height="296" />Depois de Alfredo, iríamos a Leoberto Leal, mas descobrimos que a estrada  de Leoberto a Imbuia havia sido asfaltada, assim cortamos direto para Imbuia pelo alto da serra, também tomado por imensas plantações de Pinus. Dali, a descida para Ituporanga foi deliciosa, com um bom visual da Serra, estradas de terra e claro, muita cebola.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Topo da Serra Grande, Petrolândia" src="http://farm6.static.flickr.com/5104/5758129961_13e76e6c34_z.jpg" alt="" width="640" height="480" />De Ituporanga, passamos por pequenas comunidades como Ribeirão Matilde, no canto do município de Atalanta. Há horas avistávamos de longe, pequenina,  a Serra Grande. Quando chegamos a Petrolândia, só por estradas de terra , seu visual já fazia jus ao nome. O jeito foi pôr a primeira marcha e seguir, logo estávamos novamente sobre o platô curtindo o panorama do Alto Vale Europeu.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Pra onde? Em frente!" src="http://farm4.static.flickr.com/3520/5758134853_5cd400be4f_z.jpg" alt="" width="640" height="480" />Nosso próximo destino era Rio Rufino, que chegamos só finzinho da tarde, depois de um longo dia de 86 km com mais de 1800 metros de subida acumulada!</p>
<p><img class="aligncenter" title="Junto ao Poço da Pedra Furada" src="http://farm3.static.flickr.com/2742/5758685226_721d511fbd.jpg" alt="" width="375" height="500" />Na manhã do último dia, visitamos o poço  da Perda Furada (mais uma na região, são pelo menos quatro!). Já no caminho entre Rio Rufino e Urubici, conhecemos mais uma propriedade associada à Acolhida na Colônia, o Sítio Três Lagos de Nila e Jorge.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Galpão do Sítio Três Lagos, Rio Rufino" src="http://farm3.static.flickr.com/2743/5758144027_f9f9e0a961_z.jpg" alt="" width="640" height="480" />É uma pousada rústica e muito bem cuidada, que visitaremos em breve nas nossas viagens na região de Urubici, onde fechamos o mapeamento percorrendo a margem direita (menos movimentada) do Rio Canoas.</p>
<p>O Garmin 550 foi aprovado para mapeamentos, apesar de no primeiro dia já estar arrependido de nõa ter levado minha câmera, ele até que fez  fotos de qualidade satisfatória. Eis a seleção das melhores fotos da viagem (total de mais de 300!):</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157626803157800%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157626803157800%2F&amp;set_id=72157626803157800&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157626803157800%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157626803157800%2F&amp;set_id=72157626803157800&amp;jump_to="></embed></object></p>
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		<title>Cicloturismo e mercado de Duas Rodas na Revista Empreendedor</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 16:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em sua última edição (no. 198), a Revista Empreendedor publicou ampla matéria sobre o aquecimento do mercado de duas rodas. A primeira parte foi sobre o mercado de motos.  Já a segunda parte, que é a que nos interessa, a &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/05/03/cicloturismo-e-mercado-de-duas-rodas-na-revista-empreendedor/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua última edição (no. 198), a Revista Empreendedor publicou ampla matéria sobre o aquecimento do mercado de duas rodas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-623" title="empreendedor" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Untitled-1.jpg" alt="" width="640" height="637" /></p>
<p>A primeira parte foi sobre o mercado de motos.  Já a segunda parte, que é a que nos interessa, a abordagem foi ampla: dados sobre fabricação e vendas de bicicletas, novos empreendimentos (como serviços de entregas), cicloativismo (com a participação dos competentes Eldon Jung e Giselle Xavier) e cicloturismo, em que fomos entrevistados.</p>
<p>Dê uma olhada <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/empreendedor_198-bicicletas.pdf">na matéria da Revista Empreendedor</a> em formato PDF (850 kb) e prestigie este veículo de comunicação brasileiro e catarinenese! Para mais informações, acesse o site da revista: <a href="http://www.empreendedor.com.br/" target="_blank">www.empreendedor.com.br</a></p>
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		<title>Lançado o Manual Circuitos de Cicloturismo</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 12:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acabou de sair da gráfica o Manual de incentivo e orientação em Circuitos de Cicloturismo para os municípios brasileiros, que contém diretrizes para a implantação de Circuitos de Cicloturismo, como é o caso dos catarinenses Vale Europeu, Costa Verde &#38; Mar e o &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/01/25/lancado-o-manual-circuitos-de-cicloturismo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><a href="http://ciclo.tur.br/arquivos/Manual-Circuitos-Cicloturismo.pdf"><img title="manual-circuitos-cicloturismo-capa" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/manual-circuitos-cicloturismo-capa-299x300.jpg" alt="" width="299" height="300" /></a></div>
<div><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/manual-circuitos-cicloturismo-capa.jpg"><br />
</a>Acabou de sair da gráfica o Manual de incentivo e orientação em Circuitos de Cicloturismo para os municípios brasileiros, que contém diretrizes para a implantação de Circuitos de Cicloturismo, como é o caso dos catarinenses <a href="http://www.circuitovaleeuropeu.com.br/">Vale Europeu</a>, <a href="http://www.costaverdemar.com.br/cicloturismo/">Costa Verde &amp; Mar</a> e o recém-lançado <a href="http://ciclo.tur.br/acolhida/">Acolhida na Colônia</a>.</div>
<div>Trabalho conjunto realizado pela <a href="http://caminhosdosertao.com.br/">Caminhos do Sertão</a>, <a href="http://www.viaciclo.org.br/">Viaciclo</a> e <a href="http://www.abciclovias.com.br/">ABC</a>, com o apoio do  <a href="http://www.clubedecicloturismo.com.br/">Clube de Cicloturismo</a>, e financiamento do <a href="http://www.cycling.nl/">I-CE</a> (elaboração) e <a href="http://udesc.br/">Udesc </a>(impressão), o Manual está disponível na versão impressa para os gestores municipais na área de turismo e mobilidade, e na versão digital (na íntegra) para o público geral, através do endereço <a href=" http://ciclo.tur.br/arquivos/Manual-Circuitos-Cicloturismo.pdf">http://ciclo.tur.br/arquivos/Manual-Circuitos-Cicloturismo.pdf</a></div>
<div></div>
<div>Se tiver interesse em receber a cópia impressa do Manual, <a href="/contato.php">entre em contato</a> conosco</div>
</div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ciclo.tur.br/arquivos/Manual-Circuitos-Cicloturismo.pdf"><img class="aligncenter size-medium wp-image-491" title="manual-circuitos-cicloturismo-contracapa" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/manual-circuitos-cicloturismo-contracapa-299x300.jpg" alt="" width="299" height="300" /></a><a href="http://ciclo.tur.br/arquivos/Manual-Circuitos-Cicloturismo.pdf"><br />
FAÇA O DOWNLOAD DE SUA CÓPIA!</a></p>
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		<title>Programa Patrola visita o Circuito Acolhida na Colônia</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 21:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Veja a reportagem do programa Patrola da RBS, que foi ao ar no 1º dia de 2011:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Veja a reportagem do programa Patrola da RBS, que <a href="http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=2&amp;contentID=158222&amp;channel=47">foi ao ar</a> no 1º dia de 2011:<br />
<object id="playerFlash" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="376" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="data" value="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlEmbed.aspx;contentId=158222///channel=47&amp;color=0x7684B3&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/1342783.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=46&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_RBSTV_SC.gif&amp;channelColor=0x48278F" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="quality" value="high" /><param name="src" value="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlEmbed.aspx;contentId=158222///channel=47&amp;color=0x7684B3&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/1342783.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=46&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_RBSTV_SC.gif&amp;channelColor=0x48278F" /><embed id="playerFlash" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="376" src="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlEmbed.aspx;contentId=158222///channel=47&amp;color=0x7684B3&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/1342783.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=46&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_RBSTV_SC.gif&amp;channelColor=0x48278F" quality="high" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" data="http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlEmbed.aspx;contentId=158222///channel=47&amp;color=0x7684B3&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/1342783.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=46&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_RBSTV_SC.gif&amp;channelColor=0x48278F"></embed></object></p>
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		<title>FamTour inaugura o Circuito de Cicloturismo Acolhida na Colônia</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 15:35:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Fernando Angeoletto Via de regra, agricultores familiares que vivem em locais de difícil acesso tem poucas opções. Ou submetem-se a uma atividade famigerada, como a fumicultura, ou abandonam suas terras para servir de mão de obra barata nas cidades. &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/11/26/famtour-inaugura-o-circuito-de-cicloturismo-acolhida-na-colonia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Fernando Angeoletto</em><br />
Via de regra, agricultores familiares que vivem em locais de difícil acesso tem poucas opções. Ou submetem-se a uma atividade famigerada, como a fumicultura, ou abandonam suas terras para servir de mão de obra barata nas cidades.</p>
<p>Valnério Assing, de Santa Rosa de Lima, já esteve prestes a embarcar nesta última opção. No início dos anos 90, as oscilações econômicas derrubaram seus investimentos na avicultura. De intoxicar-se na fumicultura, em troca de míseros rendimentos, já não agüentava mais. Graças aos 2 filhos pequenos não abandonou a terra: a oferta para trabalhar de caseiro no litoral paulista foi sedutora, mas não eram aceitos casais com filhos.</p>
<p>A mudança definitiva nesta região começou no ano de 1996. Com a fundação da <a href="http://www.agreco.com.br/" target="_blank">AGRECO</a>, o modelo cooperativo de produção e industrialização de produtos orgânicos decolou. De olho no sucesso, muitos técnicos e estudiosos começaram a visitar a região. Era a deixa inicial para a criação de um projeto turístico integrado ao território.</p>
<p>A Associação de Agroturismo <a href="http://acolhida.com.br/">Acolhida na Colônia</a> surgiu em 1998, inspirada na Accueil Paysan francesa. A ideia básica era que a autenticidade do modo de vida rural tinha muito valor para os visitantes urbanos. Acreditava-se que com poucos investimentos, bastando organizar as acomodações e divulgar a iniciativa, poderiam ser atraídos os turistas. E o que é melhor: a produção orgânica das propriedades, já bem desenvolvida, seria consumida no próprio local, configurando-se não apenas como meras refeições, mas como um dos mais fortes atrativos.</p>
<p>Com este modelo a Acolhida cresceu e, dos 2 municípios iniciais, expandiu-se para 30 municípios catarinenses. Esta proposta de Desenvolvimento Territorial embasada em Turismo  Sustentável de Base Comunitária foi reconhecida por diversos prêmios: Destaque do Ministério do Desenvolvimento Agrário (2002), Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM/ONU &#8211; 2005), Destaque em Turismo Rural IPEC (2006) e Projeto Generosidade da Editora Globo (2008). Em 2007, a Acolhida na Colônia foi destacada como Referência Nacional em Turismo Rural, no âmbito do Projeto Destinos Indutores (MTur), de acordo com os princípios e estratégias do Programa de Regionalização do Turismo.</p>
<p>No âmbito do seu crescimento foi natural a demanda por maior fluxo de visitantes nas pousadas, sem abrir mão da proposta de sustentabilidade engajada em suas ações. É neste contexto que o Cicloturismo ganhou espaço nas metas da Associação. O plano geral – viabilizado graças ao apoio do Ministério do Turismo, Ministério do  Desenvolvimento Agrário e do Governo do Estado de Santa Catarina – foi composto por roteirização dos territórios, elaboração de mapas para viagens autoguiadas, capacitação da juventude local para operações e tours de familiarização (FamTours) com agências especializadas e grupos de cicloturistas.</p>
<p><strong>Famtour para 20 convidados inaugura o Circuito</strong></p>
<p>A capacitação para os jovens, com carga horária de 200 horas, e realizada de modo itinerante para atender vários municípios, foi concluída em outubro. Já a primeira etapa do Circuito de Cicloturismo Acolhida na Colônia, com os roteiros de Anitápolis e Santa Rosa de Lima, foi oficialmente apresentada ao público em um FamTour realizado no  fim de semana de 19 a 22/11. Os 20 convidados representavam empresas de turismo de aventura, turismo de base comunitária e cicloturismo, grupos e associações de cicloturismo e cicloativismo, técnicos de roteirização e mídia especializada.</p>
<p>A viagem, operada pela Caminhos do Sertão &#8211; tendo como um dos guias o jovem Jeferson Schuller,  formado na capacitação &#8211; teve início nas pousadas Pásargada e Recanto das Cachoeiras (Anitápolis), onde os convidados pernoitaram no primeiro dia. Ambas, ocupando colinas em meio a vales estreitos e avivados por densa Mata Atlântica, foram as primeiras amostras das belezas que viriam pela frente.</p>
<p>Se a natureza ali é pródiga, estão na mesma medida a força dos laços sociais e o desenho dos cultivos agroecológicos na paisagem. Pedalando ao longo do Rio Povoamento, no primeiro dia do FamTour, topamos com figuras como o Sr. Otto Schuller e sua família. Diante deles, uma farta plantação de morangos, quase uma fantasia. Grandes, bonitos e sem uma gota de veneno. É só combinar um valor com o seu Otto e entregar-se às delícias, ali mesmo!</p>
<p>Mais adiante outro Schuller, o sr. Hélio, nos aguarda com um farto café com sucos, bolos, rosquinhas e bolinho de batata. Ele é o guardião da Cachoeira do Rio da Prata. Da sua casa, no final do caminho, caminha-se 500 metros por uma colina gramada até a caudalosa cascata.</p>
<p><strong>O roteiro de conexão</strong></p>
<p>De tarde fizemos outra “perna” do Circuito, desta vez a rota de conexão entre Anitápolis e Santa Rosa de Lima. O ponto de parada do caminho é o Sítio da Flora. É o nome da dona, e muito pertinente: com todo zelo ela mantém um colorido orquidário, e sua horta com verduras e algumas iguarias, como o physalis, é toda entremeada por jardins. O mini-museu com bicicletas e máquinas do Simão, marido dela, completa os atrativos. Tudo isso, sem dúvida, guarnecido por quitutes “da vovó” e uma calorosa acolhida.</p>
<p>A fartura no roteiro foi bastante comentada pelos participantes. Podem sossegar os defensores da boa-forma:  há bastante sobe-e-desce para equilibrar as calorias! Sinônimo de bem estar no meio rural, comida abundante é a expressão maior desta agricultura que, ao invés de plantar fumo, que infelizmente ainda é bem recorrente na região, abençoa a mãe terra com alimentos de qualidade.</p>
<p>O final do dia foi na Pousada Vitória, da Dida, uma das pioneiras da Acolhida. Ela tem o maior orgulho de apresentar suas caixas de melipônias, as abelhas sem ferrão, convidando os visitantes a provarem o néctar com canudinho de bambu, direto no favo. Também orgulha-se a dizer que do peixe ao frango, e das verduras às hortaliças servidas no jantar, é tudo produzido ali.</p>
<p><strong>Relax em piscina termal</strong></p>
<p>No dia seguinte a pedalada iniciou com descida forte, e logo atravessamos o centro de Santa Rosa de Lima. Entramos pelo roteiro do Rio Bravo Alto, um dos 5 da primeira etapa do Circuito Acolhida na Colônia. O suor da primeira subida foi aplacado com suco de limão geladinho, servido pela dona Salete no Sítio Cristine. Ali, mais uma experiência da biodiversidade: na horta, um arbusto que passaria despercebido é na verdade um pé de mini-melões, do tamanho de peras, deliciosos e suculentos.</p>
<p>O ponto alto do dia foi o Balneário Paraíso das Águas. No clímax, o relax: a piscina servida por uma torrente de água termal foi usufruída por todos. Ali, no restaurante com um janelão de cara pra uma bela cachoeirinha na mata, fizemos também nosso almoço.</p>
<p>De noite, na Pousada Doce Encanto do Valnério Assing, que ilustra a abertura deste texto, houve a apresentação oficial do Circuito. Acolhida na Colônia, Cooperativa Caipora e Caminhos do Sertão conduziram as falas, que depois foram abertas ao público.</p>
<p>De maneira geral, a conciliação de cicloturismo com a proposta de sustentabilidade no campo foi bem avaliada por todos. Houve depoimentos emocionados, e um clima de que as expectativas iniciais foram surpreendentemente superadas. O primeiro Circuito de Cicloturismo do Brasil integrado ao turismo rural tem tudo pra dar certo.</p>
<p>Os cicloturistas tem mapas, tracks de GPS e mais informações à disposição em: <a href="http://acolhida.com.br/cicloturismo/" target="_blank">http://acolhida.com.br/cicloturismo/</a></p>
<p>Veja alguns comentários dos participantes:</p>
<blockquote><p>&#8220;Superou a expectativa. Agregou muita emoção em virtude do relacionamento humano de qualidade com pessoas de outros meios fora do ciclismo e uma dose cavalar de conscientização a respeito de questões da sustentabilidade, cooperativismo, produção orgânica, produção diversificada, conservação da terra e seus recursos naturais, sustentabilidade econômica que extrapola a área familiar e beneficia o município e o Estado, educação, cidadania, ecologia etc&#8221;. Otoni Gali Rosa &#8211; Olavo Bikers / Sampa Bikers / Pedal do Vila / Night Bikers</p>
<p>&#8220;Foi além de minhas expectativas, sem dúvida. Para a Aoka é muito importante ter a experiência de se envolver com a realidade local das comunidades. E este roteiro tem muito disso. A Acolhida e seus parceiros têm feito um trabalho muito rico junto a esses grupos de agricultores locais, evitando o êxodo rural e enaltecendo a cultura e costumes locais. Nós da Aoka acreditamos que esse é o futuro do turismo no Brasil, buscando a integração entre diferenças e intercâmbio de aprendizado entre pessoas da cidade e do campo&#8221;. Ude Lottfi, Aoka Turismo Experiencial</p>
<p>&#8221; Acima das expectativas. Esperava um simples roteiro de cicloturismo. Conheci um trabalho de várias entidades e muito profissional, resultando numa experiência incrível&#8221;. Rodrigo Taddei, Bike Expedition Viagens</p>
<p>&#8220;Vocês superaram minhas expectativas:  equipe Caminhos do Sertão bem preparada, alimentação excelente e o belíssimo trabalho do Circuito Acolhida na Colônia. Aprendi muito nesse famtour e pretendo utilizar esse exemplo de integração de vários “atores do processo” nas nossas operações&#8221;. Cinthia Marie Ota, Praia Secreta &#8211; Rafting e Expedições</p>
<p>&#8220;Isto é o que turistas que sabem o que querem procuram para fugir da pasteurização dos roteiros empacotados com cara de shopping. Falta um pouco de divulgação. Estamos pensando na possibilidade de promovermos em conjunto o encontro nacional em 2011 para promovermos de forma integrada os roteiros de cicloturismo catarinenses&#8221;. Carlos Beppler, presidente da Associação de Ciclismo de Balneário Camboríu e Camboriú</p></blockquote>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157625456505010%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157625456505010%2F&amp;set_id=72157625456505010&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157625456505010%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157625456505010%2F&amp;set_id=72157625456505010&amp;jump_to="></embed></object></p>
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		<title>Cicloturismo e Acolhida na Colônia, em video</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/08/25/cicloturismo-e-acolhida-na-colonia-em-video/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 18:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[acolhida na colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Circuito de Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Rosa de Lima]]></category>

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		<description><![CDATA[A Acolhida na Colônia, que promove o turismo em propriedades rurais de produção agroecológica, está implantando um programa de cicloturismo, em parceira com Caminhos do Sertão. Para promover as ações, foi produzido um video que mostra a conexão entre as &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/08/25/cicloturismo-e-acolhida-na-colonia-em-video/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.acolhida.com.br" target="_blank">Acolhida na Colônia</a>, que promove o turismo em propriedades rurais de produção agroecológica, está implantando um programa de cicloturismo, em parceira com Caminhos do Sertão.</p>
<p>Para promover as ações, foi produzido um video que mostra a conexão entre as pedaladas e a Acolhida. Confira abaixo<br />
<iframe src="http://player.vimeo.com/video/14247121" width="450" height="253" frameborder="0"></iframe><br />
<a href="http://vimeo.com/14247121">Cicloturismo e Acolhida na Colônia</a></p>
<p>Para saber mais sobre a Acolhida, veja o <a href="http://vimeo.com/5794566" target="_blank">video institucional</a> e o programa de <a href="http://vimeo.com/14245915 ">turismo pedagógico</a>. No programa de cicloturismo,contamos também com a parceria da <a href="http://caipora.org.br/" target="_blank">Caipora </a>e financiamento do Governo Federal através do MDA e MTur.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entre plátanos, taças e convidativos Caminhos: Vale dos Vinhedos</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/06/16/entre-platanos-tacas-e-convidativos-caminhos-vale-dos-vinhedos/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 19:06:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de pedalada]]></category>
		<category><![CDATA[Bento Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
		<category><![CDATA[vale dos vinhedos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhedos]]></category>

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		<description><![CDATA[O &#8220;Tchê&#8221; deu boas vindas ao &#8220;Meu Rei&#8221; nesta última edição do Cicloturismo no Vale dos Vinhedos, realizado no feriado de Corpus Christi. Pela primeira vez, o Nordeste foi maioria na pedalada &#8211; 14 baianos dentre os 22 participantes. O &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/06/16/entre-platanos-tacas-e-convidativos-caminhos-vale-dos-vinhedos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/4706931869/" title="Untitled by Caminhos do Sertão Cicloturismo, on Flickr"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4054/4706931869_32988107d6.jpg" width="500" height="334" alt="" /></a><br />
O &#8220;Tchê&#8221; deu boas vindas ao &#8220;Meu Rei&#8221; nesta última edição do Cicloturismo no Vale dos Vinhedos, realizado no feriado de Corpus Christi. Pela primeira vez, o Nordeste foi maioria na pedalada &#8211; 14 baianos dentre os 22 participantes.</p>
<p>O resultado natural foi o diálogo entre as culturas e, sem dúvidas, um sem-fim de piadas com protagonistas Pampeiros e Baianos. Os da Bahia esforçaram-se em respeitar os 10 mandamentos do Chimarrão, enquanto os sulistas amarraram as famosas (e multicoloridas) pulseirinhas do Bonfim em seus pulsos, tornozelos e bicicletas.</p>
<p>Sejam nordestinos, sulistas ou pampeiros, o fato é que no trecho são todos Cicloviajantes, compartilhando esse inexplicável (embora totalmente compreensível) prazer de contemplar a vida do alto de um guidão, na velocidade de girar pedal.</p>
<p>A Serra Gaúcha está ali, é bem verdadeira, embora cada jardim impecável, todo charme expresso em recantos centenários, a profusão de taças e surpresas líquidas pareçam peças de um cenário de sonhos.</p>
<p>Sonhos ao alcance de todos: em julho (8  a 11) estaremos novamente no Vale dos Vinhedos, com nossa dedicação de sempre, compartilhando momentos, pedaladas e visuais com um novo grupo. Venha fazer parte dele!</p>
<p>Quer saber mais? <a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157624289373594/" target="_blank">Veja nossos fotos</a> e o post do <a href="http://pedaladadanoite.blog.terra.com.br/2010/06/14/pedalando-no-sul-do-brasil/" target="_blank">Pedalada na Noite</a> (do pessoal que veio da Bahia)</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="375" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157624289373594%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157624289373594%2F&amp;set_id=72157624289373594&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157624289373594%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157624289373594%2F&amp;set_id=72157624289373594&amp;jump_to="></embed></object></p>
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		<title>Cicloturismo presente no 1º Salão Catarinense de Turismo</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/04/15/cicloturismo-presente-no-1%c2%ba-salao-catarinense-de-turismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 00:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[acolhida na colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Verde Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Salão Catarinense de Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

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		<description><![CDATA[De 22 a 27 de março, ocorreu no Centrosul, em Florianópolis, o 1º Salão Catarinense de Turismo.  Fomos convidados pelo consórcio Citmar, que gerencia o Circuito Costa Verde e Mar de Cicloturismo , a expor bicicletas e material de divulgação &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/04/15/cicloturismo-presente-no-1%c2%ba-salao-catarinense-de-turismo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19925.jpg"><img class="size-medium wp-image-380 alignleft" title="edugreen-19925" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19925-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a>De 22 a 27 de março, ocorreu no Centrosul, em Florianópolis, o <a href="http://www.sol.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=category&amp;id=153:salao-do-turismo&amp;layout=blog&amp;Itemid=161" target="_blank">1º Salão Catarinense de Turismo</a>.  Fomos convidados pelo consórcio <a href="http://www.amfri.org.br/conteudo/?item=2965&amp;fa=2907" target="_blank">Citmar</a>, que gerencia o <a href="http://www.costaverdemar.com.br/cicloturismo/" target="_blank">Circuito Costa Verde e Mar de Cicloturismo</a> , a expor bicicletas e material de divulgação no Stand do Circuito.</p>
<p>Também estivemos presentes no Stand da <a href="http://acolhida.com.br/" target="_blank">Acolhida na Colônia</a>, que está elaborando um Circuito de Cicloturismo que integrará suas propriedades de agricultura orgânica. O <a href="http://www.circuitovaleeuropeu.com.br/" target="_blank">Circuito Vale Europeu</a> também esteve presente na feira.</p>
<p>Além dos Stands divididos por regiões catarinenses, o Salão contou  com uma rodada de negócios e palestras, entre elas estudo de caso da  Acolhida na Colônia e  do Circuito Costa Verde e Mar, apresentada pelo  Carlos Beppler da ACBC (Associação de Ciclistas de Camboriú e Balenário  Camboriú)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19933.jpg"><img class="size-large wp-image-381 aligncenter" title="edugreen-19933" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19933-1023x685.jpg" alt="" width="450" height="301" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Notícias do Dia mostram Caminhos da Imigração Alemã</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/01/noticias-do-dia-mostram-caminhos-da-imigracao-alema/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 20:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta na rua]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos da Imigração Alemã]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[clipagem]]></category>
		<category><![CDATA[jornal Notícias do Dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Caminhos do Sertão e suas viagens no destino dos  Caminhos da Imigração Alemã foram destaque no jornal Notícias do Dia de 27/02/2010: Cicloturismo. Antônio Carlos recebe grupo no fim de semana Aqueles que adoram ter contato com a natureza e &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/01/noticias-do-dia-mostram-caminhos-da-imigracao-alema/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caminhos do Sertão e suas viagens no destino dos  Caminhos da Imigração Alemã foram destaque no jornal Notícias do Dia de 27/02/2010:</p>
<h4><strong>Cicloturismo.</strong><strong> </strong>Antônio Carlos recebe grupo  no fim de  semana</h4>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-capa-fig-0.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-327" title="chamada na capa" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-capa-fig-0-300x216.png" alt="" width="300" height="216" /></a></p>
<p>Aqueles  que adoram ter contato com a natureza e observar cada detalhe do local  por onde passam têm uma boa opção de lazer: o cicloturismo. As viagens  em duas rodas vêm reunindo cada vez mais adeptos ao redor do estado e  fazendo com que os roteiros turísticos exploem lugares ainda não  visitados. Antônio Carlos será um dos caminhos por onde passará um grupo  de visitantes que prefere se exercitar em cima de uma bicicleta a  dirigir um carro.</p>
<p>Nos dias 27 e 28 de fevereiro, o grupo  organizado pela empresa de cicloturismo Caminhos do Sertão sairá de  Angelina, passará por São Pedro de Alcântara e chegará a Antônio Carlos.  As localidades de Louro e Guiomar, cercadas por vegetação, cachoeiras e  terrenos agrícolas serão os palcos principais dos ciclistas que  pedalarão por cerca de 70 quilômetros nos dois dias.</p>
<div id="attachment_2242">
<p><a href="http://bicicletanarua.files.wordpress.com/2010/02/nd-biguacu-2010-02-22-p-a3-fig-1.png"><img title="Sem correr. Em média, os grupos  compostos por até 20 ciclistas pedalam entre 30 e 40 quilômetros por  dia." src="http://bicicletanarua.files.wordpress.com/2010/02/nd-biguacu-2010-02-22-p-a3-fig-1.png?w=396&amp;h=300" alt="" width="396" height="300" /></a>Sem  correr. Em média, os grupos compostos por até 20 ciclistas pedalam entre  30 e 40 quilômetros por dia.</p>
</div>
<p>“As  coloridas plantações à beira do rio dão um ar muito gostoso ao ambiente e  ao passeio”, relata o diretor da Caminhos do Sertão, Eduardo Green.  Inspirada no roteiro Caminhos da Imigração Alemã, do governo do Estado, a  empresa iniciou em 2004 o trabalho nas cidades que foram colonizadas  por germânicos. O resultado deu certo e, pela décima vez, o município de  Antônio Carlos é incluído no roteiro.</p>
<blockquote><p>“As  coloridas plantações dão um ar mais gostoso ao passeio.”</p>
<p><strong>Eduardo  Green</strong>, diretor da Caminhos do Sertão</p></blockquote>
<p>De  acordo com o diretor, os grupos são formados por 10 a 20 pessoas que  estão em busca de descanso e contato com a natureza. O objetivo é fazer  com que as pessoas pedalem, mas queremos que o pedalar não seja apenas  pelo exercício de pedalar, mas que tenha uma contextualização, neste  caso, a presença alemã que está hoje viva nessas comunidades”, explica.  Para Eduardo, o uso da bicicleta, que se desloca a baixa velocidade,  permite a apreciação dos locais, com os participantes tendo tempo para  olhar para os lados, conversar e tirar fotos.</p>
<h3>Estrutura  de apoio aos participantes</h3>
<p>Um  micro-ônibus acompanha os ciclistas-turistas em todo o percurso. O  veículo leva as bagagens e a alimentação necessárias para passar o dia. O  diretor Eduardo comenta que o fato de as pessoas saberem que o  transporte as acompanha traz segurança e as motiva a continuar  pedalando. “Muitos dizem que não conseguem pedalar o trajeto todo, mas  como sabem que o ônibus vai junto e há um local para descansar e se  recuperar no caso de o cansaço bater, eles conseguem chegar até o fim”,  afirma.</p>
<p>Cada  grupo pedala, em média, de 30 a 40 quilômetros e as viagens podem durar  de um a sete dias. Cada parada é motivo para tomar água e conversar com  os colegas de grupo ou com os moradores das localidades visitadas.  Segundo Eduardo, a maioria dos turistas tem entre 25 e 50 anos.</p>
<p>Ele  garante que o interessado não precisa ser atleta para participar, já  que  o percurso diário é dividido entre várias paradas e momentos para  descanso. “vamos num ritmo tranquilo, o que não se torna cansativo. É um  momento de socialização”, afirma. Roupas leves e o uso de capacete são  obrigatórios para tornar o passeio mais agradável e seguro para todos.</p>
<p><strong>Mariella  Caldas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_328" class="wp-caption alignleft" style="width: 145px"><strong><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-p-a3.png"><img class="size-medium wp-image-328" title="reportagem na íntegra" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-p-a3-135x300.png" alt="clique para ver em tamanho maior" width="135" height="300" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">reportagem na íntegra</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_326" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><strong><strong><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-capa.png"><img class="size-thumbnail wp-image-326" title="capa do jornal" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/nd-biguacu-2010-02-22-capa-150x150.png" alt="clique para ver em tamanho maior" width="150" height="150" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">capa do jornal</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p>Agradecemos ao <a href="http://bicicletanarua.wordpress.com/2010/02/27/cicloturismo-em-terras-de-imigracao-alema/">Bicicleta  na Rua</a> pela clipagem, formatação e publicação. Bons pedais!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Por que viajar com o Caminhos do Sertão?</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/por-que-viajar-com-o-caminhos-do-sertao/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/por-que-viajar-com-o-caminhos-do-sertao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 21:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>

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		<description><![CDATA[Nossas práticas e princípios como operadora de Cicloturismo PIONEIRISMO E CONHECIMENTO Somos uma empresa especializada em cicloturismo, atuante há 5 anos, com mais de 40 viagens organizadas e operadas com sucesso INTEGRAÇÃO São respeitados os ritmos de todos os participantes, &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/por-que-viajar-com-o-caminhos-do-sertao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Nossas </em></strong><strong><em>práticas e </em></strong><strong><em>princípios como operadora de Cicloturismo</em></strong></p>
<p><strong>PIONEIRISMO E CONHECIMENTO</strong><br />
Somos uma empresa especializada em cicloturismo, atuante há 5 anos, com mais de 40 viagens organizadas e operadas com sucesso</p>
<p><strong>INTEGRAÇÃO</strong><br />
São respeitados os ritmos de todos os participantes, para que possam, desde o iniciante até o mais experiente, desfrutar por igual e integralmente o prazer de Cicloviajar. Parceiros, parentes e amigos que não pedalam podem estar na companhia do grupo durante todo o percurso, no veículo de apoio</p>
<p><strong>SEGURANÇA</strong><br />
Nossos guias operam com GPS e radiocomunicadores entre si e em contato com o veículo de apoio, que acompanha o grupo em 100% dos trechos, com equipamento completo de primeiros socorros e socorro mecânico.</p>
<p><strong>SERVIÇOS E CONFORTO</strong><br />
Nossas viagens tem completa estrutura de apoio, incluindo manutenção das bicicletas durante as pedaladas, lavagem, regulagem e lubrificação ao final de cada dia. Sempre atentos a dar dicas de como aproveitar melhor o equipamento os guias ajudam os participantes a conhecer melhor sua bicicleta, e ter mais prazer na pedalada.</p>
<p><strong>HOSPEDAGENS E ATRATIVOS</strong><br />
Locais de pouso com originalidade, charme e conforto, preferencialmente em áreas rurais; roteiros cuidadosamente elaborados, por critérios de prazer de pedalar e segurança, trazendo sempre muito mais que o óbvio nos destinos visitados</p>
<p><strong>NOSSOS GUIAS</strong><br />
Amam viajar e pedalar, compartilhando esse sentimentos com os grupos guiados e promovendo um clima de companheirismo, diversão e contemplação das belezas dos roteiros, conversando sobre bicicletas e outros assuntos, sem preocupação com rankings ou competições.</p>
<p><strong>COMPROMISSOS</strong><br />
Compreendemos o Turismo de Aventura como uma atividade de desenvolvimento econômico regional, vinculando nosso trabalho a ações já em andamento focados em Turismo de Base Comunitária no interior de SC</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ilha e Sertão &#8211; peixinho frito, Museu e figuras ilustres</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 14:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
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		<category><![CDATA[FLORIPA]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

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		<description><![CDATA[por Fernando Angeoletto Se preferir, veja o álbum de fotos do evento no flickr. A pedido de um seleto grupo de Blumenau repetimos, neste último feriado do Trabalho, a cicloviagem pelo roteiro Ilha e Sertão. E como cada viagem, por &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/07/ilha-e-sertao-peixinho-frito-museu-e-figuras-ilustres/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>por Fernando Angeoletto</em></p>
<p style="text-align: center;"><object width="450" height="450" data="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157617739117973%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157617739117973%2F&amp;set_id=72157617739117973&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<strong>Se preferir, veja o <a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157617739117973/" target="_blank">álbum de fotos do evento no flickr.</a></strong><em><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157617739117973/" target="_blank"><br />
</a></em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em><br />
</em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">A pedido de um seleto grupo de Blumenau repetimos, neste último feriado do Trabalho, a cicloviagem pelo roteiro Ilha e Sertão. E como cada viagem, por mais que seja no mesmo roteiro, tenha suas nuances e peculiaridades, com esta não foi diferente.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>A primeira novidade foi a parada no rancho do seu Adilson, pai do caro colega Fabinho. Fica lá na Caieira, e haja privilégio: é à beira-mar da Baía Sul, com horizonte de águas e montanhas. Nem é preciso dizer que, em termos de peixes, a abundância é grande. Seu Adilson sabe disso – pesca invariavelmente quase todos os dias, ainda mais agora que pegou férias e não sai mais do rancho! Este simpático manezinho, descendente dos povos mais antigos da região, recebeu-nos com um saboroso “mix”, fritinho na hora: cocoroca, papa-terra, robalo, tainhota – e até baiacu (este me surpreendeu, pensei que somente os mestres japoneses tinha condições de prepará-lo)!</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>No mais autêntico clima caiçara, foi dali mesmo, no rancho do seu Adilson, que embarcamos para cruzar a Baía. Duas baleeiras deram conta de todo o grupo, e suas bikes. O desembarque foi, digamos, um tanto aventuroso – o mar já começava a assumir seus tons de fúria e, como não há trapiche, o trabalho é melindroso e depende da interação de todo o grupo. Missão cumprida, bonança na seqüência, com a insuperável tranqüilidade de pedalar pelos 8 km da praia da Pinheira.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>Zeca do Sertão e o Arante do Pântano</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>A parte “Sertão” do roteiro foi reservada para o dia seguinte. Antes, a tradicional travessia do Parque Municipal da Lagoa do Peri, pelas trilhas da restinga. E almoço no famoso Arante, do Pântano do Sul. É aquele restaurante dos bilhetinhos na parede, cachaça de graça e uma culinária tipicamente açoriana preparada com o maior zelo. Desta vez, conhecemos ele mesmo, o próprio senhor Arante, dono deste que é um dos mais renomados restaurantes de Florianópolis. Tudo começou em 1958, quando o turismo era palavra desconhecida, e a pequena bodega do seu Arante e sua esposa servia a providencial cachacinha para os pescadores que enfrentavam o mar frio. Depois, passaram a servir um peixinho frito com pirão pra um, uma tainha assada para outro, e por aí foi, até tornar-se essa lenda vida da culinária local que é hoje.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Mas, voltando ao Sertão, a maioria de nossos cicloviajantes optou por subir na caminhada, sobretudo no temível e consideralvemente íngreme trecho inicial, de cerca de 1 km. O final da subida anuncia o Zeca e seu alambique, parada obrigatória para dois dedos de prosa e um dedinho de cachaça. A tarde avança, e é preciso seguir, então o papo nem foi assim tão longo como todos gostaria.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>No Museu, um guia ilustre: o senhor Nereu do Vale Pereira</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>De volta à Pousada do Museu, no Ribeirão, houve tempo ainda para apreciar os últimos raios de sol. De noite, o altíssimo astral Marquinho e sua unida família preparou-nos fabuloso jantar. Faço questão de frisar o calor do atendimento e a qualidade dos pratos – um generoso caldo de frutos do mar, ostras gratinadas e ao natural, tainhas gigantes assadas e outras tão nobres iguarias. O Marquinho tem o dom de lidar com as pessoas, todos por ali são amáveis, e é por isso que a Pousada tornou-se para nós um lugar tão cativo.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>E, justiça seja feita (eu não havia falado disso no relato anterior), é preciso contar aos amigos o que há na porção Museu daquela Pousada. O Tour pela história da Ilha de Santa Catarina é conduzido pelo senhor Nereu do Vale Pereira. Doutor em Sociologia, economista e folclorista, contemporâneo e amigo de Franklin Cascaes, o senhor Nereu é uma sumidade em termos da tão rica história local. Sucintamente, explicou-nos alguns fatos mais relevantes da descoberta e colonização da Ilha, a partir do século XVI. Depois, apresentou-se nos o acervo do Museu, abrindo janelas ao passado e ao cotidiano dos antigos moradores do Ribeirão, que é sem dúvida o núcleo habitacional mais antigo de Florianópolis. Destaque para uma caixa de música e um gramofone, em perfeito funcionamento (já havia visto vários, mas nunca funcionando).</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Para finalizar, sem esquecer da menção aos nossos ilustres participantes (Norberto e Lúmen, Mariela e Rafael, Fabinho, Alessandro, Pereira e Ana, Martinha), gostaria de assinalar a presença de duas figuras raras:</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span><strong>- Wilberto Boos</strong> – esse eu já havia mencionado no relato anterior, mas não custa reforçar, é umas das pessoas mais apaixonadas pela Bicicleta e pelas Cicloviagens que eu conheço</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span><strong>- Sr. Eldon Jung</strong> – há pouco mais de 10 anos, esse ilustre senhor, hoje à beira dos 70 anos, redescobriu a bicicleta. De tudo de bom que ela pode nos trazer, ele repeta aos quatro cantos o poder da serotonina. “Pedalar libera serotononina, é o hormônio da felicidade, quem pedala é mais feliz.” Corretíssimo, seu Jung! Mas a ligação com a bici não pára por aí: em sua indústria, em Blumenau, todos os funcionários são estimulados a trocar de transporte, através de um bem elaborado programa para o uso da bicicleta. Além do mais, Eldon Jung é um incansável batalhador pelo uso urbano da bicicleta, e um dos maiores divulgadores e articuladores do Cicloturismo em nível nacional.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Aos queridos leitores, um grande abraço e até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cicloviajantes de todo o Brasil reunem-se em Timbó</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Nov 2006 21:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[clube de cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[encontro nacional de cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[timbó]]></category>
		<category><![CDATA[vale europeu]]></category>

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		<description><![CDATA[Na véspera do último feriado, o projetista Grey Rombach deixou sua casa, em São Paulo, bem cedo. Teria onze horas de viagem pela frente, rumo a Santa Catarina. Seu carro não é pequeno, mas mesmo assim não foi nada fácil &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/11/10/cicloviajantes-de-todo-o-brasil-reunem-se-em-timbo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2006/11/IMG_69601.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-351" title="IMG_6960" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2006/11/IMG_69601.jpg" alt="" width="450" height="315" /></a></p>
<p>Na véspera do último feriado, o projetista Grey Rombach deixou sua  casa, em São Paulo, bem cedo. Teria onze horas de viagem pela frente,  rumo a Santa Catarina. Seu carro não é pequeno, mas mesmo assim não foi  nada fácil acomodar as bagagens da família toda: a mulher, Ana Lucia, e  as 4 filhas, com idades entre 11 e 20 anos. Para o arsenal ficar  completo, havia ainda 6 bicicletas, uma por passageiro, distribuídas ao  longo do teto e na traseira do automóvel.</p>
<p>Grey faz parte de um  grupo ainda pouco conhecido no Brasil, o dos cicloturistas. Assim como  ele, cerca de 150 pessoas viajaram até a cidade catarinense de Timbó  (SC) para participar do V Encontro Nacional de Cicloturismo, entre 2 e 5  de novembro. Basicamente, o assunto ali era um só: viajar de bicicleta.  Mas a variedade de “tipos”, personalidades e faixa etária de quem  estava ali, demonstrando um envolvimento passional com as pedaladas  turísticas, foi impressionante.</p>
<h3>Equipe Caminhos do Sertão: 5 dias de bici, entre Floripa e Timbó</h3>
<p>Para nós, da equipe Caminhos do  Sertão, o Encontro era novidade. Pela primeira vez participaríamos de  tão seleta confraria. Chegamos a Timbó no clima ideal: pedalando desde  Floripa numa viagem de 5 dias, totalmente autônoma, com tudo que  precisávamos distribuído pelos alforjes.  Cruzamos serras, e até rio sem  ponte. “Chuva e sol, poeira e carvão&#8230; e alegria no coração!” A letra  de Gonzagão não poderia ser mais adequada. Transborda poesia na vida do  viajante.</p>
<p>Pois quem é que não se inspira com as flores na margem  do caminho, qual jardim de conto de fadas? Ou com misteriosas e densas  nuvens, docemente acomodadas sobre montanhas distantes, forradas por  matas igualmente misteriosas e intocadas? “Coisas que, pra ‘mode’ se  ver, o cristão tem que andar a pé&#8230;” De bici também é possível,  Gonzagão, porque a velocidade do cicloturista é baixa, contemplativa,  harmoniosa.</p>
<h3>Figuras raras no Encontro</h3>
<p>No caminho para  Timbó, pensava em que tipo de público iria conhecer no Encontro. Cheguei  a imaginar que seriam somente viajantes gabaritados, que iriam  desdobrar-se em relatar suas epopéias de milhares de km em bicicleta.  Que seriam somente jovens, de pleno vigor físico, relatando suas  travessias de desertos, pântanos, sítios em guerra. Me enganei  redondamente. É claro que esse perfil estava presente, mas nunca  imaginei encontrar algo como a família Rombach, por exemplo.</p>
<p>Ou o  seu Loreste Voltolini, um jovem de 72 anos, morador de Timbó, que já  pedalou 90 km em um só dia. Engana-se quem pensa que o veículo dele é  uma Barra Forte ou similar. “Quando eu conheci a Mountain Bike, há 20  anos, joguei fora as bicicletas sem marcha”, relata, sorrindo. Sua  magrela é uma full suspension, 21 marchas, toda equipada. Só o paralama  traseiro lembra os modelos antigos. “Mas só uso quando chove,  pra não  molhar a bunda”, explica. A gargalhada foi incontrolável.</p>
<h3>Vale Europeu: primeiro roteiro cicloturístico do Brasil</h3>
<p>Seo  Loreste, a família Rombach e no mínimo outra centena de pedaleiros  itinerantes acompanharam, todos os dias, as 4 pedaladas promovidas pelo  Encontro. Com distâncias entre 15 e 30 km, os passeios foram uma  oportunidade para conhecer trechos do recém-criado Circuito Vale Europeu  de Cicloturismo. Trata-se do primeiro roteiro desenvolvido no Brasil  com informações especialmente direcionadas para percorrê-lo de  bicicleta.</p>
<p>Como se vê, já foi o tempo em que os cicloviajantes  eram confundidos com pagadores de promessa, ou com malucos que abandonam  a família e se lançam numa aventura insana por terrenos inóspitos.  Gestores públicos locais, como as prefeituras de Timbó e entorno,  começam a perceber a importância desse tipo de visitante para o  desenvolvimento econômico da região.</p>
<p>O pioneirismo em  desenvolver o Circuito é mérito do Clube de Cicloturismo do Brasil, uma  ONG fundada há cinco anos e que tem reunido boa parte dos viajantes de  bicicleta nacionais, com seus relatos de viagens, trocas de  experiências, projetos de expedições. O mapeamento cicloturístico do  Vale Europeu, de excelente qualidade, foi obra dos fundadores do Clube,  Eliana Garcia e Rodrigo Telles, e do sócio Walter Magalhães. O  financiamento coube ao Consórcio Turístico Regional “Vale das Águas”,  instituição que reúne os 9 municípios atravessados pelo roteiro.  Importante também foi o incentivo e contatos dados pela ABC (Associação  Blumenauense Pró-Ciclovias), incansável promotora do estilo de vida  ciclista, para a criação do roteiro.</p>
<h3>Guia precioso para @s cicloviajantes</h3>
<p>O trajeto, de 300 km, é quase todo por  estradinhas de terra secundárias, tranqüilas, num convite ao deleite e à  contemplação. Duas partes distintas compõem o roteiro: a baixa, com  altitudes médias de 100m e trechos acompanhando o vale dos rios, entre  Timbó e Rodeio; e a alta, com altitudes que beiram os 1000m, em regiões  mais isoladas, onde o caminho por vezes serpenteia a mata fechada,  permitindo um maior contato com as exuberantes fauna e flora locais.</p>
<p>O  desenvolvimento do Circuito Vale Europeu de Cicloturismo foi compilado  em um guia bastante completo. Na edição, também traduzida para espanhol e  inglês, o cicloturista encontra valiosas informações sobre os serviços  oferecidos nas cidades, classificação das dificuldades física e técnica  dos trechos, gráfico altimétrico e planilhas detalhadas. É só montar na  “magrela” e sair pedalando, preparando-se para as surpresas e os  atrativos do caminho – cachoeiras, paisagens bucólicas, traços culturais  dos colonizadores europeus, entre tantos outros. Antonio Kolb, juiz de  prova de balonismo que mora em Pindamonhangaba, não perdeu tempo: tão  logo terminou o Encontro de Cicloturismo, subiu na bike e foi conferir  de perto o Circuito. Deve concluí-lo em uma semana, seguindo as  instruções do guia.</p>
<h3>Pedalando na Ásia e as relaçoes entre yoga &amp; bicicleta</h3>
<p>Mas nem só de passeios e encontros  inusitados foi feito o Encontro. Variadas palestras compuseram a  programação. “De bike pela Ásia” foi uma delas, onde um casal paulista  relata suas experiências na cicloviagem de 10 meses pelo continente.  Para realizar esse sonho, César Pires e Ana Fukui juntaram suas  economias durante vários anos. O registro visual da viagem  transformou-se, pelas mãos do artista plástico César, em delicadas obras  de arte. São aquarelas de encher os olhos, produzidas in loco nos  confins de Vietnã, Laos e China.</p>
<p>Goura Nataraj, professor de  yoga em Curitiba e ciclista inveterado, trouxe ao Encontro inteligentes  analogias entre Yoga&amp;Bicicleta. Como todo yogi, explica Goura, é  alguém consciente de si e do seu habitat, nada mais comum do que  questionar a cultura destrutiva dos automóveis. Não se propõe o  extermínio dos carros, apenas seu uso mais racional. Ele também  classifica o uso da bicicleta como um importante complemento aeróbico  para os asanas, que são as posturas do yoga. O professor ensinou aos  espectadores, na prática, duas técnicas respiratórias (pranayamas)  distintas: uma para acalmar e outra para estimular o corpo e a  percepção.</p>
<h3>Seo  Valdo e os “delicados terrenos das relações humanas”</h3>
<p>Seria impossível descrever todas as personalidades  interessantes do Encontro. Foi árdua a tarefa de selecioná-las, mas  assim o fiz – e o seu Valdo não poderia ficar de fora. Ex-padre, hoje  com 60 anos, percorreu no início do ano um trecho de 800 km em  bicicleta, no Chile. Da experiência resultou um livro, cujo título já é  uma amostra do tom espartano da expedição: “Pedalando e desvendando a  Carretera Austral – 30 dias com 500 dólares”. Reproduzo, abaixo, um  trecho do prefácio que despertou minha atenção.</p>
<p>“Mais do que viagem ou aventura no sentido  físico, foi uma experiência vivida em terras estrangeiras, nas terras  inóspitas e belas da Patagônia e nos terrenos delicados e sensíveis das  relações humanas”.</p>
<p>É sábio o seo Valdo. Realmente, a  relação harmoniosa com os companheiros de viagem por vezes é mais  difícil que as travessias de serra, as intempéries ou outras  dificuldades do caminho. Para conviver e pedalar em grupo, nada mais  necessário do que o exercício da tolerância, a prática do respeito, o  estímulo ao companheirismo e à comunhão. São lições que o cicloturista  aprende em profundidade, e faz questão de absorvê-las também no  dia-a-dia, mesmo quando não está viajando.</p>
<h3>Últimas palavras</h3>
<p>Aos  queridos leitores, confesso: estou ainda em fase de deslumbramento com  tudo o que rolou no Encontro. Reconforta a alma saber que, nesse mundo  tão embrutecido pelos petro-dólares, multiplicam-se as pessoas que o  embelezam com seu modo alternativo de agir, humanizando as relações e o  ambiente no compasso harmonioso do pedal.   Teria muito mais a dizer -   mas vou parando por aqui, afinal de contas, queremos atualizar nosso  site ainda no frescor dos acontecimentos! Aos tantos amigos que fizemos  no Encontro, um fraterno e caloroso abraço. Não temos dúvidas de que em  algum ponto dos infindáveis ciclo-caminhos ainda vamos nos encontrar.</p>
<p>Por Fernando Angeoletto &#8211; Equipe CdS</p>
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