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	<title>Caminhos do Sertão Cicloturismo &#187; cicloturismo</title>
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		<title>CdS na Adventure Sports Fair: Palestra e Oficina de Cicloturismo</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/08/05/oficina-sobre-cicloturismo-na-adventure-sports-fair-ibirapuera-sp/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 14:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na próxima semana acontece a Adventure Sports Fair, no parque Ibirapuera em São Paulo, de quinta a domingo (11 a 14/agosto). É o principal evento sobre esportes de aventura e atividades ao ar livre da América do Sul. Além de &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/08/05/oficina-sobre-cicloturismo-na-adventure-sports-fair-ibirapuera-sp/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3213/2890250658_cc829b495c_z.jpg?zz=1" alt="" width="640" height="428" /></p>
<p>Na próxima semana acontece a <a href="http://adventuresportsfair.com.br/">Adventure Sports Fair</a>, no parque Ibirapuera em São Paulo, de quinta a domingo (11 a 14/agosto). É o principal evento sobre esportes de aventura e atividades ao ar livre da América do Sul.</p>
<p>Além de diversos expositores, a programação conta com palestras, debates e oficinas. Estaremos presentes com duas atividades:</p>
<p><strong>Palestra: Cicloturismo+Agroturismo nos Sertões de SC.</strong><br />
Na quinta, dia 11, as 18h abriremos as palestras do Adventure Congress falando da nossa experiência em desenvolver roteiros no estado e especialmente o projeto do Circuito Acolhida na Colônia, juntando a vivência do agroturismo com a mobilidade da bicicleta. Estão todos convidados! Acompanhem a <a href="http://adventuresportsfair.com.br/foruns.php">programação do evento.</a></p>
<p><strong>Oficinas de Aventura</strong></p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Bike.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-763" title="Bike" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Bike-1024x651.jpg" alt="" width="640" height="406" /></a>Neste ano acontecerão pela primeira vez as<strong> </strong>Oficinas de Aventura, organizadas pela <a href="http://www.aventuraeacao.com.br/">revista Aventura &amp; Ação</a>. A proposta é aproximar o público do segmento das práticas em diversas modalidades. Nós, da CdS, iremos apresentar uma <strong>oficina sobre cicloturismo</strong>, que ocorrerá em diversos horários durante a feira. Parar participar, é só chegar ao stand e agendar sua participação para o próximo horário disponível.</p>
<p>Aqui está o descritivo da oficina, que é direcionada para iniciantes no pedal ou ciclistas de longo trecho:</p>
<blockquote><p>Cicloturismo é nada mais que conhecer lugares de bicicleta. Isto pode  ser feito de diversas formas, dentro do interesse e possibilidades de  cada um. Existem assim diferentes tipos de cicloturismo: <strong>urbano</strong>, <strong> passeios</strong> com grupos e <strong>cicloviagens</strong> com apoio ou autônomas. Cada tipo  oferece uma experiência diferente e quem deseja começar a pedalar mais  longe pode escolher a que melhor se encaixe em seu perfil ou ir subindo  os estágios gradativamente, de um passeio pela ciclorrota de São Paulo à  uma viagem autônoma pelo Vale dos Vinhedos. A palestra/oficina pretende  apresentar estes diferentes tipo de cicloturismo, suas características,  os principais destinos do país e auxiliar os interessados a escolher a  bicicleta e equipamentos adequados.</p></blockquote>
<p>Outra dica de programação do evento é o <strong><a href="http://adventuresportsfair.com.br/foruns.php">8o. Forum de Turismo Sustentável</a></strong> (FITS) que acontece no dia 13 (sábado), com entrada gratuita.</p>
<p>Nos encontramos na Adventure Sports Fair!</p>
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		<title>Circuito de Cicloturismo Acolhida na Colônia no programa Nossa Terra Nossa Gente (Band)</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/08/04/circuito-de-cicloturismo-acolhida-na-colonia-no-programa-nossa-terra-nossa-gente-band/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 16:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais uma vez fomos encontrar o pessoal do programa Nossa Terra Nossa Gente, desta vez para percorrer parte do Circuito Acolhida na Colônia, por Rancho Queimado, Anitápolis e Santa Rosa de Lima, aqui pertinho nas Encostas da Serra Geral. Além &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/08/04/circuito-de-cicloturismo-acolhida-na-colonia-no-programa-nossa-terra-nossa-gente-band/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/r7OFcHaqJTU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="500" src="http://www.youtube.com/v/r7OFcHaqJTU?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Mais uma vez fomos encontrar o pessoal do programa <a href="http://www.tvbv.com.br/programas/nossaterranossagente.html?page=blog" target="_blank">Nossa Terra Nossa Gente</a>, desta vez para percorrer parte do <a href="http://www.acolhida.com.br/cicloturismo/">Circuito Acolhida na Colônia</a>, por Rancho Queimado, Anitápolis e Santa Rosa de Lima, aqui pertinho nas Encostas da Serra Geral.</p>
<p>Além da equipe do programa, a Fernanda de bici nova e o Assis com a câmera sempre preparada, tivemos a companhia especial dos jovens que fizeram o nosso <strong>curso de capacitação para condutores de cicloturismo</strong>, entre eles Jeferson, Thiago, Jackson e Diana.</p>
<p>Saímos da Pousada Bauer em Rancho Queimado, encontramos parte do pessoal em Anitápolis, fomos até a <strong>cachoeira</strong> do Rio da Prata e paramos para comer <strong>morangos orgânicos</strong> do Seo Otto Schüller, além da parada obrigatória no Sítio Flora para um belo <strong>almoço com alimentos direto da sua propriedade agroecológica</strong>. E ainda seguimos para Santa Rosa de Lima para encontrar o Valnério Assing, presidente da Acolhida. Na seqüência mais pedal até a igreja de Santa Catarina, recém reformada pela Acolhida na Colônia. Ufa! Dia super intenso até para nós!!!</p>
<p>Confiram nos 3 blocos do programa:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=sb8migLEjQ8">Bloco 1 &#8211; Abertura e Acolhida em Racho Queimado</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=r7OFcHaqJTU">Bloco 2 &#8211; Cicloturismo Rancho Queimado &#8211; Anitápolis</a> (o mesmo que está acima no início do post)<br />
<a href="http://tvbv.midiacentro.com.br/PlayMedia.do?mediaId=2903">Bloco 3 &#8211; Cicloturismo Santa Rosa de Lima e Rapel.</a> (Somente no site da TVBV)</p>
<p><em>Aguardem notícias &#8211; um pedal de final de semana para a Acolhida será logo lançado. E quem quiser se organizar para ir em outra data entre em <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/contato.php">contato</a>.</em></p>
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		<title>Música do cicloturista</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 13:28:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pedalar e ouvir música, que ótima combinação! Veja a criação do César, do blog http://ciclopedalar.blogspot.com/:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pedalar e ouvir música, que ótima combinação! Veja a criação do César, do blog <a href="http://ciclopedalar.blogspot.com/">http://ciclopedalar.blogspot.com/</a>:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="510" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/IdJrW6-Poc4?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="510" src="http://www.youtube-nocookie.com/v/IdJrW6-Poc4?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Nossa Terra Nossa Gente &#8211; cicloturismo em Benedito Novo</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 00:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O programa Nossa Terra Nossa Gente, da TVBV (afiliada Band em SC), resolveu mostrar as belezas de Benedito Novo e suas cachoeiras, como a impressionante Cascata do Zinco. Para tal, escolheu o melhor jeito de chegar até elas &#8211; de &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/06/29/nossa-terra-nossa-gente-cicloturismo-em-benedito-novo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/edugreen-go550-00148.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-706" title="Cascata do Zinco" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/edugreen-go550-00148.jpg" alt="" width="360" height="480" /></a>O programa <a href="http://www.tvbv.com.br/programas/nossaterranossagente.html?page=blog" target="_blank">Nossa Terra Nossa Gente</a>, da TVBV (afiliada Band em SC), resolveu mostrar as belezas de Benedito Novo e suas cachoeiras, como a impressionante Cascata do Zinco. Para tal, escolheu o melhor jeito de chegar até elas &#8211; de bicicleta &#8211; e contou com o apoio da Caminhos do Sertão pra realizar o passeio.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/edugreen-26514.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-701" title="Making off" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/edugreen-26514.jpg" alt="" width="640" height="428" /></a>Acompanhe abaixo o excelente trabalho da equipe, que  foi apresentado por Fernanda Quint, filmado por Assis Vieira e assistido por Jonathan Conceição.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/edugreen-26534.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-704" title="Caminho da Cascata" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/edugreen-26534.jpg" alt="" width="640" height="428" /></a>Logo abaixo, outras fotos feitas durante a filmagem. E lembre-se: em Outubro, percorreremos o Circuito Vale Europeu, inclusive com parada na Pousada Campo do Zinco e caminhada à Cascata do Zinco. Serão sete dias de diversão!<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/dGro78MNXY0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/dGro78MNXY0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>

<a href='http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/06/29/nossa-terra-nossa-gente-cicloturismo-em-benedito-novo/edugreen-26514/' title='Making off'><img width="150" height="150" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/edugreen-26514-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Making off" title="Making off" /></a>
<a href='http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/06/29/nossa-terra-nossa-gente-cicloturismo-em-benedito-novo/edugreen-26527/' title='Descontração total'><img width="150" height="150" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/edugreen-26527-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Descontração total" title="Descontração total" /></a>
<a href='http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/06/29/nossa-terra-nossa-gente-cicloturismo-em-benedito-novo/edugreen-26529/' title='Sobe-desce'><img width="150" height="150" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/edugreen-26529-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Sobe-desce" title="Sobe-desce" /></a>
<a href='http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/06/29/nossa-terra-nossa-gente-cicloturismo-em-benedito-novo/edugreen-26534/' title='Caminho da Cascata'><img width="150" height="150" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/edugreen-26534-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Caminho da Cascata" title="Caminho da Cascata" /></a>
<a href='http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/06/29/nossa-terra-nossa-gente-cicloturismo-em-benedito-novo/edugreen-26540/' title='Cascata do Zinco'><img width="150" height="150" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/edugreen-26540-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Cascata do Zinco" title="Cascata do Zinco" /></a>
<a href='http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/06/29/nossa-terra-nossa-gente-cicloturismo-em-benedito-novo/edugreen-go550-00148/' title='Cascata do Zinco'><img width="150" height="150" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/edugreen-go550-00148-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Cascata do Zinco" title="Cascata do Zinco" /></a>
<a href='http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/06/29/nossa-terra-nossa-gente-cicloturismo-em-benedito-novo/edugreen-go550-00156/' title='Igreja Enxaimel'><img width="150" height="150" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/edugreen-go550-00156-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Igreja Enxaimel" title="Igreja Enxaimel" /></a>

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		<title>Cicloturismo em Benedito Novo &#8211; Making off do programa</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 20:18:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estivemos em Benedito Novo com a produção do Programa Nossa Terra, Nossa Gente da TVBV (afiliada catarinense da Band). A ideia da reportagem foi de visitar as cachoeiras do município, que está no Circuito Vale Europeu, usando a bicicleta como &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/06/28/cicloturismo-em-benedito-novo-making-off-do-programa/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estivemos em Benedito Novo com a produção do Programa Nossa Terra, Nossa Gente da TVBV (afiliada catarinense da Band). A ideia da reportagem foi de visitar as cachoeiras do município, que está no Circuito Vale Europeu, usando a bicicleta como meio de transporte.</p>
<p>A reportagem já passou na TV Mas ainda não está disponível na Internet (28/06/2011), mas já foi postado o making off do programa, que além do cicloturismo teve como destaques a produção de melado e os passeios de jipe. Estes, em nossa opinião, são dispensáveis pois além de estragarem as trilhas, causam poluição sonora e atmosférica, bem ao contrário das bicicletas, limpas e silenciosas. Já o melado&#8230; que delícia!</p>
<p>Agradecemos à Fernanda e equipe do programa por nos convidarem. Confira o video:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="390" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/K92ni6PnQpI&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/v/K92ni6PnQpI&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;version=3" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Novo video da cicloviagem no CIrcuito Acolhida na Colônia</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/05/31/novo-video-da-cicloviagem-no-circuito-acolhida-na-colonia/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 00:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Circuito de Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[páscoa]]></category>
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		<description><![CDATA[O participante Jorge Marmion nos enviou mais um video da viagem de Abril. Neste, temos a participação incidental de um gfrupo de violeiros, que encontrou no grupo de ciclistas companhia para as canções&#8230;. confira! Valeu, Jorge!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O participante Jorge Marmion nos enviou mais um video da viagem de Abril. Neste, temos a participação incidental de um gfrupo de violeiros, que encontrou no grupo de ciclistas companhia para as canções&#8230;. confira!<br />
<iframe width="600" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/gZ9XKJC0l6o" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
Valeu, Jorge!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cicloturismo e mercado de Duas Rodas na Revista Empreendedor</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/05/03/cicloturismo-e-mercado-de-duas-rodas-na-revista-empreendedor/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 16:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
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		<category><![CDATA[revista Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[Em sua última edição (no. 198), a Revista Empreendedor publicou ampla matéria sobre o aquecimento do mercado de duas rodas. A primeira parte foi sobre o mercado de motos.  Já a segunda parte, que é a que nos interessa, a &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/05/03/cicloturismo-e-mercado-de-duas-rodas-na-revista-empreendedor/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua última edição (no. 198), a Revista Empreendedor publicou ampla matéria sobre o aquecimento do mercado de duas rodas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-623" title="empreendedor" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Untitled-1.jpg" alt="" width="640" height="637" /></p>
<p>A primeira parte foi sobre o mercado de motos.  Já a segunda parte, que é a que nos interessa, a abordagem foi ampla: dados sobre fabricação e vendas de bicicletas, novos empreendimentos (como serviços de entregas), cicloativismo (com a participação dos competentes Eldon Jung e Giselle Xavier) e cicloturismo, em que fomos entrevistados.</p>
<p>Dê uma olhada <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/empreendedor_198-bicicletas.pdf">na matéria da Revista Empreendedor</a> em formato PDF (850 kb) e prestigie este veículo de comunicação brasileiro e catarinenese! Para mais informações, acesse o site da revista: <a href="http://www.empreendedor.com.br/" target="_blank">www.empreendedor.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Folia na Serra: Carnaval 2011 em Urubici</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/03/30/folia-na-serra-carnaval-2011-em-urubici/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 17:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[acolhida na colônia]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Urubici]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste Carnaval, 25 pessoas contrariaram o dito que o Brasil é país do samba e calor. Fomos curtir Urubici, joia da Serra Catarinense, a pedal. O tempo colaborou e tivemos sol todos os dias. Apenas no último dia, na Serra &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/03/30/folia-na-serra-carnaval-2011-em-urubici/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm6.static.flickr.com/5227/5574130723_fde24f83ab.jpg" alt="Urubici no Carnaval 2011" width="500" height="334" /><br />
Neste Carnaval, 25 pessoas contrariaram o dito que o Brasil é país do samba e calor. Fomos curtir Urubici, joia da Serra Catarinense, a pedal.</p>
<p>O tempo colaborou e tivemos sol todos os dias. Apenas no último dia, na Serra do Corvo Branco, a chuva nos pegou &#8211; pudera, estávamos numa parede a 1200m de altitude, em meio às nuvens!  Por isso não há fotos de lá&#8230;</p>
<p>Nestes quatro dias, visitamos cachoeiras, paisagens inesquecíveis, propriedades rurais associadas à Acolhida na Colônia onde pudemos repor as energias com qualidade.</p>
<p>Pela primeira vez tivemos dois tipos de hospedagem: o já tradicional Sítio Arroio da Serra e a Estalagem Villa da Montanha, bem ao lado do Sítio.  Confiram alguns momentos da viagem, os melhores há que se estar pessoalmente pra curtir. Nos vemos em breve!</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157626387728016%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157626387728016%2F&amp;set_id=72157626387728016&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="300" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157626387728016%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157626387728016%2F&amp;set_id=72157626387728016&amp;jump_to="></embed></object></p>
<p>Veja também as fotos dos viajantes (valeu pessoal, ficaram muito boas!):</p>
<p>Teka e Markus<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2F44498017%40N04%2Fsets%2F72157626115692627%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2F44498017%40N04%2Fsets%2F72157626115692627%2F&amp;set_id=72157626115692627&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2F44498017%40N04%2Fsets%2F72157626115692627%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2F44498017%40N04%2Fsets%2F72157626115692627%2F&amp;set_id=72157626115692627&amp;jump_to="></embed></object><br />
José Guilherme<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2F60740510%40N06%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2F60740510%40N06%2F&amp;user_id=60740510@N06&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2F60740510%40N06%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2F60740510%40N06%2F&amp;user_id=60740510@N06&amp;jump_to="></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lançado o Manual Circuitos de Cicloturismo</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/01/25/lancado-o-manual-circuitos-de-cicloturismo/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/01/25/lancado-o-manual-circuitos-de-cicloturismo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 12:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
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		<category><![CDATA[municípios brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Udesc]]></category>
		<category><![CDATA[Viaciclo]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabou de sair da gráfica o Manual de incentivo e orientação em Circuitos de Cicloturismo para os municípios brasileiros, que contém diretrizes para a implantação de Circuitos de Cicloturismo, como é o caso dos catarinenses Vale Europeu, Costa Verde &#38; Mar e o &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2011/01/25/lancado-o-manual-circuitos-de-cicloturismo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: center;"><a href="http://ciclo.tur.br/arquivos/Manual-Circuitos-Cicloturismo.pdf"><img title="manual-circuitos-cicloturismo-capa" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/manual-circuitos-cicloturismo-capa-299x300.jpg" alt="" width="299" height="300" /></a></div>
<div><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/manual-circuitos-cicloturismo-capa.jpg"><br />
</a>Acabou de sair da gráfica o Manual de incentivo e orientação em Circuitos de Cicloturismo para os municípios brasileiros, que contém diretrizes para a implantação de Circuitos de Cicloturismo, como é o caso dos catarinenses <a href="http://www.circuitovaleeuropeu.com.br/">Vale Europeu</a>, <a href="http://www.costaverdemar.com.br/cicloturismo/">Costa Verde &amp; Mar</a> e o recém-lançado <a href="http://ciclo.tur.br/acolhida/">Acolhida na Colônia</a>.</div>
<div>Trabalho conjunto realizado pela <a href="http://caminhosdosertao.com.br/">Caminhos do Sertão</a>, <a href="http://www.viaciclo.org.br/">Viaciclo</a> e <a href="http://www.abciclovias.com.br/">ABC</a>, com o apoio do  <a href="http://www.clubedecicloturismo.com.br/">Clube de Cicloturismo</a>, e financiamento do <a href="http://www.cycling.nl/">I-CE</a> (elaboração) e <a href="http://udesc.br/">Udesc </a>(impressão), o Manual está disponível na versão impressa para os gestores municipais na área de turismo e mobilidade, e na versão digital (na íntegra) para o público geral, através do endereço <a href=" http://ciclo.tur.br/arquivos/Manual-Circuitos-Cicloturismo.pdf">http://ciclo.tur.br/arquivos/Manual-Circuitos-Cicloturismo.pdf</a></div>
<div></div>
<div>Se tiver interesse em receber a cópia impressa do Manual, <a href="/contato.php">entre em contato</a> conosco</div>
</div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ciclo.tur.br/arquivos/Manual-Circuitos-Cicloturismo.pdf"><img class="aligncenter size-medium wp-image-491" title="manual-circuitos-cicloturismo-contracapa" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/manual-circuitos-cicloturismo-contracapa-299x300.jpg" alt="" width="299" height="300" /></a><a href="http://ciclo.tur.br/arquivos/Manual-Circuitos-Cicloturismo.pdf"><br />
FAÇA O DOWNLOAD DE SUA CÓPIA!</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vale Europeu: 4 dias da parte Baixa à Alta, e vice-versa</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/10/17/vale-europeu-4-dias-da-parte-baixa-a-alta-e-vice-versa/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/10/17/vale-europeu-4-dias-da-parte-baixa-a-alta-e-vice-versa/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 22:48:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Alto Cedros]]></category>
		<category><![CDATA[Benedito Novo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Duwe]]></category>
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		<category><![CDATA[vale europeu]]></category>
		<category><![CDATA[Véu de Noiva]]></category>
		<category><![CDATA[Zinco]]></category>

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		<description><![CDATA[Um belo dia o sr. Paulo Notari deu-se conta de que habitava o paraíso. É no Alto Ipiranga, próximo a Rodeio, na transição entre as partes baixa e alta do Circuito Vale Europeu, que ele vive. Indo além em sua constatação &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/10/17/vale-europeu-4-dias-da-parte-baixa-a-alta-e-vice-versa/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Fernando/Desktop/valeEuropeu.jpg" alt="" /></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157625165325122/"></a><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157625165325122/"><img title="valeEuropeu" src="http://farm5.static.flickr.com/4111/5081879229_f5f8ae4a8b.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p>Um belo dia o sr. Paulo Notari deu-se conta de que habitava o paraíso. É no Alto Ipiranga, próximo a Rodeio, na transição entre as partes baixa e alta do Circuito Vale Europeu, que ele vive. Indo além em sua constatação paradisíaca,  seu Notari matutou: paraíso, em grego, é jardim. Era o <em>insight </em>que faltava pra ele lançar-se  na voluntariosa missão de plantar 9 km de hortênsias, de um lado e outro da estrada que passa diante de sua casa.</p>
<p><img title="o Cristo" src="http://farm5.static.flickr.com/4145/5090908296_c9b0a8a02a.jpg" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>Vendo aquilo tudo florido, pensou:  falta algo. Então ele próprio arranjou um molde e produziu 64 anjos, uns de mármore, outros de concreto, todos eles candidamente segurando um arranjo de hortênsias azuis, espalhados ao longo da estrada e dos morros. Arrematou tudo com um majestoso Cristo Redentor, visível a léguas. Não deu-se por contente: &#8220;falta o Portal do Paraíso&#8221;, diz ele, apontando o local onde fará a obra de pedras para demarcar a entrada no seu éden particular.</p>
<p><img class="alignnone" title="Zinco" src="http://farm5.static.flickr.com/4130/5081864315_57f274ecb7.jpg" alt="" width="500" height="334" /></p>
<p>Bem mais adiante, no Campo do Zinco, o sr. Egon também diz estar certo de possuir o paraíso; deve haver dezenas nessas paragens. Não fez anjos nem plantou hortênsias,mas construiu um refúgio de sonhos, para abrigar os turistas que vão até ali principalmente para ver a Cachoeira do Zinco &#8211; uma queda forte, alta e linda, bem nos moldes dos mais perfeitos Édens.</p>
<p><img class="alignnone" title="Doutor Pedrinho" src="http://farm5.static.flickr.com/4088/5082463596_6890cebfda.jpg" alt="" width="500" height="334" /></p>
<p>Do Zinco a pedalada segue, no segundo dia de viagem, rumo a Doutor Pedrinho. A amplitude dos campos vai dando espaço às plantações de arroz e seus espelhos de paisagem. Na cidadezinha, a Bella Pousada desponta numa colina amena. Lá de cima, &#8220;o melhor visual de Doutor Pedrinho&#8221;, comenta a proprietária Izabela, com razão. Na Pousada encontramos dezenas de competidores da Volta de Mountain Bike de SC, que dividiram conosco um menu divino (mais um paraíso&#8230;) .</p>
<p><img class="alignnone" title="Yoga-longamento " src="http://farm5.static.flickr.com/4089/5081870125_27d0428023.jpg" alt="" width="500" height="334" /></p>
<p>Durante a manhã, como de praxe, passamos por uma valiosa sessão de alongamento, sob os cuidados da Lore, nossa colega de trabalho  e também professora de yoga.</p>
<p><img class="alignnone" title="Enxame" src="http://farm5.static.flickr.com/4020/5081872459_88b73a8fbb.jpg" alt="" width="500" height="334" /></p>
<p>Na tranquilidade de cicloviajantes, vamos ladeando os arrozais quando um barulho de enxame invade a cena. São os competidores, um batalhão de mountain bikes nervosas colorindo o quadro, para em segundos sumir de vista.</p>
<p><img class="alignnone" title="Véu de Noiva" src="http://farm5.static.flickr.com/4147/5082469240_501bdbc807.jpg" alt="" width="334" height="500" /></p>
<p>Enquanto eles correm nós paramos, para curtir a Cachoeira Véu de Noiva. Antes, uma caminhada de 1 km na mata florida, o dia ensolarado deixa tudo com um brilho a mais. Mas nem o sol espantou o gelo da água: de trincar os ossos, mas muitos experimentaram o banho! Nada melhor do que estar diante de tamanha força.</p>
<p><img class="alignnone" title="Duwe" src="http://farm5.static.flickr.com/4107/5090938076_075ca051f9.jpg" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>No final deste dia chegamos à Região dos Lagos. São as barragens das hidrelétricas, cujo entorno abriga sítios, vivendas, casa de veraneio. Na Barragem do Pinhal o sr. Raulino Duwe vem nos buscar de barquinho (que agora tem até motor!).  Ali provamos uma certa sensação de isolamento, e também da simplicidade dos Duwe, pessoas pra lá de tranqüilas.</p>
<p><img class="alignnone" title="Piquenique na ponte" src="http://farm5.static.flickr.com/4113/5090943062_b8e301f6fb.jpg" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>Na manhã seguinte mais uma sessão de barquinho. Agora todos os caminhos levam para baixo, a parte baixa do Circuito Vale Europeu. Do Alto Rio dos Cedros vamos descendo, descendo muito. Até chegar à Ponte Rio Milânes, uma daquelas maravilhosas pontes com telhado, coisa de alemães. Esta, já sem uso para travessia, tem mesinhas, e seus beirais são enfeitados com flores. Talvez o lugar mais insólito e belo em que fizemos nosso lanche do dia.</p>
<p><img class="alignnone" title="Veículo para 4 pessoas" src="http://farm5.static.flickr.com/4090/5082491526_03a6d7fc40.jpg" alt="" width="500" height="334" /></p>
<p>Depois de 4 dias pedalando concluímos a viagem em Timbó, no imperdível Restaurante Thapyoka. Para celebrar, uma indefectível torre de chopp, afinal de contas de ferro são apenas nossas magrelas, e estamos em plenos festejos de outubro. À mesa recordações, fotos, risadas, trocas de e-mails e o próximo plano:<a href="www.caminhosdosertao.com.br/destinos/urubici"> Cicloviagem em Urubici, no feriado de 15 de novembro</a>.</p>
<p><img class="alignnone" title="Até breve!" src="http://farm5.static.flickr.com/4105/5081901953_c9a9b03d6f.jpg" alt="" width="500" height="334" /></p>
<p>Vamo´simbora???</p>
<p>Confira abaixo as fotos da cicloviagem no feriado de 12 de outubro. Nesta seleção estão algumas das fotos. Caso queira o DVD com todas as fotos,visite a <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/fotos/">página de fotos no site</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157625165325122%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157625165325122%2F&amp;set_id=72157625165325122&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157625165325122%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157625165325122%2F&amp;set_id=72157625165325122&amp;jump_to="></embed></object></p>
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		<title>Cicloturismo e Acolhida na Colônia, em video</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 18:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[acolhida na colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Circuito de Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Rosa de Lima]]></category>

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		<description><![CDATA[A Acolhida na Colônia, que promove o turismo em propriedades rurais de produção agroecológica, está implantando um programa de cicloturismo, em parceira com Caminhos do Sertão. Para promover as ações, foi produzido um video que mostra a conexão entre as &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/08/25/cicloturismo-e-acolhida-na-colonia-em-video/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.acolhida.com.br" target="_blank">Acolhida na Colônia</a>, que promove o turismo em propriedades rurais de produção agroecológica, está implantando um programa de cicloturismo, em parceira com Caminhos do Sertão.</p>
<p>Para promover as ações, foi produzido um video que mostra a conexão entre as pedaladas e a Acolhida. Confira abaixo<br />
<iframe src="http://player.vimeo.com/video/14247121" width="450" height="253" frameborder="0"></iframe><br />
<a href="http://vimeo.com/14247121">Cicloturismo e Acolhida na Colônia</a></p>
<p>Para saber mais sobre a Acolhida, veja o <a href="http://vimeo.com/5794566" target="_blank">video institucional</a> e o programa de <a href="http://vimeo.com/14245915 ">turismo pedagógico</a>. No programa de cicloturismo,contamos também com a parceria da <a href="http://caipora.org.br/" target="_blank">Caipora </a>e financiamento do Governo Federal através do MDA e MTur.</p>
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		<title>Cicloturismo presente no 1º Salão Catarinense de Turismo</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 00:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
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		<category><![CDATA[Salão Catarinense de Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

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		<description><![CDATA[De 22 a 27 de março, ocorreu no Centrosul, em Florianópolis, o 1º Salão Catarinense de Turismo.  Fomos convidados pelo consórcio Citmar, que gerencia o Circuito Costa Verde e Mar de Cicloturismo , a expor bicicletas e material de divulgação &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/04/15/cicloturismo-presente-no-1%c2%ba-salao-catarinense-de-turismo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19925.jpg"><img class="size-medium wp-image-380 alignleft" title="edugreen-19925" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19925-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a>De 22 a 27 de março, ocorreu no Centrosul, em Florianópolis, o <a href="http://www.sol.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=category&amp;id=153:salao-do-turismo&amp;layout=blog&amp;Itemid=161" target="_blank">1º Salão Catarinense de Turismo</a>.  Fomos convidados pelo consórcio <a href="http://www.amfri.org.br/conteudo/?item=2965&amp;fa=2907" target="_blank">Citmar</a>, que gerencia o <a href="http://www.costaverdemar.com.br/cicloturismo/" target="_blank">Circuito Costa Verde e Mar de Cicloturismo</a> , a expor bicicletas e material de divulgação no Stand do Circuito.</p>
<p>Também estivemos presentes no Stand da <a href="http://acolhida.com.br/" target="_blank">Acolhida na Colônia</a>, que está elaborando um Circuito de Cicloturismo que integrará suas propriedades de agricultura orgânica. O <a href="http://www.circuitovaleeuropeu.com.br/" target="_blank">Circuito Vale Europeu</a> também esteve presente na feira.</p>
<p>Além dos Stands divididos por regiões catarinenses, o Salão contou  com uma rodada de negócios e palestras, entre elas estudo de caso da  Acolhida na Colônia e  do Circuito Costa Verde e Mar, apresentada pelo  Carlos Beppler da ACBC (Associação de Ciclistas de Camboriú e Balenário  Camboriú)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19933.jpg"><img class="size-large wp-image-381 aligncenter" title="edugreen-19933" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19933-1023x685.jpg" alt="" width="450" height="301" /></a></p>
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		<title>Em plena paz, Seu Valdo desencarna fazendo o que mais gostava</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/02/em-plena-paz-seu-valdo-desencarna-fazendo-o-que-mais-gostava/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 20:47:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Valdo]]></category>
		<category><![CDATA[volta ao mundo de bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu o conheci no Encontro de Cicloturismo em Timbó, em 2006. Dentre tantas e tão sonhadoras e tão raras figuras, foi a que mais gostei. Fosse pelo indisfarçável carisma de sua cara de bom velhinho, ou pela coragem de quem &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/02/em-plena-paz-seu-valdo-desencarna-fazendo-o-que-mais-gostava/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_336" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/valdopereira1.jpg"><img class="size-full wp-image-336" title="valdopereira" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/valdopereira1.jpg" alt="" width="500" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">O Encontro de figuras raras: Valdo apresenta a Tanajura ao Pereira</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Eu o conheci no Encontro de Cicloturismo em Timbó, em 2006. Dentre tantas e tão sonhadoras e tão raras figuras, foi a que mais gostei. Fosse pelo indisfarçável carisma de sua cara de bom velhinho, ou pela coragem de quem largou a batina e saiu se aventurando pelo mundo, Seu Valdo era mesmo um vivente muito interessante.</p>
<p>Apresentou-me um livro, de sua autoria. No prefácio, dados  do tom espartano de uma Expedição de 800 km pelo Chile, que acabara de concluir: “Pedalando e desvendando a Carretera Austral – 30 dias com 500 dólares.”  E foi ali que li uma frase do Valdo que me marcou pra sempre: “Mais do que viagem ou aventura no sentido físico, foi uma experiência vivida em terras estrangeiras, nas terras inóspitas e belas da Patagônia e nos terrenos delicados e sensíveis das relações humanas”.</p>
<p>Essa frase, que eu publiquei numa <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/11/10/cicloviajantes-de-todo-o-brasil-reunem-se-em-timbo/" target="_blank">matéria</a> sobre o Encontro de Cicloturismo, foi &#8220;pescada&#8221; na net e acabou entrando num material didático da Secretaria de Educação de São Paulo. Infelizmente, não tive a a chance de contar isso pessoalmente ao grande Valdo.</p>
<p>Mas fica a homenagem.  O sábio Valdo decidiu <a href="http://valdonabike.com/" target="_blank">viver seus 60 e poucos anos na estrada</a>, pedalando uma insólita &#8220;Tanajura&#8221; (como ele mesmo chamava) numa ciranda feliz ao redor do Globo. Já tinha ido longe: o olhar de menino no rosto de longas barbas brancas passou por Peru, Equador, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, El Salvador e Guatemala. Estava no México, a 700 km da fronteira com os Estados Unidos.  Feito passarinho, voava livre em sua Tanajura. Numa noite, entrou na barraca pra dormir, e seu espírito livre quis despir-se até mesmo do corpo. Morreu tranquilamente e em paz, ao que indicam as notícias até agora, já que não houve sinais de violência nem sumiço dos pertences.</p>
<p>Vida eterna ao amigo Valdo, e que suas façanhas e risos sejam sempre lembrados!</p>
<p>Fernando Angeoletto e equipe Caminhos do Sertão</p>
<div id="attachment_344" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://picasaweb.google.com/valdojv/Mexico03VoltaAoMundo#5434177752974061474"><img class="size-full wp-image-344" title="Valdo Na Bike" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/Valdo-Na-Bike1.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Uma de suas últimas fotos. Clique para ver os álbuns da viagem.</p></div>
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		<title>Encostas da Serra terão roteiros de Cicloturismo</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/12/24/encostas-da-serra-terao-roteiros-de-cicloturismo/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 15:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<category><![CDATA[acolhida na colônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Santa Rosa de Lima]]></category>

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		<description><![CDATA[Caminhos do Sertão, em parceria com a Caipora (Cooperativa para Conservação da Natureza), concluiu em dezembro o trabalho de mapeamento e roteirização para Cicloturismo dos municípios de Santa Rosa de Lima e Anitápolis, nas encostas da Serra Geral. O projeto, &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/12/24/encostas-da-serra-terao-roteiros-de-cicloturismo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/31_jonathajunge_0016_dsc_0312.jpg"><img src="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/31_jonathajunge_0016_dsc_0312.jpg?w=450&amp;h=301" alt="" width="450" height="301" /></a></p>
<p>Caminhos do Sertão, em parceria com a Caipora (Cooperativa para Conservação da Natureza), concluiu em dezembro o trabalho de mapeamento e roteirização para Cicloturismo dos municípios de Santa Rosa de Lima e Anitápolis, nas encostas da Serra Geral.</p>
<p><a href="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/16_edugreen-15910.jpg"><img class="alignleft" src="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/16_edugreen-15910.jpg?w=121&amp;h=150" alt="" width="121" height="150" /></a>O projeto, vinculado à Associação de Agroturismo <a href="http://www.acolhida.com.br/" target="_blank">Acolhida na Colônia</a>, teve como foco a criação de alternativas de lazer e o incremento de visitantes nas pousadas associadas. A Acolhida na Colônia existe há 10 anos, e é referência nacional em destinos de turismo rural, tendo recentemente recebido distinções do Ministério do Turismo e um prêmio concedido pela Editora Globo.</p>
<p><a href="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/04_jonathajunge_0001_dsc_0016.jpg"><img class="alignright" title="04_jonathajunge_0001_DSC_0016" src="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/04_jonathajunge_0001_dsc_0016.jpg?w=100&amp;h=150" alt="" width="100" height="150" /></a>O resultado do trabalho, composto por saídas de campo, elaboração de mapas sobre bases cartográficas a partir de dados de GPS e validação dos trajetos com bicicleta, foi a criação de 2 circuitos de cicloturismo em cada município, além de 2 rotas alternativas de conexão entre eles. Rios, cachoeiras, Mata Atlântica, águas termais, cultivos e produtos da agricultura ecológica são alguns dos atrativos dos roteiros, dimensionados para atrair várias faixas de público.</p>
<p><a href="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/50_jonathajunge_0012_dsc_0407.jpg"><img class="alignleft" title="50_jonathajunge_0012_DSC_0407" src="http://caminhosdosertao.files.wordpress.com/2009/12/50_jonathajunge_0012_dsc_0407.jpg?w=150&amp;h=100" alt="" width="150" height="100" /></a>O próximo passo, que deve ocorrer até meados de 2010, será a editoração do produto final, um mapa ilustrado com todas as informações necessárias para o cicloturista desfrutar por completo os roteiros. Este projeto foi financiado com recursos do Ministério do Turismo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Até no Calor do Verão Urubici é agradável</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/11/22/ate-no-calor-urubici-e-agradavel/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 20:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[acolhida na colônia]]></category>
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		<category><![CDATA[serra geral]]></category>
		<category><![CDATA[Urubici]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Novembro estivemos novamente em Urubici, para uma pedalada de 3 dias. Apesar lá também ter feito calor, com certeza foi mais ameno que o do litoral. Desta vez, no primeiro dia tomamos banho de cachoeira no rio Sete Quedas,  visitamos &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/11/22/ate-no-calor-urubici-e-agradavel/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2675/4101476070_e71ce2e645.jpg" alt="" width="500" height="335" /></p>
<p>Em Novembro estivemos novamente em Urubici, para uma pedalada de 3 dias. Apesar lá também ter feito calor, com certeza foi mais ameno que o do litoral. Desta vez, no primeiro dia tomamos banho de cachoeira no rio Sete Quedas,  visitamos  o Morro do Campestre no pôr-do-sol e pedalamos sob a luz da lua cheia.</p>
<p>Já no segundo dia fomos ao Cânion Laranjeiras, no Parque Nacional da São Joaquim. O calor intenso e a estrada ruim castigaram e acabamos pedalando pouco. Em compensação a caminhada até a beira do Cânion é inesquecível.</p>
<p>O terceiro dia fechou a aventura com chave de ouro. Subimos de van ao topo do Morro da Igreja, que estava com o visual totalmente aberto. Descemos os 17km devagar, para poder apreciar a paisagem. Não poderíamos deixar de passar pela linda estrada do Invernador e curtir as deliciosas refeições do Sítio Arroio da Serra, feitas com ingredientes orgânicos plantados ali mesmo.</p>
<p>Faça frio ou calor, chuva ou sol, Urubici é sempre uma maravilha!</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622672498653/show/">Veja as fotos da viagem</a><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622672498653%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622672498653%2F&amp;set_id=72157622672498653&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622672498653%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622672498653%2F&amp;set_id=72157622672498653&amp;jump_to="></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Por que viajar com o Caminhos do Sertão?</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/por-que-viajar-com-o-caminhos-do-sertao/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/por-que-viajar-com-o-caminhos-do-sertao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 21:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/?p=265</guid>
		<description><![CDATA[Nossas práticas e princípios como operadora de Cicloturismo PIONEIRISMO E CONHECIMENTO Somos uma empresa especializada em cicloturismo, atuante há 5 anos, com mais de 40 viagens organizadas e operadas com sucesso INTEGRAÇÃO São respeitados os ritmos de todos os participantes, &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/por-que-viajar-com-o-caminhos-do-sertao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Nossas </em></strong><strong><em>práticas e </em></strong><strong><em>princípios como operadora de Cicloturismo</em></strong></p>
<p><strong>PIONEIRISMO E CONHECIMENTO</strong><br />
Somos uma empresa especializada em cicloturismo, atuante há 5 anos, com mais de 40 viagens organizadas e operadas com sucesso</p>
<p><strong>INTEGRAÇÃO</strong><br />
São respeitados os ritmos de todos os participantes, para que possam, desde o iniciante até o mais experiente, desfrutar por igual e integralmente o prazer de Cicloviajar. Parceiros, parentes e amigos que não pedalam podem estar na companhia do grupo durante todo o percurso, no veículo de apoio</p>
<p><strong>SEGURANÇA</strong><br />
Nossos guias operam com GPS e radiocomunicadores entre si e em contato com o veículo de apoio, que acompanha o grupo em 100% dos trechos, com equipamento completo de primeiros socorros e socorro mecânico.</p>
<p><strong>SERVIÇOS E CONFORTO</strong><br />
Nossas viagens tem completa estrutura de apoio, incluindo manutenção das bicicletas durante as pedaladas, lavagem, regulagem e lubrificação ao final de cada dia. Sempre atentos a dar dicas de como aproveitar melhor o equipamento os guias ajudam os participantes a conhecer melhor sua bicicleta, e ter mais prazer na pedalada.</p>
<p><strong>HOSPEDAGENS E ATRATIVOS</strong><br />
Locais de pouso com originalidade, charme e conforto, preferencialmente em áreas rurais; roteiros cuidadosamente elaborados, por critérios de prazer de pedalar e segurança, trazendo sempre muito mais que o óbvio nos destinos visitados</p>
<p><strong>NOSSOS GUIAS</strong><br />
Amam viajar e pedalar, compartilhando esse sentimentos com os grupos guiados e promovendo um clima de companheirismo, diversão e contemplação das belezas dos roteiros, conversando sobre bicicletas e outros assuntos, sem preocupação com rankings ou competições.</p>
<p><strong>COMPROMISSOS</strong><br />
Compreendemos o Turismo de Aventura como uma atividade de desenvolvimento econômico regional, vinculando nosso trabalho a ações já em andamento focados em Turismo de Base Comunitária no interior de SC</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Em vias de Europa, no solo verde-amarelo de SC</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 19:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
		<category><![CDATA[circuito vale europeu]]></category>
		<category><![CDATA[doutor pedrinho]]></category>
		<category><![CDATA[rio dos cedros]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[timbó]]></category>
		<category><![CDATA[vale europeu]]></category>

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		<description><![CDATA[relato da cicloviagem pelo Vale Europeu (10 a 12/10/2009) Seu Raulino Duwe é um dos tantos que sentiram rápido o efeito da novidade. Diz que, só neste ano, recebeu por alto &#8220;uns 400 visitantes&#8221; &#8211; só de Cicloturistas! Ele é &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/em-vias-de-europa-no-solo-verde-amarelo-de-sc/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>relato da <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/roteiros/saidas/2009_10valeeuropeu/roteiro.html">cicloviagem pelo Vale Europeu (10 a 12/10/2009)</a></em></p>
<div id="photoImgDiv4033447918" style="width: 502px;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2787/4033447918_b22400902b.jpg" alt="" width="500" height="335" /></div>
<p>Seu Raulino Duwe é um dos tantos que sentiram rápido o efeito da novidade. Diz que, só neste ano, recebeu por alto &#8220;uns 400 visitantes&#8221; &#8211; só de Cicloturistas!</p>
<p>Ele é caseiro de algumas casas de campo e as usa, com consentimento dos donos, como acomodações para os distintos turistas do pedal. As casas ficam  sobre as barrancas da barragem do Rio Bonito, com vistosos mirantes para a Lagoa. Pra chegar lá, a partir de uma das bifurcações no Circuito do Vale Europeu,  escolha: 8 quilômetros de sucessivas &#8220;morrebinhas&#8221;, ou 2 km até encontrar o seu Duwe, num ponto aparentemente sem importância da Lagoa. &#8220;A maioria prefere a segunda opção&#8221;, revela-nos o seu Duwe, remando de ré sua bateirinha na última das viagens em que atravessou todo nosso grupo até as casas. Ele é um exemplo vivo da importância para a economia regional que teve o Circuito, uma acertada criação do Clube de Cicloturismo, criado em 2006.</p>
<p>Este foi o final do segundo dia de viagem.  Antes de atravessar a represa, os caminhos-refúgios: não contei mais que 2 carros passando pelo grupo. A essência Sertaneja do Vale Europeu, nos seus recantos mais recônditos, e tão belos. De presente, e que presença!, a fabulosa Cachoeira Véu de Noiva também está neste trecho. Verte forte e ruidosa, é alta e imponente, e só o vapor atirado pelas pedras já era suficiente para nos refrescar naquele meio-dia de Sol brilhante (sim amigos, há Sol em Santa Catarina, há Sol no Vale Europeu, o astro-rei tem de fato feito seus primorosos espetáculos!)</p>
<p>Mas a primeira Cachoeira foi a do Zinco, esta vista de longe, do ponto de partida no primeiro dia. Seguem-se uns caminhos um pouco monótonos pela larga presença da mocultura de Pinus, mas a cena logo muda, principalmente quando acercam-se os rios e as matas fechadas (algumas) que o protegem. Os jardins dos sitiozinhos são atração à parte, modelados geometricamente, alguns com flores que de tão grandes e vermelhas  e lustrosas parecem de mentira (Viviane, uma das cicloviajantes, parou numa das casas e perguntou sobre a florzona, cujas mudas são muito intercambiadas entre os moradores da região). Este dia fechou na Bella Pousada &#8211; onde, vejam só, serviram-nos flores (capuchinhas) na salada, um brinde aos olhos e ao paladar! A Pousada tem sem dúvida o melhor visual de Doutor Pedrinho.</p>
<p>Ok, eu confesso: chuvas rolaram na manhã do último dia, nas altitudes, com o perdão do trocadilho, de Alto Cedros (onde ficam as casas cuidadas pelo Duwe). Frustração completa? Nem pensar! Foi só descer parte da Serra de van que o teto limpou, houve uma breve assembléia e decidiu-se: vamos pedalar ! Caminhos de areia batida, lisinhos, sem lama, ladeira abaixo e acompanhando o curso do Rio dos Cedros, que ronca alto entre as pedras. Depois segue-se a travessia da cidade de Rio dos Cedros, e outro trecho de vias planas e tranqüilas leva a Timbó. Chegamos lá no melhor dos estilos: pedalando, todos juntos! No final o roteiro foi um sucesso, com pedaladas todos os dias, a despeito das ameaças de chuva que acreditamos ter afastado parte dos interessados. Em clima de Oktoberfest, uma torre de Chopp no restaurante Thapyoka (Timbó) foi o encerramento oficial da Cicloviagem de 3 dias pelo Vale Europeu. E aguardem, para breve, a saída para o restante do Circuito (que tem, no total, 7 dias de duração).</p>
<p>Cicloabraços!</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622635618764/" target="_blank">Veja as fotos</a> da viagem<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2F&amp;set_id=72157622635618764&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2F&amp;set_id=72157622635618764&amp;jump_to="></embed></object></p>
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		<title>Tainha à unha e Bijajica: vida Caiçara na busca às Baleias (cicloturismo Litoral Sul 2009)</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/tainha-a-unha-e-bijajica-vida-caicara-na-busca-as-baleias-cicloturismo-litoral-sul-2009/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/tainha-a-unha-e-bijajica-vida-caicara-na-busca-as-baleias-cicloturismo-litoral-sul-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 21:19:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Baleias]]></category>
		<category><![CDATA[bijajica]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[engenho]]></category>
		<category><![CDATA[Gaia Village]]></category>
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		<category><![CDATA[Ibiraquera]]></category>
		<category><![CDATA[Imbituba]]></category>
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		<category><![CDATA[Litoral catarinense]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Ouvidor]]></category>
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		<description><![CDATA[por Fernando Angeoletto Viajar à beira-mar tem seus poréns. Flagrar revoadas de gaivotas, acompanhar os contornos de espumas que as marolas desenham na areia, zanzar livremente sem a maldita pressão de buzinas é o que sempre se espera, e o &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/tainha-a-unha-e-bijajica-vida-caicara-na-busca-as-baleias-cicloturismo-litoral-sul-2009/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622308498532/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2439/3902152360_e524f3180d.jpg" alt="" width="450" height="296" /></a></p>
<p><em>por Fernando Angeoletto</em></p>
<p>Viajar à beira-mar tem seus poréns. Flagrar revoadas de gaivotas, acompanhar os contornos de espumas que as marolas desenham na areia, zanzar livremente sem a maldita pressão de buzinas é o que sempre se espera, e o que realmente há de sobra. Porém, há as barras. Descontinuidades no caminho, encontros de rio e mar que impõem a pausa, ou uma travessia improvisada.<br />
<img class="reflect alignright" style="margin: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3500/3901379359_7f5c7ba058.jpg" alt="Temporada das Baleias por você." width="180" height="121" />Já havia comentado o assunto no relato <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/relatos.php?id=28" target="_blank">Mar, lagoas e o barqueiro Buiú</a>, da viagem pelo mesmo roteiro que fizemos em 2007.  A Barra de Ibiraquera é incerta: rompe, à força de temporais mais impiedosos; rompe, à força das máquinas que escavam a areia, num ato pela renovação das águas da Lagoa. Aberta, a Barra é um canal de água salobra com pouco mais de 100 metros de largura, raso demais para um barco de porte médio, fundo demais pra evitar que a travessia carregando uma bicicleta nas costas não seja uma verdadeira encrenca molhada.<br />
Então, a solução adotada agora foi a mesma de 2007: acomodar as bicis na simpática bateira azul-calcinha, manusear o bambu-propulsor, e fazer tantas viagens quanto fossem necessárias para cruzar as 17 bicicletas e seus respectivos 17 condutores.<br />
Tarefa melindrosa, mas nem tão difícil assim. Difícil mesmo foi desencalhar o barco da travessia Ilha-Continente, contra lufadas do vento nordeste impiedoso, no último dia da jornada. Mas isso é assunto para mais além.</p>
<p><strong>Procurando Baleias</strong></p>
<p>Deixamos Itapirubá no início da tarde de sábado. Motivo aparente: ver baleias. Motivo real: tentar ver baleias, enquanto se pedala em grande estilo por caminhos litorâneos e cuidadosamente selecionados, de modo a priorizar a contemplação e o alto astral. Diz o Jonatha, nosso guia e navegador, que avistou um simpático cetáceo lá da praia da Ribanceira, no meio do burburinho de um campeonato de surf. Mas, estando por último, não teve tempo de avisar o grupo. Fora isso, nenhum relato de visualização das gigantes.<br />
Porém, condizente com o verdadeiro espírito “tentaremos ver baleias” desta empreitada, entramos pela Praia do Ouvidor no domingo. Um caminho sem saída, não fosse a originalíssima travessia pelo <a href="http://www.gaia.org.br/" target="_blank">Projeto Gaia Village</a>, disponível para poucos. Quatro quilômetros de pura beleza, atravessando dunas, restinga, um rebanho de bubalinos e áreas de recuperação ambiental.</p>
<p><img class="reflect alignright" style="margin: 10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2658/3902175026_e637bc44b9.jpg" alt="" width="180" height="121" /></p>
<p>O trecho, todo ladrilhado, termina na sede do Gaia Village. Ali fomos recepcionados pelo Donizete, que gentilmente nos fez uma apresentação dos princípios e atividades cotidianas do Projeto. Reserva particular que abarca variados ecossistemas litorâneos, os 900 hectares são preservados e recriados conforme o anseio dos proprietários, baseados no legado de José Lutzenberger, um dos mais ilustres ambientalistas brasileiros (falecido em 2002).</p>
<p><strong>Ciclista caiçara pega tainha à unha</strong></p>
<p><img class="alignright" style="margin: 10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2649/3902178770_68d739a228.jpg" alt="" width="180" height="121" />Da sede do Gaia rumamos à outra Barra, desta vez no canto sul da Ferrugem. Água pelos joelhos, bike nas costas, uma a uma. Numa das travessias uma tainha roçou minha perna; um ímpeto primitivo baixou sobre mim. E então, já que o interesse pela fauna marinha era grande entre os pedalantes, peguei a tainha à unha, para descrédito geral. A brincadeira custou-me uma mergulhada da câmera fotográfica em água salobra, além dos apelidos de Caiçara, Pescador e assemelhados. Para os curiosos: a câmera voltou a funcionar (ao menos por enquanto). Para os preocupados: a pobre tainha foi devolvida ao mar.<br />
Depois da breve passagem pelo centro de Garopaba, seguimos ao Siriú, alongando o caminho com o contorno da Lagoa do Macacu. É um trecho ainda mais tranqüilo que o usual, com visuais privilegiados que as “morrebinhas” curtas e inclinadas proporcionam. Chegando à Pousada do Taxo nossa trupe, não satisfeita em esperar o farto jantar que se anunciava, resolveu celebrar a vida aos petiscos de um “surraxquinho” de lingüiça. Ponto para o Davi, nosso colega chileno, que não só providenciou a matéria-prima como comandou a churrasqueira.</p>
<p><strong>Curiosos (e saborosos) quitutes no Engenho</strong></p>
<p>O Morro do Siriú marca o início do último dia, como o aclive mais forte de toda a viagem. Após vencê-lo, e admirar do alto a vasta planície costeira, rumamos ao interior, nosso Sertão. Parte dos costumes camponeses pudemos provar na calorosa recepção das irmãs Maura, Vilma e Inácia, que mantém um dos poucos engenhos artesanais de mandioca na região. Ambientada no galpão rústico, entre rodas de moagem, prensas e tachos, repletos de bijus quentinhos e fumegantes, a mesa posta era o verdadeiro amálgama das culturas indígena e açoriana.<br />
<img class="reflect alignright" style="margin: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3464/3902191208_fb52543721.jpg" alt="Irmãs e a matriarca por você." width="180" height="121" />Você conhece a bijajica? É a massa da mandioca, misturada à pedaços de amendoim e especiarias, e assada em vapor. Uma perdição. E o nego deitado? É um preparado à base de fubá, envolto em folha de bananeira e assado. Preciosa iguaria. Fora as bolachinhas, bolo de milho e tapiocas que as Irmãs serviram com abundância. O trabalho delas é reconhecido como um importante resgate cultural pela gastronomia, fato que chamou a atenção do <a href="http://www.slowfoodbrasil.com/" target="_blank">Slow Food</a>, movimento ao qual recentemente integraram-se.<br />
Engana-se quem pensou que o Morro do Siriú fosse o maior desafio. Imprevistas, as lufadas de vento Nordeste complicaram o percurso de 8 km na Praia da Pinheira. O açoite das rajadas, evidente na areia fina que corria baixo feito névoa na praia, foi duro. Ao final, um embarque tão duro quanto, para atravessar a Baía Sul de volta à Ilha. Maré vazante, contraposta ao vento forte levantando ondas, e nosso valente barco abarrotado de bicicletas resolve encalhar na areia. Foram necessários muitos braços e disposição, além da inestimável contribuição de dois motoqueiros que passavam por ali, para mover o bólido.<br />
Ao final da travessia encerramos a viagem – o tempo fechou bruscamente, sinal das tormentas que assolaram o Estado justo naquele dia. Das Baleias levamos as lembranças, e o porvir de um dia quando talvez elas resolvam vir ao nosso encontro. Do belíssimo Litoral sul, das experiências ambientais e culturais, de todos os seletos caminhos percorridos e das amizades conquistadas lapidamos jóias em nossas memórias, tesouros de viajantes em nossas vidas.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622308498532/" target="_blank"><img class="reflect alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3054/3902162746_de290f1d43.jpg" alt="Temporada das Baleias por você." width="400" height="268" /></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622308498532/" target="_blank">Veja a galeria de fotos completa!</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Novidades e atrativos na Temporada das Baleias</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/08/21/novidades-e-atrativos-na-temporada-das-baleias/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 15:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Baleia Franca]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Garopaba]]></category>
		<category><![CDATA[Imbituba]]></category>
		<category><![CDATA[Litoral catarinense]]></category>
		<category><![CDATA[observação de Baleias]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Rota das Baleias]]></category>
		<category><![CDATA[Siriú]]></category>
		<category><![CDATA[whale watching]]></category>

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		<description><![CDATA[Faltando motivos para aderir à Temporada de Baleias (cicloturismo de 3 dias, no feriado de 7 de setembro, pelo litoral sul de SC)? Então confira: ATRATIVOS - visitas ao Projeto Baleia Franca e ao Museu da Baleia - pedal por &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/08/21/novidades-e-atrativos-na-temporada-das-baleias/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faltando motivos para aderir à Temporada de Baleias (cicloturismo de 3 dias, no feriado de 7 de setembro, pelo litoral sul de SC)?</p>
<p>Então confira:</p>
<p><strong>ATRATIVOS </strong><br />
- visitas ao <a href="http://www.baleiafranca.org.br/oprojeto/oprojeto.htm" target="_blank">Projeto Baleia Franca</a> e ao Museu da Baleia<br />
-<strong> pedal por 11 praias</strong>, desde Itapirubá (Imbituba) a Floripa<br />
- grandes chances de<strong> avistagem de Baleias Francas</strong>, que freqüentam esta parte do litoral de julho a novembro.<br />
- visita monitorada ao <a href="http://www.gaia.org.br/" target="_blank">Projeto Ambiental Gaia Village</a> na Praia do Ouvidor<br />
- <strong>caminho inédito cruzando o Gaia Village</strong>, atravessando a restinga e fechado ao trânsito de carros<br />
- <strong>café tipicamente indígena-açoriano</strong> no Engenho Artesanal das 3 Irmãs (<a href="http://www.flickr.com/photos/cepagro/sets/72157615947883120/" target="_blank">comunidade 3 Barras, Palhoça</a>), incluindo delícias como a Bijajica e outros quitutes<br />
- <strong>travessia de barco</strong> entre a Praia do Sonho (Palhoça) e Caieira da Barra do Sul</p>
<p><strong>PEDALADAS</strong><br />
- leves, média de 40 km/dia, predomínio de trechos planos à beira-mar (exceto no Morro do Siriú)</p>
<p><strong>POUSADAS</strong><br />
- pernoites com jantar e café da manhã na <a href="http://www.rosaecanela.com.br/p2port.htm" target="_blank">Pousada Rosa e Canela</a> (praia do Rosa) e <a href="http://www.pousadadotaxo.com.br/" target="_blank">Pousada do Taxo</a> (praia do Siriú)<br />
(quarto duplo ou triplo)</p>
<p><strong>PACOTE DE SERVIÇOS CAMINHOS DO SERTÃO</strong><br />
- traslados, hospedagens com alimentação, veículo de apoio com acompanhamento integral, guias mecânicos e socorristas, travessia de barco, mapas detalhados da viagem</p>
<p><strong>VALOR PROMOCIONAL PRORROGADO</strong><br />
Foram prorrogadas as inscrições com desconto até 27/08 (quinta)! Restam poucas vagas, garanta a sua!<br />
<a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/roteiros/saidas/2009_09baleias/roteiro.html" target="_self">para mais detalhes veja a página do roteiro</a><br />
<object width="400" height="300" data="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157621643349829%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157621643349829%2F&amp;set_id=72157621643349829&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cicloturismo no Parque Nacional da Serra do Itajaí</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/07/28/cicloturismo-no-parque-nacional-da-serra-do-itajai/</link>
		<comments>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/07/28/cicloturismo-no-parque-nacional-da-serra-do-itajai/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 21:13:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Faxinal do Bepe]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Nacional da Serra do Itajaí]]></category>

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		<description><![CDATA[No último final de semana cerca de 45 bicicletas estiveram no coração de um dos mais novos parques nacionais do país. O Parque Nacional da Serra do Itajaí (PNSI) engloba os municípios de Blumenau, Apiuna, Botuverá e Guabiruba, com grandes &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/07/28/cicloturismo-no-parque-nacional-da-serra-do-itajai/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157621751646661/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3456/3766964792_89bc1aedd5.jpg" alt="" width="450" height="301" /></a></p>
<p>No último final de semana cerca de 45 bicicletas estiveram no coração de um dos mais novos parques nacionais do país. O Parque Nacional da Serra do Itajaí (PNSI) engloba os municípios de Blumenau, Apiuna, Botuverá e Guabiruba, com grandes áreas de mata atlântica primária e berço de uma infinidade de nascentes que alimentam o grande Rio Itajaí.</p>
<p>O Faxinal do Bepe fica no centro do Parque e a estrada que vai de Blumenau até lá é um belíssimo caminho pela mata. Com um perfil altimétrico desafiador, é também um prato cheio para ciclístas e cicloturistas. Ali reside a família Molinari, descendentes do Bepe – o desbravador do local. A criação do PNSI acarretará na desapropriação e indenização da família, mas enquanto o processo engatinha, Seu Ari e família continuam vivendo da agricultura familiar e da agropecuária no local.<br />
Em 2006 estivemos lá com um roteiro organizado por nós e outro famoso desbravador local: Wilberto Boos (membro-fundador da <a href="http://www.abciclovias.com.br/" target="_blank">ABCiclovias </a>e pioneiro em levar ciclístas pelas trilhas e caminhos da região)  &#8211; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/10/19/parque-do-itajai-e-a-transformacao-do-faxinal/" target="_self">leia aqui o relato de 2006 com mais histórias sobre o Faxinal e o Parque</a>.</p>
<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/altimetria-faxinal-do-bepe.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-184" title="Altimetria" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/altimetria-faxinal-do-bepe.jpg" alt="Altimetria" width="420" height="225" /></a></p>
<p>Desta vez foi também nosso amigo Boos que puxou o primeiro grupo de 20 pedalantes do qual fiz parte (de férias, apenas como fotógrafo e participante <img src='http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . Saimos no sábado as 7:30h do centro de Blumenau e pedalamos (quase todos) os 40km até a casa do Seu Ari e Dona Fortunata, onde um grande almoço nos esperava no rancho da fazenda. O percurso conta com subidas muito fortes e alguns pegaram uma providêncial carona de caminhote com o filho do Seu Ari, que também serviu para aliviar o peso dos que pedalaram morro acima.</p>
<p>No Faxinal pernoitamos no sótão da casa da familia, e passamos bom tempo ouvindo e relembrando histórias com Seu Ari, ao lado do fogão a lenha da Dona Fortunata que já preparava-se para alimentar os outros 20 e tantos ciclistas que chegariam no próximo dia.</p>
<p>A demora no processo de indenização deixa os moradores do local sem saber o que fazer, sem prazos definidos, ficam inseguros em investir e trabalhar a terra. Pelo lado da conservação, o PNSI já possuí um plano de manejo e muitas ações devem ser feitas no futuro, além de efetivar a fiscalização sobre os caçadores, também organizar melhor os visitantes e as formas de turismo no Parque. Diferentes veículos motores que circulam pelo Faxinal e pelas trilhas serão controlados e mesmo proibidos, ficamos aguardando.</p>
<p>O PNSI &#8211; que fica ao lado do primeiro circuito de cicloturismo do Brasil, o Vale Europeu &#8211; poderá continuar sendo um belo destino para se conhecer de bicicleta. Esperamos voltar em breve, para pedalar e caminha pelas trilhas do parque.</p>
<p><em>por Jonatha Jünge</em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157621751646661/" target="_blank">VEJA AS FOTOS.</a></p>
<p>Para saber mais:<br />
<a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2006/10/19/parque-do-itajai-e-a-transformacao-do-faxinal/">Relato e Fotos da cicloviagem em out/2006 no mesmo local. </a></p>
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		<title>Caminhos do Sertão participa de reportagem nacional em Urubici</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 15:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Angeoletto</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Andre Dib]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura & Ação]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Nacional São Joaquim]]></category>
		<category><![CDATA[produção orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[Urubici]]></category>

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		<description><![CDATA[Em maio, acompanhamos o fotógrafo André Dib, da revista Aventura e Ação, durante uma reportagem sobre Urubici. Fizemos juntos 3 pedaladas pela região, incluindo a Travessia do Parque Nacional de São Joaquim, entre Vacas Gordas e Bom Jardim da Serra, &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/07/14/caminhos-do-sertao-participa-de-reportagem-nacional-em-urubici/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157621320253855/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2473/3720940952_c976a7300d.jpg?v=0" alt="" width="450" height="302" /></a></p>
<p>Em maio, acompanhamos o fotógrafo André Dib, da revista Aventura e Ação, durante uma reportagem sobre Urubici. Fizemos juntos 3 pedaladas pela região, incluindo a Travessia do Parque Nacional de São Joaquim, entre Vacas Gordas e Bom Jardim da Serra, com direito a passagem pelo Cânion Laranjeiras. Os atrativos mais conhecidos também foram contemplados, e um pernoite no Sítio Arroio da Serra nos inspirou a oferecer esta pousada ecológica como acolhida em nosso <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/roteiros/saidas/2009_08urubici/roteiro.html">próximo pacote (06 a 08/08).</a><br />
Além das pedaladas, Dib aventurou-se também por um trekking de 3 dias, guiado pelo pioneiro Juan Rivas, uruguaio que um dia veio conhecer a nascente do Rio Canoas e de lá nunca mais saiu. A caminhada, que é também uma travessia do Parque Nacional em outro sentido, bordeou a Serra em visuais impressionantes, finalizando nos altos do Morro da Igreja.<br />
O resultado disto tudo, incluindo outras pautas agregadas &#8211; como a reportagem sobre meio-ambiente, produção orgânica e turismo rural, assinada por mim &#8211; foi uma matéria densamente recheada, de 28 páginas, com novos olhares sobre a cidade que compõe um dos 27 roteiros lançados no último Salão de Turismo nacional. Na foto de capa, o parceiro Jonatha Junge exibe sua bike em pleno Morro da Igreja, com vista pintada à sol de fim de tarde na Pedra Furada, sugerindo uma das atividades com mais expressividade na região.<br />
Em Floripa, <a href="http://www.aventuraeacao.com.br/pagina_int.asp?id_materia=234">a revista</a> pode ser encontrada em bancas da Trindade, Centro e Lagoa. Em São Paulo há vários pontos de venda pela cidade, incluindo bikes shop e lojas de aventura. Compre e divirta-se!</p>
<p><em>por Fernando Angeoletto</em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157621320253855/" target="_blank">Veja o álbum de fotos completo.</a></p>
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		<title>Caminhos e Vinhos, combinação perfeita no Vale dos Vinhedos</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 21:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
		<category><![CDATA[rio grande do sul]]></category>
		<category><![CDATA[vale dos vinhedos]]></category>

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		<description><![CDATA[Se preferir, veja o álbum de fotos do evento no flickr. Contornados pelos rubros e amarelos, em miríades de tons das folhas secas de plátanos e videiras, 26 bicicletas com seus felizes cicloviajantes coloriram o outono ameno da Serra Gaúcha &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/06/25/caminhos-e-vinhos-combinacao-perfeita-no-vale-dos-vinhedos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object width="450" height="450" data="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157620417725205%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157620417725205%2F&amp;set_id=72157620417725205&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<strong>Se preferir, veja o <a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157620417725205/" target="_blank">álbum de fotos do evento no flickr.</a></strong></p>
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<p><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Contornados pelos rubros e amarelos, em miríades de tons das folhas secas de plátanos e videiras, 26 bicicletas com seus felizes cicloviajantes coloriram o outono ameno da Serra Gaúcha no último feriado de Corpus Christi.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>O mote, centrado no Vale dos Vinhedos, a única região brasileira que dá aval geográfico aos seus vinhos, entre Garibaldi, Monte Belo do Sul e Bento Gonçalves, nada mais é que um convite irrecusável para aliar paladares e visuais num dos mais atraentes destinos de cicloturismo do país.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Quanto aos trechos de pedal, ressalta-se que, para além das agradáveis paisagens de parreirais, variadas vinícolas e colônias italianas do Vale dos Vinhedos, todos os arredores são bastante pródigos em atrativos. Um exemplo é o Vale do Rio das Antas, por onde pedala-se num caminho ricamente sombreado, tendo ao lado a barranca alta, desafiada por extensos laranjais, e ouvindo-se o Rio murmurar lá embaixo, já um tanto rouco por ter cedido águas a uma enorme hidrelétrica. Os Caminhos de Pedra, assim chamados pela concentração de edificações em pedra, e a Estrada do Sabor, cujo nome dispensa explicações, também abriram alas à passagem do expressivo pelotão cicloturístico.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>Charme de umas, exagero de outras<br />
</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Sobre as vinícolas, os efeitos da globalização massificante, como descritos no documentário Mondovino, em que tradicionais e pequenos produtores batalham pela sobrevida em meio às colossais corporações, são visíveis na região do Vale dos Vinhedos brasileiro. Assim, pode-se estar em meio a estímulos meramente consumistas e um tanto “fakes”, a exemplo da degustação na gigante Miolo; ou ser recebido pelo próprio herdeiro da família, que nos serve sem pressa amostras fartas de todas as suas obras-primas líquidas, num ambiente aconchegante e com charme original, como é a vinícola Don Giovanni. Ao que parece, nossos pedalantes gostaram mais da segunda opção, opinião da qual compartilhamos, e que poderá transformar-se em ajustes nas próximas saídas.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Já em quesito originalidade, destaque para a Osteria Della Colombina, tanto na gastronomia quanto nos cuidados com a preservação histórica do lugar. Fica em porão de pedra e chão batido, na Estrada do Sabor, e certamente seguirá fazendo parte de nossos roteiros.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Pela freqüente procura, somada a uma lista de espera gerada na última saída, <strong>é bem possível que haja outra para o Vale dos Vinhedos, tão logo nos seja possível, quiçá ainda neste ano.</strong> Aos interessados, entrem em contato com a gente – um motivo a mais para o próximo pacote acontecer logo, logo!</p>
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		<title>Ilha e Sertão &#8211; peixinho frito, Museu e figuras ilustres</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/07/ilha-e-sertao-peixinho-frito-museu-e-figuras-ilustres/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 14:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[FLORIPA]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

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		<description><![CDATA[por Fernando Angeoletto Se preferir, veja o álbum de fotos do evento no flickr. A pedido de um seleto grupo de Blumenau repetimos, neste último feriado do Trabalho, a cicloviagem pelo roteiro Ilha e Sertão. E como cada viagem, por &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/07/ilha-e-sertao-peixinho-frito-museu-e-figuras-ilustres/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>por Fernando Angeoletto</em></p>
<p style="text-align: center;"><object width="450" height="450" data="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157617739117973%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157617739117973%2F&amp;set_id=72157617739117973&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<strong>Se preferir, veja o <a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157617739117973/" target="_blank">álbum de fotos do evento no flickr.</a></strong><em><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157617739117973/" target="_blank"><br />
</a></em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em><br />
</em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">A pedido de um seleto grupo de Blumenau repetimos, neste último feriado do Trabalho, a cicloviagem pelo roteiro Ilha e Sertão. E como cada viagem, por mais que seja no mesmo roteiro, tenha suas nuances e peculiaridades, com esta não foi diferente.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>A primeira novidade foi a parada no rancho do seu Adilson, pai do caro colega Fabinho. Fica lá na Caieira, e haja privilégio: é à beira-mar da Baía Sul, com horizonte de águas e montanhas. Nem é preciso dizer que, em termos de peixes, a abundância é grande. Seu Adilson sabe disso – pesca invariavelmente quase todos os dias, ainda mais agora que pegou férias e não sai mais do rancho! Este simpático manezinho, descendente dos povos mais antigos da região, recebeu-nos com um saboroso “mix”, fritinho na hora: cocoroca, papa-terra, robalo, tainhota – e até baiacu (este me surpreendeu, pensei que somente os mestres japoneses tinha condições de prepará-lo)!</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>No mais autêntico clima caiçara, foi dali mesmo, no rancho do seu Adilson, que embarcamos para cruzar a Baía. Duas baleeiras deram conta de todo o grupo, e suas bikes. O desembarque foi, digamos, um tanto aventuroso – o mar já começava a assumir seus tons de fúria e, como não há trapiche, o trabalho é melindroso e depende da interação de todo o grupo. Missão cumprida, bonança na seqüência, com a insuperável tranqüilidade de pedalar pelos 8 km da praia da Pinheira.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>Zeca do Sertão e o Arante do Pântano</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>A parte “Sertão” do roteiro foi reservada para o dia seguinte. Antes, a tradicional travessia do Parque Municipal da Lagoa do Peri, pelas trilhas da restinga. E almoço no famoso Arante, do Pântano do Sul. É aquele restaurante dos bilhetinhos na parede, cachaça de graça e uma culinária tipicamente açoriana preparada com o maior zelo. Desta vez, conhecemos ele mesmo, o próprio senhor Arante, dono deste que é um dos mais renomados restaurantes de Florianópolis. Tudo começou em 1958, quando o turismo era palavra desconhecida, e a pequena bodega do seu Arante e sua esposa servia a providencial cachacinha para os pescadores que enfrentavam o mar frio. Depois, passaram a servir um peixinho frito com pirão pra um, uma tainha assada para outro, e por aí foi, até tornar-se essa lenda vida da culinária local que é hoje.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Mas, voltando ao Sertão, a maioria de nossos cicloviajantes optou por subir na caminhada, sobretudo no temível e consideralvemente íngreme trecho inicial, de cerca de 1 km. O final da subida anuncia o Zeca e seu alambique, parada obrigatória para dois dedos de prosa e um dedinho de cachaça. A tarde avança, e é preciso seguir, então o papo nem foi assim tão longo como todos gostaria.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>No Museu, um guia ilustre: o senhor Nereu do Vale Pereira</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>De volta à Pousada do Museu, no Ribeirão, houve tempo ainda para apreciar os últimos raios de sol. De noite, o altíssimo astral Marquinho e sua unida família preparou-nos fabuloso jantar. Faço questão de frisar o calor do atendimento e a qualidade dos pratos – um generoso caldo de frutos do mar, ostras gratinadas e ao natural, tainhas gigantes assadas e outras tão nobres iguarias. O Marquinho tem o dom de lidar com as pessoas, todos por ali são amáveis, e é por isso que a Pousada tornou-se para nós um lugar tão cativo.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>E, justiça seja feita (eu não havia falado disso no relato anterior), é preciso contar aos amigos o que há na porção Museu daquela Pousada. O Tour pela história da Ilha de Santa Catarina é conduzido pelo senhor Nereu do Vale Pereira. Doutor em Sociologia, economista e folclorista, contemporâneo e amigo de Franklin Cascaes, o senhor Nereu é uma sumidade em termos da tão rica história local. Sucintamente, explicou-nos alguns fatos mais relevantes da descoberta e colonização da Ilha, a partir do século XVI. Depois, apresentou-se nos o acervo do Museu, abrindo janelas ao passado e ao cotidiano dos antigos moradores do Ribeirão, que é sem dúvida o núcleo habitacional mais antigo de Florianópolis. Destaque para uma caixa de música e um gramofone, em perfeito funcionamento (já havia visto vários, mas nunca funcionando).</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Para finalizar, sem esquecer da menção aos nossos ilustres participantes (Norberto e Lúmen, Mariela e Rafael, Fabinho, Alessandro, Pereira e Ana, Martinha), gostaria de assinalar a presença de duas figuras raras:</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span><strong>- Wilberto Boos</strong> – esse eu já havia mencionado no relato anterior, mas não custa reforçar, é umas das pessoas mais apaixonadas pela Bicicleta e pelas Cicloviagens que eu conheço</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span><strong>- Sr. Eldon Jung</strong> – há pouco mais de 10 anos, esse ilustre senhor, hoje à beira dos 70 anos, redescobriu a bicicleta. De tudo de bom que ela pode nos trazer, ele repeta aos quatro cantos o poder da serotonina. “Pedalar libera serotononina, é o hormônio da felicidade, quem pedala é mais feliz.” Corretíssimo, seu Jung! Mas a ligação com a bici não pára por aí: em sua indústria, em Blumenau, todos os funcionários são estimulados a trocar de transporte, através de um bem elaborado programa para o uso da bicicleta. Além do mais, Eldon Jung é um incansável batalhador pelo uso urbano da bicicleta, e um dos maiores divulgadores e articuladores do Cicloturismo em nível nacional.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Aos queridos leitores, um grande abraço e até a próxima!</p>
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		<item>
		<title>A pequena e infinita Urubici &#8211; Carnaval 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 19:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Urubici, nossa querida Urubici, dona de majestosas cachoeiras, respeitosas montanhas, árvores do fruto proibido e araucárias a perder de vista. Urubici das casinhas coloridas, da expressão alegre no rosto do agricultor e dos tantos desenhos gravados nas pedras, das flores &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/03/04/a-pequena-e-infinita-urubici-carnaval-2009-2/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><a href="#slideshow"><img title="Corvo Branco" src="http://farm4.static.flickr.com/3406/3331595126_84fed3b454.jpg?v=0" alt="Clique na imagem para ver o álbum de fotos" width="375" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Clique na imagem para ver o álbum de fotos</p></div>
<p>Urubici, nossa querida Urubici, dona de majestosas cachoeiras, respeitosas montanhas, árvores do fruto proibido e araucárias a perder de vista. Urubici das casinhas coloridas, da expressão alegre no rosto do agricultor e dos tantos desenhos gravados nas pedras, das flores contornando os caminhos e dos caminhos que acenam às florestas, ao pedregoso e frio Rio Canoas que dali se despede para viajar ao Uruguai, às inúmeras pontezinhas que espreitam esse correr de águas certeiro e eterno.<br />
Foi lá onde estivemos, alheios à farra momesca, aproveitando o feriadão do Carnaval para pôr as rodas na estrada e cicloviajar. Estavam conosco as parceiras do grupo feminino Saia na Noite, de São Paulo, experimentando pela primeira vez (com ótimo aproveitamento!) uma viagem de bicicleta. Pedalamos também com a turma do Boos, que religiosamente comparece pelas bandas da Serra em todo, sem exceção, feriado de Carnaval. O blumenauense Wilberto Boos, incansável ativista pela causa do ciclista urbano, apaixonado por pedalar, mecânico de bicicleta e além de tudo cicloturista de carteirinha, há 20 anos organiza a rapaziada de Blumenau (todos os anos) para cumprir o ritual em Urubici. Chegam a dezenas de participantes, de diferentes idades e ritmos, mas todos com o mesmo propósito de celebrar no pedal a deslumbrante região.</p>
<p><strong>As inúmeras caras da Pedra Furada</strong></p>
<p>Encontramos a turma ao meio-dia de domingo, já no topo do Morro da Igreja, oficialmente o mirante mais soberbo da cordilheira – tendo em conta que de toda a Serra Geral, que irrompe seus picos desde o Paraná até os famosos Canyons do Sul, são os 1822 m do Morro da Igreja a maior altitude desta formação descendente de remotíssimos derrames de lava. Pode-se estar lá – neste topo – dezenas de vezes, mas jamais alguma será igual à outra.  Desta vez, a famosa vista da Pedra Furada foi oniricamente enfeitada pelos chumaços de nuvens, enroscadas no sem-fim de picos e pequenos vales vizinhos ao Morro. Fomos honrados com a repetição deste espetáculo no fim da tarde, a convite de Edson Passold. Este cicloamigo blumenauense, apaixonado por fotografia, não poderia escolher melhor lugar para o registro do pôr-do-sol, ato que compartilhamos com grande prazer.</p>
<p><strong>As águas do Rio da infância</strong></p>
<p>Em plena segunda-feira carnavalesca, reunimos o pelotão ciclístico, alegórico e colorido, para o desfile dos Unidos no Corvo Branco. Na Serra com nome de pássaro, nem tão alta quanto o Morro da Igreja, mas igualmente fantástica e misteriosa, o sol a pino revelava todos os desenhos das pedras, todas as curvas em caracol, toda a imponência e audácia do rasgo na rocha que abre caminho à estrada. Descê-la com rumo ao litoral não era a intenção; uns tantos mais empolgados ainda fizeram uma caminhada a um mirante mais alto, enquanto outro grupo (do qual fiz parte) preferiu fazer meia-volta para atirar-se em um demorado banho no Rio Canoas. O uruguaio Juan Rivas, fotógrafo e designer, diz que o Rio Uruguai é uma das melhores lembranças de sua infância. Aquelas águas, dizia seu pai, “nascem e crescem lá no Brasil, nos altos da Serra Catarinense”. Um dia, Juan veio conhecer a origem do rio que marcou seus dias de criança. De lá não saiu mais, construiu sua casa e uma pousada, num ponto do Rio Canoas de onde se avistam monumentais paredões e a entrada para o Campo dos Padres. Ele conta esta história no prefácio do impecável livro fotográfico, de sua autoria, todo dedicado Serra.</p>
<p><strong>Outra cachoeira no currículo</strong></p>
<p>Ainda não era quarta, mas a terça-feira veio cinza, e em seguida chuvosa. Mesmo assim, parte da trupe seguiu sua sina. Desta feita, descemos a Serra do Panelão por caminhos alternativos que levam ao Morro do Campestre. O Canoas, sempre ele, também cruza o caminho, e para cruzá-lo, a brincadeira é equilibrar-se sobre uma das tantas mini-pontes pênseis. E, como sempre há novidade em Urubici, optamos por desbravar a Cachoeira dos Vacarianos, que até então ainda não figurava em nossos currículos. É preciso abandonar a estrada principal e pedalar 4 quilômetros, um tanto estendidos, ao menos psicologicamente, por conta da lama. Então, surge um caminhozinho gramado, depois vem as pedras, e mais pedras, e 2 travessias do rio – para enfim ouvir o estrondo e avistar a colossal queda d’água desabando na rocha.<br />
Por força da chuva, tomamos uma providencial carona no carro de apoio para avistar os últimos atrativos. No topo do Avencal, avistamos a fabulosa Cascata de mesmo nome, jorrando sobre o abismo de 100 metros para tornar-se um dos mais belos cartões postais da região. Por fim, subimos ao Morro da Antena para do Alto fazer a despedida de Urubici, a pequena Urubici, mas tão infinita em suas paisagens, cenários e belezas naturais.<br />
<a name="slideshow"></a><br />
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		<title>Nature and History in the Islands of Southern Brazil</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jul 2007 20:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Philip Wigan (nosso cliente-amigo número 1 !!) On Superagui island there was rumour of a beached right whale 15km up the beach. We won a sea-soaked cycle race against the rising tide and reached our whale before the vultures. &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/07/15/ure-and-history-in-the-islands-of-southern-brazil/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Philip Wigan (nosso cliente-amigo número 1 !!)</p>
<p>On Superagui island there was rumour of a beached right whale 15km up the beach. We won a sea-soaked cycle race against the rising tide and reached our whale before the vultures. Locals said the 3-month old calf had died that morning, lost on its passage to warmer waters further north. Not being big on animal observation, I have to concede that this one fascinated me. You can pay good money to view live whales frolicking around the coast of southern Brazil in the winter (<a href="http://www.baleiafranca.org.br/">www.baleiafranca.org.br</a>), but you will not touch the warm, translucent grey-blue-pink skin nor the hundreds of brushes in its foamy mouth through which the whale ingests plankton. And you will never get close enough to open its blowholes and have a look inside…no, come on, surely not?!</p>
<p>A 5-day cycling trip around the Baía de Paranagúa was supposed to be about saddles, mud, panniers and physical challenge. As it turned out the memories were dominated by whales and boats. ‘A Mata Atlantica’, the Atlantic rainforest, was our stage, lush hills cascading down in a huge continuous bank from Curitiba, dispersing into a huge bay dotted by a series of islands. Water, mangrove, forest and lots of it…our two-wheel wilderness playground.</p>
<p>We had resolved to attempt this trip in winter. The rain, as we drove north from Florianópolis, was intense. We arrived in the port city of Paranagúa &#8211; all tarnished glory and atmosphere with its crumbling Portuguese facades and harbourside warehouses &#8211; just in time to catch our boat to the islands. The rain eased as we got under way at the end of the afternoon, but then so did the engine. After floating around the estuary admiring an endless line of freight ships amidst clouds of oil and vapour I began to wonder whether the cycling was going to happen at all. Our captain gave the engine some welly and we made it all the way in third gear. Our ears suitably shrilled, we arrived at a beach village. As we surveyed our surroundings in the dark on the beach, locals kept bumping into us. The sudden appearance of a horse and cart emerging at speed from an expanse of sands is quite arresting, but we quickly realized we were standing around on the village’s main thoroughfare.</p>
<p>A small skiff took us across to Peças Island (Pieces), where we pedaled gleefully along hard-packed sands. We came across a fallen tower strewn across the beach. Echoes of the dictatorship? The shipping equivalent of a train-spotter’s perch? The fort directly opposite on Ilha de Mel (Honey Island) reminded me of a brilliant Brazilian film I had recently watched, ‘Almost two brothers’ (<a href="http://www.quasedoisirmaos.com.br/">www.quasedoisirmaos.com.br</a>), which presents the political and social history of Brazil during the dictatorship (1964-1985) through the eyes of political and common prisoners on Ilha Grande in Rio de Janeiro State. Ah-ha, but I was in the State of Paraná. We decided to finesse our back-wheel skidding techniques instead of extrapolating historical links.</p>
<p>One of the great pleasures of traveling in Brazil is the language. It is fascinating to listen to the local dialects and voices, so different from your home town, and the islanders in Paraná were no different. We were given an excellent opportunity to observe island relations firsthand, when we sighted our 3-gear boat being dragged from the water by a motley crew of men, teenagers and anyone on hand. Call me cynical, but it must be part of a captain’s charm to gather together 40 people on a cloudy afternoon in order to haul your boat up onto a beach. We played our part in this tug-of-war, before boarding another skiff bound for Guaraqueçaba. We sat back to concentrate on the dolphins and birdlife as we motored up estuaries and past islets, when suddenly the boat was beached like a whale on yet another sandbank. We’d lost this particular race against the tide. Nothing to do but sit it out in the silence of the mangrove, and wait for the swell which would release us. It could have been worse, with someone looking in my blowholes!</p>
<p>We reached Guaraqueçaba on the mainland, the main bay settlement, minutes before the sort of torrential downpour you need to go to somewhere like Brazil to witness. My new panniers were being saved the ultimate waterproof test. As misty clouds rose up the mountains before us, we set out for Tagaçaba, a hamlet 40km down the quietest dirt road imaginable. The forest here is high and dense enough to remain permanently chilled under the canopy of the trees. Up and down we meandered, pleasantly surprised at the relative ease of carrying two 25-litre panniers. A few cogs and a well-adjusted chain is a truly amazing bit of technology. Biking as a means of travel has a number of clear attractions: your viewpoint is high, you get to cover quite long distances quickly, and you feel tired and hungry at the end of the day with an appetite which makes you feel healthy. On reaching the colonial town of Morretes we indulged in the local speciality, barreado, a nourishing meat and potato dish buried in a clay pot beneath an open fire for twelve hours and cooked slowly, like a stew. OK, it is a stew, but a good one! Just time to catch the spectacular afternoon train up through the mountains to the plateau to enjoy a couple of saddleless nights in Curitiba, the state capital, and site of yet another astounding Oscar Nieyemer <a href="http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/arquitetura346.asp">architectural creation</a>, O Olho, The Eye, an absolute must.</p>
<p>Caminhos do Sertão are a small but expert ecotourism operator, specializing in two-wheel trips in southern Brazil. The idea is simple but works. A cycling adventure where the emphasis is on enjoying beautiful landscapes, as well as actually tackling the nitty-gritty of locomotion on two wheels, with a sense of fun and adventure being the main requisites.</p>
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		<title>Ilhas e Serra do Mar no Paraná</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jul 2007 20:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apresentamos as fotos da Expedição pela Ilhas da Baía de Paranaguá, Guaraqueçaba e Morretes, com trecho de trem atravessando a Serra do Mar, realizada em julho. Aos colegas que não puderam estar presentes, comunicamos que esse roteiro será repetido no &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/07/14/ilhas-e-serra-do-mar-no-parana/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apresentamos as fotos da Expedição pela Ilhas da Baía de Paranaguá, Guaraqueçaba e Morretes, com trecho de trem atravessando a Serra do Mar, realizada em julho.<br />
Aos colegas que não puderam estar presentes, comunicamos que esse roteiro será repetido no verão. Nos próximos informativos, mais detalhes sobre o evento!</p>
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		<title>Ela enfim apareceu</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 18:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de duas edições sem a participação da principal personagem, dessa vez ela apareceu! Cheia e brilhante, logo após nascer, e nós estávamos na prainha escondida atrás do costão da Joaca para recebê-la. Antes disso, fizemos um delicioso passeio à &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/07/01/ela-enfim-apareceu/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de duas edições sem a participação da principal personagem, dessa vez ela apareceu! Cheia e brilhante, logo após nascer, e nós estávamos na prainha escondida atrás do costão da Joaca para recebê-la.<br />
Antes disso, fizemos um delicioso passeio à beira da Lagoa da Conceição, pelo Canto dos Araçás, início da Trilha da Costa e visita à Igrejinha. Eis as imagens dessa luminosa pedalada. Divirtam-se!</p>
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		<title>Kid Tangerina e café com peixe</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jun 2007 18:17:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesque-Pague Dori, município de São Bonifácio, noite de sexta-feira. Como verdadeiros glutões – afinal, tínhamos pedalado 60 km naquele dia – fartamo-nos com a generosa comida caseira preparada especialmente para nosso grupo. Tilápias fritas, frango assado e carne de panela, macarrão caseiro &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/06/07/kid-tangerina-e-cafe-com-peixe/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesque-Pague Dori, município de São Bonifácio, noite de sexta-feira. Como verdadeiros glutões – afinal, tínhamos pedalado 60 km naquele dia – fartamo-nos com a generosa comida caseira preparada especialmente para nosso grupo. Tilápias fritas, frango assado e carne de panela, macarrão caseiro e farofa, e o insubstituível mix brazuca, arroz com feijão. Pudim e gelatina, aclamados, foram o desfecho do banquete. Nada mal.</p>
<p>Barriga cheia, é hora de jogar conversa fora. Ou melhor: hora de praticar o intercâmbio cultural. O Souza, autêntico manezinho da Ilha, passou a falar de uma dieta praticada em tempos remotos. Daí comprovamos nossa ignorância em assuntos dos nativos de Floripa: nenhum de nós – com exceção da Hila, que também é manezinha – sabia que uma iguaria apreciada “nas antigas” era feita de café preto com farinha, guarnecido por peixe desfiado. Tudo na mesma cumbuca: “e tem que mexer assim”, mostrava o Souza em gesto, explicando qual o segredo para a mistura ganhar consistência ideal.</p>
<p>Como o clima do grupo é sempre de bom humor, achamos que ele estava de brincadeira. “E tem mais: eu prefiro com leite”, disse o Souza, para descrença geral. Tanto desconfiaram do manezinho que ele se cansou. Pediu ao garçom que trouxesse leite, café e farinha. Peixe já tinha na mesa. E então, sob os olhares de 10 espectadores, preparou a exótica mistura. Depois passou a comê-la, visivelmente muito satisfeito.</p>
<p>A Hila, que não via nenhuma novidade naquilo, experimentou umas colheradas. O Dudu também se arriscou – e não reclamou. O André não se conteve, e foi outro que mandou ver. Aos demais, o creme de café com leite e peixe não apeteceu. Pouco importava: o interessante do episódio, realmente, é que fomos testemunhas de uma autêntica experiência gastronômico-cultural.</p>
<h3>Deleite nas águas termais</h3>
<p>A viagem de bicicleta começara no dia anterior, quinta-feira, feriado de Corpus Christi. Na pracinha da pacata Anitápolis, enquanto fazíamos alongamento, surgiu o Diego com sua bicicleta recém saída da revisão. Ele mora ali há dois meses; veio de São Paulo, passou em concurso para o BESC. Não poderia ter surpresa melhor do que um grupo de cicloviajantes baixando na cidadezinha.</p>
<p>- Ninguém pedala por aqui – disse o Diego. – Posso seguir junto com vocês?</p>
<p>Seguimos, nós e o funcionário do BESC, na direção de Santa Rosa de Lima. O caminho, escarpado, acompanha o leito do Braço do Norte, rio que em determinados pontos assume um belo tom verde-petróleo. Mas o ouro ali é outro: a construção de PCH’s, as mini-usinas hidrelétricas. São 3, quase vizinhas, sobrecarregando o curso do mesmo rio. Negócios que prometem receitas da ordem de 4,5 milhões por ano, às custas de pesados encargos: terraplenagem de encostas, comprometimento das paisagens e do turismo de natureza, prejuízo à fauna e flora, inundações.</p>
<p>Porém, nem tudo está perdido na simpática Santa Rosa. Por ali há lugares tão convidativos quanto o balneário de águas termais. A piscina morna, sem cloro, e com um cano de 5 polegadas jorrando água quente sem parar, oferece um deleite inenarrável. O que dizer, então, de sorver uma bela cervejinha na beira desse oásis termal? “Vidinha mais ou menos”, exclamaram alguns cicloviajantes.</p>
<h3>O Bosque das Amanitas</h3>
<p>O Diego retornou à Anitápolis, e nós pedalamos até a Pousada Vitória. A Dida não pôde nos recepcionar. Do lado de lá do Atlântico, fazia um intercâmbio na Espanha, levando sua experiência de produzir acolchoados com lã de carneiro e ervas aromáticas. A viagem é um dos programas do projeto Acolhida na Colônia, uma elaborada proposta de hospedagens rurais, espelhada em moldes europeus, que funciona em Santa Rosa e região. De qualquer forma, mesmo sem a Dida, fomos calorosamente recebidos pela sua filha, Ana Paula, e Odair, o esposo.</p>
<p>No dia seguinte atravessamos o centro de Santa Rosa. Saindo da cidade, a construção da terceira PCH surge no cenário e degrada a paisagem, de forma pungente. Depois o caminho volta a ficar agradável, numa pedalada morro acima, na direção do pequeno povoado de Rio Bravo Alto.</p>
<p>Numa das bifurcações, a estrada deriva para um impressionante túnel de pinus. Não que eu seja fã dessas árvores, responsáveis por grandes problemas ambientais no campo. Mas aquele visual de floresta densa e fria, incrementado pelo nevoeiro, transformou-se num verdadeiro espetáculo. Cenário de conto de fadas: sobretudo pela presença dos cogumelos <em>Amanita muscaria</em>, aqueles de cor vermelho-viva e salpicados por pintinhas brancas, e que pipocam às centenas sobre a folhagem dos pinheiros em épocas frias.</p>
<p>No vilarejo de Rio Sete, com sua singular igrejinha verde-escura com detalhes brancos, paramos para o lanche do meio-dia. Depois do descanso seguimos, e não demorou muito a chegar ao destino do dia. O ritmo do grupo estava acima da média, e em todos os dias da viagem chegamos pelo menos duas horas antes do previsto.</p>
<p>Bonifácio, monge inglês decapitado pelos bárbaros no ano 754, virou santo e seu nome foi adotado séculos depois pela pacata cidadezinha catarinense, num vale encravado na Serra do Tabuleiro. O asfalto que liga à capital só chegou em 2004 – a demora custou a debandada de milhares de moradores, e hoje pouco mais de 3 mil pessoas vivem por ali.</p>
<p>A tranqüilidade do lugar é marca registrada. Na chegada à Pousada do Sossego, uma prova disso. Não havia ninguém, mas o casarão à beira do lago, equipado com um amplo salão de jogos, uma rica decoração de objetos antigos e louças impecáveis, estava aberto e inteiramente à nossa disposição.</p>
<h3>Kid Tangerina, o acadêmico dos cítricos</h3>
<p>Ao redor do casarão, pés de tangerina, laranja e frutas cítricas afins estavam carregados. Motivo de grande satisfação para o Renato! O pedaleiro até ganhou um apelido da Claudia, sua namorada: Laranjão. Eu, mais sutil, o batizei com alcunha de super-herói: Kid Tangerina.</p>
<p>É que o Renato, durante as pedaladas, não pode ver um pé de tangerina ou assemelhado. Pára a magrela imediatamente, e farta-se com o sumo. De tanto apreciar as frutas, ele as reconhece de longe. Para mim, é apenas um aglomerado de bolas alaranjadas. Já ele repara no arqueio dos galhos, no tom das cascas, no formato mais ou menos circular dos frutos, feito um verdadeiro estudioso dos assuntos cítricos.</p>
<p>Tal característica inspirou a Hila a inventar uma charada:</p>
<p>- Vocês sabem qual o único motivo que faz o Renato parar no meio de uma descida, por mais divertida que ela seja?</p>
<p>Vale lembrar que o Renato também é fissurado por “arrepiar” nas ladeiras abaixo. Mas a resposta é fácil, não é? Ele só pára quando vê um pé de laranjas, é óbvio!</p>
<h3>Veranico de junho e a emoção da ponte pênsil</h3>
<p>No sábado, último dia da pedalada, o veranico de junho, presente nos dias anteriores, continuou e ainda trouxe de lambuja um sol escaldante. Saindo de São Bonifácio a lomba é pesada, de asfalto. No topo do morro abandonamos a estrada principal, derivando ao caminho que emoldura o Rio Cubatão.</p>
<p>Cristalino e de leito pedregoso, o rio é sinônimo de contrastes: acima, suas águas puras são captadas e abastecem boa parte da grande Florianópolis. Abaixo, carece de mata ciliar em alguns pontos, e lavouras de hortaliças são cultivadas muito próximo de seu leito. Mas em outros pontos a mata fecha novamente, sombreia e refresca o caminho, e esconde lugares como o convidativo paradouro onde encostamos para lanchar.</p>
<p>Ali, bem à beira-rio, há um gramado e um telhadinho acolhedor, com mesas e bancos de madeira. Caniços de pescar ficam guardados sob o teto, e uma pequena churrasqueira de pedras está de prontidão, caso alguém se dê bem na pescaria. Um refúgio perfeito.</p>
<p>A estradinha do Cubatão ficou para trás. A civilização dá as caras pela BR 282, por onde pedalamos num trecho de pouco mais de 1 km, pelo acostamento. Um novo atalho e já estamos na Vargem do Braço, por caminhos de terra. O Rio Cubatão surge novamente, agora com novas feições, de águas mais escuras.</p>
<p>Para atravessá-lo, temos uma ponte convencional. Mas porque utilizá-la, se bem pertinho há uma pênsil? Ficamos com a segunda opção – e o frio na barriga veio de brinde. A pinguela chacoalhando e a dezena de ciclistas ali em cima, resistindo bravamente, enquanto o Dudu preparava o clique.</p>
<p>No meio da tarde encerramos a viagem, na entrada de caldas da Imperatriz, em Águas Mornas. Ficou um gostinho de quero mais: esse pessoal pedalava rápido pra caramba, e chegamos muito cedo!</p>
<p>Mas haverá mais, para quem quiser – o convite é para todos. Em 1º. de julho temos o consagrado PedaLua. Depois vem a Expedição pelas ilhas desertas, de uma semana. Pedalada para cicloviajante nenhum botar defeito. Nos vemos lá!</p>
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		<title>PedaLua: Peri, Ribeirão e Tapera</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jun 2007 18:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Angeoletto</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Sertão do Peri]]></category>
		<category><![CDATA[Tapera]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a intenção de brindar o astro, nosso grupo de cerca de 30 ciclistas reuniu-se na tarde do último sábado, na praia do Campeche. Guidões no rumo Sul, seguimos por vias interiores do bairro, evitando o tráfego e permitindo a &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/06/02/pedalua-peri-ribeirao-e-tapera/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a intenção de brindar o astro, nosso grupo de cerca de 30 ciclistas reuniu-se na tarde do último sábado, na praia do Campeche. Guidões no rumo Sul, seguimos por vias interiores do bairro, evitando o tráfego e permitindo a contemplação. O destino inicial era a Lagoa do Peri, abençoado Parque Municipal e fonte das melhores águas da cidade.<br />
O acesso à Lagoa não foi o usual, pela sede do Parque. Entramos por uma trilhazinha bem no extremo norte do espelho d’água, a partir do Morro das Pedras. Dali seguimos por um caminho no meio da mata, uma restinga de generosas árvores, cujas raízes aéreas espalham-se pelo trecho e transformam a trilha num divertido desafio.<br />
A recompensa foi o visual da Lagoa, incrementado pela ensolarada tarde de outono. Ficamos um tempo ali na beira da água, mirando a cadeia de morros e Mata Atlântica que protege todo o entorno. Na seqüência montamos em nossas digníssimas “magrelas” e voltamos pra estrada.</p>
<h3>Ribeirão da Ilha: deslumbrante pôr-do-sol</h3>
<p>Passando o Trevo do Erasmo, o asfalto vira paralelepípedo &#8211; e dá-lhe chacoalhar feito cabrito! De modo que algumas trilhazinhas na margem do caminho, por onde deveria existir calçada, facilitam deveras a vida do ciclista, já que dão um pouco de trégua ao desconforto.<br />
O descanso foi na pracinha à beira-mar, pouco depois da Igreja do Ribeirão. De frente pro Cambirela, vimos a despedida do sol, mergulhando fundo por detrás das montanhas no horizonte. Completando a cena, revoadas de pássaros e o balançar tranqüilo do mar da Baía Sul. Divino.<br />
De noitinha nosso pelotão ciclístico retornou à marcha. O caminho foi pela estrada da Tapera, escuridão total. De ambos os lados, apenas pastos e vez ou outra uma matinha pouco densa. Um desses ermos que ainda pontuam certos recantos da Ilha de Santa Catarina.<br />
Passava um pouco das 19h quando chegamos de volta ao Campeche. E a Lua? Bem, digamos que sua presença resumiu-se a uns raios de luz que conseguiram escapar por trás da densa e negra nuvem. Perdoemos a timidez do astro! Tentaremos saúda-la novamente no dia 1º. de julho, data do próximo PedaLua. Quem sabe teremos mais sorte?</p>
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		<title>É mesmo lindo o luar do meu Sertão &#8211; Pedalua de 1o. de maio</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2007 18:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Angeoletto</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Carlos]]></category>
		<category><![CDATA[Biguaçu]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
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		<category><![CDATA[FLORIPA]]></category>
		<category><![CDATA[Gov. Celso Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[pedalua]]></category>
		<category><![CDATA[Travessia de barco]]></category>

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		<description><![CDATA[É véspera de feriado. O luar invade a estrada, cobre a plantação, colore os cicloviajantes. Nada escapa às suas nuances azuladas, tudo é realçado pelo seu banho prateado, onipresente. Impossível discordar de Catulo da Paixão Cearense, compositor da música que &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/05/01/e-mesmo-lindo-o-luar-do-meu-sertao-pedalua-de-1o-de-maio/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É véspera de feriado. O luar invade a estrada, cobre a plantação, colore os cicloviajantes. Nada escapa às suas nuances azuladas, tudo é realçado pelo seu banho prateado, onipresente. Impossível discordar de Catulo da Paixão Cearense, compositor da música que todos conhecem: &#8220;não há, minha gente, oh não, luar como este do Sertão&#8230;&#8221;<br />
O caminho de prata estaria vazio, não fosse a presença dos 14 ciclistas. Sigo logo atrás deles, conduzindo o carro de apoio. Paro, desligo o motor e contemplo o silêncio enluarado. Em pouco tempo as lanterninhas das bikes, vagalumes vermelhos, desaparecem e me deixam ali, sozinho e cúmplice de mim mesmo, a divagar.<br />
Partimos de Antonio Carlos, a cidadezinha que alimenta boa parte das gôndolas dos Sacolões de Florianópolis. Já se vão 10 anos desde que estive pela primeira vez nessas paragens, trazido pelo Pereira, o patrono (mas não patrão!) dos Caminhos do Sertão. Fico pensando: ainda há o que conhecer por aqui? Imagino se há mesmo diferença entre cada uma das tantas passagens por lugares como Limeira, Três Riachos ou  Fazenda de Dentro, ou até por uma Sorocaba que não é paulista, são os bairros rurais que quase não denunciam a presença da pequena metrópole, ou Grande Florianópolis, tão próxima.<br />
“É claro que há”, respondo pra mim mesmo. E sigo para encontrar os pedalantes tendo a nítida impressão de que esses caminhos me pertencem, que 10 anos são suficientes para que um usuário dos trechos requeira o usucapião e seja dono deles para sempre, ao menos na imaginação. Enquanto dirijo vou fazendo um divertido<br />
jogo de memória, pensando no que virá depois de cada curva: ponte, casebre ou pasto, granja, curral ou encruzilhada?</p>
<h3>O terneiro na contramão</h3>
<p>Então os devaneios se dissipam, ao passo que surge uma densa névoa. Em princípio não entendo direito do que se trata; a lata móvel me isola do ambiente. Ponho a cabeça para fora e sinto, junto com a umidade, um pungente aroma cítrico, que parece diluído nas infinitas micro-gotas, suspensas no ar. Quantas lembranças despertam um simples cheiro&#8230;<br />
No meio do nevoeiro surgem os pisca-piscas, anunciando os cicloamigos. É hora de trocar de turno e também experimentar – eu mereço! – a pedalada ao luar. Sigo como ponteiro, demarcando caminhos e encruzilhadas, e a reboque vem os 13 pedalantes: Pereira e Ana, sua musa inspiradora; Djalmar, Renato, Baié e Valmor, a turma de Blumenau; a Cris, filha do Souza e outra Cris, que nos honrou vindo de Sampa pra pedalar conosco; a Nara, que já virou veterana nas viagens com o CdS; Soninha, que nos conheceu no pedal de Urubici e tanto gostou que desta vez trouxe a Dani; novata que mandou muito bem; o Carocha, que nos acompanha desde a primeira saída do CdS; o guia Jonatha e, fechando o grupo, o carro de apoio conduzido pelo guia Dudu.<br />
Ao passar pelo bar da Fazenda de Dentro, um alerta. Um sujeito meio zonzo, do alto de sei-lá-quantas doses de cana, sai de moto na nossa direção. Por prudência paramos, enquanto passava o ziguezagueante motoqueiro. Seguimos, pensando estarmos livres dele; antes fosse. Poucos quilômetros a frente estava o borracho, parado no meio da estrada. Me aproximei, e ele disse com a língua meio enrolada:<br />
- Tem um terneiro solto na estrada, vocês não podem passar.<br />
- Obrigado pela informação, amigo. Tomaremos cuidado – respondi.<br />
- Não, é muito perigoso. Vocês não devem ir – insistiu o sujeito.<br />
Ele realmente não queria deixar que seguíssemos. Foi necessária muita conversa até que se convencesse. Segui o caminho, imaginando se aquilo era algum delírio do cara. Mas não é que era realmente verdade? Logo à frente tinha um boizinho perdido, vagando na contramão. Porém, o que seria mais perigoso, o tal terneiro ou um motoqueiro desgovernado no trecho? Melhor nem pensar.</p>
<h3>E a canoa virou</h3>
<p>Passava das 23h quando chegamos ao sítio. Depois do banho e da sopa, ninguém resistiu: pouco a pouco os ciclo-hóspedes foram ocupando o primeiro e o segundo andar de cada treliche – e houve quem aventurou-se a escalar para o terceiro! Para acalentar o ambiente, acendi o forno a lenha do alojamento coletivo. E fui dormir, não em algum andar dos treliches, mas numa pequena canoa equilibrada na mureta do salão, meu berço predileto nas vezes que pernoitamos no sítio.<br />
Pois vejam que traiçoeira peça essa manjedoura iria me pregar. No meio da noite, sinto uma forte dormência numa das pernas, muito desconfortável. Um tanto desajeitado, tentei pular do berço para remediar a situação. E foi aí que me dei mal. Feito saci, me enrosquei na canoa, e ela desabou, provocando grande estrondo. Acordei quase todo mundo – pensaram que alguém tivesse despencado do treliche! Que mico&#8230;<br />
Dia seguinte, 1º. de maio, dia do Trabalhador. Depois do café, e de agüentar a gozação da turma (até musiquinha me cantaram, ‘se a canoa não virar, olê olê olá&#8230;’), partimos pra segunda jornada. Logo no início o grupo se dividiu, entre os adeptos do perrengue e os que desejavam apenas um caminho tranqüilo.<br />
O perrengue – nem foi tanto assim! – era uma trilha entre a Fazenda de Dentro e a Sorocaba do Sul. Basicamente, um caminho em meio à mata bastante úmida, entremeado de voçorocas que se aprofundam devido a passagem de motoqueiros. Nesse trecho, a bike não nos leva: nós é que a levamos, ora empurrando, ora pendurada nas costas. Foi rápido chegar ao topo, de onde segue-se uma estradinha de terra, ladeira abaixo, bem técnica e atravessada por várias canaletas de escoamento d’água. Divertido, mas exige atenção!</p>
<h3>Voltando a ser criança</h3>
<p>Encontramos o restante do grupo já no vale do rio Inferninho. Num dos pontos de parada, os galhos de uma árvore enorme serviam de escora para um convidativo balanço, feito de cordas e uma espécie de tubo. Enquanto descansavam da pedalada, algumas de nossas ilustres companheiras aproveitaram o brinquedo, balançando, girando, sorrindo e pousando para fotos.<br />
Nesse ponto, tomo carona na reportagem da jornalista paulistana Tati Achcar, que já pedalou algumas vezes com o Caminhos do Sertão. A matéria, publicada na última edição da revista Vida Simples, é sobre caminhada em trilhas – mas estou certo de que a abordagem também se encaixa perfeitamente na experiência de viajar de bicicleta.<br />
Diz a Tati: “quem decide enveredar por uma trilha experimenta um tipo de prazer meio maroto, infantil”. Será que é por isso que nossas colegas se divertiram tanto no balanço? Os escritos da Tati são endossados pelo médico Artur Zular, da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática: “em uma trilha (ou viagem de bici, porque não?), é possível despir-se dos papéis e da couraça e encontrar na memória infantil o prazer do movimento&#8230;”<br />
Terminado o balançar, seguimos em frente, e logo cruzamos a BR-101. Ali, a primeira despedida: a Cris ainda tinha longas horas de estrada para chegar de carro até São Paulo. Te esperamos nas próximas, querida! Tocamos em frente por caminhos alternativos de Governador Celso Ramos. Pouco antes de chegar à Caieira, uma decepção: o asfalto está tomando boa parte do trecho. Com todo respeito aos moradores que desejam uma estrada melhor, mas creio que muitas vezes o simples fato de conservar bem o caminho rural já daria conta do recado. Com asfalto, motoristas tresloucados aceleram mais seus carros, e os riscos aumentam&#8230;<br />
No trapiche da Caieira nos aguardava o Maneca e sua indisfarçável feição de velho lobo-do-mar. Seu barco, com o mesmo nome do capitão, estava atracado e balançava no ritmo da brisa crescente de nordeste. No teto da embarcação, durante a travessia o “ventinho” fez chacoalhar bem as magrelas – tranqüilo, estavam amarradas.<br />
Do lado de lá, no Sambaqui, a tradicional celebração no restaurante Kacimba. Mas sem exagero: ainda tem pedalada, até o bairro da Trindade! De presente, um desbundante pôr-do-sol, desaparecendo atrás dos morros no fundo da baía norte. Evitando o caótico trânsito da SC 401, passamos, como sempre, pela praia do Cacupé e por dentro dos bairros Monte Verde e João Paulo. No início da noite, cumprimos o trajeto – ficou pra trás. Mas, para nosso deleite, os Caminhos que vêm pela frente são infinitos, reveladores, surpreendentes&#8230;</p>
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		<title>PedaLua eclíptico</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Mar 2007 18:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Angeoletto</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de pedalada]]></category>
		<category><![CDATA[Campeche]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
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		<category><![CDATA[lua cheia]]></category>
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		<description><![CDATA[O PedaLua já tá virando tradição. Porém, com a lua eclipsada é um caso a parte! E foi o que rolou nesse fim de semana. Ela já nasceu assim, envolvendo-se na penumbra, como pudemos constatar num ponto isolado do Costão &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/03/03/pedalua-ecliptico/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O PedaLua já tá virando tradição. Porém, com a lua eclipsada é um caso a parte!</p>
<p>E foi o que rolou nesse fim de semana. Ela já nasceu assim, envolvendo-se na penumbra, como pudemos constatar num ponto isolado do Costão da Joaquina, local escolhido para presenciar o espetáculo.</p>
<p>E a sombra foi se adensando cada vez mais, até que a Lua desapareceu por completo. Nesse momento estávamos a meio caminho entre a Joaquina e o Campeche, pedalando pela praia, com o pulsar de faróis e lanternas das bicis como os únicos lâmpejos dentre o negrume quase total.</p>
<p>Areias fofas pintaram, é certo, mesmo com as tábuas de maré indicando horário de baixamar. Mas ninguém esmoreceu, uns se molharam, outros deram aquela providencial empurrada na magrela e enfim chegamos a um ponto de onde era viável deixar a praia. Antes, além do mar a leste, somente dunas a oeste, portanto opção descartada.</p>
<p>No caminho litorâneo-arenoso-noturno, destaque para uma fogueira e três surfistas com as pranchas espetadas na praia, um visual meio &#8220;O Havaí é aqui&#8221;. E para um pobre golfinho, que jazia na areia com sinais de ferimento, possivelmente vítima de rede.</p>
<p>E ainda, um providencial bar instalado na beira da praia aguardando um lual que aconteceria mais tarde. Com direito a água de côco, milho cozido e bebidas geladas, no exato ponto onde voltamos para caminhos mais civilizados &#8211; parada obrigatória, teve até quem aproveitou para um banho de mar com plânctons cintilantes.</p>
<p>Depois retornamos ao ponto de partida, passando pela Lagoa Pequena e pelo Canto da Lagoa. E a Lua, saudando os pedalantes, despiu-se da penumbra e mostrou-se cheia novamente tão logo chegamos ao centrinho da Lagoa.</p>
<p>E agora, aguardamos mais uma volta do seu ciclo!</p>
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		<title>A roda de encontro entre a lua, Iemanjá e as bicicletas</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Feb 2007 18:02:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Green</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[FLORIPA]]></category>
		<category><![CDATA[lua cheia]]></category>
		<category><![CDATA[pedalua]]></category>
		<category><![CDATA[praia]]></category>

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		<description><![CDATA[-    Que dia é a lua cheia? -    Sábado. -    E hoje? -    Quinta. -    E amanhã é dia de Iemanjá! -   Oba! Vamos fazer um PedaLua? Escolhemos o roteiro: Sul da Ilha. Horário: ao anoitecer. Mandamos o e-mail, sem &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/02/02/a-roda-de-encontro-entre-a-lua-iemanja-e-as-bicicletas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>-    Que dia é a lua cheia?<br />
-    Sábado.<br />
-    E hoje?<br />
-    Quinta.<br />
-    E amanhã é dia de Iemanjá!<br />
-   Oba! Vamos fazer um PedaLua?<br />
Escolhemos o roteiro: Sul da Ilha. Horário: ao anoitecer. Mandamos o e-mail, sem saber quem, dos que recebem nosso informativo, estavam na ilha.</p>
<p>No horário combinado, à beira da praia do Campeche, o céu de fim de tarde e o oceano que o refletia emolduravam a Ilha do Campeche, bem em frente ao local de encontro. Éramos mais de trinta (contando os que se juntaram no caminho), ansiosos por pedalar.</p>
<p>No início, ainda de dia, percorremos os bairros do Campeche e Castanheiras. Paramos no mirante do Morro das Pedras para preparar o corpo, com caldo de cana, milho verde e pamonha. Chegado o lusco-fusco, adentramos o Parque Municipal da Lagoa do Peri, onde as últimas nunaces de luz solar iluminavam a Trilha da Restinga.</p>
<p>Chegamos na praia da Armação já de noite, preocupados se a lua já havia surgido. Céu repleto de estrelas, horizonte com poucas nuvens. Em cada pedra do morro da Ilha da Campana, as pessoas – e as bicis – foram se ajeitando para esperar o momento pontual em que ela, com cara de preguiça, despontou, rubra. Logo se escondeu atrás de uma nuvem, iniciando seu jogo de luz e sombra.</p>
<p>Aos poucos, subimos nas magrelas, com destino ao Pântano do Sul. Lá encontramos algumas rodas de devoção a Iemanjá, momento de rara beleza. A lua já iluminava sozinha nosso caminho, serpenteando a arrebentação das ondas até a praia dos Açores.</p>
<p>Da areia para o calçamento, beira-mar para o campo, nosso caminho segue pela Costa de Dentro, onde a lua deu novos contornos às silhuetas das árvores e criou um cenário surreal de oceano, ao iluminar a bruma que pairava sobre o pântano. Num relance, fogos de artifício chamando a deusa do mar coroaram a nossa experiência de nos maravilharmos com céu.</p>
<p>Axé Iemanjá, viva Lua Cheia, valeu pedalantes! Nos vemos no próximo pedal.</p>
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		<title>Às margens do rio de La Plata, Uruguai</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jan 2007 23:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jonatha Jünge</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[expedição]]></category>
		<category><![CDATA[Uruguai]]></category>
		<category><![CDATA[Uruguay]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Flávia Maria e Jonatha Jünge A viagem já havia começado quando, com as bicicletas fixadas no rack da nossa já conhecida Kombi azul, pegamos a estrada saindo de Floripa. Cruzamos a fronteira com a Argentina e percorremos a província &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/01/14/as-margens-do-rio-de-la-plata-uruguai/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Flávia Maria e Jonatha Jünge</p>
<p>A viagem já havia começado quando, com as bicicletas fixadas no rack da nossa já conhecida Kombi azul, pegamos a estrada saindo de Floripa. Cruzamos a fronteira com a Argentina e percorremos a província de Missiones, famosa pela grande cobertura de mata atlântica e os balneários às margens do rio Paraná, até descermos para a metropolitana Buenos Aires. Nós estávamos entre a população flutuante do “colectivito” (como ficou conhecida a Kombi entre nossos amigos argentinos) que após nossa despedida seguiu viagem com nova tripulação, rumo ao sul e sem data para voltar.</p>
<h3>Navegando pelo Delta del Tigre</h3>
<p>Em Buenos Aires iniciamos a cicloviagem. De magrelas carregadas, a prolongada despedida não deixou dúvidas dos bons momentos curtidos até ali, mas agora o pessoal motorizado continuaria sua jornada, enquanto nós iniciávamos o retorno para casa, claro, pelo caminho mais longo possível!</p>
<p>Já passava do meio dia quando pedalamos pelo bairro de Palermo até a estação Lisandro de La Torre, onde pegamos o trem urbano com destino a cidade de Tigre. Balançamos por cerca de uma hora num dos vagões sem assentos, especialmente adaptados para bicicletas e presentes na maioria dos trens da região metropolitana. Nada de muito conforto num espaço com poucas janelas e sem lugar para sentar, mas sem dúvida uma solução simples e bem utilizada pelos ciclistas porteños, adultos e crianças, num dia de lazer. Além disso, na área metropolitana de Buenos Aires o transporte público é muito barato, especialmente o ferroviário -  as tarifas variam de R$0,30 a R$1.</p>
<p>Logo no desembarque, um congestionamento de pessoas fugindo do calor da capital. A cidade de Tigre é a porta de entrada para conhecer o delta do rio Paraná e suas ilhas. Com a maré alta, as bordas do belo passeio da cidade ondulavam lavando os passos dos caminhantes, e nós, pedalando com alforjes, acabamos chamando a atenção de algumas pessoas, curiosas sobre o nosso itinerário. Um deles indicou uma opção de almoço econômico, que nos levou a dividir os pés da mesa com simpáticos vira-latas pidões.</p>
<p>Depois do almoço, uma ciesta no gramado ao som das movimentadas “ruas d’água” do Tigre preencheram o tempo até a partida da barca rumo à Carmelo (Uruguai). Mas antes do embarque, uma parada para calibrar os pneus nos pressurizadores exóticos quase comprometeu uma das bicicletas, que teve o aro traseiro deformado pelo excesso de pressão.</p>
<p>Na aduana argentina, novamente uma multidão se confundia num emaranhado de filas para passagens, embarque de bagagens e verificações diversas. Mas fomos poupados de boa parte delas por estarmos com as bicis – a preferência foi dos cicloviajantes!</p>
<p>Durante as quatro horas de viagem num grande catamarã, mais simpatia pelos ciclistas a bordo e um trânsito intenso nas vias aquáticas do delta. Nos cruzamentos de canais, uma intensa circulação de centenas de embarcações; em alguns encruzes passávamos livremente por filas transversais de barcos parados, noutros o capitão é quem dava a passagem. Esta travessia é a opção mais barata para se chegar ao Uruguai por água, alternativa ao famoso Buquebus de Puerto Madero, e ainda tem-se a chance de conhecer o delta com suas casas sobre palafitas.</p>
<p>As boas vindas à pequena Carmelo foram dadas pelos reflexos alaranjados de um fim de tarde nas águas do Rio de La Plata. Pedalamos até a playa Seré, principal balneário da cidade, e dali vimos o sol se pôr na água, num impressionante espetáculo dinâmico de cores até a escuridão estrelada, que veio acompanhada de uma inesperada queda de temperatura.</p>
<p>A cidade dispõem de um camping municipal a beira do rio, que mais parece um mar. Também presente em outras cidades uruguaias, este é um tipo de local de uso gratuito e que conta com instalações bem razoáveis numa localização privilegiada – e foi onde passamos a noite. Um bom vinho regional e uma pasta foram ideais para aquecer e repor as energias.</p>
<h3>Campos verdes, flores amarelas e céu azul</h3>
<p>No dia seguinte, uma brisa austral veio acompanhar a frente fria que já chegara na noite anterior, e mesmo com o sol intenso foi difícil mergulhar na praia de rio. A tarde a brisa virou vento sul, que apesar de ser contra, amenizou o calor durante o pedal de Carmelo até Conchillas. Foram 30km de asfalto pela ruta 21, ora arborizada, ora cercada por campos de girassóis e outras flores amarelas que dividiam espaço na paisagem, meio a meio, com o céu azul.</p>
<p>Esta parte do litoral da província de Colonia, se caracteriza por imensos campos numa paisagem ondulada por suaves montes. Além do gado e da soja, o amarelo das plantações de girassóis e pequenas flores silvestres mais as características parreiras de uvas dão o tom do local, que ainda mantém algumas reservas e áreas de mata densa nas margens dos rios. A pedalada foi muito tranqüila, com pouquíssimo trânsito de veículos, apesar de estarmos numa rodovia federal.</p>
<p>Encantados com as cores do horizonte, a minúscula e charmosa cidade de Conchillasacabou passando despercebida, mas quando nos demos conta, voltamos para conferir e acabamos fazendo um lanchinho na pequena praça, que mais parecia a extensão dos quintais das casas com paredes de pedras.</p>
<p>Em mais um final de tarde deslumbrante, presenciamos o sol mergulhar no Rio del Plata, desta vez, de Puerto Conchilha, a 5km da cidade, hoje desativado e tranqüilo a espera da instalação de uma papeleira de grande porte que vem gerando conflitos intensos entre os interesses econômicos uruguaios e as preocupações ecológicas argentinas, uma vez que o rio demarca a divisa entre os dois países.</p>
<p>Acampamos às margens do rio na companhia de veleiros argentinos, com direito a um banho quente, peixinho assado e muita simpatia dos donos do camping que até nos ajudaram no planejamento do trajeto do dia seguinte, com destino à Colonia de Sacramento.</p>
<h3>Descobrindo caminhos em busca do vinho</h3>
<p>Mesmo depois de todos os avisos de que a estrada de chão que levava à Los Cerros de San Juan havia sido desativada há muito tempo e que deveríamos voltar até a ruta 21, resolvemos arriscar e não poderia ter dado mais certo. Depois de sermos muito bem recebidos pela família que cuidava das plantações dali, cruzamos portões e, numa porteira trancafiada com cadeados tivemos que desmontar quase toda a bagagem das magrelas para podermos passá-las por cima. Com todos os penduricalhos repostos seguimos por caminhos entre as plantações de soja repletas de pássaros, que não acostumados com trânsito por ali se espantavam em belas revoadas.</p>
<p>Após 15km, cruzamos um portão e chegamos a vinícola de Los Cerros de San Juanque só permitia visita mediante aviso prévio, então ficamos restringidos a conhecer sua adega comercial, de onde saímos duas garrafas mais pesados. A vinícola fundada em 1854 é a mais antiga do país, e, as margens do rio San Juan, conserva as características de um pequeno feudo com antigo casario de pedra e simples casebres onde vivem alguns dos funcionário do estabelecimento.</p>
<p>Nos limites da propriedade mais um portão trancado e, enquanto estávamos nos preparando mentalmente para descarregar as bicis, uma portinhola nos foi aberta por uma das funcionárias que vivia ali com sua família que, enquanto ajeitávamos asbotellas na bagagem, fizeram-nos companhia contando um pouco de suas histórias.</p>
<p>De volta a ruta 21, mas já bastante cansados, decidimos aproveitar o sol que só se esconderia depois das 9 horas, para pedalar até Brisas del Plata, uma praia, que segundo um eletricista muito falante estava a uns 10km dali. Como bons cicloviajantes, escolhemos uma estrada secundária de pedriscos brancos, el rípio, que nos conduziria até lá.</p>
<p>Coelhos corriam assustados pelas plantações floridas e no horizonte mais um pôr do sol fascinante, desta vez acompanhado de um facho de luz estranho que mais tarde viríamos a saber que era um cometa! A noite caiu acompanhada de um sem número de vaga-lumes que piscavam incessantemente e uma densa nuvem de mosquitos que nos acompanhou até a entrada do camping.</p>
<h3>Chegada em Colonia</h3>
<p>No dia seguinte, antes de sair, um banho de rio-mar seguido de um descanso à sombra, na companhia de pica-paus e dos tradicionais periquitos da região, enquanto nos preparávamos para mais um dia de viagem, desta vez até Colonia de Sacramento.</p>
<p>Pelas estradas secundárias chegamos à Real de San Carlos, uma área da cidade de Colonia onde tentativas de criar um complexo turístico no início do séc. XX deixou uma gigantesca Plaza de Toros abandonada sem nunca ter sediado uma torada.</p>
<p>Logo na chegada à cidade histórica de Colonia, buscando o albergue onde passaríamos a noite, notamos uma placa na fachada de uma casa que anunciava a futura implantação de um museu da bicicleta e logo saiu dali “Pato Silvestre” um professor aposentado, amante de bicicletas e muito simpático que nos contou sobre suas intenções em fundar o tal museu. Ao que parece tudo começou com sua descoberta, ali mesmo em Colonia,  de uma bicicleta dobrável utilizada pelos soldados-paraquedistas da Inglaterra!</p>
<p>Depois de acomodadas as bagagens no quarto do pequeno hotel, fomos assistir a mais um fim de tarde estonteante, agora visto do alto do farol com a silhueta dos arranha-céus de Buenos Aires delimitando o horizonte. O programa da noite: um jantar feito na cozinha do albergue e um vinho a menos na bagagem.</p>
<h3>Hora de voltar pra casa</h3>
<p>Como no dia anterior o cansaço não nos deixara experimentar a charmosa Colonia, resolvemos marcar nosso ônibus para Montevidéu somente às 5 da madrugada, assim ficaríamos um pouco mais na cidade e aproveitaríamos as 18 horas de viagem, da capital uruguaia à Florianópolis para dormir.</p>
<p>Colonia del Sacramento possui um centro histórico muito charmoso, obra da colonização portuguesa e espanhola que desde 1680, quando foi fundada a cidade, passou pelo domínio de ambos impérios. Hoje, é considerada patrimônio da humanidade e recebe turistas do mundo todo, mas são os porteños que mais circulam pela cidade. O principal meio de transporte da cidade parece ser as mobiletes que estão em todas ruas e vielas, mas as bicis foram mais do que perfeitas para conhecer toda a cidade.</p>
<p>Depois de aproveitar a noite pelos barzinhos e trapiches do centro histórico, seguimos de ônibus para a Montevidéu, onde também não pudemos deixar de pedalar entre feiras, praças, museus, porto e mercados antes de embarcarmos com destino à Florianópolis.</p>
<p>No ônibus vimos o último entardecer, como despedida dos países que, não à toa, carregam o sol em suas bandeiras.</p>
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