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	<title>Blog Caminhos do Sertão &#187; cicloviagem</title>
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	<description>Diário de Viagens e Notícias</description>
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		<title>Páscoa a pedal em Urubici</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 19:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
De 2 a 4 de Abril, estivemos mais uma vez presentes em Urubici.  Mesmo percorrendo uma distância menor no 1º e 3º dias, vistamos alguns dos pontos mais bonitos e agradáveis de pedalar na região, como Morro de Igreja, a localidade do Invernador e vale do Rio Canoas.

O clima estava relativamente quente para o outono, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4051/4538235465_9307d00db3.jpg" alt="edugreen-10429 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>De 2 a 4 de Abril, estivemos mais uma vez presentes em Urubici.  Mesmo percorrendo uma distância menor no 1º e 3º dias, vistamos alguns dos pontos mais bonitos e agradáveis de pedalar na região, como Morro de Igreja, a localidade do Invernador e vale do Rio Canoas.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4032/4538213827_e6692a9133.jpg" alt="edugreen-10388 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>O clima estava relativamente quente para o outono, graças às aparições do sol em meio às onipresentes nuvens. Colaborou também a fartura do café colonial do Sabor da Serra e  a sempre calorosa acolhida do sítio Arroio da Serra, onde pudemos saborear os primeiros pinhões da temporada, colhidos do chão &#8211; a coleta nas árvores está em defeso para que os pássaros se alimentem e façam a disseminação das plantas.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4052/4539012037_0a63e2dc7e.jpg" alt="Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>Intercalamos as pedaladas com caminhadas para a Cascata do Avencal, Morro do Campestre e Rio Sete Quedas. Afinal, a bicicleta permite uma boa proximidade de contao, mas nada comparável a chegar a pé.</p>
<p>Confira as fotos da viagem:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="375" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623773645873%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623773645873%2F&amp;set_id=72157623773645873&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623773645873%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623773645873%2F&amp;set_id=72157623773645873&amp;jump_to="></embed></object></p>
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		<title>Até no Calor do Verão Urubici é agradável</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/11/22/ate-no-calor-urubici-e-agradavel/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 20:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
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		<description><![CDATA[
Em Novembro estivemos novamente em Urubici, para uma pedalada de 3 dias. Apesar lá também ter feito calor, com certeza foi mais ameno que o do litoral. Desta vez, no primeiro dia tomamos banho de cachoeira no rio Sete Quedas,  visitamos  o Morro do Campestre no pôr-do-sol e pedalamos sob a luz da lua cheia.
Já no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2675/4101476070_e71ce2e645.jpg" alt="" width="500" height="335" /></p>
<p>Em Novembro estivemos novamente em Urubici, para uma pedalada de 3 dias. Apesar lá também ter feito calor, com certeza foi mais ameno que o do litoral. Desta vez, no primeiro dia tomamos banho de cachoeira no rio Sete Quedas,  visitamos  o Morro do Campestre no pôr-do-sol e pedalamos sob a luz da lua cheia.</p>
<p>Já no segundo dia fomos ao Cânion Laranjeiras, no Parque Nacional da São Joaquim. O calor intenso e a estrada ruim castigaram e acabamos pedalando pouco. Em compensação a caminhada até a beira do Cânion é inesquecível.</p>
<p>O terceiro dia fechou a aventura com chave de ouro. Subimos de van ao topo do Morro da Igreja, que estava com o visual totalmente aberto. Descemos os 17km devagar, para poder apreciar a paisagem. Não poderíamos deixar de passar pela linda estrada do Invernador e curtir as deliciosas refeições do Sítio Arroio da Serra, feitas com ingredientes orgânicos plantados ali mesmo.</p>
<p>Faça frio ou calor, chuva ou sol, Urubici é sempre uma maravilha!</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622672498653/show/">Veja as fotos da viagem</a><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622672498653%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622672498653%2F&amp;set_id=72157622672498653&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622672498653%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622672498653%2F&amp;set_id=72157622672498653&amp;jump_to="></embed></object></p>
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		<title>Em vias de Europa, no solo verde-amarelo de SC</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/em-vias-de-europa-no-solo-verde-amarelo-de-sc/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 19:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
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		<description><![CDATA[relato da cicloviagem pelo Vale Europeu (10 a 12/10/2009)

Seu Raulino Duwe é um dos tantos que sentiram rápido o efeito da novidade. Diz que, só neste ano, recebeu por alto &#8220;uns 400 visitantes&#8221; &#8211; só de Cicloturistas!
Ele é caseiro de algumas casas de campo e as usa, com consentimento dos donos, como acomodações para os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>relato da <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/roteiros/saidas/2009_10valeeuropeu/roteiro.html">cicloviagem pelo Vale Europeu (10 a 12/10/2009)</a></em></p>
<div id="photoImgDiv4033447918" style="width: 502px;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2787/4033447918_b22400902b.jpg" alt="" width="500" height="335" /></div>
<p>Seu Raulino Duwe é um dos tantos que sentiram rápido o efeito da novidade. Diz que, só neste ano, recebeu por alto &#8220;uns 400 visitantes&#8221; &#8211; só de Cicloturistas!</p>
<p>Ele é caseiro de algumas casas de campo e as usa, com consentimento dos donos, como acomodações para os distintos turistas do pedal. As casas ficam  sobre as barrancas da barragem do Rio Bonito, com vistosos mirantes para a Lagoa. Pra chegar lá, a partir de uma das bifurcações no Circuito do Vale Europeu,  escolha: 8 quilômetros de sucessivas &#8220;morrebinhas&#8221;, ou 2 km até encontrar o seu Duwe, num ponto aparentemente sem importância da Lagoa. &#8220;A maioria prefere a segunda opção&#8221;, revela-nos o seu Duwe, remando de ré sua bateirinha na última das viagens em que atravessou todo nosso grupo até as casas. Ele é um exemplo vivo da importância para a economia regional que teve o Circuito, uma acertada criação do Clube de Cicloturismo, criado em 2006.</p>
<p>Este foi o final do segundo dia de viagem.  Antes de atravessar a represa, os caminhos-refúgios: não contei mais que 2 carros passando pelo grupo. A essência Sertaneja do Vale Europeu, nos seus recantos mais recônditos, e tão belos. De presente, e que presença!, a fabulosa Cachoeira Véu de Noiva também está neste trecho. Verte forte e ruidosa, é alta e imponente, e só o vapor atirado pelas pedras já era suficiente para nos refrescar naquele meio-dia de Sol brilhante (sim amigos, há Sol em Santa Catarina, há Sol no Vale Europeu, o astro-rei tem de fato feito seus primorosos espetáculos!)</p>
<p>Mas a primeira Cachoeira foi a do Zinco, esta vista de longe, do ponto de partida no primeiro dia. Seguem-se uns caminhos um pouco monótonos pela larga presença da mocultura de Pinus, mas a cena logo muda, principalmente quando acercam-se os rios e as matas fechadas (algumas) que o protegem. Os jardins dos sitiozinhos são atração à parte, modelados geometricamente, alguns com flores que de tão grandes e vermelhas  e lustrosas parecem de mentira (Viviane, uma das cicloviajantes, parou numa das casas e perguntou sobre a florzona, cujas mudas são muito intercambiadas entre os moradores da região). Este dia fechou na Bella Pousada &#8211; onde, vejam só, serviram-nos flores (capuchinhas) na salada, um brinde aos olhos e ao paladar! A Pousada tem sem dúvida o melhor visual de Doutor Pedrinho.</p>
<p>Ok, eu confesso: chuvas rolaram na manhã do último dia, nas altitudes, com o perdão do trocadilho, de Alto Cedros (onde ficam as casas cuidadas pelo Duwe). Frustração completa? Nem pensar! Foi só descer parte da Serra de van que o teto limpou, houve uma breve assembléia e decidiu-se: vamos pedalar ! Caminhos de areia batida, lisinhos, sem lama, ladeira abaixo e acompanhando o curso do Rio dos Cedros, que ronca alto entre as pedras. Depois segue-se a travessia da cidade de Rio dos Cedros, e outro trecho de vias planas e tranqüilas leva a Timbó. Chegamos lá no melhor dos estilos: pedalando, todos juntos! No final o roteiro foi um sucesso, com pedaladas todos os dias, a despeito das ameaças de chuva que acreditamos ter afastado parte dos interessados. Em clima de Oktoberfest, uma torre de Chopp no restaurante Thapyoka (Timbó) foi o encerramento oficial da Cicloviagem de 3 dias pelo Vale Europeu. E aguardem, para breve, a saída para o restante do Circuito (que tem, no total, 7 dias de duração).</p>
<p>Cicloabraços!</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622635618764/" target="_blank">Veja as fotos</a> da viagem<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2F&amp;set_id=72157622635618764&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2F&amp;set_id=72157622635618764&amp;jump_to="></embed></object></p>
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		<title>Caminhos e Vinhos, combinação perfeita no Vale dos Vinhedos</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/06/25/caminhos-e-vinhos-combinacao-perfeita-no-vale-dos-vinhedos/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 21:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
		<category><![CDATA[rio grande do sul]]></category>
		<category><![CDATA[vale dos vinhedos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Se preferir, veja o álbum de fotos do evento no flickr.

 

Contornados pelos rubros e amarelos, em miríades de tons das folhas secas de plátanos e videiras, 26 bicicletas com seus felizes cicloviajantes coloriram o outono ameno da Serra Gaúcha no último feriado de Corpus Christi.
 O mote, centrado no Vale dos Vinhedos, a única [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object width="450" height="450" data="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157620417725205%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157620417725205%2F&amp;set_id=72157620417725205&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<strong>Se preferir, veja o <a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157620417725205/" target="_blank">álbum de fotos do evento no flickr.</a></strong></p>
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<mce:style><!  st1\:*{behavior:url(#ieooui) } --></p>
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<mce:style><!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} --></p>
<p><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Contornados pelos rubros e amarelos, em miríades de tons das folhas secas de plátanos e videiras, 26 bicicletas com seus felizes cicloviajantes coloriram o outono ameno da Serra Gaúcha no último feriado de Corpus Christi.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>O mote, centrado no Vale dos Vinhedos, a única região brasileira que dá aval geográfico aos seus vinhos, entre Garibaldi, Monte Belo do Sul e Bento Gonçalves, nada mais é que um convite irrecusável para aliar paladares e visuais num dos mais atraentes destinos de cicloturismo do país.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Quanto aos trechos de pedal, ressalta-se que, para além das agradáveis paisagens de parreirais, variadas vinícolas e colônias italianas do Vale dos Vinhedos, todos os arredores são bastante pródigos em atrativos. Um exemplo é o Vale do Rio das Antas, por onde pedala-se num caminho ricamente sombreado, tendo ao lado a barranca alta, desafiada por extensos laranjais, e ouvindo-se o Rio murmurar lá embaixo, já um tanto rouco por ter cedido águas a uma enorme hidrelétrica. Os Caminhos de Pedra, assim chamados pela concentração de edificações em pedra, e a Estrada do Sabor, cujo nome dispensa explicações, também abriram alas à passagem do expressivo pelotão cicloturístico.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>Charme de umas, exagero de outras<br />
</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Sobre as vinícolas, os efeitos da globalização massificante, como descritos no documentário Mondovino, em que tradicionais e pequenos produtores batalham pela sobrevida em meio às colossais corporações, são visíveis na região do Vale dos Vinhedos brasileiro. Assim, pode-se estar em meio a estímulos meramente consumistas e um tanto “fakes”, a exemplo da degustação na gigante Miolo; ou ser recebido pelo próprio herdeiro da família, que nos serve sem pressa amostras fartas de todas as suas obras-primas líquidas, num ambiente aconchegante e com charme original, como é a vinícola Don Giovanni. Ao que parece, nossos pedalantes gostaram mais da segunda opção, opinião da qual compartilhamos, e que poderá transformar-se em ajustes nas próximas saídas.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Já em quesito originalidade, destaque para a Osteria Della Colombina, tanto na gastronomia quanto nos cuidados com a preservação histórica do lugar. Fica em porão de pedra e chão batido, na Estrada do Sabor, e certamente seguirá fazendo parte de nossos roteiros.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Pela freqüente procura, somada a uma lista de espera gerada na última saída, <strong>é bem possível que haja outra para o Vale dos Vinhedos, tão logo nos seja possível, quiçá ainda neste ano.</strong> Aos interessados, entrem em contato com a gente – um motivo a mais para o próximo pacote acontecer logo, logo!</p>
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		<title>Ilha e Sertão &#8211; peixinho frito, Museu e figuras ilustres</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 14:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
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		<category><![CDATA[roteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

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		<description><![CDATA[por Fernando Angeoletto

Se preferir, veja o álbum de fotos do evento no flickr.



A pedido de um seleto grupo de Blumenau repetimos, neste último feriado do Trabalho, a cicloviagem pelo roteiro Ilha e Sertão. E como cada viagem, por mais que seja no mesmo roteiro, tenha suas nuances e peculiaridades, com esta não foi diferente.
 A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>por Fernando Angeoletto</em></p>
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<strong>Se preferir, veja o <a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157617739117973/" target="_blank">álbum de fotos do evento no flickr.</a></strong><em><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157617739117973/" target="_blank"><br />
</a></em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em><br />
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<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">A pedido de um seleto grupo de Blumenau repetimos, neste último feriado do Trabalho, a cicloviagem pelo roteiro Ilha e Sertão. E como cada viagem, por mais que seja no mesmo roteiro, tenha suas nuances e peculiaridades, com esta não foi diferente.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>A primeira novidade foi a parada no rancho do seu Adilson, pai do caro colega Fabinho. Fica lá na Caieira, e haja privilégio: é à beira-mar da Baía Sul, com horizonte de águas e montanhas. Nem é preciso dizer que, em termos de peixes, a abundância é grande. Seu Adilson sabe disso – pesca invariavelmente quase todos os dias, ainda mais agora que pegou férias e não sai mais do rancho! Este simpático manezinho, descendente dos povos mais antigos da região, recebeu-nos com um saboroso “mix”, fritinho na hora: cocoroca, papa-terra, robalo, tainhota – e até baiacu (este me surpreendeu, pensei que somente os mestres japoneses tinha condições de prepará-lo)!</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>No mais autêntico clima caiçara, foi dali mesmo, no rancho do seu Adilson, que embarcamos para cruzar a Baía. Duas baleeiras deram conta de todo o grupo, e suas bikes. O desembarque foi, digamos, um tanto aventuroso – o mar já começava a assumir seus tons de fúria e, como não há trapiche, o trabalho é melindroso e depende da interação de todo o grupo. Missão cumprida, bonança na seqüência, com a insuperável tranqüilidade de pedalar pelos 8 km da praia da Pinheira.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>Zeca do Sertão e o Arante do Pântano</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>A parte “Sertão” do roteiro foi reservada para o dia seguinte. Antes, a tradicional travessia do Parque Municipal da Lagoa do Peri, pelas trilhas da restinga. E almoço no famoso Arante, do Pântano do Sul. É aquele restaurante dos bilhetinhos na parede, cachaça de graça e uma culinária tipicamente açoriana preparada com o maior zelo. Desta vez, conhecemos ele mesmo, o próprio senhor Arante, dono deste que é um dos mais renomados restaurantes de Florianópolis. Tudo começou em 1958, quando o turismo era palavra desconhecida, e a pequena bodega do seu Arante e sua esposa servia a providencial cachacinha para os pescadores que enfrentavam o mar frio. Depois, passaram a servir um peixinho frito com pirão pra um, uma tainha assada para outro, e por aí foi, até tornar-se essa lenda vida da culinária local que é hoje.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Mas, voltando ao Sertão, a maioria de nossos cicloviajantes optou por subir na caminhada, sobretudo no temível e consideralvemente íngreme trecho inicial, de cerca de 1 km. O final da subida anuncia o Zeca e seu alambique, parada obrigatória para dois dedos de prosa e um dedinho de cachaça. A tarde avança, e é preciso seguir, então o papo nem foi assim tão longo como todos gostaria.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>No Museu, um guia ilustre: o senhor Nereu do Vale Pereira</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>De volta à Pousada do Museu, no Ribeirão, houve tempo ainda para apreciar os últimos raios de sol. De noite, o altíssimo astral Marquinho e sua unida família preparou-nos fabuloso jantar. Faço questão de frisar o calor do atendimento e a qualidade dos pratos – um generoso caldo de frutos do mar, ostras gratinadas e ao natural, tainhas gigantes assadas e outras tão nobres iguarias. O Marquinho tem o dom de lidar com as pessoas, todos por ali são amáveis, e é por isso que a Pousada tornou-se para nós um lugar tão cativo.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>E, justiça seja feita (eu não havia falado disso no relato anterior), é preciso contar aos amigos o que há na porção Museu daquela Pousada. O Tour pela história da Ilha de Santa Catarina é conduzido pelo senhor Nereu do Vale Pereira. Doutor em Sociologia, economista e folclorista, contemporâneo e amigo de Franklin Cascaes, o senhor Nereu é uma sumidade em termos da tão rica história local. Sucintamente, explicou-nos alguns fatos mais relevantes da descoberta e colonização da Ilha, a partir do século XVI. Depois, apresentou-se nos o acervo do Museu, abrindo janelas ao passado e ao cotidiano dos antigos moradores do Ribeirão, que é sem dúvida o núcleo habitacional mais antigo de Florianópolis. Destaque para uma caixa de música e um gramofone, em perfeito funcionamento (já havia visto vários, mas nunca funcionando).</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Para finalizar, sem esquecer da menção aos nossos ilustres participantes (Norberto e Lúmen, Mariela e Rafael, Fabinho, Alessandro, Pereira e Ana, Martinha), gostaria de assinalar a presença de duas figuras raras:</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span><strong>- Wilberto Boos</strong> – esse eu já havia mencionado no relato anterior, mas não custa reforçar, é umas das pessoas mais apaixonadas pela Bicicleta e pelas Cicloviagens que eu conheço</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span><strong>- Sr. Eldon Jung</strong> – há pouco mais de 10 anos, esse ilustre senhor, hoje à beira dos 70 anos, redescobriu a bicicleta. De tudo de bom que ela pode nos trazer, ele repeta aos quatro cantos o poder da serotonina. “Pedalar libera serotononina, é o hormônio da felicidade, quem pedala é mais feliz.” Corretíssimo, seu Jung! Mas a ligação com a bici não pára por aí: em sua indústria, em Blumenau, todos os funcionários são estimulados a trocar de transporte, através de um bem elaborado programa para o uso da bicicleta. Além do mais, Eldon Jung é um incansável batalhador pelo uso urbano da bicicleta, e um dos maiores divulgadores e articuladores do Cicloturismo em nível nacional.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Aos queridos leitores, um grande abraço e até a próxima!</p>
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