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	<title>Blog Caminhos do Sertão &#187; Imbituba</title>
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	<description>Diário de Viagens e Notícias</description>
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		<title>Rota das Baleias é garantia de beleza o ano todo</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 14:23:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
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		<description><![CDATA[
As baleias francas visitam o litoral catarinense todo ano enre agosto e novembro, na temporada em que cuidam de seus &#8220;pequenos&#8221; filhotes. A Caminhos do Sertão elaborou um roteiro exclusivo para acompanharmos de bicicleta as ilustres visitantes,  ao longo de um caminho tranquilo e maravilhoso &#8211; e muito romântico.
Assim, mesmo nos meses em que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2798/4521399301_7822e1ac2c.jpg" alt="Rota das Baleias - março/2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>As baleias francas visitam o litoral catarinense todo ano enre agosto e novembro, na temporada em que cuidam de seus &#8220;pequenos&#8221; filhotes. A Caminhos do Sertão elaborou um roteiro exclusivo para acompanharmos de bicicleta as ilustres visitantes,  ao longo de um caminho tranquilo e maravilhoso &#8211; e muito romântico.</p>
<p>Assim, mesmo nos meses em que não é possível a avistação, a diversão é garantida. Em Março, quando os turistas paulista e gaúchos que lotam o litoral ao sul de Floripa já voltaram para suas casas, o casal Regina e Ennio percorreu conosco a Rota, entre Imbituba e Floripa. Fora uma chuva intensa no primeiro dia, o clima foi de verão, perfeito para aproveitar os diversos pedais à beira-mar.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="375" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623731921503%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623731921503%2F&amp;set_id=72157623731921503&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623731921503%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623731921503%2F&amp;set_id=72157623731921503&amp;jump_to="></embed></object></p>
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		<title>Tainha à unha e Bijajica: vida Caiçara na busca às Baleias (cicloturismo Litoral Sul 2009)</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/09/10/tainha-a-unha-e-bijajica-vida-caicara-na-busca-as-baleias-cicloturismo-litoral-sul-2009/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 21:19:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
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por Fernando Angeoletto
Viajar à beira-mar tem seus poréns. Flagrar revoadas de gaivotas, acompanhar os contornos de espumas que as marolas desenham na areia, zanzar livremente sem a maldita pressão de buzinas é o que sempre se espera, e o que realmente há de sobra. Porém, há as barras. Descontinuidades no caminho, encontros de rio e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622308498532/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2439/3902152360_e524f3180d.jpg" alt="" width="450" height="296" /></a></p>
<p><em>por Fernando Angeoletto</em></p>
<p>Viajar à beira-mar tem seus poréns. Flagrar revoadas de gaivotas, acompanhar os contornos de espumas que as marolas desenham na areia, zanzar livremente sem a maldita pressão de buzinas é o que sempre se espera, e o que realmente há de sobra. Porém, há as barras. Descontinuidades no caminho, encontros de rio e mar que impõem a pausa, ou uma travessia improvisada.<br />
<img class="reflect alignright" style="margin: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3500/3901379359_7f5c7ba058.jpg" alt="Temporada das Baleias por você." width="180" height="121" />Já havia comentado o assunto no relato <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/relatos.php?id=28" target="_blank">Mar, lagoas e o barqueiro Buiú</a>, da viagem pelo mesmo roteiro que fizemos em 2007.  A Barra de Ibiraquera é incerta: rompe, à força de temporais mais impiedosos; rompe, à força das máquinas que escavam a areia, num ato pela renovação das águas da Lagoa. Aberta, a Barra é um canal de água salobra com pouco mais de 100 metros de largura, raso demais para um barco de porte médio, fundo demais pra evitar que a travessia carregando uma bicicleta nas costas não seja uma verdadeira encrenca molhada.<br />
Então, a solução adotada agora foi a mesma de 2007: acomodar as bicis na simpática bateira azul-calcinha, manusear o bambu-propulsor, e fazer tantas viagens quanto fossem necessárias para cruzar as 17 bicicletas e seus respectivos 17 condutores.<br />
Tarefa melindrosa, mas nem tão difícil assim. Difícil mesmo foi desencalhar o barco da travessia Ilha-Continente, contra lufadas do vento nordeste impiedoso, no último dia da jornada. Mas isso é assunto para mais além.</p>
<p><strong>Procurando Baleias</strong></p>
<p>Deixamos Itapirubá no início da tarde de sábado. Motivo aparente: ver baleias. Motivo real: tentar ver baleias, enquanto se pedala em grande estilo por caminhos litorâneos e cuidadosamente selecionados, de modo a priorizar a contemplação e o alto astral. Diz o Jonatha, nosso guia e navegador, que avistou um simpático cetáceo lá da praia da Ribanceira, no meio do burburinho de um campeonato de surf. Mas, estando por último, não teve tempo de avisar o grupo. Fora isso, nenhum relato de visualização das gigantes.<br />
Porém, condizente com o verdadeiro espírito “tentaremos ver baleias” desta empreitada, entramos pela Praia do Ouvidor no domingo. Um caminho sem saída, não fosse a originalíssima travessia pelo <a href="http://www.gaia.org.br/" target="_blank">Projeto Gaia Village</a>, disponível para poucos. Quatro quilômetros de pura beleza, atravessando dunas, restinga, um rebanho de bubalinos e áreas de recuperação ambiental.</p>
<p><img class="reflect alignright" style="margin: 10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2658/3902175026_e637bc44b9.jpg" alt="" width="180" height="121" /></p>
<p>O trecho, todo ladrilhado, termina na sede do Gaia Village. Ali fomos recepcionados pelo Donizete, que gentilmente nos fez uma apresentação dos princípios e atividades cotidianas do Projeto. Reserva particular que abarca variados ecossistemas litorâneos, os 900 hectares são preservados e recriados conforme o anseio dos proprietários, baseados no legado de José Lutzenberger, um dos mais ilustres ambientalistas brasileiros (falecido em 2002).</p>
<p><strong>Ciclista caiçara pega tainha à unha</strong></p>
<p><img class="alignright" style="margin: 10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2649/3902178770_68d739a228.jpg" alt="" width="180" height="121" />Da sede do Gaia rumamos à outra Barra, desta vez no canto sul da Ferrugem. Água pelos joelhos, bike nas costas, uma a uma. Numa das travessias uma tainha roçou minha perna; um ímpeto primitivo baixou sobre mim. E então, já que o interesse pela fauna marinha era grande entre os pedalantes, peguei a tainha à unha, para descrédito geral. A brincadeira custou-me uma mergulhada da câmera fotográfica em água salobra, além dos apelidos de Caiçara, Pescador e assemelhados. Para os curiosos: a câmera voltou a funcionar (ao menos por enquanto). Para os preocupados: a pobre tainha foi devolvida ao mar.<br />
Depois da breve passagem pelo centro de Garopaba, seguimos ao Siriú, alongando o caminho com o contorno da Lagoa do Macacu. É um trecho ainda mais tranqüilo que o usual, com visuais privilegiados que as “morrebinhas” curtas e inclinadas proporcionam. Chegando à Pousada do Taxo nossa trupe, não satisfeita em esperar o farto jantar que se anunciava, resolveu celebrar a vida aos petiscos de um “surraxquinho” de lingüiça. Ponto para o Davi, nosso colega chileno, que não só providenciou a matéria-prima como comandou a churrasqueira.</p>
<p><strong>Curiosos (e saborosos) quitutes no Engenho</strong></p>
<p>O Morro do Siriú marca o início do último dia, como o aclive mais forte de toda a viagem. Após vencê-lo, e admirar do alto a vasta planície costeira, rumamos ao interior, nosso Sertão. Parte dos costumes camponeses pudemos provar na calorosa recepção das irmãs Maura, Vilma e Inácia, que mantém um dos poucos engenhos artesanais de mandioca na região. Ambientada no galpão rústico, entre rodas de moagem, prensas e tachos, repletos de bijus quentinhos e fumegantes, a mesa posta era o verdadeiro amálgama das culturas indígena e açoriana.<br />
<img class="reflect alignright" style="margin: 10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3464/3902191208_fb52543721.jpg" alt="Irmãs e a matriarca por você." width="180" height="121" />Você conhece a bijajica? É a massa da mandioca, misturada à pedaços de amendoim e especiarias, e assada em vapor. Uma perdição. E o nego deitado? É um preparado à base de fubá, envolto em folha de bananeira e assado. Preciosa iguaria. Fora as bolachinhas, bolo de milho e tapiocas que as Irmãs serviram com abundância. O trabalho delas é reconhecido como um importante resgate cultural pela gastronomia, fato que chamou a atenção do <a href="http://www.slowfoodbrasil.com/" target="_blank">Slow Food</a>, movimento ao qual recentemente integraram-se.<br />
Engana-se quem pensou que o Morro do Siriú fosse o maior desafio. Imprevistas, as lufadas de vento Nordeste complicaram o percurso de 8 km na Praia da Pinheira. O açoite das rajadas, evidente na areia fina que corria baixo feito névoa na praia, foi duro. Ao final, um embarque tão duro quanto, para atravessar a Baía Sul de volta à Ilha. Maré vazante, contraposta ao vento forte levantando ondas, e nosso valente barco abarrotado de bicicletas resolve encalhar na areia. Foram necessários muitos braços e disposição, além da inestimável contribuição de dois motoqueiros que passavam por ali, para mover o bólido.<br />
Ao final da travessia encerramos a viagem – o tempo fechou bruscamente, sinal das tormentas que assolaram o Estado justo naquele dia. Das Baleias levamos as lembranças, e o porvir de um dia quando talvez elas resolvam vir ao nosso encontro. Do belíssimo Litoral sul, das experiências ambientais e culturais, de todos os seletos caminhos percorridos e das amizades conquistadas lapidamos jóias em nossas memórias, tesouros de viajantes em nossas vidas.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622308498532/" target="_blank"><img class="reflect alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3054/3902162746_de290f1d43.jpg" alt="Temporada das Baleias por você." width="400" height="268" /></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622308498532/" target="_blank">Veja a galeria de fotos completa!</a></p>
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		<title>Novidades e atrativos na Temporada das Baleias</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 15:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faltando motivos para aderir à Temporada de Baleias (cicloturismo de 3 dias, no feriado de 7 de setembro, pelo litoral sul de SC)?
Então confira:
ATRATIVOS 
- visitas ao Projeto Baleia Franca e ao Museu da Baleia
- pedal por 11 praias, desde Itapirubá (Imbituba) a Floripa
- grandes chances de avistagem de Baleias Francas, que freqüentam esta parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faltando motivos para aderir à Temporada de Baleias (cicloturismo de 3 dias, no feriado de 7 de setembro, pelo litoral sul de SC)?</p>
<p>Então confira:</p>
<p><strong>ATRATIVOS </strong><br />
- visitas ao <a href="http://www.baleiafranca.org.br/oprojeto/oprojeto.htm" target="_blank">Projeto Baleia Franca</a> e ao Museu da Baleia<br />
-<strong> pedal por 11 praias</strong>, desde Itapirubá (Imbituba) a Floripa<br />
- grandes chances de<strong> avistagem de Baleias Francas</strong>, que freqüentam esta parte do litoral de julho a novembro.<br />
- visita monitorada ao <a href="http://www.gaia.org.br/" target="_blank">Projeto Ambiental Gaia Village</a> na Praia do Ouvidor<br />
- <strong>caminho inédito cruzando o Gaia Village</strong>, atravessando a restinga e fechado ao trânsito de carros<br />
- <strong>café tipicamente indígena-açoriano</strong> no Engenho Artesanal das 3 Irmãs (<a href="http://www.flickr.com/photos/cepagro/sets/72157615947883120/" target="_blank">comunidade 3 Barras, Palhoça</a>), incluindo delícias como a Bijajica e outros quitutes<br />
- <strong>travessia de barco</strong> entre a Praia do Sonho (Palhoça) e Caieira da Barra do Sul</p>
<p><strong>PEDALADAS</strong><br />
- leves, média de 40 km/dia, predomínio de trechos planos à beira-mar (exceto no Morro do Siriú)</p>
<p><strong>POUSADAS</strong><br />
- pernoites com jantar e café da manhã na <a href="http://www.rosaecanela.com.br/p2port.htm" target="_blank">Pousada Rosa e Canela</a> (praia do Rosa) e <a href="http://www.pousadadotaxo.com.br/" target="_blank">Pousada do Taxo</a> (praia do Siriú)<br />
(quarto duplo ou triplo)</p>
<p><strong>PACOTE DE SERVIÇOS CAMINHOS DO SERTÃO</strong><br />
- traslados, hospedagens com alimentação, veículo de apoio com acompanhamento integral, guias mecânicos e socorristas, travessia de barco, mapas detalhados da viagem</p>
<p><strong>VALOR PROMOCIONAL PRORROGADO</strong><br />
Foram prorrogadas as inscrições com desconto até 27/08 (quinta)! Restam poucas vagas, garanta a sua!<br />
<a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/roteiros/saidas/2009_09baleias/roteiro.html" target="_self">para mais detalhes veja a página do roteiro</a><br />
<object width="400" height="300" data="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157621643349829%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157621643349829%2F&amp;set_id=72157621643349829&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Mar, lagoas e o barqueiro Buiú</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2007/09/23/mar-lagoas-e-o-barqueiro-buiu/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2007 00:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[avistação de baleias]]></category>
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		<description><![CDATA[A presença de dezenas de lagoas, espremidas entre a vegetação litorânea e os contrafortes da Serra, é uma característica bem marcante de nosso litoral Sul. Enormes, como a Lagoa do Imaruí, ou modestas, como a Lagoa do Meio na praia do Rosa, elas são um atrativo à parte e compõem a diversidade de cenários e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presença de dezenas de lagoas, espremidas entre a vegetação litorânea e os contrafortes da Serra, é uma característica bem marcante de nosso litoral Sul. Enormes, como a Lagoa do Imaruí, ou modestas, como a Lagoa do Meio na praia do Rosa, elas são um atrativo à parte e compõem a diversidade de cenários e ecossistemas que esparramam-se pela costa catarinense.<br />
Há também a Lagoa do Quintino, unida por estreito canal à Lagoa da Ibiraquera que, por sua vez, comunica-se esporadicamente com o mar através da Barra, um canal naturalmente fechado (sem fluxo de água) na maior parte do ano. Naquele dia, porém, seria diferente. Já no início da pedalada soubemos que a Barra havia sido aberta pela ação humana, pressupondo um inconveniente, embora as informações dessem conta de que a água não passava dos joelhos.<br />
Com tempo fechado e vento pela frente – fato que, de maneira alguma, baixou o moral do grupo! – deixamos a praia de Itapirubá próximo de meio-dia, no dia das Crianças. Na sede do projeto Baleia Franca, ponto da saída, a boa-nova: 11 pares de baleias, mães com seus filhotes, exibiam-se desde o dia anterior nas praias da Vila e da Ribanceira, justamente por onde passaríamos pedalando!<br />
A maré ascendente exigiu destreza. Os rastros dos pneus eram estrias bem sinuosas, descrevendo a constante busca dos cicloviajantes por um pedaço minguado de areia dura, entre a linha das marolas e o banco de areia fofa. Nem todos puderam livrar-se da safadeza de umas ondas mais afoitas, que molhavam, impiedosas, a magrela e as canelas do vivente.</p>
<h3>Evoluções das gigantes</h3>
<p>Ao final da Praia da Vila, um asfaltinho pra relaxar. Parada estratégica no quartel  Corpo de Bombeiros, que de certa forma nos salvaram, cedendo uma mangueira para livrarmos as bicis da cruel ação da areia. Em seguida, visitamos o Museu da Baleia Franca, instalado num prédio onde processava-se o óleo das pobres gigantes; fizemos a tradicional parada no mirante, de onde divisa-se o Porto de Imbituba e o Atlântico a perder de vista; e descemos para a praia da Ribanceira.<br />
Foi só chegar que elas já estavam lá. Duas baleias, com suas lentas e graciosas evoluções, a poucos metros da praia. Só não vimos outras porque a maré cheia foi soberana, e não avalizou a pedalada a beira-mar; o jeito foi seguir por estradinha paralela, ao largo das dunas da Ribanceira.<br />
Esse caminho dava direto na Barra de Ibiraquera. O Renato foi o primeiro a observar um homem que tentava a travessia.<br />
- Está com água pelo pescoço! – informou-nos, baseado na observação.<br />
Ou o atravessador era uma criança, ou a história de que a água não passava dos joelhos era balela! De fato, a segunda versão era a única que procedia. Havia realmente uma parte mais profunda no canal, que ao todo, considerando também as partes mais rasas, passava de 100 metros de largura.</p>
<h3>A bateira azul-calcinha e o barqueiro Buiú</h3>
<p>Desviar do canal custaria mais de 10 km, além de um indesejável trecho pela BR 101. Opção descartada. Imbuídos do espírito de navegantes, decidimos procurar por um barco. Tarefa fácil: ali mesmo, no restaurante onde petiscávamos, arranjaram-nos o flutuante. Uma simpática bateirinha de fibra, de cor azul-calcinha, que não passava dos 3 metros de comprimento.  Essa valente embarcação deu conta das 11 bicicletas e 11 pessoas!<br />
Foram 6 viagens. Destaque para o capitão Souza, condutor na maioria delas. Eu também dei minhas remadas. Na última travessia, quando fui devolver a bateira, duas senhoritas confundiram-me com o barqueiro local:<br />
- Buiú, que bom que você apareceu! Atravessa com a gente? – disseram elas, cada uma empunhando um drink.<br />
Acredito que as doses de vodka com sprite não permitiram que elas entendessem, quando eu disse que havia uma confusão. Então entrei no jogo e fiz o papel do tal Buiú, levando as meninas e o namorado de uma delas até o outro lado. No desembarque, fui recebido com “aquela” tiração de sarro!<br />
Manhã seguinte, após o primoroso café na pousada Rosa &amp; Canela, recomeçamos a jornada. Pausa na idílica Praia do Rosa, com direito à trilha pelo costão sul, pra contemplar o mar do alto das pedras. Seguindo a pedalada costeira, rumo norte, entramos na praia da Ferrugem pela barra – essa, por sorte (ou azar, pela ausência de aventura??), estava fechada.<br />
No meio da tarde chegamos à cachoeira do Siriú. Com bom ritmo e num caminho plano e sossegado, debaixo de sol ameno e sem vento, seguia ligeira a turma dos intrépidos ciclolitorâneos!</p>
<h3>A Lagoa-Coração</h3>
<p>O pedal do último dia começa forte. De cara “escalamos” o morro do Siriú, o maior de todo o trecho. Pode ser que você chegue lá levemente esbaforido, mas ver do alto a Lagoa do Ribeirão, formada pelo rio da Madre com desenho de um coração, vai te dar a sensação de que valeu a pena.<br />
Adiante, para driblar a BR 101, a carta na manga é um caminho alternativo na área rural de Paulo Lopes. Ao longo de arrozais, pequenos morros e uma pedreira, a estrada leva de volta à BR, no ponto onde ela atravessa o rio da Madre; dali, é só cruzar por  baixo da ponte e apontar outra vez ao litoral.<br />
Na Pinheira voltamos a pedalar pela praia. A faixa de areia é bem larga, ao longo dos pouco mais de 6 km da orla em formato de ferradura. No outro extremo, a Ponta do Papagaio; dali, graças ao bom tempo, pudemos atravessar tranqüilos a baía sul em direção à Ilha, ao largo da Fortaleza de Araçatuba e da Ponta de Naufragados, sobre esguias baleeiras.<br />
Desembarcaram, na Caieira da Barra do Sul, após 3 dias de cicloviagem, os caros e caras protagonistas: Sirlei, Cacá, Joana e Patrícia, Souza, André, Renato, Rodrigo e Carocha, e os guias Jonatha e este escriba que vos relata. Ameaçava desabar um temporal, mas a sorte, eterna companheira, impediu que ele nos alcançasse no trecho final até o Ribeirão. Ali, coroamos com risos, abraços e despedidas mais uma viagem de sucesso e boas memórias.</p>
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		<title>Mar e Sertão &#8211; Lua Cheia e Baleias na Independência</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Sep 2006 00:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira do Zanella]]></category>
		<category><![CDATA[Espraiado]]></category>
		<category><![CDATA[Garopaba]]></category>
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		<category><![CDATA[Praia do Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Rota das Baleias]]></category>

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		<description><![CDATA[Já passava de meio-dia e meia quando nossa comitiva, a bordo de uma caminhonete e um micro-ônibus, desembarcou na praia de Itapirubá (município de Imbituba). Houve atraso e a vilã, como sempre, foi a BR 101, onde um acidente ocorrido na manhã da Independência implicou em congestionamento que já ultrapassava os 6 km.
Desviando dessa fila, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já passava de meio-dia e meia quando nossa comitiva, a bordo de uma caminhonete e um micro-ônibus, desembarcou na praia de Itapirubá (município de Imbituba). Houve atraso e a vilã, como sempre, foi a BR 101, onde um acidente ocorrido na manhã da Independência implicou em congestionamento que já ultrapassava os 6 km.</p>
<p>Desviando dessa fila, ao menos fomos recompensados pelo visual das dunas do Macacú e da praia de Siriu, percorrendo a estrada de terra alternativa que une Paulo Lopes a Garopaba.</p>
<p>Em Itapirubá, não demorou muito para que elas dessem o ar da graça. Fomos recepcionados por duas baleias, saudando-nos com suas evoluções num ponto relativamente próximo da praia. Que alívio; imagina se elas não aparecem, depois de tamanha propaganda que fizemos? Mas é setembro e nessa época as francas, batizadas assim pela facilidade com que eram mortas para virar óleo, nadam por aqui em busca de águas mais aconchegantes para parir e amamentar. Ainda veríamos outras pelo caminho.</p>
<p>O vento nordeste, gelado e contrário ao nosso rumo, marcou a pedalada logo de início. No ermo de Itapirubá, os cicloviajantes espalhados pela areia da praia compunham colorida paisagem, adornada ainda pelo céu cristalino e o mar mexido. Bravamente desafiando o vento contra, nosso grupo de 20 pedalantes &#8211; dos quais 9 eram mulheres, demonstrando que é fato a preferência feminina pelo cicloturismo &#8211; seguiu até a Vila, de onde abandonamos a praia e atravessamos a cidade por asfalto.</p>
<h3>Baleia com lua cheia: a rima que se confirmou!</h3>
<p>A primeira parada foi no Museu da Baleia Franca, ainda em Imbituba. Instalado em prédio histórico, reformado a partir das ruínas de um antigo centro processador de baleias, o museu conserva curiosos e mórbidos equipamentos da carnificina imposta aos cetáceos, em tempos nem tão distantes assim (a última estação baleeira de SC parou de funcionar em 1973). Fornos de autoclave enormes, ali expostos, derretiam os bichos, reduzindo-os a óleo que queimava em alguma lamparina ou trazia liga à argamassa. Conta-se que a fedentina em derreter as baleias era tamanha que nem os próprios trabalhadores do local suportavam.</p>
<p>Museu visitado, é hora de partir &#8211; o Souza já acionou a sirene da sua magrela, como sempre fez para chamar o grupo ao final de cada parada para descanso. A maré já estava alta e não foi possível pedalar pela praia da Ribanceira. Tocamos por estradinha paralela, com o mar sempre a vista, as baleias vez ou outra,  até Ibiraquera. Contornamos uma parte da lagoa de mesmo nome, com o sol se pondo e desenhando silhuetas no horizonte. Logo que chegamos na praia do Rosa, anoiteceu e a lua se apresentou, em princípio tímida, guardada por nuvens.  Eu não vi, porque fui deixar as bagagens na pousada, mas os outros 19 me contaram que o tal mamífero gigante também apareceu nesse exato momento - baleia com lua cheia, eis que a rima se confirmou !!</p>
<p>Ocupamos 6 quartos da confortável pousada Rosa e Canela. Gabriela, a proprietária, merece créditos pelo excelente atendimento. Instalações impecáveis e um café da manhã estilo colonial &#8211; bela &#8220;sustança&#8221; para encarar o segundo dia de pedaladas! Deixamos o Rosa e apontamos para oeste, no rumo do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.</p>
<h3>Recanto Belo, um refúgio no sertão</h3>
<p>Atravessamos a BR 101 na altura da Penha, bairro de Paulo Lopes. A partir daí, entramos no verdadeiro espírito dos Caminhos do Sertão: estradinhas rurais, pouco movimentadas e com a paisagem do mar de montanhas ao fundo. Esse cenário é ainda mais marcante na altura do Espraiado, um morro onde a mata é mais densa e pujante e o único sinal de civilização é a estrada que percorremos. Ladeira abaixo, passamos pelo CRETA (Centro de Recuperação de Toxicômanos e Alcoolistas) e em seguida chegamos ao Recanto Belo, ponto do segundo pernoite.</p>
<p>O Recanto pertence ao Heinz, um suíço de 77 anos que construiu um refúgio de conto de fadas em pleno sertão de Paulo Lopes. Jardins de aparência imaculada, um lago coalhado de tilápias e uma sala de estar com decoração requintada compõem o ambiente. Nossas acomodações eram duas cabanas a 300 metros da sede, onde dormiu metade do grupo. A outra metade acampou ali perto &#8211; de noite, as rajadas de vento nordeste foram assustadoras!</p>
<p>Pouco depois que chegamos ao Recanto, fomos guiados pelo Sidnei, morador local, numa caminhada pela mata com rumo a uma bela cachoeira. A água estava fria de doer os ossos, o que não impediu alguns de nossos cicloviajantes de tomar um bom banho. Logo voltamos à trilha para o percurso de volta, que ainda demoraria quase uma hora. O sol já ia sumindo, e ninguém estava disposto a enfrentar a mata de noite.</p>
<p>A carioca Vitória, esposa de Heinz, auxiliada pela empregada Rosa, preparou-nos farto jantar. Destaque para as tilápias fritas, criadas ali mesmo na propriedade. Antes de dormir, divertimo-nos assistindo as fotos dos dois dias de pedaladas, a beira da fogueira, onde mais tilápias estalavam para nos servir de petisco.</p>
<h3>Travessia cancelada</h3>
<p>Na manhã seguinte, o vento nordeste, que já durava três dias, parecia ter acalmado. Essa condição era um pré-requisito para que pudéssemos atravessar a baía Sul com segurança, de barco, entre a praia do Sonho (continente) e a Caieira (Ilha de Santa Catarina, Floripa). Ocorre que, no decorrer da manhã, o vento forte passou novamente a predominar. Ao ligar para o capitão do barco, recebi a frustrante notícia de que a travessia havia sido cancelada em virtude do mau tempo, confirmando o que já havia previsto na noite anterior.</p>
<p>Ficamos surpresos; pessoalmente, eu havia feito essa travessia pelo menos uma dezena de vezes, e nunca houve problema. A solução foi adotar uma rota alternativa, que evitasse a BR 101 e nos conduzisse a Ilha da melhor maneira possível. Desviamos pelo Maciambu, próximo ao Morro dos Cavalos, onde há uma aldeia guarani ancestral que hoje é seriamente ameaçada pela rodovia.</p>
<p>Passamos pela Enseada do Brito, o maior distrito de Palhoça, marcada pela arquitetura açoriana e os incontáveis cultivos de ostras e mariscos. Na localidade de Sul do Rio, aponte pênsil sobre o rio Cubatão (maior manancial da grande Florianópolis) me causou vertigem ? afinal, enquanto os colegas a atravessaram pedalando, eu passei dirigindo a caminhonete de apoio (com reboque), e sempre dá uma ligeira impressão de que aquele troço vai desabar!</p>
<p>Depois da providencial pausa para almoço &#8211; tão farto que queríamos levar as marmitas <img src='http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> , entramos em ambiente urbano. Ponte do Imaruim, em Palhoça; centro histórico e avenida beira-mar, em São José; via Expressa e passarela da ponte Pedro Ivo, em Floripa. Fim da viagem, estávamos prestes a chegar no Largo da Alfândega e comemorar a agradável viagem, ansiedade e cansaço já eram grandes.</p>
<p>Nos últimos 200 metros um cicloviajante vai ao chão. Na passarela entre o Centrosul e o Direto do Campo, um degrau absolutamente inútil no meio da rampa foi o vilão da queda do Phil, um colega que nos acompanha desde a primeira viagem dos Caminhos do Sertão. Camarada Phil, aproveitamos para te enviar todas as boas vibrações, desejando que a recuperação seja breve e que volte logo a cicloviajar conosco! E à Prefeitura de Florianópolis, fica o toque de consertar tal passarela urgentemente!</p>
<p>Finalizando, um pequeno agradecimento a todos nossos cicloviajantes dessa última viagem:</p>
<ul>
<li>Nara, que viajou pela terceira vez conosco, sempre encantada com todas as novidades dos Caminhos;</li>
<li>Mário, que se aposentou justamente na semana da viagem, e agora promete uma nova vida de pedaladas pela frente (agradeço o apelido de Poeta que me deste, valeu!);</li>
<li>Souza, transbordando juventude aos 57 anos, sempre nos fazendo rir com suas piadas e a escandalosa sirene de sua magrela;</li>
<li> às colegas Viviane e Gisele, que vieram de Curitiba especialmente para pedalar conosco e que pelo astral constante, demonstraram ter gostado da idéia ;</li>
<li> às irmãs Tati (que veio de São Paulo) e Ju (que, como o Phil, é pioneira dos Caminhos do Sertão), sempre passando com um sorriso;</li>
<li> Carine, que começou a pedalar há um mês, e já se declarou viciada. Com um vício desse, você vai longe, amiga ? basta trocar o band-aid pelo sofá-cama!;</li>
<li> Claudia, que veio de Curitiba e jamais havia andado tanto de bicicleta, mas surpreendeu a todos mandando muito bem até o final;</li>
<li>Renato, grande entusiasta e apoiador dos Caminhos do Sertão, que parece menino fazendo evoluções com sua Trek;</li>
<li>Adilson, sarrista de primeira, sempre brincalhão e bem-humorado;</li>
<li>Alê, surfista-pedalante, vira e mexe divertindo a turma com seu jeitão hilário;</li>
<li>Flavia, com seu indefectível sorriso no canto da boa (né Fla?), e autora do pão que já virou atrativo em nossas viagens (cuja receita é guardada a sete chaves);</li>
<li>Fernando, com sua bici de rodas enormes e estoque de delícias integrais, e que descobrimos já ter pedalado conosco nas Bicicletadas</li>
<li> Silvana, sempre guerreira, a vontade com seu ritmo e também amiga antiga dos Caminhos do Sertão;</li>
<li> aos guias Dudu, Jou e Pereira, sócios de agora, amigos de sempre.</li>
</ul>
<p>Forte cicloabraço a tod@s, e até a próxima, em outubro!</p>
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