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	<title>Caminhos do Sertão Cicloturismo &#187; Santa Catarina</title>
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		<title>pedalada de mapeamento na Serra Geral Catarinense</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 19:19:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter" title="Dia perfeito em Imbuia-SC" src="http://farm4.static.flickr.com/3479/5758649880_fc83754973_z.jpg" alt="" width="640" height="480" />Semana passada subimos a serra na companhia do Guilherme Cavallari, que publica guias de trilhas pela sua editora <a href="http://www.kalapalo.com.br/">Kalapalo</a>.  A missão foi mapear um dos trechos do <a href="http://clubedaaventurakalapalo.blogspot.com/2011/05/segundo-anel-do-guia-de-trilhas-serra.html">Guia de Trilhas da Serra Geral</a>, que o Guilherme está elaborando, e apelidou de BluGrama, por conectar Blumenau a Gramado por estradas de terra.</p>
<p><img title="em Maracujá" src="http://farm3.static.flickr.com/2390/5758074877_c0acfa334a_z.jpg" alt="" width="640" height="480" />Justamente o tipo de caminhos que nós Sertanistas curtimos! E por ser na região em que mais organizamos nossas viagens, demos uma força pra traçar o roteiro. Na hora de mapear o caminho, Dudu o acompanhou, dando dicas de atrativos da região e também conhecendo um pouco mais da região. Além disso, foi o momento de testar nosso novo GPS, Um <a href="http://www.garmin.com/products/oregon550">Garmin Oregon 550</a>, que fez fotos desse post.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Serra Furada - Grão Pará" src="http://farm3.static.flickr.com/2090/5758059157_a32de61740_z.jpg" alt="" width="640" height="480" />O primeiro trecho, entre Urubici e Santa Rosa de Lima, em breve fará parte do <a href="http://acolhida.com.br/cicloturismo">Circuito de Cicloturismo Acolhida na Colônia</a>. Mapeamos uma nova conexão entre Aiurê e Santa Rosa, pela Boa Vista. Lindo de morrer&#8230; de tanto subir! Por sorte, no meio da subida havia a Pousada da Nida, associada à Acolhida na Colônia, que nos propiciou conforto em meio à chuva insistente.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Igreja renovada em Santa Catarina, Santa Rosa de Lima" src="http://farm4.static.flickr.com/3176/5758611250_95071bb80f_z.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>De Santa Rosa a Anitápolis, tínhamos a estrada geral, beirando o rio Braço do Norte e om subidas gentis. Para quê, se poderíamos aumentar o percurso em 8 km, mas passar pela deserta e linda estrada do Rio do Meio, e ainda subir um morro de 400m no final? Ficamos com a segunda opção, com certeza!</p>
<p><img title="serra" src="http://farm3.static.flickr.com/2143/5758624004_eabccf83c6_z.jpg" alt="" width="640" height="480" />No próximo trecho, para Alfredo Wagner,  passamos por Maracuja e Caetés, comunidades bem isoladas, com natureza quase intocada, só interompida pelas plantações de pinus que chegam sorrateiramente. O rio Caetés forma uma grota profunda e pedalar no seu vale é lindo!</p>
<p><img class="aligncenter" title="Curtindo o visual da Serra" src="http://farm4.static.flickr.com/3028/5758095227_62f873f9a3_z.jpg" alt="" width="640" height="296" />Depois de Alfredo, iríamos a Leoberto Leal, mas descobrimos que a estrada  de Leoberto a Imbuia havia sido asfaltada, assim cortamos direto para Imbuia pelo alto da serra, também tomado por imensas plantações de Pinus. Dali, a descida para Ituporanga foi deliciosa, com um bom visual da Serra, estradas de terra e claro, muita cebola.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Topo da Serra Grande, Petrolândia" src="http://farm6.static.flickr.com/5104/5758129961_13e76e6c34_z.jpg" alt="" width="640" height="480" />De Ituporanga, passamos por pequenas comunidades como Ribeirão Matilde, no canto do município de Atalanta. Há horas avistávamos de longe, pequenina,  a Serra Grande. Quando chegamos a Petrolândia, só por estradas de terra , seu visual já fazia jus ao nome. O jeito foi pôr a primeira marcha e seguir, logo estávamos novamente sobre o platô curtindo o panorama do Alto Vale Europeu.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Pra onde? Em frente!" src="http://farm4.static.flickr.com/3520/5758134853_5cd400be4f_z.jpg" alt="" width="640" height="480" />Nosso próximo destino era Rio Rufino, que chegamos só finzinho da tarde, depois de um longo dia de 86 km com mais de 1800 metros de subida acumulada!</p>
<p><img class="aligncenter" title="Junto ao Poço da Pedra Furada" src="http://farm3.static.flickr.com/2742/5758685226_721d511fbd.jpg" alt="" width="375" height="500" />Na manhã do último dia, visitamos o poço  da Perda Furada (mais uma na região, são pelo menos quatro!). Já no caminho entre Rio Rufino e Urubici, conhecemos mais uma propriedade associada à Acolhida na Colônia, o Sítio Três Lagos de Nila e Jorge.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Galpão do Sítio Três Lagos, Rio Rufino" src="http://farm3.static.flickr.com/2743/5758144027_f9f9e0a961_z.jpg" alt="" width="640" height="480" />É uma pousada rústica e muito bem cuidada, que visitaremos em breve nas nossas viagens na região de Urubici, onde fechamos o mapeamento percorrendo a margem direita (menos movimentada) do Rio Canoas.</p>
<p>O Garmin 550 foi aprovado para mapeamentos, apesar de no primeiro dia já estar arrependido de nõa ter levado minha câmera, ele até que fez  fotos de qualidade satisfatória. Eis a seleção das melhores fotos da viagem (total de mais de 300!):</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157626803157800%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157626803157800%2F&amp;set_id=72157626803157800&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157626803157800%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157626803157800%2F&amp;set_id=72157626803157800&amp;jump_to="></embed></object></p>
<div><span style="line-height: 24px;"><br />
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</span></div>
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		<title>Cicloturismo presente no 1º Salão Catarinense de Turismo</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 00:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De 22 a 27 de março, ocorreu no Centrosul, em Florianópolis, o 1º Salão Catarinense de Turismo.  Fomos convidados pelo consórcio Citmar, que gerencia o Circuito Costa Verde e Mar de Cicloturismo , a expor bicicletas e material de divulgação &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/04/15/cicloturismo-presente-no-1%c2%ba-salao-catarinense-de-turismo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19925.jpg"><img class="size-medium wp-image-380 alignleft" title="edugreen-19925" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19925-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a>De 22 a 27 de março, ocorreu no Centrosul, em Florianópolis, o <a href="http://www.sol.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=category&amp;id=153:salao-do-turismo&amp;layout=blog&amp;Itemid=161" target="_blank">1º Salão Catarinense de Turismo</a>.  Fomos convidados pelo consórcio <a href="http://www.amfri.org.br/conteudo/?item=2965&amp;fa=2907" target="_blank">Citmar</a>, que gerencia o <a href="http://www.costaverdemar.com.br/cicloturismo/" target="_blank">Circuito Costa Verde e Mar de Cicloturismo</a> , a expor bicicletas e material de divulgação no Stand do Circuito.</p>
<p>Também estivemos presentes no Stand da <a href="http://acolhida.com.br/" target="_blank">Acolhida na Colônia</a>, que está elaborando um Circuito de Cicloturismo que integrará suas propriedades de agricultura orgânica. O <a href="http://www.circuitovaleeuropeu.com.br/" target="_blank">Circuito Vale Europeu</a> também esteve presente na feira.</p>
<p>Além dos Stands divididos por regiões catarinenses, o Salão contou  com uma rodada de negócios e palestras, entre elas estudo de caso da  Acolhida na Colônia e  do Circuito Costa Verde e Mar, apresentada pelo  Carlos Beppler da ACBC (Associação de Ciclistas de Camboriú e Balenário  Camboriú)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19933.jpg"><img class="size-large wp-image-381 aligncenter" title="edugreen-19933" src="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/edugreen-19933-1023x685.jpg" alt="" width="450" height="301" /></a></p>
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		<title>Curtição do cicloturismo + desafio de competição = Audax</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 18:08:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde o primeiro Audax de Floripa acompanho a trajetória randoneé do amigo e sócio Luiz Pereira, que após completar os 200 km da ilha, já fez entre outros o de 300 km em Criciúma e o treino insano de 400 &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2010/03/24/curticao-do-cicloturismo-desafio-de-competicao-audax/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="photoImgDiv4460038410">
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2689/4459849211_7d2987c195.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
</div>
<p>Desde o primeiro Audax de Floripa acompanho a   trajetória randoneé do amigo e sócio Luiz Pereira, que após completar os   200 km da ilha, já fez entre outros o de 300 km em Criciúma e o treino   insano de 400 km de ida e volta até Blumenau, sozinho. Este ano  pretende  passar dos 300, 400 e chegar aos 600 km. Apesar de admirar os  feitos,  até então eu não me instigava a desafiar meus limites nesta  modalidade,  não entendia por que testar o corpo pedalando 200 km – e  ainda duvidada  que fosse capaz disso.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4059/4460620700_1ec2630199.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="335" height="500" /></p>
<p>O Audax, desafio surgido na França, tem uma regra simples. O percurso   deve ser completado a uma média de velocidade mínma de 15 km/h. Não há   primeiro ou último colocados, apenas um tempo máximo para completar,  que  no de 200 km é de 13 h 30 m. Para ciclistas profissionais e os que   treinam com frequencia, é um passeio. Para cicloturistas, manter essa   média de velocidade é fácil até os primeiros 50 km, depois vira um   desafio daqueles!</p>
<div id="photoImgDiv4460038894"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2762/4459859991_f1205d6161.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Fui acompanhar o Pereira na reunião pré-Audax, na noite anterior ao   evento, onde foram distribuídos os números, camisetas, planilhas. O   clima era de festa, uma família de centenas de ciclistas. Gostei da   descontração. Entre as palavras da noite, me tocou a história do   Fabiano, que ano anterior participou de tala no pé, logo após 2 meses de   gesso, e completou o Audax. Nessa momento, ouvi o clique. E não era de   um pedal SPD… era eu mesmo, curioso pela brincadeira.</p>
<div id="photoImgDiv4460028630"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4025/4460635972_caa727e004.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Conversei com o Della, incansável organizador da prova, que vendo   minha empolgação abriu uma exceção pro atrasadinho: eis que o desafiante   número 241 largaria dali a poucas horas. Ainda tivemos um jantar de   massas e sorteio de brindes antes de disparar para casa, preparar o   equipamento e ter algumas preciosas horas de sono.</p>
<div id="photoImgDiv4459237737"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4072/4459825405_e479aa0f01.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Seis da manhã , lá estávamos eu, Pereira, Marcelo e Fernando de   Maringá entre outros duzentos e poucos cilistas,  na checagem de   segurança: placa de número, farol dianteiro, pisca traseiro, colete   refletivo, capacete, tudo nos conformes.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4038/4459844935_2d32a958a1.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>Enquanto o sol mostrava seus primeiros raios, aquecíamos as pernas   cruzando a ponte para o continente por cima. Foi uma experiência   incrível, assim como pedalar pelas ruas tranquilas da Floripa-continente   e São José  nas primeiras  horas de domingo.</p>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4043/4459851101_d4565ed59c.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>De volta à ilha, dessa vez pela passarela, a massa se dispersou em   pequenos grupos de ritmo semelhante. Foi marcante passar pela Base   Aérea, caminho mais curto e seguro entre o centro e sul da Ilha,   infelizmente só permitido aos moradores do “condomínio fechado de luxo”   da Aeronáutica durante os dias normais. Espero que esse privilégio  acabe  e em breve a população tenha direito aos caminhos de sua própria   cidade.</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2729/4460635494_cff788600e.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="335" height="500" /></p>
<p>Após repor as energias no primeiro PC, percorremos o querido sul da   ilha, até a Praia dos Açores. O sol que nos acompanhou desde o primeiro   minuto à chegada começou a ficar forte e optei por pedalar mais rápido   antes do  calor intenso do meio-dia, alternando a ponteira com mais  dois  colegas, Fernandes e Danilo.</p>
<div id="photoImgDiv4460032978"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4037/4459851949_d9fc3f7b1a.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Ao chegar na Lagoa da Conceição não resisti ao lindo visual e me   desgarrei para uma foto, a cada parada ou trecho de retorno dezenas de   ciclistas passavam, fazendo festa.</p>
<div id="photoImgDiv4460034908"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4053/4460632484_f7d529fe76.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="335" height="500" /></div>
<p>No segundo PC (alto do morro da Barra da Lagoa) reencontrei o   Pereira, como sempre brincando e de alto astral, e dali pedalamos juntos   até o final. O trecho que se seguiu (do Km 100 ao 150) foi para mim o   mais duro da prova, já sentia as panturrilhas e a cada km a bunda cada   vez mais quadrada…. Felizmente o trecho foi praticamente plano, com   exceção do morro dos Ingleses.</p>
<div id="photoImgDiv4460037882"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4010/4459858493_4722637178.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="335" height="500" /></div>
<p>Parei, tirei o tênis e o capacete, sentei na grama apoiado num   coqueiro e descansei. O PC 3, em Ponta das Canas, parecia ter demorado o   dobro do tempo para chegar – estava realmente cansado. Fui salvo pelo   lanche, que tinha tudo à vontade – pães com geleia, maçã, banana,   laranja e melancia, água e coca-cola. Eu que nunca tomo o “suco de   dinossauro” , no dia me esbaldei e devo ter virado uns 2 litros ao longo   dos PC’s. Só dispensei a club social recheada (com cheirinho de chulé )</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2671/4460638940_26e0600974.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p>O tal líquido que mais parece petróleo mostrou que funciona, meu   ânimo aumentou nos 50 km finais e até voltei a fotografar. Num momento   estávamos perto de Jurerê, era só pegar o Canto do Lamin, mas eis que a   seta indicava outro caminho, uma volta gigante pela Vargem Pequena… e   lá fomos nós pedalar mais e mais, e curtindo.</p>
<div id="photoImgDiv4460035280"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2800/4459873855_bc6f01233c.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Em trechos como o da SC-403 de Jurerê (além dos Açores, Santinho e   Ponta das Canas), era muito legal encontrar na ida os ciclistas que já   estavam voltando, e na volta os que ainda estavam indo. Trocas de   incentivo eram a tônica e ajudaram a passar rápido o trecho que restava.</p>
<div id="photoImgDiv4459260321"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4068/4459862379_793301d92e.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Em Santo Antônio, paramos com o Erich para um salgado e água de côco,   antes de curtir o fim de tarde típico de Cacupé: maravilhoso e cheio  de  subidas.  Um encontro rápido com nosso amigo Adilson e logo  estávamos  comemorando a última subida no Saco Grande e a chegada ao  final, já na  boca da noite, após 12h de pedal.</p>
<div id="photoImgDiv4459247519"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4024/4460621264_8767287992.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="335" height="500" /></div>
<p>Ali, um tanto cansados e muito felizes, tivemos mais um lanche,   recebemos a medalha de participação e até uma massagem pra soltar a   musculatura. Enquanto iso, saudamos a chegada d@s últimas participantes,   com a grande amiga Hila, que obviamente curtiu pra caramba.</p>
<div id="photoImgDiv4460024658"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4016/4460615402_aaba24456e.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Estão de parabéns tod@s da equipe de apoio móvel e dos PC’s, polícias   militar e especialmente a organização, por nos proporcionar apoio   inpecável e um circuito perfeito. Se para quem mora na ilha estava   ótimo, fico só imaginando para os que vêm de fora.</p>
<div id="photoImgDiv4460021576"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4035/4459831365_826907ef7a.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></div>
<p>Uma sugestão para a organização é que ofereçam junto ao Audax 200 uma   modalidade mais curta de 100 km, sem validade como Brevet, para   incentivar pessoas que pedalam menos a entrar nesse mundo. Tomara que   tenhamos mais e mais participantes nos anos seguintes, conhecendo a ilha   e a si mesmos de uma forma tão especial.</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2790/4459862899_e5a39a8668.jpg" alt="Audax Floripa 2010 by Caminhos do Sertão Cicloturismo." width="500" height="335" /></p>
<p><strong>Valeu, Audaxios@s!          Dudu (equipe CdS)</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Veja todas as fotos:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623685715776%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623685715776%2F&amp;set_id=72157623685715776&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623685715776%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157623685715776%2F&amp;set_id=72157623685715776&amp;jump_to="></embed></object></p>
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		<title>Em vias de Europa, no solo verde-amarelo de SC</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/em-vias-de-europa-no-solo-verde-amarelo-de-sc/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 19:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
		<category><![CDATA[circuito vale europeu]]></category>
		<category><![CDATA[doutor pedrinho]]></category>
		<category><![CDATA[rio dos cedros]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[timbó]]></category>
		<category><![CDATA[vale europeu]]></category>

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		<description><![CDATA[relato da cicloviagem pelo Vale Europeu (10 a 12/10/2009) Seu Raulino Duwe é um dos tantos que sentiram rápido o efeito da novidade. Diz que, só neste ano, recebeu por alto &#8220;uns 400 visitantes&#8221; &#8211; só de Cicloturistas! Ele é &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/10/21/em-vias-de-europa-no-solo-verde-amarelo-de-sc/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>relato da <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/roteiros/saidas/2009_10valeeuropeu/roteiro.html">cicloviagem pelo Vale Europeu (10 a 12/10/2009)</a></em></p>
<div id="photoImgDiv4033447918" style="width: 502px;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2787/4033447918_b22400902b.jpg" alt="" width="500" height="335" /></div>
<p>Seu Raulino Duwe é um dos tantos que sentiram rápido o efeito da novidade. Diz que, só neste ano, recebeu por alto &#8220;uns 400 visitantes&#8221; &#8211; só de Cicloturistas!</p>
<p>Ele é caseiro de algumas casas de campo e as usa, com consentimento dos donos, como acomodações para os distintos turistas do pedal. As casas ficam  sobre as barrancas da barragem do Rio Bonito, com vistosos mirantes para a Lagoa. Pra chegar lá, a partir de uma das bifurcações no Circuito do Vale Europeu,  escolha: 8 quilômetros de sucessivas &#8220;morrebinhas&#8221;, ou 2 km até encontrar o seu Duwe, num ponto aparentemente sem importância da Lagoa. &#8220;A maioria prefere a segunda opção&#8221;, revela-nos o seu Duwe, remando de ré sua bateirinha na última das viagens em que atravessou todo nosso grupo até as casas. Ele é um exemplo vivo da importância para a economia regional que teve o Circuito, uma acertada criação do Clube de Cicloturismo, criado em 2006.</p>
<p>Este foi o final do segundo dia de viagem.  Antes de atravessar a represa, os caminhos-refúgios: não contei mais que 2 carros passando pelo grupo. A essência Sertaneja do Vale Europeu, nos seus recantos mais recônditos, e tão belos. De presente, e que presença!, a fabulosa Cachoeira Véu de Noiva também está neste trecho. Verte forte e ruidosa, é alta e imponente, e só o vapor atirado pelas pedras já era suficiente para nos refrescar naquele meio-dia de Sol brilhante (sim amigos, há Sol em Santa Catarina, há Sol no Vale Europeu, o astro-rei tem de fato feito seus primorosos espetáculos!)</p>
<p>Mas a primeira Cachoeira foi a do Zinco, esta vista de longe, do ponto de partida no primeiro dia. Seguem-se uns caminhos um pouco monótonos pela larga presença da mocultura de Pinus, mas a cena logo muda, principalmente quando acercam-se os rios e as matas fechadas (algumas) que o protegem. Os jardins dos sitiozinhos são atração à parte, modelados geometricamente, alguns com flores que de tão grandes e vermelhas  e lustrosas parecem de mentira (Viviane, uma das cicloviajantes, parou numa das casas e perguntou sobre a florzona, cujas mudas são muito intercambiadas entre os moradores da região). Este dia fechou na Bella Pousada &#8211; onde, vejam só, serviram-nos flores (capuchinhas) na salada, um brinde aos olhos e ao paladar! A Pousada tem sem dúvida o melhor visual de Doutor Pedrinho.</p>
<p>Ok, eu confesso: chuvas rolaram na manhã do último dia, nas altitudes, com o perdão do trocadilho, de Alto Cedros (onde ficam as casas cuidadas pelo Duwe). Frustração completa? Nem pensar! Foi só descer parte da Serra de van que o teto limpou, houve uma breve assembléia e decidiu-se: vamos pedalar ! Caminhos de areia batida, lisinhos, sem lama, ladeira abaixo e acompanhando o curso do Rio dos Cedros, que ronca alto entre as pedras. Depois segue-se a travessia da cidade de Rio dos Cedros, e outro trecho de vias planas e tranqüilas leva a Timbó. Chegamos lá no melhor dos estilos: pedalando, todos juntos! No final o roteiro foi um sucesso, com pedaladas todos os dias, a despeito das ameaças de chuva que acreditamos ter afastado parte dos interessados. Em clima de Oktoberfest, uma torre de Chopp no restaurante Thapyoka (Timbó) foi o encerramento oficial da Cicloviagem de 3 dias pelo Vale Europeu. E aguardem, para breve, a saída para o restante do Circuito (que tem, no total, 7 dias de duração).</p>
<p>Cicloabraços!</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622635618764/" target="_blank">Veja as fotos</a> da viagem<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2F&amp;set_id=72157622635618764&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622635618764%2F&amp;set_id=72157622635618764&amp;jump_to="></embed></object></p>
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		<title>Acolhidos em Urubici</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/08/18/194/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 23:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Corvo Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Urubici]]></category>

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		<description><![CDATA[por Fernando Angeoletto Já me foge à memória a contagem de vezes em que estive em Urubici (desde a primeira, há 10 anos atrás, pra pedalar de lá até Floripa com o parceiro Dudu). Nessas tantas idas ficamos nas mais &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/08/18/194/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2670/3812820192_7460f0ff42.jpg" alt="" /></span></span></p>
<p><em>por Fernando Angeoletto</em></p>
<p>Já me foge à memória a contagem de vezes em que estive em Urubici (desde a primeira, há 10 anos atrás, pra pedalar de lá até Floripa com o parceiro Dudu).</p>
<p>Nessas tantas idas ficamos nas mais variadas hospedagens, todas elas de altíssimo astral e aconchego.</p>
<p>Mas nada se compara a ficar, como fizemos nesta última vez, em uma Pousada de família de agricultores. Não foi aleatória a escolha da Pousada Arroio da Serra, vinculada à Associação Acolhida na Colônia. Passa pelo nosso propósito de cada vez mais alinhar as correntes do turismo de aventura aos processos de desenvolvimento regional, sobretudo à iniciativas sustentáveis e socialmente justas.</p>
<p>Ao ampliar o leque de oportunidades de renda, famílias como a do sr. Eraldo e Terezinha Souza, que nos receberam de um modo em que o termo Acolhida faz todo o sentido, estimulam-se a permanecer no campo e cuidar da terra através das práticas agroecológicas. Deste modo, respeitam os ciclos naturais e a harmonia com o ambiente, produzindo alimentos livres de veneno e tendo a oprtunidade de oferecê-los aos próprios hóspedes.</p>
<p>Se isso ainda não for o suficiente para atrair os visitantes, deve-se dizer que as acomodações são confortáveis e aconchegantes, num clima rústico de ambiente rural, mas com tudo zelosamente preparado até para os hóspedes mais exigentes. As refeições em fogão de lenha são feitas ali mesmo, aos olhos do visitante; além de inebriar-se com os aromas, é possível obter preciosas dicas da dona Terezinha sobre o entrevero, típica iguaria serrana à base de pinhão, ou outra de suas fabulosas receitas. E tem mais: o mesmo fogo que cozinha os alimentos aquece o sistema de água dos chuveiros, num projeto eficiente que garante ótimos banhos mesmo no frio de Urubici.</p>
<p>Mas é claro que o nobilíssimo leitor está aqui também para saber sobre o relato da pedalada. Sobre esta, digo que percorremos caminhos nada óbvios pela região, aproveitando a localização da Pousada, que fica a 10 km do Centro na direção de Rio Rufino. De lá, seguimos bordeando o Rio Canoas pela margem direita, até encontrar o asfalto já numa das últimas descidas da Serra do Panelão.</p>
<p>Derivando ao Caminho do Invernador, evitamos boa parte da estrada que liga Urubici ao Corvo Branco, além de passar por trechos extremamente sossegados e ao longo de belas florestas de araucárias. De volta à estrada geral, em plena obra de asfaltamento, alguns trechos com lama foram inevitáveis. No meio do trajeto uma parada estratégica da Família Beckhauser, também pertencente à Acolhida na Colônia, para um farto lanche com produtos coloniais.</p>
<p>A pedalada seguiu com seus animadores oficiais, os colegas Adilson e Marcelo (que conheceram-se nessa viagem, afinando-se de imediato nos repertórios de piadas, que despachavam sem dó perante o pelotão &#8211; alguns atônitos). O ápice da gozação ocorreu quando o Zé, nosso motorista, ofereceu ao Marcelo um &#8220;sorvete -seco&#8221; com bexiguinha (daqueles cones de sorvete com maria-mole cor de rosa, artefatos do arco da velha que só se encontram nos butecos dos confins). Marcelo de pronto aceitou o presente e, tão logo o devorou (e foi rápido mesmo), tratou de encher a bexiguinha e colocá-la de ornamento em sua magrela, arrancando risos das testemunhas.</p>
<p>Mas voltando ao pedal, seguimos firmes com guidões no rumo do Corvo Branco, mesmo com o peso de nuvens que passou a dominar a paisagem. Lá chegando, no paredão rasgado em rocha do alto do Corvo, nada mais que uma densa cortina branca estava disponível aos olhos. O jeito foi apressar-se à guarda as bikes na carreta, montar no microônibus e zarpar de volta à Pousada.</p>
<p>A noite foi daquelas em que melhor se consegue dormir: embalada à muita chuva. De manhã restavam apenas alguns pingos, mas o lamaçau não animou o povo. Saímos para passear de ônibus. O consolo foi ver a majestosa Cascata do Avencal por cima, despejando suas águas em 100 metros de queda.</p>
<p>Retornando à Pousada, a despedida foi o almoço feito pela dona Terezinha e sua família (incluindo uma estupenda massa caseira, feita na hora). Despedida com gosto de &#8220;até logo&#8221;: em novembro estaremos lá, para nossa saída &#8220;Urubici Plus&#8221;, de 4 dias, com direito à travessia do Parque Nacional de São Joaquim. Faltam menos de 3 meses para outra aconchegante experiência de Acolhida e pedaladas pela região serrana (e as bênçãos de São Pedro, se todas as conjunções astrais colaborarem!)</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157622013229434/">Veja as fotos da viagem</a><br />
<object width="400" height="300" data="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622013229434%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157622013229434%2F&amp;set_id=72157622013229434&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Ilha e Sertão &#8211; peixinho frito, Museu e figuras ilustres</title>
		<link>http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/07/ilha-e-sertao-peixinho-frito-museu-e-figuras-ilustres/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 14:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Caminhos do Sertão</dc:creator>
				<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloviagem]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[FLORIPA]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

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		<description><![CDATA[por Fernando Angeoletto Se preferir, veja o álbum de fotos do evento no flickr. A pedido de um seleto grupo de Blumenau repetimos, neste último feriado do Trabalho, a cicloviagem pelo roteiro Ilha e Sertão. E como cada viagem, por &#8230; <a href="http://www.caminhosdosertao.com.br/blog/2009/05/07/ilha-e-sertao-peixinho-frito-museu-e-figuras-ilustres/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>por Fernando Angeoletto</em></p>
<p style="text-align: center;"><object width="450" height="450" data="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=pt-br&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157617739117973%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fcaminhosdosertao%2Fsets%2F72157617739117973%2F&amp;set_id=72157617739117973&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<strong>Se preferir, veja o <a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157617739117973/" target="_blank">álbum de fotos do evento no flickr.</a></strong><em><a href="http://www.flickr.com/photos/caminhosdosertao/sets/72157617739117973/" target="_blank"><br />
</a></em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em><br />
</em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">A pedido de um seleto grupo de Blumenau repetimos, neste último feriado do Trabalho, a cicloviagem pelo roteiro Ilha e Sertão. E como cada viagem, por mais que seja no mesmo roteiro, tenha suas nuances e peculiaridades, com esta não foi diferente.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>A primeira novidade foi a parada no rancho do seu Adilson, pai do caro colega Fabinho. Fica lá na Caieira, e haja privilégio: é à beira-mar da Baía Sul, com horizonte de águas e montanhas. Nem é preciso dizer que, em termos de peixes, a abundância é grande. Seu Adilson sabe disso – pesca invariavelmente quase todos os dias, ainda mais agora que pegou férias e não sai mais do rancho! Este simpático manezinho, descendente dos povos mais antigos da região, recebeu-nos com um saboroso “mix”, fritinho na hora: cocoroca, papa-terra, robalo, tainhota – e até baiacu (este me surpreendeu, pensei que somente os mestres japoneses tinha condições de prepará-lo)!</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>No mais autêntico clima caiçara, foi dali mesmo, no rancho do seu Adilson, que embarcamos para cruzar a Baía. Duas baleeiras deram conta de todo o grupo, e suas bikes. O desembarque foi, digamos, um tanto aventuroso – o mar já começava a assumir seus tons de fúria e, como não há trapiche, o trabalho é melindroso e depende da interação de todo o grupo. Missão cumprida, bonança na seqüência, com a insuperável tranqüilidade de pedalar pelos 8 km da praia da Pinheira.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>Zeca do Sertão e o Arante do Pântano</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>A parte “Sertão” do roteiro foi reservada para o dia seguinte. Antes, a tradicional travessia do Parque Municipal da Lagoa do Peri, pelas trilhas da restinga. E almoço no famoso Arante, do Pântano do Sul. É aquele restaurante dos bilhetinhos na parede, cachaça de graça e uma culinária tipicamente açoriana preparada com o maior zelo. Desta vez, conhecemos ele mesmo, o próprio senhor Arante, dono deste que é um dos mais renomados restaurantes de Florianópolis. Tudo começou em 1958, quando o turismo era palavra desconhecida, e a pequena bodega do seu Arante e sua esposa servia a providencial cachacinha para os pescadores que enfrentavam o mar frio. Depois, passaram a servir um peixinho frito com pirão pra um, uma tainha assada para outro, e por aí foi, até tornar-se essa lenda vida da culinária local que é hoje.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Mas, voltando ao Sertão, a maioria de nossos cicloviajantes optou por subir na caminhada, sobretudo no temível e consideralvemente íngreme trecho inicial, de cerca de 1 km. O final da subida anuncia o Zeca e seu alambique, parada obrigatória para dois dedos de prosa e um dedinho de cachaça. A tarde avança, e é preciso seguir, então o papo nem foi assim tão longo como todos gostaria.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>No Museu, um guia ilustre: o senhor Nereu do Vale Pereira</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>De volta à Pousada do Museu, no Ribeirão, houve tempo ainda para apreciar os últimos raios de sol. De noite, o altíssimo astral Marquinho e sua unida família preparou-nos fabuloso jantar. Faço questão de frisar o calor do atendimento e a qualidade dos pratos – um generoso caldo de frutos do mar, ostras gratinadas e ao natural, tainhas gigantes assadas e outras tão nobres iguarias. O Marquinho tem o dom de lidar com as pessoas, todos por ali são amáveis, e é por isso que a Pousada tornou-se para nós um lugar tão cativo.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>E, justiça seja feita (eu não havia falado disso no relato anterior), é preciso contar aos amigos o que há na porção Museu daquela Pousada. O Tour pela história da Ilha de Santa Catarina é conduzido pelo senhor Nereu do Vale Pereira. Doutor em Sociologia, economista e folclorista, contemporâneo e amigo de Franklin Cascaes, o senhor Nereu é uma sumidade em termos da tão rica história local. Sucintamente, explicou-nos alguns fatos mais relevantes da descoberta e colonização da Ilha, a partir do século XVI. Depois, apresentou-se nos o acervo do Museu, abrindo janelas ao passado e ao cotidiano dos antigos moradores do Ribeirão, que é sem dúvida o núcleo habitacional mais antigo de Florianópolis. Destaque para uma caixa de música e um gramofone, em perfeito funcionamento (já havia visto vários, mas nunca funcionando).</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Para finalizar, sem esquecer da menção aos nossos ilustres participantes (Norberto e Lúmen, Mariela e Rafael, Fabinho, Alessandro, Pereira e Ana, Martinha), gostaria de assinalar a presença de duas figuras raras:</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span><strong>- Wilberto Boos</strong> – esse eu já havia mencionado no relato anterior, mas não custa reforçar, é umas das pessoas mais apaixonadas pela Bicicleta e pelas Cicloviagens que eu conheço</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span><strong>- Sr. Eldon Jung</strong> – há pouco mais de 10 anos, esse ilustre senhor, hoje à beira dos 70 anos, redescobriu a bicicleta. De tudo de bom que ela pode nos trazer, ele repeta aos quatro cantos o poder da serotonina. “Pedalar libera serotononina, é o hormônio da felicidade, quem pedala é mais feliz.” Corretíssimo, seu Jung! Mas a ligação com a bici não pára por aí: em sua indústria, em Blumenau, todos os funcionários são estimulados a trocar de transporte, através de um bem elaborado programa para o uso da bicicleta. Além do mais, Eldon Jung é um incansável batalhador pelo uso urbano da bicicleta, e um dos maiores divulgadores e articuladores do Cicloturismo em nível nacional.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>Aos queridos leitores, um grande abraço e até a próxima!</p>
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